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Produção de lítio para as baterias dos Tesla é “menos poluente do que 30 chávenas de café”


Imagem: Tagesspiegel

Fonte: Via

Autor: Vítor M.


  1. António Alves says:

    balelas

    • IonFan says:

      Pode, por favor, comentar o porquê de achar que são balelas? Cálculos, um artigo, ou simplesmente elaborar.
      É que vir aqui escrever “balelas” é muito simples e qualquer um pode fazer, mas não acrescenta nada e torna isto numa “tasca” onde só cada um diz uma asneira maior que o anterior e todos se riem…

      • pailo.j says:

        duas vezes balelas!

      • TF says:

        Porque não sabe mais, e como pertence ao cartel à que defender o seu dono. Loool

      • Antonio Da Silva says:

        três vezes balelas.
        30 chávenas de café custam 20 mil euros. LOLOLOL

      • ze says:

        Não são balelas, apenas é divergir a atenção para outro lado, o problema do litio não está na produção das baterias, está na exploração onde além de ser realizada a céu aberto com efeitos nefastos para o meio envolvente ainda é necessário ter lavadeiras nas minas de extração para tratamento do litio que é feito com vários acidos, nomeadamente sulfurico e que depois se infiltram nas terras e rios. Para além disso temos a posterior alienação das baterias quando já não servem, a ideia de conversão para armazenamento só servirá a um pequeno nicho.
        O lobby é grande e está forte, mas não passa disso, um lobby que conduz as sociedades numa direcção financeiramente aliciante para os clientes dos lobbistas.
        Litio está longe de ser a melhor alternativa e à parte das emissões de CO2 (que são muito inferiores ao aclamado) dos carros de combustão, todo o lobby do petróleo consegue ser mais amigo do ambiente.

        • JL says:

          Mas leu o artigo ? é exactamente disso que ele fala.

          “Cálculos feitos, a conclusão é que para produzir lítio necessário para uma bateria de 64 kWh, a água gasta é equivalente à usada para produzir 30 chávenas de café!”

          Lítio tratado com ácidos ????? LOOOOOOOOOOOOOOL, estes discípulos
          inventam com cada uma.

        • JL says:

          Qual loby ??? explique lá? aquele que detém 2 % do mercado mundial ? LOL

          “a ideia de conversão para armazenamento só servirá a um pequeno nicho.”

          por acaso servem para todas, por isso mesmo é extremamente difícil arranjar baterias em segunda mão.

        • IonFan says:

          Mas você vive em que planeta? Quer lobby maior do que o do petróleo, carvão e gás!? As emissões dos veículos de combustão são inferiores ao aclamado!? Quando é que foi a ultima vez que fez a média de consumo pela qual o veículo foi homologado e as emissões calculadas?

          Então, para si, qual é a melhor solução neste momento? Agora estou curioso…

  2. Redin says:

    Torna-se engraçado imaginar que um sistema de hidrogénio produzido por energia verde, não consome agua porque ela retorna no fim do ciclo.

    Quando andamos todos com calças de ganga que para serem produzidas se gastam 500 litros (quinhentos) de agua, esta preocupação parece ser uma ninharia por comparação.

    • sgr says:

      segundo o artigo sao mais de 7000 litros.

      • Redin says:

        É muito provável que tenhas razão sim… até porque tal como diz o artigo que deixei abaixo, para produzir uma simples t-shirt foram precisos 2700 litros.

    • Filipe Rocha says:

      Nada se perde, tudo se transforma, os 500 litros gastos para as calças voltam ao ciclo da mesma forma que o sistema de hidrogénio.

      • Redin says:

        Andas tão enganadinho Filipe.
        Dou-te meia razão. O ciclo de retorno na transformação de que falas é verdade mas neste caso essa transformação não se traduz em água infelizmente.
        Talvez não saibas mas a industria dos têxteis é a segunda maior poluidora do planeta a seguir aos combustíveis fosseis. Por causa dessa industria o Mar do Aral secou por completo. E mesmo que fosse verdade que esse ciclo voltasse a criar agua em algum outro lugar do planeta ele certamente provocou um impacto enorme na economia, na geografia, na ecologia e na taxa de população. Enormes perdas que não cabem na equação de Antoine Lavoisier.
        Vê e aprende com este artigo para levares para a escola um pouco mais de sabedoria.
        https://www.publico.pt/2019/11/29/infografia/pegada-roupa-391

      • mico says:

        O problema é nrsmo tudo se transforma.
        Não comes dinheiro, transformas dinheiro em comida para depois sim a comeres. Depois de comeres tens energia acumulada e residuos biológicos. A primeira podes usar para arranjar mais dinheiro, mas a segunda… só se fores agricultor

    • TF says:

      Com qual energia verde? Com aquela que dizem não chegar para veículos eléctricos?

