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Questão: Tem, ou está a pensar comprar, algum veículo elétrico?

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. jota says:

    E se for híbrido, tb conta?

  2. João Caldeira says:

    Deixo a minha opinião: depois de mudar para um VE, já não há volta atrás. O estilo de condução, a preocupação com a eficiência, o cuidado com regeneração e a ENORME vantagem de carregar em casa com o SOL, fazem com que quem tem um VE só olhe para a frente e nunca para trás. Não existe o carro perfeito, daí os “elétricos” serem bastante incompreendidos. O que existe é o carro certo para o percurso que fazemos, com as possibilidades de carregamento de que dispomos.

    • Manuel says:

      tudo verdade!
      assino por baixo

    • Paulo says:

      Tenho um desde 2019 e 100000kms depois estou extremamente satisfeito e já não quero outra coisa…

    • X3K says:

      Aí está. Tudo dito. Tendo um elétrico, concordo plenamente.

    • Luís Costa says:

      Sim claro, e todos em Portugal tem oportunidade de poderem carregar o seu carrinho em casa certo?

    • Carlos Miranda says:

      Tenho um VE há 2 anos comprado novo, já não volto para trás.
      João Caldeira, completamente de acordo, a parte final da sua opinião diz tudo. Acrescento, que existe também opiniões, que se focam muito nos preços dos VE, mas os valores estão cada vez mais perto em relação aos de combustão, com idênticas características.

      • Jane Doe says:

        E problemas ao longo destes 2 anos? Não tanto com o carro em si, mas com carregamentos e carregadores (de rua)…

        • Carlos Miranda says:

          No meu caso, 2 anos 30 mil km, não teve qualquer problema nem qualquer despesa, os carregamentos foram feitos em casa, há exceção de um que foi em Elvas. Já aqui foi referido e eu corroboro que os VE não servem para todos, cada um tem que fazer contas conforme as suas necessidades. No meu caso tinha um veiculo a gasolina, cujo consumo era em média 7/100km, portanto neste momento ficava em cerca de 14€ no VE média 12kw fica em 1.76€ já com imposto de 23% sem ser bi-hora faço em média 1.300k por mês, logo gasolina 182€ , VE 23€. Parece que quanto a este exemplo não há dúvidas, mas mais uma vez nem tudo o que parece é, no meu caso comprei o meu carro NOVO por 17.500€ com mais aluguer da bateria que custa 74€/mês+os 23€ temos 97€ portanto poupo 85 €/mês, 1000€ ano, no meu caso não tenho dúvidas. Só para esclarecer o carro com bateria era 28 mil.
          Bateria alugada sem preocupação. (pode ser comprada em qualquer momento, com desvalorização).wall box
          de 7.4 kW/h oferecida mais montagem. Não alterei a potência do meu quadro que é de 4.6 (menos uma despesa). Não pago estacionamento na minha cidade (Setúbal). Portanto carro a gasolina nem vê-lo. Como se vê cada um tem as suas necessidades. ( R Novo Zoe)

    • Manso says:

      Ainda bem que a grande maioria dos Portugueses são ricos. Vivemos todos em vivendas com garagem e piscina e ganhamos milhares por mês.

    • Luís Santos says:

      Por esse mesmo motivo, para algumas pessoas não faz sentido algum ter um EV. Como, por exemplo, para quem faz maioritariamente percursos mais longos em nacionais e AE. Nesse caso rende mais um diesel.

      • RC says:

        Depende do que fazem. Conheço alguns pessoas que fazem percursos grandes em AE e escolheram exatamente pelos custos, que nada têm a ver com diesel, quando bem usados.

        Carregar em postos publicos é bem mais caro que em casa, mas se bem usados fica a metade do preço. Digo bem usados porque tivemos 7 ou 8 anos de maus hábitos, era à borla, ou seja, não era preciso escolher o carregador mais indicado para o carro, não era preciso escolher tarifário, o carro podia ficar o dia todo no posto de carga, tudo pagava o mesmo, 0 Zero euros.

        Agora, alguns foram apanhados de surpresa com esses maus hábitos, curiosamente são os que vão parar à comunicação social, até agora todos os que vi foram vitimas das más práticas.

        • Luís Santos says:

          O caso do editor da revista Turbo não será, seguramente, o caso de alguém mal informado ou com maus hábitos. Mas mesmo bem utilizado, o abastecimento na rede pública ou é prático, ou é acessível, mas nunca ambos. O uso dos EV’s compensa verdadeiramente para quem carrega em casa. E, mesmo assim, como disse, não compensa para todos.

          • RC says:

            Esse é dos mais desinformados que existem, então o homem deixou o carro a carregar durante 45 minutos quando em 13 minutos carregava, além disso tinha um posto a 50 metros que gastava 3 vezes menos, e PIOR QUE TUDO, bastava ter passado o cartão que a porsche oferece para os seus clientes, onde a porsche tem uma parceira com a IONITY onde o custo é o mais baixo de todos, ficando o carregamento que ele fez em 13 euros.

            Ainda podia ter passado na Porsche em Leiria onde era de BORLA.

            Como vê, esse até é o mais troll de todos.

  3. André Silva says:

    No meu caso eu digo não…
    Primeiro, a energia está a atingir preços que nunca imaginámos, segundo não tenho possibilidade de o carregar em casa nem na garagem do prédio porque o condomínio não quer saber nem nenhum dos condóminos a não ser eu. Terceiro, carregando recorrentemente num posto público, fica mais caro que um carro a gasolina. Quarto, prefiro ter um diesel do que um pepino ao fim de 8 anos como já vi inúmeros casos na minha esfera de amigos que são presenteados com um valor de carro novo quando aparece alguma avaria na bateria, e segundo as marcas é tudo “mau uso” mesmo que não seja.

    • RC says:

      Está completamente desinformado.

      Não acertou uma, toda a energia aumentou, mas se usar o método mais eficiente, o aumento um em relação ao outro é bem menor.

      A electricidade em 2 anos baixou 2 vezes e aumentou uma, os combustíveis aumentam todas as semanas.

      Sobre os carregamentos públicos está enganado, aliás, a quem isso aconteceu é que se enganou, não encontra nenhum caso que tenha ficado caro e não tenha lá deixado o carro tempo a mais.

      Carregadores rápidos são isso mesmo, é para meter lá o carro, carregar um bocado e ir embora, quem deixa lá o carro estacionado isso sim paga balurdios.

      A última vez que usei carreguei 20 kWh e gastei 8.40€, o suficiente para fazer 160 kms.

  4. Mamba says:

    Não compro um pois o investimento inicial é imenso (são carros caríssimos) e a longevidade das baterias ainda me mete nervoso.
    E apesar de não ser o meu caso, conheço malta que não compra pois mora em apartamentos e não têm onde carregar o carro regularmente. Os carregadores de rua também não são propriamente baratos.
    Esses carros valem a pena para quem tem capital e lugar para o guardar/carregar.
    Felizmente parece-me que andam a aparecer EVs a preços mais realistas para o comum dos tugas, como o Dacia Spring por exemplo.

  5. LarilasOS says:

    É tudo muito bonito mas carros a pilhas por agora, só dá pros ricassos que têm uma vivenda com garagem e podem carregar o boguinhas lá…ou mesmo quem mora num prédio e tem acesso a garagem para poder carregar…quem como eu vive num prédio antigo, no terceiro andar sem elevador e deixa o carro na rua…esquece lá isso…não dá pra mandar a extensão lá da janela cá pra baixo pra deixar o carro a carregar durante a noite…e entretanto postos de carregamento baratos…nem vê-los!

    • Roy Almaister says:

      Precisamente da mesma opinião com a agravante de que nem sempre se pode estacionar o veículo perto do prédio…

      • RC says:

        São ambos preconceituosos e mal informados, carros a pilhas são a hidrogénio, ou nunca ouviram falar em pilhas de combustível ?

        • Roy Almaister says:

          É por isso que estás cá para ensinar a malta já que nem percebes qual é a questão que se coloca mas pronto, dá-se o desconto…

          • RC says:

            Não, estou cá para informar, ao contrário de você,
            Sou utilizador e provavelmente com muito mais experiência que outros.

            Esse argumento da janela é no mínimo ridículo, que eu saiba a ligação da rede vai de baixo para cima e não de cima para baixo, os fios da edp não vêm das nuvens, portanto o lógico era passar cabos do res do chão. Mas enfim, pensar é difícil.

