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Dono de um Tesla instala atrelado com painel solar que carrega o carro enquanto conduz

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. SANDOKAN 1513 says:

    Que lunático,Deus me livre. 😐

    • Realista says:

      Gasta 2500 usd em tralha para fazer um vídeo no youtube que lhe vai render muito mais do que o investido inicialmente… lunático? Não me parece.

  2. Miguel says:

    Qual é a autonomia? seria o mais interessante

  3. dajosova says:

    lá vão taxar o sol que, espante-se, nem sempre nasce para todos!

  4. Carlos says:

    A primeira lei da termodinâmica manda cumprimentos.

    • Hélio Musco says:

      Isso não tem nada a ver neste caso. Estás a ir buscar energia a uma fonte externa (i.e. Sol), por isso conseguias muito bem andar indefinitivamente sem que o carro fosse “abaixo”. A única questão é se os painéis conseguem absorver energia suficiente para que isso aconteça.

    • Toni da Adega says:

      Qual é a relação entre a primeira lei da termodinâmica e painéis solares?

      • Albano says:

        A soma das energias que entram é igual as que saem.
        Mas nesse caso o ganho vai ser pequeno ou nulo devido ao peso a mais e o arrasto aerodinâmico.

        • Toni da Adega says:

          Se a energia que entrar for igual á que sai isso significava que tínhamos uma eficiência de 100% e isso era perfeito mas os painéis solares possuem uma eficiência a rondar os 20%.
          Pode ter um grande ganho, porque os painéis podem funcionar com o carro parado. Muitas vezes os carros estao horas parados durante horas ou mesmo todo o dia.

        • Joao says:

          “A soma das energias que entram é igual as que saem” perfeito ensina-me a fazer isso acabaste de resolver um dos grandes problemas da fisica que genio.
          É o que dá falar sem perceber nada do assunto

    • JL says:

      É possivel andar só com o Sol, não com teslas pesados e um reboque de ferro cheio de painéis pesadissimos. Isto tudo pode ser solucionado com as novas células solares com muito mais rendimento.

  5. Luís says:

    Será que ter um painel solar no tejadilho para carregar o carro quando este está estacionado compensava?

    • Hélio Musco says:

      Ainda não compensa. Há uns anos, a Hyundai lançou este carro: https://www.bbc.com/news/technology-49249884. No artigo indica que os painéis dão 1300km num ano, ou seja, 3.5km por dia. No meu ponto de vista, ainda é pouco.

    • NL says:

      Um painel solar de 250W em 4 horas geraria 1 kWh (se não houvesse perdas; sempre com sol no máx.; no equador; condições ambientais óptimas); e, em 8h 2kWh. Sendo realista, um painel de 250w, num bom dia, gera apenas 1kwh (+-0,20€)!

      Ora, se um Tesla model 3 tem uma bateria com a capacidade para ~50kWh… uma carga completa demora um pouco mais do que um mês e meio.

  6. Joao Ptt says:

    Próximo maluco: atrelado com mini reactor nuclear… energia quase ilimitada para o seu veículo eléctrico… o veículo nunca pára… a não ser por actualizações de software defeituosas ou ataques de hackers :p

    • Milhais says:

      Não e novo, o Ford Nucleon tentou esse conceito, mas foi na altura da febre nuclear. Neste momento já sabemos as consequências geradas por essa energia. O melhor será mesmo o Projecto ITER, com grande participação das maiores potencias mundiais, se correr bem quem sabe no próximo século haverá energia limpa e barata, sem nos preocuparmos com resíduos.

  7. B@rão Vermelho says:

    Provavelmente o atrito que faz ao puxar o atrelado acaba por consumir mais que aquilo que carrega.

  8. O Silva says:

    Necessário painéis e Tesla mais eficientes, e mesmo assim não chega.
    Provavelmente os 2500usd foram investidos para obter retorno nas views do Youtube.

