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Kei cars europeus: UE introduz nova categoria de carros elétricos pequenos e acessíveis

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Gustavo says:

    esta categoria só servirá de justificação para aumentarem os impostos nos restantes veículos “normais” (quando começarem a cobrar por km consoante a potencia/peso do carro justificando-se com a poluição devido ao pó dos travões e desgaste dos pneus…)

  2. Grunho says:

    Se há carros em que não faz grande estrago continuarem a funcionar a combustão são estes, desde que não ultrapassem os 2 lts/100 kms. Isso é possível, se cortarem drasticamente ao peso, abaixo dos 600 kgs, 700 no máximo dos máximos, boa aerodinâmica e motor de máxima eficiência como os Mazda Skyactiv x ou BYD mach 1.5T. Quanto aos outros, é fechar já as linhas de montagem.

    • Yamahia says:

      O Luppo foi de vela. Gastava pouco, portanto não servia os intentos dos alucinados.

      • JL says:

        Foi de vela porque não vendia.

        • Yamahia says:

          Deixou de vender pq os alucinados exigiram o q não deviam exigir em carros pequenos e baratos destinados a uma mobilidade leve, ágil, barata e pouco poluente.
          Parece q aprenderam a lição e agora vão tentar emendar a mão com os elektros, claro, a ver se vendem algo de jeito e q não estrague tanto o alcatrão.
          Não devem ter muito sucesso pq mesmo os mais pequenos dos elektros são uns matarroanos q andam na tonelada e meia. A excepção é o spring que não chega à outra margem loooloool

          • Realista says:

            O Lupo no seu último ano (2005) apenas produziu 5.400 unidades enquanto que no ano anterior tinha produzido 24.000.

            Já nos anos anteriores desceu a produção de 70.000 (2002) para 42.000 (2003)

            https://www.volkswagen-group.com/en/publications/corporate/annual-report-2005-2323/download%3Fdisposition%3Dattachment

            http://www.volkswagenag.com/content/vwcorp/info_center/en/publications/2004/03/annual_report_2003.-bin.acq/qual-BinaryStorageItem.Single.File/20040309_gb2003_e.pdf

            As vendas estavam assim a cair, tanto é que nem tu tens um carro pequeno e pouco potente como o Lupo e foste para uma Berlina 1.9TDi.

            Assim culpa não é das marcas, é tua…

          • JL says:

            Em 2005 o quê ?

            Tonelada e meia onde ?

          • Yamahia says:

            2.0 fáxavor.
            A morte do Lupo e de muitos outros carros pequenos não foi natural nem falta de mercado. Foi pura e simplesmente resultado das regras impostas pelos alucinados da UE.
            Os motores passaram a precisar de sistemas de tratamento de gases cada vez mais complexos, por ex filtros, catalisadores, sensores, eletrónica em barda. Isto tem um custo fixo elevado.. depois, metas de CO2 impostas à força, com multas milionárias para os construtores europeus para dar ao Musk em forma de créditos de carbono.
            Resultado, um citadino passa a custar quase o mesmo que os de segmentos acima. Quem é q vai comprar?
            Estes iluminados da UE, desligados da realidade agora fingem surpresa porque os carros acessíveis desapareceram todos e só ficaram os grandes, onde dá ou vai dando para diluir esses delírios no preço final, e agora tentam emendar a mão com citadinos elektros caríssimos e subsidiados à conta do contribuinte.

            Criaram o problema. Agora vendem o remendo como solução q já deviam ter tomado há 2 décadas. Ou seja menos normas regulatórias para carros pequenos elektros muito menos exigentes. Duas décadas para constatatar o óbvio mas só para citadinos elektros para tentar suportar a narrativa podre.

          • Realista says:

            Portanto escolheste um 2.0tdi de uma berlina em vez de citadino com um 1.2tdi e dizes que a culpa é da UE…

            Quando um produto deixa de ser vendido na data X o consumo não vem a diminuir 50% por ano nos últimos 5 anos antes do seu fim, mas sim o consumo mantém ou até aumenta nos anos mais próximos do fim da data porque as pessoas não querem perder a oportunidade. Ao analisar os dados constata-se que as vendas do Lupo estavam em queda desde que saiu 1999 ano do seu lançamento o que mostra claramente que as pessoas NÃO estavam interessadas nesse carro… aliás nem tu.

            O Lupo foi descontinuado porque tinha um preço caro para aquilo que oferecia.

            Para além disso continuaram a existir no mercado mais carros pequenos, como o Twingo (que já vem da década de 90) o Smart For Two (1999), o Fiat 500 (2007), o Fiat Panda (2003)… e por aí fora.