          • RC says:

            E eu falei em preconceitos, se querem aprender alguma coisa, deixem o preconceito de lado.

        • Luís Santos says:

          Não é preconceito, é verdade. Muitas pessoas não têm condições ou possibilidade de carregar o carro em casa. Preconceito é achar que os EV são solução para todos apenas porque o são para si.

          • RC says:

            Eu não disse que era solução para todos, nem me vai ver a dizer isso, mas quando a conversa logo com preconceitos de nomes, o que podemos esperar a seguir ? Não vê ninguém a falar de charutos referindo-se a carros a combustão.

        • PTO says:

          Uma bateria, seja de que tamanho for, é basicamente uma pilha recarregável.

          • RC says:

            Errado, pilha refere-se a um dispositivo que produz energia através de uma reação química, onde acontece um decaimento dos materiais usados .

            Bateria, onde o nome correto é acumulador, armazena energia através de reações químicas.

            Por isso no hidrogénio ser usado o mesmo nome, porque não acumulam energia , apenas produzem.

            Eu só digo que são os a hidrogénio só para brincar, mas é verdade, em qualquer lingua são pilhas de combustíveis,

  6. Bruno says:

    O problema não é não querer um VE, a questão são os €€€ que não abundam para me dar ao “””luxo””” dessa troca

  7. traumatologiaeortopedia says:

    Comprei uma moto elétrica, a EVS. Já tenho energia solar em casa mesmo.

  8. FreakOnALeash says:

    Não, mas estou a pensar comprar… Vou é continuar a pensar alguns anos dado o preço a que os vendem e com o custo de vida a disparar.

  9. eu says:

    Como carro principal, a não ser que seguramente não vamos de férias com o mesmo, a resposta é um não redondo.
    Como carro secundário que serve para o(a) conjuge ir para o trabalho, já começa a haver opções a considerar, ainda assim depende se tiver um local de carregamento a partir de casa.

    • Miguel says:

      O não redondo deve ser muito bem pensado.
      EV desde 2014 com 190.000km é o carro principal e dá para tudo…
      E não é um Tesla.

      • Luís Costa says:

        Dá para tudo? E se não tiveres casa para carregar? Pagas que arrotas nos pontos de carregamento (rápido), queres ir passear de férias? Boa sorte então se tens de outra vez encontrar o ponto bastante longe e o carregamento seja rápido

        • Américo Mendes says:

          Se não tem condições para carregar…talvez seja boa opção desconsiderar um VE até a roubalheira da Mobi.e ser desmantelada.

          • LarilasOS says:

            Um dia, já não vai ser necessário”carregar” a bateria do carro….haverão de fazer uma tecnologia…sei lá…grafeno ou o diabo a 4 que eu disso não percebo nada, em que a pessoa faz uma longa viagem, para a meio de uma área de abastecimento, tipo bomba da gasolina, e troca a bateria gasta por uma nova…como se de uma bilha do gás se tratasse por exemplo….aí sim…mas teriam de “padronizar” as baterias…tal como as bilhas do gás em que à partida, já sabes qual é a “rosca” da tua bilha

        • Miguel says:

          Volto a dizer EV desde 2014, são 190.000km e moro em apartamento, tive de instalar ponto de carga mas compensou largamente, E hoje em dia os condomínios são obrigados a instalar…
          E cargas rápidas só se quiser.

        • RC says:

          Quanto ê que você pagou ?

          A maioria da malta usam os mais exemplos das notícias, mas nem sabem porque aconteceu aquilo . LOOOL

          Eu paguei à dias 8.4 € por 20 kWh, o suficiente para fazer 160 kms , em casa fica a 1.45 euros os 100 kms.

      • Jane Doe says:

        Como faz em viagens longas? Ando a ponderar um elétrico, mas depois de ver tantas queixas sobre os carregadores – avariados, sempre ocupados, incompatíveis com alguns carros – estou com receio.

  10. PTO says:

    Não tenho nem penso sequer em ter. Aliás ainda no passado dia 29 de Março comprei um carro a gasóleo.

    Os elétricvos são veículos absurdamente caros, com pouca autonomia, levam demasiado tempo para carregar e têm custos de renovação da bateria obscenos.

    Além disso o futuro dos carros ecológicos está nos carros a hidrogénio.

    • Luis Rosalino says:

      Nada contra a tua opinião mas penso que paraste no tempo.
      “Os elétricvos são veículos absurdamente caros, com pouca autonomia, levam demasiado tempo para carregar e têm custos de renovação da bateria obscenos.”
      Na parte do “absurdamente caros” é uma meia verdade mas nos restantes itens já não é bem assim, pesquisa.

    • Jane Doe says:

      Hidrogénio, futuro? Lol! Isso queriam os que agora livram com os combustíveis, mantinham o modelo de negócio (e o lucro).

    • RC says:

      Então e os a hidrogénio são baratos, levam pouco tempo a abastecer e o hidrogénio é baratinho, não levam baterias caras ?
      Bolas , não conseguiu acertar uma.

      Se são o futuro porque andam todos a desistir dele ?

      É você que vai lançar o carro a hidrogénio ?

      • Luís Santos says:

        Andam a desistir do hidrogénio? É melhor informar-se, porque o fanatismo pelos electrões está a afectar a recepção de fotões pelas suas retinas.

        • RC says:

          Sim andam, a honda suspendeu, a toyota deixou de vender o mirai em alguns paises, alugando só, e anunciou 15 novos modelos, sendo que nenhum é a hidrogénio.

          Fanatismo ? então mas carros a hidrogénio são a eletrões na mesma, por aqui se vê quem são os fanáticos.

          E sim, estou muito bem informado, até já andei a tentar comprar 1 e já andei em vários.

          • Luís Santos says:

            E os fabricantes que ainda este mês anunciaram desenvolvimentos de carros a hidrogénio, não contam?

            E sim, o hidrogénio num carro desses vai gerar electricidade, mas o combustível é hidrogénio, que se abastece praticamente no mesmo tempo que demora a atestar um carro a gasóleo ou a gasolina.
            Se houvesse o mesmo tipo de oferta e investimento em hidrogénio como há nos EV’s não veria vantagem alguma para os eléctricos.

          • RC says:

            Quem a BMW ? coitada da bmw já andou por lá à anos e não conseguiu nada, procure por BMW Hydrogen 7, mas esses era o ridiculo a combustão, assim como a toyota testou no ano passado o corolla gr onde obteu resultados ridiculos.

            Não se esqueça que a toyota já tem alguns 32 anos disso.

            Sim, o hidrogénio é o combustivel, o modo de armazenar energia ou transportar energia, para ter hidrogénio gasta grandes quantidades de energia para o obter, esse é só mais um problema deles, o que gasta para fazer um FCEV andar 100 kms dá para um electrico comum fazer 400 kms, acha que isto é viável ? E não me venham com desenvolvimentos nas fuel cells, são mais velhas e com mais desenvolvimento que motores eléctricos, só foram inventadas em 1838, já são usadas na exploração espacial à 60 anos.

            Sim abastecem mais depressa, e só são 5 minutos se for o primeiro a chegar ao posto num intervalo de 15 a 20 minutos, se quiser saber porque terei todo o rosto em explicar, já que conhecimento sobre essa matéria não me falta, estudei sobre elas e trabalhei com elas durante alguns anos. Sigo essa tecnologia à mais de 20 anos, tenho inclusivé um banco de ensaio com elas, que posso mostrar a quem quiser ver.

          • RC says:

            Fica aqui uma lista dos que a bmw já trabalhou:

            2010 – BMW 1 Series Fuel-cell hybrid electric[18]
            2012 – BMW i8 fuel-cell prototype[19][20]
            2015 – BMW 5 Series GT (F07) eDrive Hydrogen Fuel Cell[21]
            2019 – BMW i Hydrogen NEXT[22]

          • Luís Santos says:

            Tem que juntar aí a Renault, que ainda em Fevereiro anunciou um protótipo e planos para outros carros. A Mercedes na gama comercial, e os autocarros a hidrogénio que há em Portugal.

            A tecnologia dos EV também não era de cair para o lado até começar a ser aceite. Seria de esperar avanços da mesma ordem no hidrogénio se também se popularizasse.

          • RC says:

            Mas esses não são desenvolvimentos novos, já existem também há anos.

            Ainda não entendeu que essa tecnologia tem apenas uma vantagem que está a perder ?