  9. RP says:

    Eu percebo pouco disso mas porque não meter geradores nas rodas para carregar as baterias ou mesmo para fornecer electricidade directamente aos motores enquanto o carro anda, podia não ser suficiente para estar sempre carregado e pronto a andar mas ajudaria a alargar a autonomia dos carros.

    • David Guerreiro says:

      Os Tesla fazem algo do género, que é a travagem regenerativa

    • JL says:

      Isso era pior, neste caso está a ir buscar energia ao Sol, a sua solução está a ir buscar energia à energia que já gastou, logo vai dar menos zero.

      • Costa says:

        Pior não era, se as rodas estiverem equipadas com um sistema de dínamo, em que cada roda ao girar irá produzir a sua própria electricidade, poderia usar a electricidade gerada para manter o carro em andamento, usando a energia da bateria apenas para o arranque e quando no para arranca do trânsito, tenho quase a certeza que seria possível implementar algo do gênero, não sei é se estão interessados nosso.

      • eu2 says:

        Só é possível aproveitar a energia das rodas na travagem, pois em vez de estar a queimar travões poderia estar a carregar a bateria. Na aceleração não faz sentido aproveitar energia das rodas com um dinamo.

        Pelo que sei, o problema de conseguir aproveitar a energia na travagem é que a geração de energia é muito brusca e elevada, e as baterias não conseguem carregar tão depressa para aproveitar grande coisa.

        • JL says:

          Não existe problema nenhum de aproveitar a energia na travagem, todo e qualquer veiculo hibrido e eléctrico aproveita toda a que pode ser aproveitada, por isso mesmo as pastilhas num eléctrico chegam a durar 300 mil kms.

        • JL says:

          Um tesla por exemplo que consegue descargas de 500 kw de potência, a travagem raramente passa dos 100 kw, no entanto em cargas rápidas carrega até 250 kw, ou seja, a energia das travagens é sempre menor que cargas rápidas e de descargas. Uma travagem regenerativa a 100 kw é quase idêntico à travagem com abs sem derrapar os pneus, é agressiva sim, mas dura poucos segundos, enquanto uma carga rápida chega a durar meia hora.

  10. recondicionado says:

    Excelente ideia, os carros elétricos ficam mais autónomos do negócio dos carregadores da via pública, alimentados por centrais de carvão, petróleo, núclear – a menos poluente – . Assim já vale a pena ter um carro elétrico, energia limpa vinda diretamente da estrela . é claro que a produção dos coletores solares é poluente , mas existem os sistemas de pilhas de pilhas de combustível – O2 + H2 + platina – > vapor de água + eletricidade .

  11. recondicionado says:

    Juntar vários sistemas: coletores solares, geradores alimentados pelo movimento do carro , pilhas de combustivel, para autonomizar um carro elétrico , pode ser uma solução mais eficaz.

    • JL says:

      E porque não meter uma refinaria a bordo com uma broca e fazer um furo para extrair petróleo de vez quando?

      Desculpe mas não é muito diferente do que pede.

    • JL says:

      Geradores alimentados pelo movimento do carro? Então e quem vai fazer movimento ao carro? De onde vem essa energia?

      • Costa says:

        O movimento do carro será feito inicialmente pela bateria agora depois de o carro estar em movimento podia realmente produzir a sua própria energia a partir do movimento das rodas, quem se lembra dos dínamos usados nas bicicletas antigas para produzir energia para o farol? Hoje em dia tudo está mais desenvolvido pelo que acredito que fosse viável, se alguém tivesse interesse

        • JL says:

          A sério ? então as pessoas andam a gastar gasolina e gasóleo porque lhes apetece ou são parvas ? LOOOOOL

          • Costa says:

            Desculpe lá mas parvo é o seu comentário, você tem alguma empresa fabricante de automóveis a apostar no sistema que referi? Porque a 40 anos não havia carros eléctricos seria por todos serem parvos? Ponha uma coisa na cabeça a evolução só acontece se os grandes grupos económicos e os governos dos países quiserem, ou você acha que algum país autorizará carros em que o custo por km seja muito perto do 0, e as empresas de petróleo e as empresas de electricidade iam perder milhares de milhões, os estados iam perder milhões em impostos? Não, o que interessa é que os carros sejam menos poluentes mas sem baixar o roubo aos utilizadores seja em impostos e em consumo para a locomoção dos carros

          • JL says:

            Há 40 anos havia carros eléctricos, tal como existe desde o século XIX.