            No entanto também não tens nenhum destes carros e estas a culpar a UE.

          • JL says:

            Quais normas quais carapuça, a norma euro 4 entrou em vigor depois deste ter parado de fabricar por falta de vendas.

            A VW não aproveitou os créditos de carbono porque não quis, teve todas as oportunidades.

            Outra mentira, foi só em 2005 que a união europeia avançou com esse mercado, portanto também depois desse ter deixado de ser produzido.

            Os carros acessíveis desapareceram porque ninguém os comprava, simples, quais regras quais carapuças.

          • Mario says:

            O que são créditos de carbono? é aquela coisa feita só para extorquir dinheiro ás pessoas? Foi o que inventaram para tornar certas formas de produção de energia pouco competitivas?
            Ainda diz que não há lobby.

          • Yamahia says:

            Depende.
            Se houver trânsito gasta mais. Se não houver trânsito 2.6l /100 chegam.
            Não acertas uma.

          • Realista says:

            Tanto são formas de produção de energia pouco competitivas que agora o país até produz energia sem recorrer a matéria prima de países terceiros, isto é, deixa de estar dependente e não sujeito a chantagens…

            E o preço por MWh produzido continua a cair.

            Para além disso alguma vez tiveste preços negativos pela produção de eletricidade, com recurso só ao fóssil???

          • Realista says:

            E em cima do reboque até gastas menos…

          • Mário says:

            Por isso é que o megawatt de energia nos últimos dias anda acima dos 80€. E hoje 100€

          • Mário says:

            Consulte o histórico e veja o preço médio. Para dia 20 está a 70€ , ontem teve a 102

          • JL says:

            Histórico pouco interessa, interessa é o preço médio do dia.

        • Mário says:

          Já viu JL
          Carros descartáveis. Usa se 5 anos e vão para o lixo
          Ou uma perda total num qualquer acidente

          • JL says:

            Claro, é isso que tem acontecido com os a combustão.

          • Mario says:

            Eu vejo mais o contrário… veja só:

            .

            Toyota Land Cruiser BJ40 – ano 1980

            ✔️ Pegada de carbono já amortizada
            Este carro foi fabricado há 45 anos. A energia, o aço, o transporte, tudo isso já foi pago ao planeta. Cada elétrico novo começa a poluir no dia zero. Este? Vive de dividendos ecológicos.

            ✔️ Economia circular real
            Nada de obsolescência programada. Peças mecânicas, reparáveis, reutilizáveis. Quando algo avaria, arranja-se. Não se manda fora.

            ✔️ Durabilidade lendária
            Enquanto alguns elétricos são “descartáveis premium” ao fim de 8–10 anos, um BJ40 faz meio século sem pedir desculpa. África, Austrália, ONU, Médicos Sem Fronteiras — não é marketing, é histórico.

            ✔️ Zero dependência de infraestruturas frágeis
            Não precisa de carregadores, apps, cloud nem de autorização de um servidor algures na Califórnia para arrancar. Gasóleo, chave, vida feita.

            ✔️ Sustentabilidade social
            Pode ser mantido por qualquer mecânico, em qualquer aldeia. Não exige mão-de-obra hiperespecializada nem cadeias globais frágeis. Isso também é sustentabilidade.

            ✔️ Emissões honestas
            Sim, tem emissões. Mas são visíveis, previsíveis e constantes. Não estão escondidas numa mina de cobalto, nem num powerplant a carvão a 800 km de distância.

            Resumo para elétrico-friendlys:
            O carro mais ecológico não é o mais novo, é o que dura mais tempo.
            E nisso… o BJ40 dá lições a qualquer Tesla.

            Velho? Não.
            ♻️ Sustentável.
            ️ Reparável.
            Honesto.
            Imortal.

          • Mario says:

            Obviamente que você vai dizer que é mentira porque se calhar até nunca andou num e vai dizer que estão todos na sucata.
            Por isso encontram-se a 40 ou 50 mil euros USADOS.

            Toyota Land Cruiser BJ40 (1980)
            Análise pseudo-técnica de sustentabilidade e impacto ambiental

            Modelo: Toyota Land Cruiser BJ40
            Ano: 1980
            Motorização: Diesel atmosférico, baixa complexidade
            Expectativa de vida real: 40–60 anos (validado empiricamente)

            1️⃣ Análise de Ciclo de Vida (LCA – Life Cycle Assessment)

            Um dos pilares da sustentabilidade moderna é o LCA completo.