            Têm a mesma autonomia que os eléctricos, têm um custo de operação e manutenção 10x maior, apenas abastecem em alguns minutos a menos nalgumas situações.

            Dão sim para alguns, mas não para a maioria. Venham mais, mas os que sairam até agora são puros flops, até agora só se vendeu 17 mil no mundo inteiro, em segunda mão já os encontra a 5 a 10 mil euros com 4 e 5 anos, são muito bons de facto.

          • RC says:

            Já agora, o maior problema dessa tecnologia raramente se vê falada, é a infra-estrutura, se com eléctricos que carregam em qualquer tomada já andam a miar, então nem quero imaginar com uma infraestrutura para hidrogénio, onde é carrissima e apesar de não levar muito tempo, o que armazenam dá para abastecer poucos carros, cada posto que consegue abastecer 40 carros por dia custa 2 a milhões de euros, dependendo se tem produção local ou não.

            No estado da California, onde existem cerca de 10 mil carros a hidrogénio, é o local do mundo com mais postos por habitante, no entanto anda a acontecer isto:

            https://www.youtube.com/watch?v=7MEnKFFQKBg

            Nesse mesmo estado a toyota já não vende, só aluga, no entanto é o local do mundo onde incentivam mais estes carros, muito mais que electricos a bateria, o estado oferece 8 mil dolares na compra do carro, ainda tem uma ajuda por ser baixas emissões de 7 mil dólares, e ainda tem um acordo com a toyota e postos de abastecimento onde oferecem um cartão para abastecimento gratuito no valor de 15 mil dólares.

            Quem compre um electrico recebe apenas 7 mil dólares na compra.

            Ainda assim, basta ir ao grupo do toyota mirai e ver as pessoas a trocar os fcev por eléctricos.

            Tenho a foto de um abastecimento feito à 3 semanas, onde o utilizador gastou 83 dólares a abastecer um mirai, onde ele reporta no mesmo grupo que lhe dá para 350 kms. Estamos a falar de um pais onde a gasolina custa pouco mais de 1 euro o litro.

          • RC says:

            Existe apenas um carro que me cativou com essa tecnologia, é a carrinha da Peugeot, tem uma bateria maiorzita que pode ser carregada e tem uma fuel cell que lhe dá até 400 kms de autonomia WLTP.

            Esta sim, permite baixar um pouco os custos já que pode ser carregada na tomada, e para serviços maiores tem a fuel cell, é uma espécie de hibrido.

          • PTO says:

            A toyota já está com o Mirai 2 em produção em série desde 2021. Informe-se melhor.

            E se não comprou um mirai foi porque não quis, eles estão a venda na Toyota portuguesa. Ou então foi porque lhe faltaou o guito para o comprar.

          • RC says:

            Informe se você, já ligou para la para o comprar ?

            É que eu já.

      • PTO says:

        “Então e os a hidrogénio são baratos, levam pouco tempo a abastecer e o hidrogénio é baratinho, não levam baterias caras ?”

        Sim, não são baratos, tal e qual como os elétricos não são;
        Abastecem a 100% em cerca de 4 minutos;
        Não precisam de baterias caras porque a eletricidade é produzida quando o hidrogénio entra em mistura com o oxigênio. Usam apenas uma pequena bateria que recebe a eletricidade gerada e a transmite ao motor e serve para arranque do carro;
        Têm maior autonomia continua que os elétricos;
        Quanto ao preço do hidrogénio, é uma incógnita, pois a sua utilização no parque automóvel como combustível é praticamente inexistente, à data atual.

        Afinal não fui eu que não consegui acertar uma.

        • RC says:

          Mas está a ensinar a missa ao padre ?

          Loooool

          Mais um que leu na internet o que é um FCEV e não pesca nada do assunto.

          Então mostre me um Mirai ou um Nexo a abastecer em 4 minutos e ficar com o depósito a mais de 90%.

          Já parece os vendedores por telefone a falar daquilo que nunca viram. 😀

          • RC says:

            Que autonomia é que precisa:

            Dias da semana ?

            Fins de semana ?

            Maiores viagens ?

            Frequência das viagens grandes ?

            Não sou defensor, sou utilizador, e já com muitos anos, não tenho apenas visão, tenho experiência, coisa que a maioria de vós não tem.

            Já agora, para que quer um híbrido ?

            Para andar na cidade ? É que para fazer viagens grandes também não faz sentido. E sim, também tenho experiência com híbridos.

        • RC says:

          Tem mais autonomia que os eléctricos onde ?

          Quanto ao preço é uma incógnita ? Entao se sabe quanto custa ? De onde vem o hidrogénio utilizado na indústria ? Vem do espaço , já tem milhares de postos no mundo inteiro, e os preços está lá no display como nos postos de gasolina, ontem vi o peço em Espanha, está a 17 euros o kg, já agora não me venha com a história que vai baixar, senão eu pergunto qual foi o preço do seu primeiro litro de gasolina e se baixou depois . LOOoL, energia não dão telemóveis.

          • PTO says:

            Então a solução entre o alto preço dos elétricos e a inviabilidade dos de hidrogénio, é mesmo comprar um hibrido.

            Fica-se pelo menos com um sistema misto que, não sendo perfeito, se for bem utilizado, com consciência e rigor, sempre é melhor que usar um carro 100% a gasoleo/gasolina.

            Ou também isto está mal pensado e os elétricos são a única opção viável mesmo para quem não os consegure comprar?

          • RC says:

            Alto preço ? Onde ?

            Os híbridos são mais baratos ?

          • PTO says:

            Já vi que se limita a defender os elétricos com unhas e dentes sem sequer tentar perceber que sim, um elétrico de nível familiar é ainda muito caro.

            Não estou a falar de elétricos como o Dacia Spring ou o Twingo E-tech, com autonomias fracas e que apenas têm utilidade para quem vive e trabalha quase na mesma cidade.

            Se realmente querem que os elétricos mudem o paradigma da mobilidade para bem do planeta então o preço dos elétricos familiares com boa autonomia tem de descer para a casa dos 20/22 mil euros., em vez dos 35/45/55 mil euros que é o padrão atual, dependendo da marca e equipamento.

            Como disse atrás, até isso mudar é preferível manter o carro a combustão ou entáo comprar um hibrido, que além de ser mais barato tem mais autonomia quando a mesma é necessária.

            A Toyota tem o Corolla 1.8 HEV por 27.900€ e se há marca que eu confio em termos de hibridos é a Toyota. Não estou comprador mas se estivesse seria o caminho que, nesta altura do campeonato, eu escolheria.

          • RC says:

            Então mas agora os hidrogénio já não servem ?

            Eu limito -me a defender e você ? Isso faz de si diferente de mim em que aspecto ?

            Pelo menos sei daquilo que estou a defender.

            Engraçado como defendem aqui coisas que nunca viram na vida nem sabem se funciona, como funciona e a que preço. 😀 😀

            Talvez seja melhor cada vez que querem defender algo se informarem primeiro.

          • PTO says:

            Mais uma vez, escreveu, escreveu, escreveu e não abordou ou opinou absolutamente nada sobre o que escrevi no meu post anterior.

            Diz que tem muita experiência na área mas quanto a responder de forma construtiva e informativa ao que lhe foi exposto, isso é que não lhe parece interessar (ou ser capaz de o fazer).

          • RC says:

            Era para gente inteligente, não para aqueles que dizem que é caro e depois aparecem com soluções que não conhecem de lado e são mais caras.

          • PTO says:

            Desisto.

            Você anda aqui apenas para ser arrogante e ofensivo, não anda aqui para informar ou ajudar a esclarecer seja o que for.

            Boa sorte com essa atitude.

          • RC says:

            Mas explicar o quê? Ainda vem dizer que carros com 200- 400 kms de autonomia só servem para andar dentro de uma cidade.

            Eu não vi dúvidas, vi apenas argumentos de quem não usa e faz um bicho de 7 cabeças.

  11. Luis Rosalino says:

    Eu tenho um veiculo eletrico, uma bike eletrica que é o meu veiculo principal, felizmente a chuva nem sempre é um obstaculo e mesmo q o seja ha alternativas

  12. X3K says:

    Comprei um no ano passado. E é perfeito para o (meu) dia a dia. Tem autonomia de 300kms reais e carrega a €2 (aos 100kms) durante a noite na garagem. Para viagens maiores em 20 mins carrega a maior parte da bateria e siga viagem.
    Muda o paradigma, antes gastava 10mins para abastecer uma vez por semana, entre encher e pagar… agora gasto 10/20 mins apenas algumas vezes por ano quando faço mais kms.
    É tao fácil parar em algum sítio e no tempo de beber um café e ver as vistas o carro tá carregado outra vez.