            Isso não é evolução, desde que se escreveu as leis da fisica sabe-se que isso é impossivel, portanto nem sequer se tenta fazer algo que não resulta.

            Errado, a evolução acontece quando o produto tem preço e características que cativam o cliente, isso é verdade em países comunistas.

            Claro que autorizam, tem toda a Europa já com metas bem definidas, até pagam para os comprar. Que pais ou governo não quer carros que não dependam do exterior ? vive em que pais ?

            Mas em Portugal existe alguma empresa de petróleo ? Não, logo quanto mais incentiva o seu uso, mais fundo vai ficar, e é exactamente o que tá a acontecer. Olhe o exemplo da Noruega, tem petróleo e incentiva o uso de electricos, porque assim gasta a sua electricidade e vende o petróleo aos PARVOS, podendo com isso ter ordenados minimos de 2500 euros.

            Os impostos servem para ? mandar dinheiro lá para fora não é ? então como funciona a sua casa ? não tem de trabalhar para fazer as coisas entrar ? o pais é igual, você paga impostos para pagar as muitas importações que faz, se consumisse o que existe dentro não precisava de tantos impostos, dai os paises ricos em recursos e que os sabem gerir são ricos.

            Esse é pensamento de um pobre, que gosta e quer continuar a ser pobre.

          • Joao says:

            Costa, a Europa está mortinha por se desfazer da dependencia energetica exterior. Esse conceito que diz ser possível, mesmo sem ter noções absolutamente nenhumas de física, é o chamado movimento perpétuo. Este conceito de movimento perpetuo é algo hipotetico e impossivel neste universo ou, no minimo, nesta galaxia e se alguém o conseguisse descubrir tornar-se-ia provavelmente uma das pessoas mais ricas do mundo e certamente nobel de várias areas? Diga-me , quem não aspira a tal? Lembre-se que as empresas e os estados são formados e dirigidos por ser humanos, não são monstros mitologicos com poderes sobrenaturais.

        • JL says:

          Se quer saber porquê, pegue numa dessas bicicletas e pedale numa subida sem o dínamo ligado, depois desça e ligue o dínamo, vai ficar a perceber porque é que essa ideia não funciona.

          • Costa says:

            Bem é só iluminados, não quer ir para ministro da economia, você pergunta em que país vivo, e eu devolvo, em que planeta você vive, você tem a tecnologia que os países querem e que o lobby das grandes empresas deixam, basta você ver uma coisa, todas as grandes empresas de petróleo do mundo estão a investir em empresas de electricidade, porque será? O que não falta é história de tecnologia reprimida, por exemplo sabia que o sistema híbrido usado pela Honda foi inventado na década de 70 nos estados unidos? Esteve anos na gaveta imagine se ao invés de estar 20 anos na gaveta tivesse sido logo aplicado o quão mais desenvolvido estaria, e muitas outras histórias é só pesquisar na NET, tem outra de um estado americano que encomendou vários carros eléctricos e mesmo depois de todos dizerem que os carros eram muito bons, enexplicávelmente mandou destruí-los porque terá sido?

          • JL says:

            Sim, posso ir, porque afinal os que lá têm estado só têm arruinado o país. Há por tantos bons exemplos de boa governação, porque não a copiam ?

            Assim acaba por me dar razão, estão a investir porque vêm ali fonte de rendimento, é assim que funciona em estados livres.