      • Redin says:

        Não é preciso ironizar. Se souberes o que é energia verde talvez saibas que ela será produzida por meio de energias renováveis.
        Hoje ainda é um fardo em muitos locais em que se produz essa energia mas a isso se chama fase de transição. A tendência é para acabar o mais rápido possível e se ainda não acabou, já são outros tostões que não caberá aqui discutir.

        • TF says:

          E sabe que se produzir hidrogenio usando água e electridade, 50 a 60% da mesma sai pelo ralo em forma de calor?

          • João Ferreira says:

            this ^
            Muita gente não percebe que a produção de hidrogénio é extremamente ineficiente.
            Passar os carros todos para hidrogénio ia requerer aumentar a produção de energia mundial imenso, o que por enquanto só quer dizer mais carvão e petróleo queimados.

          • Ruy Acquaviva says:

            O conceito que move a ideia de uma “Economia do Hidrogênio” é a chamada Fotossíntese Artificial. A busca por um dispositivo que possa hidrolisar a água usando a energia solar, produzindo assim hidrogênio que seria aproveitado em células de hidrogênio tanto em veículos quanto em residências, indústrias, etc.
            Ainda não se produziu um dispositivo verdadeiramente eficiente e economicamente viável para tal tarefa, no entanto grandes e promissores avanços foram obtidos nas diversas pesquisas que se desenvolvem em todo o mundo.
            Para além disso eu acho que ainda há questões a se solucionar para o armazenamento e o transporte de hidrogênio. E as próprias células de hidrogênio ainda estão em processo de maturação tecnológica.
            Por trás de tudo isso tem a hipótese de que o hidrogênio seria mais eficiente que as baterias elétricas em termos de autonomia, durabilidade e custo. Mas essa hipótese ainda não se provou.
            Pessoalmente eu vejo com muito bons olhos tanto o desenvolvimento das tecnologias relacionadas ao hidrogênio quanto as tecnologias de baterias. Acho que são complementares e não concorrentes.

          • Alguem says:

            Se conseguires produzir essa eletricidade apenas de renováveis (ex: painei solares no telhado de uma estação de produção de hidrogénio), qual o problema disso se compensar na autonomia?

          • JL says:

            Porque essas coisas não são de borla !!!

            Não é melhor ter os mesmos paineis a injectar na rede para que outros também possam usar quando eu não estou a usar ? em vez de deitar energia pelo ralo.

  3. TF says:

    Eu gostava de saber o que fazem às baterias depois de mortas… e o impacto ambiental ?

    • Eu says:

      Engraçado, como ninguém se preocupou com as toneladas de lixo electrónico que até agora se produziram ao longo das últimas décadas e neste momento só se fixaram nos carros eléctricos como sendo um “grave” problema!
      O problema do lixo é global a tudo o que a humanidade fabrica.
      Não é um problema exclusivo dos carros eléctricos, que até já se viu trazerem muito mais vantagens a todos os níveis: económicos, ecológicos, etc..
      Mas, esta vontade ávida de só dizer mal dá nisto! Foco fechado sem olhar em volta.
      Já que têm acesso à internet, não será difícil encontrar as inúmeras aplicações de uso destas baterias após o fim de vida desses VE.
      Muitas baterias ainda estão em perfeitas condições para serem aplicadas em sistemas de armazenamento de energia de origem solar em habitações. Outras serão desmanteladas e serão aproveitados os seus preciosos constituintes, como se fazem noutros processos de reciclagem de materiais!

    • jorge antonio says:

      litio podem ser recicladas

    • TugAzeiteiro says:

      Aqui tens a resposta à tua pergunta: https://youtu.be/QC4Rs_xQtvI?t=955
      Resumidamente todos os materiais que compõem uma bateria de um veículo eléctrico podem ser reciclados indefinidamente e sem perder as suas qualidades!
      Desta é que o lobby do petróleo não estava à espera….. ou se calhar até estava, já que é uma industria que faz milhões de $ por dia e detém o maior número de patentes registadas… agora pensem!