    E quem não tem garagem? Continuam a fazer como fazem agora e vão à bomba/carregador abastecer.

  13. Olaf says:

    Bem… escolhi “Não, nem quero” mas na verdade é mais “Não, mas gostava, não tenho é €€€ para isso”.

  14. Rui Peixeiro says:

    Tenho e em boa hora o adquiri. A economia mensal quase que paga o carro.

    Carregando em casa, durante a noite, com tarifário bi-horário o gasto é reduzido, os custos de manutenção são muito inferiores, o tempo que leva a recarregar não me preocupa pois estou a dormir, mesmo em viagens maiores basta programar a mesma para recarregar a bateria durante o almoço, …

    É o tipo de carro ideal para toda a gente? Claro que não, mas se mais pessoas fizessem as contas a procura aumentaria e muito…

    • LarilasOS says:

      O grande problema é que nem toda a gente tem uma garagem…muitas pessoas pagam 400 paus ao mês por um T0 num segundo andar e já vão com muita sorte…

      • Rui Peixeiro says:

        Daí eu dizer que não é o tipo de carro ideal para toda a gente. Se eu não tivesse garagem e possibilidade de o carregar em casa, garantidamente não o tinha adquirido.
        São muitas as variáveis que se tem que ter em conta, desde esse, ao nº de kms diários, tipo de percurso, …

  15. Jota says:

    NÃO! Enquanto os preços não baixarem para valores que os portugueses possam pagar sem se endividarem até ao pescoço, nunca comprarei um!

  16. Infinity says:

    Comprei umas sapatilhas em saldos para andar pela cidade que são fixe, nao gasta electricidade nem combustivel. Para viagens longas tenho carro a gasoleo que em todos os aspectos é melhor que o electrico ou gasolina.

  17. B@rão Vermelho says:

    Comecei este mês a construir casa, e vai ficar tudo preparado para o poder carregar na garagem, para o meu estilo de vida acho que chega, não faço ferias em Portugal e tenho mota, mas vou continuar com a carrinha Dacia Dokker de 2 lugares para quando precisar de ir mais alem, mas vou comprar o Dacia Spring para o meu dia a dia chega e sobra e o preço para carro descartável acho aceitável.

    • RC says:

      Carro descartável é o que tem agora, ele descarta tudo o que você lhe mete durante o ano, e além disso apenas aproveita 30 % do que você mete na bomba.

      Pense bem antes de chamar carros descartáveis.

  18. José Leitão says:

    Tenho carro eletrico há 3 anos, como veiculo principal, carrego na garagem do prédio a cerca de 2,50 euros para 100km. Pago 60 euros pela revisão anual. Não pago IUC. Investimento inicial está a ser rapidamente recuperado, ate porque comprei em segunda mão com poucos km (tive sorte em estar como novo). E um prazer na condução pela aceleração, por se usar um só pedal e por não vibrar.Nas viagens longas ocasionais é preciso um planeamento mais atento em função dos carregadores públicos, que incompreensívelmente estão demasiado caros mas já abundam em todo o País. Quem tiver possibilidade de ter um EV não deve esperar mais para experimentarais um novo prazer da vida.

  19. João M says:

    Tenho nos planos que quando trocar de carro e tiver uns €a mais compre eletrico. Os meus problemas com isto são os que já foram falados:
    – Tenho a sorte de ter garagem individual no prédio e posso carregar aí MAS, tirando isso, pontos de carregamento ainda são, infelizmente, poucos e apenas em locais centrais. Por exemplo, se for visitar familia, tenho de estacionar na rua (num local que é um dormitório em Lisboa por isso é em cima de passeios e tal) e não há local para carregar. O que me leva ao segundo ponto:
    – A inconveniencia do carregamento em viagem. Se estou em viagem tenho de parar 1 horita para carregar o carro. Pessoalmente uso o carro para viagens mais longas (do Norte para Lisboa, Algave) para visitar familia ou até internacionais (Madrid por exemplo) e a situação dos carregamentos não me deixam confortável. Se for fazer uma viagem no Verão, com AC ligado, musica, etc.. tenho a autonomia ainda mais baixa se quiser viagem confortável. Não é o ideal :-\
    – O preço ainda é relativamente alto. Se quero um carro eletrico que não seja citadino, ou seja, que tenha boa autonomia para viagens maiores, ainda é muito caro.

    Acho que carros eletricos são um futuro para as cidades. Para quem usa em contexto citadino é ideal, poupa bastante e vai dar um bom uso. No meu caso uso mais o carro para viagens mais longas e aí ainda não me sinto muito confortável com a autonomia e preços. Talvez daqui a uns 5 anitos a coisa mude de figura.

    • LarilasOS says:

      Não acredito que isto mude de figura daqui a 5 anos…nem daqui a 20 anos em Portugal…muito bem que o governo luibrilha o Zé Povinho com os tais incentivos ao elétrico mas isso é só para ficar bem aos gajos lá da União europeia…de resto, não estou a ver o número de postos de carregamento aumentar …teriam de ser os privados a instalarem tomadas…e com poucos automóveis elétricos a circular, não estou a ver apostarem nisso…a não ser, as marcas fazerem como a Apple…tipo, imagina a Renault deixar de vender carros a combustão e só vender carros elétricos…e todas as outras seguirem o mesmo percurso….tal como os iPhones deixarem de trazer a saída pra phones e todas as outras marcas fazerem o mesmo….um dia a Apple retira a entrada de cartão Sim e vemos todas as outras marcas a fazer o mesmo…então aí se todos os carros forem elétricos, já acredito q os privados apostam em construir mais postos de carregamento

      • RC says:

        Porque é que em vez de dizer disparates, não pensa antes de falar ?

        Se você quiser que o iphone venha com os phones basta comprar à parte, quantos telefones comprou que usa phones ? De todos os que comprei nunca usei phones em nenhum, portanto parece-me uma boa gestão de recursos, estar a pagar uma coisa que é simplesmente lixo para alguns.

      • RC says:

        Já agora, sobre os incentivos aos eléctricos ? e sobre os incentivos aos a combustão ? também tem a mesma opinião ? Ou já se esqueceu que também recebiam milhares de euros para comprar novos ?

        • LarilasOS says:

          Pois, isso eu não sei, senhor…eu é mais bolos! Mas quanto aos telemóveis sem a “headphone jack” a mim também não faz diferença…eu tenho um Redmi Note 9S que tem essa porta, se lhe disser que já usei umas 2 vezes em dois anos, já é muito!

    • RC says:

      Compre um model 3 LR e tem problema resolvido, já que são os mais eficientes, têm bomba de calor, é uma rede de carga invejável.

  20. JS says:

    Desculpem discordar desta ou de outras sondagens em que abordam esta temática
    Se fosse uma Sondagem: Com este aumento brutal de custo de vida quem consegue comprar bens essenciais e colocar combustível nos veículos os que os têm
    Com estes aumentos e salários baixíssimos quem consegue chegar ao fim- de -Mês?
    Parece que vivemos muito bem
    Obrigado

    • LarilasOS says:

      Viver bem não vivemos…continuamos com as nossas “vidas a crédito”…Cetelem… Cofidis…por aí…é a única forma de comprar carro…casa …telemóveis XPTO….etc

    • RC says:

      Foi por essas razões que comprei eléctricos, eu não ganho muito para simplesmente andar a queimar dinheiro .

      • Roy Almaister says:

        Lá está você com a mania do queimar dinheiro. A fogueira deve ser grande para esses lados.

        • RC says:

          Então não é? Não sabe que 60 a 70% do que gasta no posto sai pelo escape e pelo radiador ? É literalmente queimar, não é por acaso que querem acabar com eles.

          • Luís Santos says:

            E o que se gasta em electricidade por acaso volta para o nosso bolso?

          • Roy Almaister says:

            Então acabem de vez. Além disso poupas nas “pilhas” perdão “baterias” mas queimas o guito noutras coisas…

          • RC says:

            Leiam la outra o que disse , parece que interpretação não é o vosso forte.

            Tem alguma comparação o que de gasta numa e noutra ?

            Deixem o preconceito de lado, imaginaram os milhões que deixavam de sair do país e que temos de pagar juro todos os dias ?