            O BJ40 foi produzido há ~45 anos

            A energia incorporada (aço, fundição, transporte, fabrico) está totalmente amortizada

            Em termos ambientais, encontra-se em fase de utilização prolongada, onde o impacto marginal anual é reduzido

            Conclusão: prolongar a vida útil de um bem existente é, em LCA, mais sustentável do que produzir um novo — elétrico ou não.

            2️⃣ Durabilidade estrutural e engenharia conservadora

            Chassis em longarinas (body-on-frame)

            Baixa densidade eletrónica

            Sistemas mecânicos simples, redundantes e tolerantes a falha

            Isto traduz-se em:

            MTBF elevado

            Reparabilidade local

            Ausência de obsolescência tecnológica

            Nota técnica: sustentabilidade aumenta exponencialmente com tempo de serviço útil.

            3️⃣ Materiais e reciclabilidade

            Predominância de aço e ferro fundido

            Materiais com cadeias de reciclagem maduras

            Ausência de:

            baterias de lítio de alta densidade

            terras raras

            processos químicos complexos

            Comparativo: a reciclagem de aço é energeticamente previsível e global; a reciclagem de baterias continua dependente de processos caros e pouco disseminados.

            4️⃣ Eficiência operacional vs eficiência sistémica

            Embora a eficiência energética por km seja inferior à de um elétrico moderno, a eficiência por década de utilização é altamente competitiva.

            1 veículo por 50 anos
            vs

            4–5 veículos ao longo do mesmo período

            Eficiência sistémica > eficiência instantânea

            5️⃣ Dependência de infraestruturas

            O BJ40:

            Não depende de rede elétrica estável

            Não depende de software, cloud ou licenciamento remoto

            Não fica inoperacional por EOL tecnológico

            Resiliência operacional é um critério ambiental frequentemente ignorado.

            6️⃣ Emissões: transparência vs externalização

            Emissões diretas: conhecidas, constantes e localizadas

            Sem emissões “externalizadas” para:

            mineração de lítio

            refinação intensiva

            produção energética upstream

            Transparência ambiental é preferível a emissões deslocadas geograficamente.

            7️⃣ Sustentabilidade social e económica

            Manutenção acessível

            Cadeias de fornecimento simples

            Utilizável em economias não industrializadas

            Sustentabilidade não é só CO₂ — é também acesso, longevidade e autonomia.

            Conclusão pseudo-técnica

            O Toyota Land Cruiser BJ40 não é “verde por tecnologia”,
            é verde por permanência.

            Num modelo de sustentabilidade baseado em:

            longevidade

            reparabilidade

            amortização ambiental

            baixa dependência tecnológica

            …o BJ40 continua surpreendentemente competitivo em 2025.

            Não é um veículo do futuro.
            ♻️ É um veículo que nunca precisou de ser substituído.

          • Toni da Adega says:

            o BJ40 continua surpreendentemente competitivo em 2025. Uma boa aposta nos dias de hoje. No Top10 melhores veiculos de 2025

          • JL says:

            Se é assim tão bom porque não se vende ?

            Enfim.

          • JL says:

            Mas espere aí, amortizou a pegada como ? Esse landcruiser purificou o ar ?

            Dou 100 milhões de euros por ele, mas tem de fazer isso.

            Temos acordo ?

          • JL says:

            Toni, e o que são 160 mil euros hoje por um carro ? Nada, isto falando do Landcruiser.

            Mas acho piada falarem de valores elevados desses carros, mas esquecem-se quanto custavam e custam agora novos. Loool

            Carro bom para quem ganha 900 euros.

          • JL says:

            Como não vão durar, estão parados a maior parte do tempo, a julgar por esses que estão à venda, e além disso a cada 5000 KMS têm de ir à oficina, sendo que isso também não tem emissões nenhumas, o óleo deve ser fula, e os filtros são se papel reciclado.

            https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&opi=89978449&url=https://efom.crs.org/wp-content/uploads/2020/09/Toyota-LC-%25E2%2580%2593-70-76-78-79-maintenance-schedule.pdf&ved=2ahUKEwjX0t7ElsiRAxVVU6QEHe86Bn0QFnoECCoQAQ&usg=AOvVaw0IR8kRfy5HXxCaWHozKcyE

        • Mário says:

          A eletricidade não é subsidiada segundo o JL
          https ://expresso.pt/economia/economia_energia/2025-12-18-producao-de-eletricidade-de-preco-garantido-tera-em-2026-o-custo-mais-baixo-em-16-anos-17f295a7

      • Grunho says:

        Era caríssimo, além de feio como breu e mal aproveitado de espaço.