      • Njss says:

        Sim é possível reciclar e reutilizar as baterias dos EV. Só que ainda não é possível nem lucrativo. Isso é um ponto que devia ter sido visto antes de começarem a vender os carros. No estado atual vais ter 10x mais vendas que a capacidade de recuperação, o que da um belo problema ambiental.

        https://www.theverge.com/2019/11/6/20951807/electric-vehicles-battery-recycling

        • Ruy Acquaviva says:

          Não há viabilidade comercial na reciclagem de baterias ainda por uma razão de escala. A medida que se aumente o número de veículos eletricos tornar-se-há lucrativa a recuperação de materiais a partir das baterias usadas. Até lá elas devem ser estocadas para reciclagem futura e os custos de armazenamento devem estar embutidos no custo das baterias.
          Esse processo já ocorreu com vários materiais que no início da sua respectiva indústria não tinham escala suficiente para a reciclagem e a medida que atingiram essa escala passaram a ser reciclados.

        • TF says:

          Claro que não é lucrativo, não as há para reciclar.

      • rodrigo says:

        Ja disse mts vezes que a reciclagem das baterias usadas dos veículos eléctricos sera um grande negocio no futuro muito proximo! Quando começar a aparecer irei investir o meu dinheiros nessas empresas

    • JL says:

      O que faziam antigamente com os óleos usados dos veiculos a combustão ???

      Metiam em bidons e enterravam não era ??

      Que fazem agora ? aproveitam para fazer óleo novo !!

      Porque não faziam antigamente ??? porque era caro e não dava à conta….

      O mesmo vai acontecer com as baterias, de velhas se vai fazer novas.

  4. NjsS says:

    Produzir as baterias nunca foi grande problema dos veículos elétricos, os problemas são extração dos materiais, as fontes de energia para os carregar, a inexistência de infraestrutura publica(rede) capaz de aguentar carregamentos em larga escala e por fim o que fazer com as baterias em fim de vida. (Ah claro reciclagem… neste momento isso são arco-íris e unicórnios….)

  5. Fulano says:

    E quais são os custos em destruição do ambiente? 5 chávenas de café?

    • Eu says:

      A própria existência humana já degrada e destrói o ambiente, mesmo sem VE! Com estes se calhar começa a melhorar alguma coisita.
      Pelo menos o ar que se respira nas grandes cidades ficará mais leve!
      Isto sem falar da enorme poupança energética obtida pelo facto dos VE rentabilizarem eficientemente o uso de energia. Porque os motores eléctricos têm rendimentos energéticos muito mais elevados (>90%) e sem tantas perdas como os motores térmicos (<30%).

    • IonFan says:

      Têm certamente custos ambientais. A maior parte do lítio extraído no mundo é de “brine” (tipo salina) e não a céu aberto como se quer fazer cá. No caso das brine o maior impacto é mesmo a agua gasta, mas até esta agua não se perde, passando a estar no estado gasoso para mais tarde se precipitar em forma de chuva.

      Seja qual for o método, tem sempre muito menos impacto do que a exploração e refinação de hidrocarbonatos, com a vantagem de uma bateria dar para fazer centenas de milhar de kms, ao contrário do combustível.

      • ze says:

        E as lavarias necessárias para tratamento do litio extraído, onde são usados acidos nefastos como acido cloridico, isso deixa tudo morto num raio de kms já para não falar em contaminação de solo e águas.

        • IonFan says:

          Eu não disse que não havia impacto. Só disse que o maior é o da agua.

          Isso de deixar tudo morto num raio de kms até podia ser bastante impacto, não fosse o facto de estas explorações se situarem em planícies salgadas onde já é tudo maioritariamente morto…

          Se formos comparar à extracção dos combustíveis, o impacto do lítio é uma anedota. E, como já disse, é uma vez para a vida toda do veiculo, ao contrario dos combustíveis…

  6. NjsS says:

    Sempre me surpreende que o público nunca fale sobre lítio nos computadores portáteis ou nos telemóveis – mas de repente é um problema com o carro elétrico.
    Isto dito por um investigador neste contexto é bastante grave e retira-lhe toda a credibilidade.

  7. Sergio J says:

    Agora imaginem as enormes minas a ceu que serão necessárias para produzir tal demanda. Uma coisa é produzir meia duziax outra são milhões e milhões. Curiosamente em Portugal ficam todas à entrada de parques naturais/nacionais.