          • RC says:

            Em pelo menos 60 % da energia consumida em Portugal, sim volta.

          • RC says:

            Não se pode acabar de vez com uma tecnologia, já viu acabarem de vez com lâmpadas incandescentes ? Agora já é tudo rico?

            Ah preconceito, preconceito.

            Parece que não aprenderam nada na escola.

          • Luís Santos says:

            “Em pelo menos 60 % da energia consumida em Portugal, sim volta.”

            60% da energia que se usa para carregar e andar num EV volta para nós? Como, se já foi usada?
            Ou referia-se ao dinheiro gasto nessa energia? As energéticas devolvem-nos 60% do que gastámos?

          • RC says:

            Falo de eficiência, não volta 60%, mas volta até 30 % que é o efeito da regenerativa , mesma que é usada pelo híbridos e até nos FCEV.

          • Luís Santos says:

            Portanto, falou de duas coisas que não eram bem o que queria dizer.
            Primeiro, o dinheiro não volta para nós, porque afinal estava a falar em eficiência. Depois, não era 60 a 70 porcento mas sim cerca de 30. Ok.

            Na verdade não volta nada para nós, fica é mais barato, apenas. São coisas diferentes.

          • RC says:

            60% fica em Portugal. Ainda não percebeu porquê?

          • Luís Santos says:

            Então mas agora é 60% que fica em Portugal?
            Acho que é melhor clarificar o que quer dizer, porque desta forma já se gerou alguma confusão.

          • RC says:

            Qual a percentagem de energia eléctrica produzida em Portugal sem recurso ao exterior ?

  21. Manso says:

    Tou á espera do meu GT-R R34…

  22. jose says:

    prefiro esperar pelo hidrogénio… nao me parece que as baterias tenham um grande futuro….

    mas se calhar um dia terei de trocar…..

    • Jane Doe says:

      Espere sentado.

    • RC says:

      Mas carros a hidrogénio usam baterias na mesma.

      Esqueça o hidrogénio, anda por aí quase há 60 anos e não passa do mesmo, até a toyota já está a desistir, a honda desistiu no ano passado.

      • Luís Santos says:

        Carros a hidrogénio usam baterias, mas muito mais pequenas do que nos carros eléctricos. Com hidrogénio não é preciso armazenar muita energia, mas sim hidrogénio.

        • RC says:

          Muito mais pequenas ? Nem por isso, não se esqueça são pequenas em capacidade, em tamanho e peso nem por isso, a bateria do mirai pesa 50 kilos, a da minha carrinha pesa 200 kg, em termos de espaço também é cerca de 4x menos, mas em termos de capacidade é que é bem mais pequena,’l algumas 40x.

          • Luís Santos says:

            1/4 do tamanho e do peso é bastante mais pequeno. Em materiais usados é significativo: adoptar carros a hidrogénio em vez de carros eléctricos poupar-se-ia 75% em materiais.

          • RC says:

            Então quer dizer que os tanques de hidrogénio e as fuel cells são criadas em árvores ?

            É o costume, quando o preconceito está acima de tudo,‘só as absterias é que precisam de ser fabricadas, já agora , só os tanques de hidrogénio têm mais emissões no fabrico que as baterias, e sim, têm duração já traçada, veja no manual do mirai onde mandam rever e testar a cada 5 anos e trocar ao fim de 15. Se tiver dúvidas em relação às emissões, consulte os dados do ICCT sobre as emissões durante a vida dos veículos, lançando a meio do ano passado.

          • Luís Santos says:

            Mas eu por acaso disse algures que vinham do nada? Falei em redução do consumo de matéria prima para 1/4. Além do mais, com os novos tanques em termoplástico não estou a ver como possam ser piores no fabrico em termos de emissões ou em longevidade, além de que suportam uma maior amplitude térmica.
            O exemplo do Mirai reporta-nos à mesma questão: é um modelo inicial e sofre dos mesmos males que sofriam os eléctricos na sua génese. Como em tudo, com a evolução começam a surgir optimizações a vários níveis.

          • RC says:

            Termoplástico ?:D

            Fibra de carbono com ligas de titânio e outros materiais, são tanques preparados para suportar mais de 1000 bares de pressão, e para fuel cells basicamente são os mesmos que as baterias + a famosa platina. E não, não há consumo a não ser que esses materiais desapareçam como acontece nos combustíveis.

            Pois, mas é o que temos, sendo assim os eléctricos ainda estão no seu início também, além de serem muito mais eficientes, mais simples, infra-estrutra 60 x mais barata, entre muitas outras vantagens, em desvantagem têm apenas uma que estão quase a superar aos FCEV, tempo de carga.

          • Luís Santos says:

            Termoplástico parece que vai ser a nova “moda” nisto dos tanques de hidrogénio, e promete ser mais económico, mais eficiente e iria consumir recursos menos “perigosos” para o ambiente e para quem os explora, como o lítio das baterias. Isto porque já estabelecemos que os carros a hidrogénio terão baterias substancialmente menores que as dos EV e, como tal, necessitam de menos lítio.

            E os EV já não estão no início, já se banalizaram, de certa forma, e estabeleceram um mercado já bem diversificado. O hidrogénio está agora no seu início e, tal como no início dos EV, a rede de abastecimento é inexistente, sendo a maior agravante o facto de não se poder carregar em casa.

            E para os EV virem a carregar tão rápido como se abastece de combustível, é necessário que as pessoas troquem de carro ou, no mínimo, de bateria (o que não será viável em todos os carros eléctricos). Quem tem EV’s agora não vai usufruir disso, e os primeiros a adoptar essa tecnologia vão, como é normal, pagar bastante mais caro por ela.

            Entre EV e hidrogénio, venha de lá o Otto e o Diesel, que ainda são opções bastante válidas em muitas situações e para a realidade de muita gente.

          • RC says:

            Então e a platina é cobalto para fuel cell já não conta?

            Se tem todas essas tecnologias porque não as vende à toyota e outras marcas e assim permite que saiam do buraco ?

            Eu não sou contra fuel cells, tanto que até estudei e trabalhei com elas e ainda trabalho , só considero, tal como todas as marcas, que não têm viabilidade com os evs.

            Errado, os FCEV têm séculos a mais de desenvolvimento que as baterias de lítio, e olhe que já se fala em acabar com o litio nas baterias em 2 a 3 anos, neste momento já é o menor componente que elas usam, mas enfim, embirram sempre com o litio que os fuel cell também usam e não só na bateria.

            Baterias de lítio para carros nesta tecnologia têm menos de 15 anos, já que nem se chama de baterias de ions de lítio, isso é o modo de funcionamento, a química já o disse aqui várias vezes, é NMC.

            Mas agora a sério, prefere gastar 15 a 20 euros para fazer 100 kms ou gastar 1.5 a 2 euros? Não se esqueça que tem de trocar a fuel cell e os tanques, tal como nos eléctricos a bateria, nunca encontrei nenhuma fuel cell que dure mais de 10000 horas, uma entidade alemã testou e obteu resultados bem menores.

            Já agora sobre as cargas rápidas, só existe um carro que vai deixar de ser fabricado onde isso se passava, e está bem explicado no manual como fazer.

            Tem de trocar de bateria porquê? Essa é nova.

          • Luís Santos says:

            A bateria de lítio é relativamente recente, mas as baterias já levam 200 anos de tecnologia, estão longe de ser novidade. Só muda o material. A pilha de combustível é, assim, muito mais recente: apesar de ter sido inventada a meio do século XIX, a sua primeira aplicação comercial surgiu apenas 100 anos depois.

            Em relação à manutenção, com os carros actuais têm que trocar a célula e os depósitos, mas no início dos eléctricos as baterias tinham uma vida útil inferior às modernas (actuais) que já vão dos 10 aos 20 anos, com uma degradação de cerca de 2,3% ao ano. O que significa que muitos dos EV que circulam por aí ainda têm baterias “menos boas”. Isto afecta maioritariamente o valor de revenda dos EV’s uma vez que poucos se arriscam a adquirir um carro com uma bateria a meio ou em fim de vida.

            Respondendo à sua pergunta, actualmente prefiro gastar mais em combustível porque é mais prático e não me limita o quotidiano, a forma como uso o carro e onde abasteço. E é mais rápido.
            Quando se viabilizar e banalizar a tecnologia que permitirá uma carga rápida, as baterias actuais vão suportar essa tecnologia? Do que tenho lido, uma das diferenças para esta tecnologia será a adopção de germânio para substituir o grafeno. Isto só se irá conseguir obter, nos carros actuais, mudando a bateria. Não vejo outra forma.

