Mais do que fábricas, BYD quer abrir um centro europeu. O país já foi escolhido!
Depois de liderar o mercado automóvel chinês, a BYD está a investir na globalização, procurando chegar a novos países e clientes. Numa clara aposta na Europa, a empresa planeia ir além das fábricas, tendo em vista um verdadeiro polo europeu.
A primeira fábrica europeia da BYD foi erguida na cidade de Komarom, no noroeste da Hungria, em abril de 2016, e destina-se à montagem de autocarros elétricos.
Entretanto, a par da Turquia, onde a BYD está a construir uma fábrica perto de Izmir, a Hungria vai receber uma segunda estrutura, na qual serão produzidos automóveis eletrificados.
De recordar que a empresa estará a considerar a Alemanha para a sua terceira fábrica na Europa, conforme informámos, em março.
Não há duas sem três, BYD?
Indo além das fábricas, a BYD voltou a escolher a Hungria para estabelecer um polo europeu, ou seja, um centro da marca na Europa, onde tem investido fortemente.
A informação foi avançada pelo diretor-executivo e presidente da empresa, Wang Chuanfu, durante uma conferência de imprensa com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, em Budapeste, no dia 15 de maio.
Segundo o executivo, o espaço criará 2000 postos de trabalho e terá três finalidades:
- Vendas e serviços pós-venda;
- Testes;
- Desenvolvimento de versões adaptadas dos modelos da empresa.
Hungria mantém uma relação forte com a China
Sob a liderança de Viktor Orban, que chegou ao poder em 2010, a Hungria tornou-se um importante parceiro comercial e de investimento da China.
As relações políticas entre os dois países resultaram em investimentos, quando as fabricantes de baterias e de veículos elétricos começaram a produzir na Hungria, nomeadamente a BYD.






















A China quando entra no mercado de um país acaba por dominar esse mesmo país. A Qualidade dos produtos não tem nem tiveram a qualidade dos Ocidentais. Ou se controla o negócio,não pode ser único para ficar sem alternativas. Vejam Angola e o Brasil e outros países que onde são um país dentro de outro país .O Chinês é de difícil integração social e com tendências violentas. A Europa que não caia no mesmo erro em que caiu com a Rússia. Angola em menos de 2 anos tinha cerca de 500.000 mil chineses a viver legalmente em Angola,fora os ilegais,os vietnamitas e outros asiáticos. Eles dominam subterrâneamente o mercado das dividas e tem redes organizadas para saírem de Angola e do Brasil sem pagarem impostos e criando mercados próprios dentro de condomínios onde moram e em que a moeda de venda é a moeda chinesa porque o preço está marcado em yuans.