    Curioso será ver a evolução do preço. Será que com tamanha procura o preço para os telemóveis e afins não será que vai subir.

    Conseguimos produzir tanto lítio e outras terras raras em suficiente? Ou vamos ficar ainda mais dependentes da China e Japão? Sei que no Japão descobriram um jazida enorme que resolveria o problema das terras raras, mas a que preço?

    Aparentemente o artigo fala sobre a questão da água necessária, mas e o resto?

    A reciclagem também é possível, mas com que preço? Não me refiro a dinheiro..

    • TF_ says:

      Será assim tão mau, existem cá minas de litio com possibilidade de visita às instalações aberta ao publico.

    • Ruy Acquaviva says:

      Eu percebo cá uma certa tentativa de algumas pessoas(não estou dizendo que é o seu caso) de apresentar o lítio como um grande vilão ambiental. Sim, toda mineração (TODA) possui um impacto ambiental considerável. O Lítio não é pior que a maioria dos demais minérios que consumimos normalmente sem fazer todo esse alarde.
      Por que será que há essa intenção determinada de apresentar o Lítio como um produto perigoso, sendo que não é nem de longe esse o caso?
      Se for para falar de minerais consumidos em baterias, talvez a mineração de outros componentes seja pior que a do Lítio e se compararmos a mineração de Lítio com a extração de Petróleo vemos que esta última é muito mais prejudicial ao meio ambiente e provoca muito mais dependência que o Lítio, então por que essa fixação por esse minério?
      A mim parece ser apenas uma forma de apresentar um vilão ambiental para os carros elétricos, tentando minimizar por consequência a suas vantagens sobre os veículos convencionais. Um exemplo emblemático de viés de confirmação.

      • TF_ says:

        São pessoas que pertencem ao cartel, como os da droga, e tentam defender o seu dono a todo o custo. Lol

        A melhor que vejo é esta: o veiculo eléctrico não tem futuro, o futuro é veiculo a hidrogénio. meu caro, o veiculo a hidrogénio é um veículo eléctrico. Lol

  8. Louro says:

    Os comentários dos haters são hilariantes.

  9. Paulo dinamite says:

    Não explica porque os alemães não querem produzir litio na alemã mas eu explico. Para produzir as tais chávenas de café não se destrói definitivamente o terreno. Com o litio envenenado -se os cursos de água. Vejam o que diz o país que mais produz ao desastre ambiental no meio do deserto. Agora imaginem que é na nossa área urbana ou agrícola.

  10. Filipe says:

    É interessante ver tamanha preocupação com a exploração de lítio, com a reciclagem de baterias e a capacidade da rede assim que os VE se tornem comuns.
    Mas há pouca gente que percebe que a exploração de hidrocarbonetos é severa para o ambiente, com casos extremos como o fraking. Também não se perguntam sobre a reciclagem dos componentes químicos que saem de um tubo de escape e das peças e óleos substituídos num carro a combustão. Já para não falar em toda a energia que se desperdiça desde a exploração de crude até se pegar na pistola num posto de abastecimento.
    Quanto à pressão na rede elétrica, verifiquem qual a indústria que gasta mais energia nos seus processos. Vão descobrir que é a da refinação de hidrocarbonetos.
    Por favor, informem as pessoas e não cedam a especulações.
    Nenhum sistema de transporte é 100% amigo do ambiente, mas podemos transitar para esse estado um dia. Até lá usem o que menos impacto produz.

  11. TF says:

    Cobalto não convém falar muito porque afinal a maior parte dele é usado para refinação de combustível. Nem um piuuuu.

  12. Peace says:

    Como é que passam de poluição para consumo de água? Que trapalhada monumental.

  13. fc says:

    A coisa mais importante da noticia é a referencia aos quase 4000 litros de água para se ter 250gr de carne de vaca. Quem se preocupa com o ambiente e por isso não toma banho de emersão deve ver que este apenas gasta 260 litros. Ou seja um bife de vaca gasta a mesma água que uma semana de banhos de emersão. Devíamos parar para pensar nisto, e deixar de folclore de algumas medidas.