          • RC says:

            Nas fuel cells é igual, o que acontece é degradação, se quiser posso mostrar-lhe fuel cells com degradação, ou seja, em vez de produzirem x watts como em novas, produzem x – degradação.

            O efeito é muito parecido, as baterias não armazenam mais que x capacidade, e as fuel cell não produzem mais do que x, com a agravante de produzirem mais calor que é desperdicio, ou seja, até nisso as baterias são melhores, não armazenam mas também não gastam, as fuel cells degradas é o contrário, gastam mas não produzem.

          • RC says:

            Já agora, as fuel cells quando foram inventadas também não tinham nada a ver com o que são agora, que eu conheça existem mais de 10 tipos de fuel cells, com diferentes membranas e materiais, as mais eficientes ainda são as da toyota, que já estão a ser usadas por outras empresas, como a Caetano Bus nos seus autocarros.

          • Luís Santos says:

            Exacto, estamos de acordo. O único empecilho à evolução nesta etapa é a falta de penetração no mercado, agora coadjuvado pela “moda” dos EV, que já se estabeleceram.

            E não esquecer que a degradação da geração de electricidade numa pilha de combustível afecta menos a usabilidade do carro do que a degradação da bateria dum EV, quanto mais não seja porque o hidrogénio atesta-se rapidamente.

          • RC says:

            É igual, ou seja, pior, ele gasta -lhe o hidrogénio e não produz a energia, é idêntico a um motor velho, gasta muito para fazer pouco.

          • Luís Santos says:

            Sim, mas isso era nos primórdios. Actualmente, ao ter-se trocado o catalisador de platina por um sem platina (normalmente cobalto e carbono), conseguiram não só melhorar drasticamente a longevidade da solução como ainda reduzir-lhe os custos associados. Isto significa que a tecnologia do hidrogénio tem estado a evoluir, apesar de não ser, por motivos óbvios, com a mesma rapidez dos EV’s.

            O DOE (Department of Energy dos EUA) está a levar a cabo vários projectos de desenvolvimento e pesquisa com terceiros e que já produziram soluções capazes de prolongar a vida útil das pilhas de combustível para valores bastante tranquilos (um dos vectores do estudo era permitir uma vida útil de 8.000 horas para veículos de uso ligeiro e 30.000 para veículos de uso mais intensivo, o que, a 2 horas por dia todos os dias dum ano, daria para 41 anos).
            Há até estudos com um tipo de pilha de combustível no qual não se observou degradação nem nos componentes da pilha, nem no armazenamento.

            Portanto diria que, havendo interesse, isto teria tudo para ser uma espectacular alternativa aos EV’s.

          • RC says:

            O mesmo acontece para baterias,

            Também existem pesquisas de todo o tipo e longevidade.

            Que venham elas, até porque quanto mais pesquisam mais soluções encontram.

          • Luís Santos says:

            Portanto, e resumindo: os EV levam vantagem neste momento por terem “arrancado à frente” e beneficiado de investimento e inovação que ajudaram a criar uma rede de carregamento, ao passo que os carros a hidrogénio trariam para a mesa (caso os deixassem) carregamentos mais rápidos. Isto, claro, para o ponto de desenvolvimento em que cada tecnologia se encontra.

          • RC says:

            Não, arrancam muito mais tarde, e se quiser desmentir me encontre atualmente um fabricante que tenha ves que não tenha já pesquisado e investido em hidrogénio.

            Em Portugal não beneficiaram de postos de abastecimento, mas em muitos países já têm e foi pago pelo estado é que se vê são as pessoas a venderem os mirais e a trocar por ve’s, pois estão fartas de gastar dinheiro e passar horas para abastecer(sim, nesse caso tem de la ficar a segurar a mangueira), não por tempo que leva, mas pela rede ineficiente e postos avariados. Mas pronto isso faz parte do amadurecimento da tecnologia.

            Se quer um exemplo bem vivo é o caso do EV1 da GM, muito antes já a GM tinha investido em vários veículos a fuel cell.

            Os ve tem mais números por razões bem óbvias, são baratos (comparados com os FCEV) rede de abastecimento fácil rápida e de baixo custo, e são sobretudo eficientes, é isto que as pessoas querem, não me vejo em lado nenhum a pagar o dobro do que de gasta agora num diesel para fazer 100 kms, preferia um diesel.

          • Luís Santos says:

            Preferia um diesel? Agora é que disse tudo 😉
            Brincadeiras à parte, e como eu já disse, a tecnologia do hidrogénio demorou muito mais para começar a comercializar-se, e fê-lo com menos meios do que a dos eléctricos porque não houve um “Prius” nem uma “Tesla” para o hidrogénio. Por isso é que não há maior aceitação nem dos carros, nem dos postos de abastecimento.
            Se as condições fossem igualadas, o hidrogénio teria o meu voto quando comparado com os eléctricos pela facilidade e rapidez do abastecimento.
            Por outro lado, um outro motivo para a lenta progressão da pilha de combustível é precisamente o lobby dos EV’s. Os próprios fabricantes não têm interesse em investir muito no hidrogénio porque as vendas dos EV’s vão de vento em popa.

          • RC says:

            Incentivos na Califórnia ao dia de hoje são estes:

            “17k off for 52k msrp XLE

            25k off is for 70k Limited

            The rest can be financed for 72 months at 0%
            You could get up to $7k rebate from CA. Google for eligibility but it’s pretty high.

            $8k tax credit from Federal

            $15k fuel card for 3 years is a given.

            Texto retirado agora de um forum caiforniano de toyota mirai:

            Portanto num carro de 52 mil dolares, a toyota faz um desconto de 17 mil dolares.

            Depois pode conseguir o incentivo de 7 mil, mas para isso precisa de se candidatar.

            Ainda tem um crédito de 8 mil do governo federal, e ainda recebe um cartão para abastecer nos postos no valor de 15 mil doláres durante 15 anos.

            Por isso é que é fácil encontrá-los à venda por 5 a 10 mil dol+ares, este ano, os postos andavam assim:

            https://www.youtube.com/watch?v=7MEnKFFQKBg

            https://www.youtube.com/watch?v=Nzm5GuOJBqg

          • RC says:

            Claro que preferia um diesel, uma coisa é fazer 100 kms com 10 euros outra é fazer 100 kms com 20 euros num fcev. Fora a parte que a autonomia é igual aos eléctricos e tinha de ir a uma bomba abastecer a cada 300 a 400 kms, isto para mim era ir dia sim, dia não, gastar quase 100 euros.

            Para saber quantos já existiram tem aqui uma lista.

            https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_fuel_cell_vehicles

            Também não houve uma “tesla” para hibridos, e a toyota fez-o.

            Esse argumento para mim não faz sentido, já que toyota, mercedes, gm foram das que mais investiram nessa tecnologia, fora outras como a Nikola, que é sim a “tesla” dos FCEV.

        • RC says:

          Em termos de poluição estão ao nível dos a gasolina, portanto nem os governos vão incentivar essa tecnologia, leia o relatório da ICCT, onde diz que se todos os veículos passassem para eléctricos bastava um aumento de 15% da produção , quanto soluções de hidrogénio nem vou dizer aqui, veja por si.

      • RC says:

        Já agora, tem mais do dobro de tempo de desenvolvimento o mirai que tem a maioria dos eléctricos que você conhece hoje, e toyota começou à 33 anos, a tesla começou há 18 e já vendeu milhares de vezes mais que a toyota o mirai.

        • Luís Santos says:

          Não podemos comparar a Toyota com a Tesla, começando desde logo pelo facto duma ser generalista e outra ter sido idealizada apenas com o intuito de electrificar. Isso, aliado aos fundos a que tem acesso, permitiram à Tesla dar o mote nas redes de carregamento, o que facilitou bastante a aceitação do mercado. São cenários bastante diferentes. Se surgisse uma empresa XPTO semelhante à Tesla mas com foco no hidrogénio o resultado não diferiria muito, calculo.

          • RC says:

            Fundos ? e viu os “biliões” que a toyota recebeu do governo japonês e de privados ?

            Existe alguma tecnologia no mundo com mais investimento e calotes que o hidrogénio ?

            Comece pela Nikola, entre dezenas delas.