            Esteve na gaveta porque não era economicamente viável, depois saiu da gaveta quando apareceram baterias mais baratas e fiáveis para que o sistema funcionasse em pleno, quanta tecnologia foi inventada nessas décadas que só foi aplicada muitos anos depois nos a combustão ? pode começar por turbos, abs, air-bags, bombas de injecção, entre muitos outros pelos mesmos motivos.

            A tecnologia só sai para o cliente quando testada e quando viável, vender por vender e a preços absurdos não vende.

            Os carros da gm o EV1 pela mesma razão, os carros foram EMPRESTADOS a cerca de 1000 pessoas para os testarem, nunca foram vendidos ás pessoas, a GM chegou à conclusão que o carro não era economicamente sustentável, ou seja, o que ia investir para depois vender os carros a preços comportáveis não era viável, por essa razão os destruiu, não existe conspiração nenhuma e tá tudo explicado no documentário para quem o viu, a coisa mudou quando a tecnologia das baterias evoluiu e se tornou mais barata, e cada vez mais barata, até chegar aos dias de hoje onde temos praticamente o mesmo preço dos a combustão, dai a coisa ter vingado agora.

        • Joao says:

          Essa ideia é impossivel e está mais do que provado, é física elementar.
          Esses tais geradores nas rodas não iriam nunca produzir energia suficiente para que o veículo fosse autosuficiente. Haveria sempre perdas durante a transformaçção da energia mecanica em energia electrica. Nas bicicletas, para que a luz funcionasse, era preciso dar ao pedal.
          Resumindo, essa ideia vai contra as leis da fisica, é simplesmente inviavel.

        • Ruy Acquaviva says:

          Lembro-me bem dos dínamos utilizados nas bicicletas para alimentar o farol. Quando o mesmo era conectado à roda a bicicleta ficava extremamente pesada. Pelas suas mensagens parece que você imagina que se possa mover um gerador sem esforço, como se estivesse girando uma roda livre mas isso é um engano. Os geradores fazem forte oposição ao movimento e por isso mesmo são usados como FREIO (chamado freio regenerativo) nos automóveis elétricos.
          Simplificando, para mover um gerador é preciso fazer força, isso gasta energia e é essa energia que o gerador transforma em energia elétrica (com perdas, pois uma parte da energia é transformada em calor).
          Então amigo, o sistema que está propondo é impossível. Os já citados freios regenerativos são a forma correta de se usar os geradores para recarregar as baterias, mas isso é apenas recuperar a energia cinética do carro durante as frenagens e não produzir energia para o carro.

        • eu2 says:

          O dínamo na bicicleta torna o pedalar mais difícil, para termos que dar mais energia aos pedais, para poder gerar energia para o farol. Num carro seria a mesma coisa: um dínamo iria tornar o movimento mais difícil, e seria necessária mais energia para fazer andar o carro. Se o carro já estiver num movimento constante, o que vai acontecer é desacelerar (quanto exatamente, depende do quanto o dínamo puxar pelas rodas). A energia gerada pelo dínamo será no máximo a energia perdida a manter o movimento (dificilmente chega a esse máximo porque há sempre perdas na fricção, efeito de joule nos fios, etc).

          A única situação em que seria útil é quando a travagem é necessária. Em vez de gastar a energia acumulada do movimento a aquecer os travões, usaria para recarregar o veículo.

        • Yur-pt says:

          “O movimento do carro será feito inicialmente pela bateria agora depois de o carro estar em movimento podia realmente produzir a sua própria energia a partir do movimento das rodas, quem se lembra dos dínamos usados nas bicicletas antigas para produzir energia para o farol?”

