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MÓ eScooter 125: Primeira moto elétrica da SEAT… sem fumo e sem ruído

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. ze ze says:

    Dado o facto de que com o mesmo valor compro duas PCX 125, nao sei até que ponto este veículo “inovador” sem acrescentar algo de útil ao portugues que recebe o ordenado mínimo. A meu ver este tipo de veiculo servirá para empresas de aluguer tal como as que alugam trotinetas, porque para o consumidor nao traz qualquer ganho ou poupança monetária dado o elevado valor de aquisiçao do mesmo face a outras opcoes um pouco mais poluidoras. Para nao falar na bateria que apesar de ser portátil, carece de um trolley estilo mala de viagem para poder levar por ex. até casa. a unica mais valia é o espaço por baixo do banco que possibilita guardar dois capacetes integrais.

    • Ola says:

      Sim é verdade. Mas também é verdade que se fizeres mts kms é capaz de compensar. Eu tenho dúvidas apenas por causa do preço das baterias caso seja necessário substituir. Acho que é a única barreira.

      • Joao says:

        Muito pouca gente faz mts km com uma “mota” deste tipo.

        • Ola says:

          Eu faço (antes do covid) 80km diários com um 125 desse género.

        • Pensamento Positivo says:

          Caro: Estas “motas” servem hoje para o que serviam as velhinhas “vespas” assim há não muito tempo atrás. Há pessoal das fábricas que ainda hoje usam motociclos para se deslocarem para o trabalho e andam uns 40 a 60 quilómetros diários para isso…

          Mas, esta aqui parece ter um destino um pouco mais premium, por assim dizer: E mota para universitários e jovens profissionais urbanos…

          • Carlos Fernandes says:

            ..Fábricas ??? onde na China ou na India?

          • ze ze says:

            Se o valor deste veículo fosse reduzido para 4.000 ou 4.500 euros, aí seria de pensar no assunto, estando ao valor que está, fica fora de equacao para muito boa gente. Entre escolher por exemplo uma Honda Forza 125 e esta SEAT, nao pensava duas vezes e ia para a Forza.. quanto mais seja pelas provas de fiabilidade já comprovadas..

    • Jorge says:

      Esta versão não precisa do trolley para a levar para carregar. A própria bateria tem um mecanismo de transporte que a transforma num trolley. A marca que a fabricará já tem milhares de modelos SO2 a circular pela Europa e existem, no YouTube, imensas análises. Esta terá uma vantagem acrescida – bateria de maior capacidade.

  2. W. says:

    Segundo as minhas contas, vs uma honda PCX, só ao fim de 122.767 km é que começa a compensar investir nesse modelo. Se uma pessoa fizer uma média de 1.000 km/mês, só ao fim de 10 anos é que começaria a compensar – se é que esta mota/bateria durem tanto. (Isto admitindo que os preços dos combustíveis se mantêm e ignorando seguros e manutenções mútuas).

    • Rodrigo says:

      ‘E obvio que o preço de combustível vai aumentar nesses 10 anos! Compara o preço dum litro de agora com o preço de ha 10 anos atras para teres uma idea.

      • A says:

        1.10 / 1.15 gasoleo em 2010. Para 1.25 +- agora, falamos de 10%, sendo que o Imposto aumentou e uma taxa de carbono foi criada.

        em suma, não houve tamanha variação em 10 anos. Claro que conta o próprio preço do petroleo nisto.

        • W. says:

          Eu calculei a 1,40 o litro. Mesmo que fossem 2€/litro ia demorar 65.500km.
          O importante do meu argumento é que esta alternativa elétrica demora muito tempo (ou muitos quilómetros) a ser vantajosa fase as alternativas existentes. (E também ignorei a despesa de ter que substituir a bateria na mota elétrica).
          Sublinho o fator tempo porque nesse período que demora a compensar o valor a mais investido, podem surgir veículos melhores e/ou mais baratos.

          • Rodrigo says:

            Se vamos ficar ‘a espera de veiculos melhores/mais baratos a coisa nunca mais avança.
            Se estas a fazer estas contas ‘e evidente que esta mota electrica nao ‘e para ti. E nao ha nada errado nisso

  3. Urtencio says:

    Até “marcha ré” tem.. boa feature!

  4. ze ze says:

    Estando a gasolina a 1,35 e fazendo contas a pensar n futuro, suponhamos que a gasolina está a 1.70 euros ao litro (95 octanas) e comprando eu uma piaggio liberty 125 a 2680 + documentacao 3000 euros que tem 8kw de potencia e consumo 2.50 litros aos 100 km, dará 4.25 euros/100km ao passo que a SEAT MÓ terá um custo de 0.70 euros /100km. fazendo as contas, terei aproximadamente 3000 de poupança face a aquisicao da SAT MÓ, o que me permite percorrer 705 vezes 100 km 3000(euros)/4.25(preço de 2.50litros). Mas sendo mais realista e fazendo por cabeça valores de revisao, 1 vez por ano + desgaste e etc retiramos 500 euros aos 3000 ficando com 2500/4.25 totalizando +/- 58.800 km. Nao tendo em conta o factor de que o preço da gasolina tanto pode aumentar como baixar, um individuo “normal” fará estes km em 4/5 anos se tanto. Quando verificar que o dinheiro que poupou face a aquisicao da SEAT acabou, terá 2 opcoes, manter a mota ou vender com aproximadamente 1500/1600 euros. Nisto tudo penso que uma bateria que ainda está nos primórdios do seu desenvolvimento nao escapará a estes 50/58 mil km isenta de substituiçao, além de que a revenda deste tipo de veículo nao será,a meu ver, vantajosa por este mesmo motivo, a bateria.

  5. Joao says:

    3.9″ 0 – 100km/h num chassis destes…Sou só eu o brinquedo parece ser um pouco perigoso? Terá algum tipo de controlo de tracção?

  6. Miguel says:

    Pena ser um pouco feia, mas boa iniciativa… é o único sítio onde as baterias fazem um mínimo de sentido neste momento

  7. Joao says:

    Dá-me a sensação de que este modelo nasceu mais para o mercado de motosharing que propriamente para particulares. Será que vamos ver nas nossas urbes a Seatcooltra?

  8. João says:

    Isto são as motas da Acciona. Estiveram em Lisboa uns tempos entretanto em Abril a empresa retirou de Lisboa a partilha dessas scooters. Davam cerca de 85km/h e eram bastante praticas e fácil de manobrar. No entanto o preço e uma bateria nova ao fim de uns anos /Km são pontos bastante negativos…como já disseram até 4 mil, no máximo, seria um valor ajustado. Por 3500 a Honda e a Yamaha tem scooters com qualidade superior.

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