  14. jaugusto says:

    Cada um acredita no que quiser, eu pessoalmente!! nada de jeans de agora em diante só mini-saias …

  15. Luís David says:

    Mas onde é que se compara a água gasta na produção de Lítio, com a água gasta na produção de abacates?
    O nível de poluição é o mesmo?? o que está na natureza e o que é utilizado na industria é a mesma coisa??
    o café ingerido polui o ambiente???
    A mim parece-me uma tentativa de lavagem cerebral….
    Em suma, que comparares descabidas num enorme jogo de interesses…

    • Vítor M. says:

      O investigador refere o nível de consumo de água no momento da produção. Quanta água é usada para produzir café que servirá 30 chávenas. No fundo ele está a nivelar tudo à base. Não tem nada de lavagem cerebral, tem a ver com o comparar processos comuns. Depois podemos extrapolar outros níveis de desenvolvimento, mas aí já não se terá um “comparador”.

      • ze says:

        É querer desviar as atenções, tal como todo este movimento ambientalista tem feito.
        Olham para o que lhes dizem, não olham para o que acontece.

        • JL says:

          Mas já viu algum ambientalista defender a extracção do que quer que fosse ? já viu algum a defender que não se ande 1 em cada carro a gasóleo e passe a andar 1 em cada carro eléctrico ? Acorde homem…

    • TF_ says:

      Nem se compara com a água usada em refinação de combustíveis.

  16. Dani Silva says:

    A verdade, eventualmente, acaba por vir ao de cima…

    Parabéns pelo artigo!

  17. Amilcar Alhos says:

    Já agora sabiam que a quantidade oxigénio gasto por um operador durante produção de Lítio, é a mesma de um voluntário a fazer uma recolha de lixo. Logo o resultado final (oxigénio consumido) é o mesmo!!
    Mais uma noticia no alinhamento: Abaixo a exploração sexual das galinhas! Quem quer ovos quiser os ponha.

  18. me and me says:

    ora bem, fazendo contas simples:
    meio par de calças= 3840lts *2= 1 par de calças= 7680lts de agua por par de calças… ou seja, quando se produz um lote com 10 calças vamos gastar 768000lts de agua.
    eu nao conheço a industria têxtil, mas custa a crer que na produção de 10 calças de ganga seja necessária tanta agua, pois esta deve ser usada em grande parte para o tingimento do tecido… a nao ser que estejamos a contar com a produção do tecido, com a produção da linha que faz o tecido, com a produção do algodão (e outras matérias primas) que compõem o tecido em si.

    continuando, para uma chávena de café expresso sao necessários +- 7 gramas de café * 10= 70 gramas de café=3840lts de agua * 14.29= 54873,6lts de agua = 1000 gramas de café.
    mais uma vez nao conheço a industria, mas decididamente temos de contar com a produção do cafeeiro, com a secagem, torragem, moagem e todo os processos associados a produção do café ate chegar na nossa mao.

    isto para dizer que é necessário olhar com muita atenção para estes numeros e a que fase da produção do produto final eles correspondem.
    vamos continuar, para fazer uma bateria de um carro electrifico, neste caso o leaf pq nao encontrei dados relativos aos tesla, sao necessários entre 4 a 6,4 kg de lítio. agora estao a dizer que para ir buscar este litio apenas gastamos 3840lts de agua? nao me parece, ate porque a quantidade de minerio a ser extraido para obter o litio deve ser muito mais elevado (talvez multiplicado por dezenas ou centenas) do que a quantidade de produto final obtido. isto do litio. se formos falar dos outros minerios utilizados na bateria em si o numero aumenta sem duvidas nenhumas.

    resumindo, gostava de saber como foi tudo calculado:
    quero saber a quantidade de minerio bruto necessario (litio, cobalto e todos os outros), a quantidade de agua necessaria para a extraçao, para a refinaçao, purificaçao, na produçao e depois quero ter o resultado final do uso de agua…

    apenas a minha opiniao

  19. Redin says:

    Também consigo viver bem com isso se o crude não fosse queimado.

  20. José Garcia says:

    Como é que é cultivado o,café? Em climas quentes com muita pluviosidade e zonas de altitude. A água usada na cultura é a das chuvas e penetrava terra “sãzinha” ao contrário da usada na produção do lítio nomeadamente na lavagem que fica poluída durante décadas e polui por onde passa. A água utilizada na máquina de café, além de pouca, muito puçá mesmo, volta ao ciclo através da urina…… mas que raio de notícia estupidamente tendenciosos!!

  21. Infinity says:

    É começar tudo a andar a pé ou de bicicleta como antigamente que já há menos poluição.

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