          • RC says:

            Acabei de falar numa, Nikola, quer mais quantas ? Ballard a qual já tentei comprar varias vezes fuel cell e nada, querem apenas vender aos milhões, para inicio de projecto , esqueça.

          • Luís Santos says:

            Continua a comparar o incomparável. O Elon Musk deu-se ao luxo de enterrar uma fortuna ali com um único intuito e carta branca para chegar a 1 objectivo. A Toyota não tem esse luxo ou capacidade porque tem que gerir uma série de outras vertentes ao mesmo tempo.

          • RC says:

            Já agora, e desculpe mais um comment, a toyota anda pelo mundo a mostrar o Mirai para quê ? Já esteve 2 vezes em Portugal, a primeira vez em 2018, onde só pode entrar no carro, não tinham como abastecê-lo, e no ano passado onde iam a Espanha abastecer.

            Anda pelo mundo a mostrar para ver se criam a infra-estrutura para eles, o que já aconteceu em vários países, o ultimo foi uma parceria na Austrália onde vão suportar o custo dos postos de abastecimento com custos pornográficos, que todos os contribuintes vão pagar, para depois só alguns usarem.

            Digo isto porque na tesla não aconteceu isso, a rede de carga da tesla não teve apoio de ninguém, todos os postos são pagos pela tesla, no máximo vê os privados a disponibilizar um espaço para a tesla instalar os postos, o que pode ser visto por essa Europa toda, Portugal até está a fazer o contrário, como a lei Portuguesa obriga a que todos os postos públicos em locais privados ou públicos estejam ligados à famosa Mobie, o que provocou com que os 2 últimos locais de carga da Tesla estejam prontos à quase 2 anos e continuem fechados, parece que agora a tesla já fez as alterações necessárias SÓ PARA Portugal para que consigam abrir os postos.

          • RC says:

            Não entendo onde vão ir buscar tanta energia renovável.

            Provavelmente ainda não fizeram contas ao custo da brincadeira, como já aconteceu com outros.

  23. João Ferreira says:

    Ainda são muito caros e não tenho maneira de o carregar em casa. Por 5 a 10 anos nem quero saber. Depois quando tiverem ao preço dos de combustão actual e o carregamento for de 5 min sem ter de trocar as baterias de 3 em 3 anos penso em comprar.

  24. Elkido says:

    Carregar um eléctrico em casa na tarifa BI-HORÁRIA é extremamente barato para quem ter garagem ou morar numa vivenda.
    Nos carregadores públicos fica super caro com as taxas brutais dos OPT’s

  25. driver says:

    Electrodomésticos são para a cozinha, na minha opinião.
    os VE são modas por enquanto. Experimentem o you tube e vejam as criticas dos proprietários 🙂

  26. Jane Doe says:

    Estou a pensar trocar este ano, mas acho que os elétricos e as respetivas infraestruturas ainda ao estão devidamente amadurecidos, por isso devo optar por um híbrido – gasto eletricidade durante 80% do tempo e gasolina naquelas viagens mais longas.

    • RC says:

      Faz essas viagens muitas vezes ? É que um híbrido é um mau a combustão e um mau eléctrico .

      Caso não faça muitas viagens longas e não se sinta à vontade para o fazer, eu escolhia alugar nessas alturas.

      Se

      • Luís Santos says:

        Um híbrido pode ser uma boa solução. Tivemos um Lexus IS300h que é um híbrido com motor 2.3L a gasolina e 225cv e que andando sempre despreocupado (entenda-se, rápido e sem olhar a consumos) fazia médias de 7 litros. 7 litros aos 100 para um carro de 1700Kg e com 2.300 de cilindrada é bastante contido.

        • RC says:

          7 litros é um exagero, um Prius PHEV faz metade disso, além de poder andar 80 kms só em eléctrico, confirmado por mim num test-drive que fiz.

          • Luís Santos says:

            Num carro de 1.700Kg a gasolina com um motor de 2,3L, a andar na cidade, em trânsito e em AE acima dos 160 fazer apenas 7 litros é fantástico. O meu 1.6 Turbo a gasolina com 1,100Kg e 200cv faz 10 a 11 nas mesmas condições.

          • RC says:

            Acima de 160 a fazer 7 não faz, mas não sou eu que vou tentar fazer convencer que não.

          • Luís Santos says:

            Não precisa de me convencer, tive esse carro durante 5 anos e agora no lugar dele está um 508 plugin que se não carregar a bateria faz cerca de 10L aos 100 nas mesmas condições.

          • RC says:

            Pois, nisso acredito, os plugin tem esse mal, são maus eléctricos e péssimos a combustão.

          • RC says:

            Até hoje só mesmo o da toyota me convenceu. Realmente a toyota tem muito mais experiencia nestes que qualquer outro.

          • Luís Santos says:

            Para quem não pode carregar em casa, estes híbridos “não plugin” são uma óptima alternativa, pelo menos na medida em que permitem uma maior economia de combustível.

          • RC says:

            Tenho um irmão que tem um honda, ele consegue fazer 3.6 com ele, comigo numa viagem de 240 kms com alguma cidade e ae a 140 kmh fez 4,7.

  27. Vida says:

    Boas..
    Eu tenho um Zoe, de 2014, o problema é mesma falta de dinheiro por isso comprei usado, faz só 120 km tem um ano nas minhas mãos, faz 2000 km por mês e sempre que são da carga diz 129 ou 120 km o mínimo que deu só sair de carga foi 115km mas penso que é o estilo de condução que fez isso… Só ligar o carro ao computador diz que perdeu 1 porcento de autonomia nestes 22000km feitos num ano. Avarias zero, só uma lâmpada e a revisão foi 35 euros. Antes a pagava mais de 250 euros de combustível e agora pago menos de duzentos euros em casa e não tenho nada a gaz em casa. A única coisa é só os 120km mas no futuro quero um zoe ou outro com uma autonomia equivalente a 300km, assim já será interessante. Este zoe foi só para fazer casa e trabalho e ir buscar a filha á escola. Só tenho o carregador de 10 amperes, leva 12 horas a carregar. Mas é muito caro carregar na rua, sem carregar em casa não quero um eléctrico aos preços praticados no carregador de rua.

  28. Eu says:

    A minha resposta mais correcta seria:

    – Não, mas gostaria de poder comprar, porque é o mais lógico em termos de consumo de energia!

    Tudo por causa do que já comentaram:
    – preço do VE (mesmo usado);
    – acesso em garagem de prédio antigo;
    – e principalmente os valores exorbitantes dos carregamentos de rua, que é a maior roubalheira dos operadores desse serviço, ainda pior, ou equiparado, aos das gasolineiras! Por vezes até são as mesmas empresas, como é a G(O)LP.

    • RC says:

      Qual é o cartão Galp que usa ? Está me a parecer que não usa ou nem sabe usar.

      É que é dos mais baratos que existem, no último carregamento que fiz fora de casa ficou em 8.4 euros para 30 kWh, o suficiente para uns 160 kms.

  29. Luís Santos says:

    Não tenho e não quero ter.
    Como já por aqui se disse, são carros cuja utilização acarreta certos compromissos: demoram a carregar, para demorar menos paga-se um balúrdio, para quem não pode carregar em casa (como eu) pior ainda, e o tempo de vida da bateria e consequente custo de substituição são fortes desincentivos.

    Por outro lado, gosto de conduzir e gosto de motores a gasolina que fazem barulho, gosto de caixas manuais e de ter prazer na condução, por isso um eléctrico não será opção para mim ainda que tivesse as condições para ter um.

  30. LarilasOS says:

    Se désse pra carregar com a powerbank já tinha comprado dois! ahahaha Não dá ? Então mas isso não é um carro a pilhas ?

    • RC says:

      Não, carro a pilhas é a hidrogénio, nunca ouviu falar de pilhas de combustível ?

      E sim dá para carregar com powerbank, meta lá no Google.

      • LarilasOS says:

        ah dá ? Então e qual a razão de tanta discussão neste post…se désse efetivamente para carregar com powerbank, o carro elétrico seria para qualquer pessoa…não é preciso ser rico e viver numa vivenda com garagem ou num prédio desses novos que têm acesso a garagem partilhada…qualquer um que more no Bairro Alto num desses prédios a caír d podre pode ter o carro à porta (se tiver lugar obviamente) e deixar lá uma Powerbank que é BEM mais barata que uma bateria dessas de carro elétrico e fica la ligada toda a noite….toda a noiteeeeeee!