          Mas para que o dínamo produzisse energia para alimentar o farol, era necessário energia para fazer movimentar as rodas (as pernas)

  12. recondicionado says:

    autonomia, autonomia , autonomia, mesmo longe da civilização , andar indefinidamente, mesmo que o carregamento leve algumas horas :

    “Hélio Musco
    12 de Junho de 2020 às 09:05
    Isso não tem nada a ver neste caso. Estás a ir buscar energia a uma fonte externa (i.e. Sol), por isso conseguias muito bem andar indefinitivamente sem que o carro fosse “abaixo”. A única questão é se os painéis conseguem absorver energia suficiente para que isso aconteça.”

  13. recondicionado says:

    A útopia do motor contínuo, é bem explicada pela termodinâmica e entropia.
    um carro elétrico cujo motor alimentado por baterias gera energia para mover
    o carro e girar um gerador que carrega as pilhas é um motor contínuo.
    Mas juntar coletores solares ao sistema, poderá(?) compensar as perdas e levar a eficiência
    do sistema a mais de 100% .

  14. recondicionado says:

    A energia nuclear de fissão, é segura desde que as centrais sejam bem construídas e os procedimentos de segurança sejam respeitados. as centrais ocupam um espaço limitado e só libertam vapor de água .
    o combustivel esgotado pode ser armazenado de forma segura. A energia produzida é considerável.
    A fusão nuclear – fundir 2 átomos de H – um isótopo raro de H – e produzir He , é o processo solar.
    resolver os problemas tecnológicos vai ser quase utópico. e acho que vai ser necessário atingir a
    supercondutividade á temperatura ambiente, para gerar os intensos campos magnéticos
    de confinamento, … entre outras coisitas .

  15. Sérgio Afonso says:

    Aqui no Brasil, final do ano passado, tentaram, mas não conseguiram, mudar os incentivos para energia solar. Na prática, não passava de uma “taxação do Sol”!!!!

  16. Miguel says:

    2km por hora?
    É, parece solução de futuro 😀

  17. recondicionado says:

    outra ideia mesmo mesmo luminosa , seria uma espécie de trolley-bus , aplicado aos carros particulares , ou estradas com um sistema de slot-cars, mas as baterias mantinham-se, para parquear os carros.

    • Joao says:

      Eu acredito que o futuro passa um pouco por aí mas com carregamentos por indução.

      • recondicionado says:

        eu estava meio a brincar, mas bobinas debaixo do asfalto para fornecer energia permanente aos carros elétricos e manter as suas baterias carregadas para situações fora da estrada é uma possibilidade forte. Não tinha pensado nisso. e a manobralidade da condução não é afetada – mudança de faixa, ultrapassagens, etc …

        • Joao says:

          Poderia ser uma boa solução sobretudo em autoestradas, onde é requerida normalmente mais autonomia e onde é relativamente fácil e barato de implementar. Em meios urbanos não vejo grande vantagem.
          Resolveria em grande medida a principal desvantagem dos electricos, a impossibilidade de fazer distancias grandes em tempos razoaveis.

          • NL says:

            É barato meter ao longo do asfalto bobines, presumivelmente, de cobre capazes de fornecer correntes e voltagens altíssimas?
            Já nem falo da EMI que tal sistema deve produzir…

            Este sistema já está a ser, ou foi, testado na Alemanha mas apenas para camiões (com linhas aéreas, tal como os comboios, link: https://www.power-technology.com/news/germany-launches-first-electric-highway)

          • JL says:

            Não emite EMI que seja prejudicial, funciona de igual modo como os maglevs, mas não é barato claro, e não vejo nenhuma necessidade disso para carros, para camiões existem soluções bem melhores e mais baratas como as cantenárias.

        • JL says:

          É bom para camiões, mas melhor e mais barata ideia tiveram os suecos, instalaram cantenarias, onde os camiões podem carregar em andamento.

  18. Anónimo says:

    Isto é só visionários por aqui cujas ideias, todas elas mais do que pensadas e repensadas, são abafadas rapidamente por governos beneficiados pela OPEP, as indústrias do sector automóvel e respectivas tiers.

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