  31. Nós bad service says:

    No verão com 45 graus vamos ver baterias a inchar e explodir. Baterias com pouca autonomia devido ao calor e extremamente caras. Só um idiota é que se mete num elétric.

  32. Marco G. Silva says:

    Comprei um VE e não quero outra coisa. A experiência de condução é completamente diferente e é bem melhor para a carteira.

    Muito já foi dito aqui nos comentários, mas gostaria de deixar as seguintes notas:

    – para quem vive num prédio de apartamentos, sem tomadas de carregamento no seu lugar de estacionamento na garagem e em que somos os primeiros a querer ter a possibilidade de carregar o carro: podemos montar, por nossa conta, uma tomada de carregamento, ou uma box, informando o condomínio antecipadamente de que pretendemos fazer a obra. Basta informar, não é preciso pedir autorização. Desde que seja possível puxar um fio do nosso contador, é fácil. Se não, vai ser preciso pedir um segundo contador, exclusivo para a tomada da garagem (é um processo um bocado burocrático, mas é possível). Em ambos os casos, convém arranjar um bom eletricista, para não apanhar desgostos…

    – em relação aos postos públicos, estão sempre a aparecer novos postos, aumentando a autonomia. Os centros comerciais, alguns parques de estacionamento públicos e até na via pública tem cada vez mais postos de carregamento. Fora dos grandes centros, existem menos, mas é possível gerir, especialmente se também tivemos carregamento em casa.
    O problema é que fica (a meu ver, exageradamente) mais caro carregar exclusivamente nesses postos, mas, mesmo assim, é bem mais barato do que a gasolina/gasóleo.
    O que torna mais vantajoso ter a possibilidade de carregar em casa e poder usar os postos públicos apenas em SOS…

    – até um Zoe tem autonomia de 300 km, reduzindo as desvantagens que as pessoas que não têm um VE alegam, sobre a autonomia. Mas cada caso é um caso, vai depender da utilização…

    – Existem outras vantagens, como não ter de pagar IUC e, como é o caso onde vivo, ter isenção de custos nos parquímetros e nos parques de estacionamento municipais.

    Recomendo a quem puder, que compre um carro elétrico. Penso que não vão arrepender-se…

  33. Marco G. Silva says:

    Alguém conhece alguma aplicação para telemóvel (iOS ou Android) que permite encontrar no mapa e consultar os postos de carregamento da Mobi.e?

    Usar a rede pública de carregamentos fica caro (mas nada comparado com o gasóleo/gasolina), mas tenho um cartão, para poder usar em SOS, ou numa viagem maior…

    • RC says:

      Miio, PlugCharge, Electromaps.

    • RC says:

      Que cartão tem ? Pode ter quantos cartões quiser, não aconselho a usar o tarifário da miio, é um dos mais caros, mas pode usar a aplicação para mostrar outros tarifários , basta adicionar, e pode também usar a aplicação para calcular o custo, mesmo antes de carregar.

      È das melhores aplicações que existem, inclusive para quem não tem cartão (apesar de ser mais caro) , eu tenho galp e evpower, para mim são os mais baratos, o da galp dá até desconto de 16% para quem tem esse fornecedor em casa, que é o meu caso, em casa dão desconto de 20% na energia no vazio para quem tem ve, só assim me fica a 1.45 euros por cada 100 kms que faço.

      Na estrada cada kwh fica a cerca de 14 centimos + iva.

      • Marco G. Silva says:

        Vou experimentar essas app’s, obrigado pela dica!

        Sim, o cartão da Galp é o melhor para quem tem também em casa, o que não é o meu caso…

        Não conheço o tarifário da evpower, mas vou ver. Outra hipótese é a Prio, disseram-me que tem bons preços e que é um dos mais baratos, também vou verificar…

        • RC says:

          O da EDP também já ouvi falar.

          O da evpower pode não ser o melhor para todos, lembrei-me agora que fui dos primeiros a aderir e tenho um tarifário de pioneiro, mas nada como se informar.

          Não se paga nada para ter os cartões, apenas ocupam (pouco) espaço.

    • Nuno José Almeida says:

      A aplicação da Miio tem todos os postos, até os planeados, da rede Mobie e explica bem as contas e até te permite colocar outros CEMEs. Para mim que não posso usar Prio, EDP e Galp pois estas obrigam DD igual ao titular, a Mobismart é a mais barata mas a Miio, com a electricidade a baixar nos últimos dias, tem ido a valores abaixo do 10 centimos o kWh.

  34. MalicX says:

    35000km com e208. Melhor compra que fiz até hoje. Poupei 3500) em combustível.
    Preço?
    30.000€
    Dedução iva -5.500€
    Oferta do Costa (fundo ambiental) -3.000€
    Preço final 21.500€
    Querem melhor ?
    Impossível
    Modelo a gasóleo ou gasolina mais caros
    Sem espinhas. A dar retorno desde o km 0

  35. MalicX says:

    E ainda zero aos 100 em menos de 8 seg
    Simplesmente brutal

  36. LarilasOS says:

    Bem, a discussão já vai longa, e eu já recebi inúmeros e-mails na minha caixa de entrada sobre esta página…mas sabem o que vos digo? Eu que não percebo nada disto…
    Acredito que o próprio carro elétrico lá pra 2050 será sim o futuro…e como?
    Da mesma forma que lá nos anos 90 o primeiro telemóvel (vulgo tijolo) era feito de baterias de Níquel de Cádmio que era uma treta…viciava facilmente e um dia mais tarde passaram a ser baterias de tecnologia Lítio, já a Xiaomi testou baterias ou sistemas (não percebo um boi disso mas pronto) baseados em Grafeno….um dia, as baterias dos automóveis terão uma tecnologia desse género…grafeno ou o diabo a quatro…não interessa…interessa sim, que um dia, as baterias serão tão compactas e tão baratas, que qualquer pessoa poderá sacar a bateria do carro, levar pro 3º andar do prédio sem elevador e sem garagem….carregar a bateria tal como faz com o seu próprio smartphone e tem bateria para 100Kms no dia a seguir…ah mas…100km é pouco…apah…se as baterias forem pequenas, compactas e baratas…qual é a cena de tipo andares com 5 ou 6 baterias carregadas no carro? é na boa…fazes uma viagem de Lisboa ao Porto e a meio, é só ires trocando de bateria…bacano, não é?
    A malta não se dá conta, mas a evolução existe…lá nos anos 90 ainda gravava uma cassete de 90 minutos a partir de CD para poder ouvir no carro…e tinha de esperar o tempo do CD…agora uma pequena pen drive consegue comportar muitas mais horas de música do que uma simples cassete audio e para gravar bastam alguns segundos….foi uma evolução….ainda falando em cassete audio…esta foi a tecnologia que mais evolução teve…foi lançada lá nos anos 50 e desde então, já teve vários tipos de fita…Type I, Type II, Type III, Type IV….foram feitas fitas de chromo, metal, ferro…eu sei lá…o Dolby Noise Reduction teve as suas versões A, B e C…haviam autorádios com Dolby NR B e Dolby NR C….o Auto-Reverse que “virava a cassete” após ter terminado o lado A evitando assim que o condutor tivesse de preocupar com ejetar e virar físicamente a cassete….o sistema AMS que para quem não sabe, permitia gravar registos na fita para que fosse possível “passar pra próxima faixa” como se de um CD Audio se tratasse…e só lá em 2000 ou 2002 é que a cassete audio já tinha todas essas tecnologias bem como Dolby HX Pro e ainda os próprios gravadores de fita domésticos que automáticamente “ajustavam” a cabeça à “Bias” da fita para proporcionar uma melhor qualidade possível. Até que mais tarde, acaba-se o dilema de ter de esperar de “passar o CD pra cassete”…
    Ainda me lembro do primeiro leitor de MP3….os próprios iPods da Apple ainda levavam disco rígido mecânico que se danificava facilmente…e um dia mais tarde vejo os iPod Nano ou os Sansa Disk extremamente pequenos e sem partes mecânicas…e isto em questão de uns 5 ou 6 anos…portanto, é possível que a tecnologia dos carros elétricos evolua…sei lá…motores que gastem menos, baterias mais compactas e fáceis de transportar…e por aí vai!

    • Roy Almaister says:

      Bela descrição da Evolução. Quando referenciou as cassetes até comecei a sorrir porque ainda as tenho virgens e seladas…

      A minha marca favorita eram as TDK…

  37. secalhar says:

    Os EVs não são o futuro.

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