    • Realista says:

      Um mini cooper de 1970 pesa 700kg e consome 7L/100km.
      Um smart for two de 2000 pesa 795kg e consome 4.5L/100km a gasolina e 4L/100km a gasóleo.

      Um carro a combustão só consegues 2L/100km desligando o motor a combustão e usando um elétrico. Aliás o VW XL1 conseguia 1L/100km desligando o motor a combustão e passando a usar o motor elétrico, porque ele era híbrido…

      Um carro a combustão citadino, tem uma pegada ambiental muito maior que um carro elétrico porque o maior problema é ele circular e não em ser construido.

      • Grunho says:

        Em ambiente urbano há outras soluções muito melhores para tudo e para todos que não o carro particular. Mas para quem à viva força quer insistir nisso, há híbridos self charging como Honda Jazz a fazer consumos na casa dos 2 litros e tal, 3 e pouco. É uma questão de cortar ao peso e limpar tudo o que não interessa ,e consumos dessa ordem ficam ao alcance. E já não é pouco. 2 lts são o equivalente a quase 20 kWh.

        • Realista says:

          O Honda Jazz se cortar o peso do motor a combustão, até gasta menos…

          Já agora, que componentes é que interessa? Os de segurança como os Airbags ou as barras de proteção lateral? Ou os de conforto como os vidros elétricos, fecho central, direção assistida ou o motor de arranque?!

          É só dar à manivela como antigamente para ajudar na redução de peso.

          • Grunho says:

            Cortar tudo o que for conforto supérfluo e multimédia. Até elevadores de vidros que o condutor possa comandar. Fecho centralizado e direcção assitida, num carro a pesar tanto como um 2 cv, também se dispensa. E fica mais barato!

          • Realista says:

            Um citroen 2cv pesa 560kg e consome 6L/100km… e só leva 20 litros de combustível.

            Desta forma os vidros também me parece um exagero em peso, portanto é para retirar também assim poupa-se no peso dos limpa para brisas e nos respetivos motores, assim como no peso do liquido limpa vidros.

            E já que os vidros estão fora, para que precisas de piscas elétricos? Volta-se a usar o braço…

            Esse carro é um sucesso de vendas e é parecido com o teu…

  3. Ivo says:

    Seria, no mínimo, exemplar e coerente que os nossos governantes, ministros, presidentes e afins adotassem, nas suas deslocações oficiais, os novos carros elétricos pequenos e acessíveis recentemente introduzidos pela União Europeia. Afinal, nada melhor do que dar o exemplo na prática, ao invés de continuarem a circular em imponentes Mercedes e BMW, que parecem mais um símbolo de ostentação do que de compromisso com a mobilidade sustentável que tanto defendem. Quem sabe assim a democratização da mobilidade elétrica ganharia um impulso verdadeiramente credível.

    • contraditorio says:

      🙂 Isso é que era se não existisse aquela máxima Grega da pré-história que dizia que “o poder exerce-se e mostra-se” 🙂 🙂 🙂

    • Yamahia says:

      Nem nos grandes eles querem andar, Qt mais nos pequenos. Depois comé q faziam AE’s a 200 e nacionais a 180? Não há elektro que resista, não há agenda q o permita.

      • Realista says:

        E para que queres um carro que faz 200km/h se claramente não andas a essa velocidade?

        É que ainda recentemente afirmaste que na última viagem que fizeste tiveste consumos de 5L/100km… portanto não andas a essa velocidade.

        • GM says:

          Não andas? Pergunta ao Cabrita, a velocidade a que ia na A6. Não seria exactamente essa, 200km/h, mas seguramente não seria a velocidade máxima legal.

          • Realista says:

            A 200km/h o consumo do carro não é 5L/100km… garantidamente.

          • GM says:

            O mote não é o consumo, é se pode ou não andar a 200, ou acima do limite legal 120.

          • Realista says:

            Se preferes dedução de outra forma:

            Quem tem consumos de 5L/100km automaticamente demonstra que não circula a 200km/h.

            Fiz um desenho se precisares de entender:

            https://i.ibb.co/F4SkGjXd/254e2f7d-5391-47a9-a6b4-b4b155275d01.png

          • JL says:

            LOOOL, adorei o desenho.

          • Yamahia says:

            Pois não @iRrealista! 5 Lts é para 127 média.
            Qual é a dúvida exactamente?

          • Realista says:

            Portanto se não andas a 200km/h porque é que críticas os carros elétricos de não andarem a uma velocidade que não usas?

            É o mesmo que criticares que agora não há carros pequenos e básicos para comprar, mas andas com um carro grande e pesado…

          • Yamahia says:

            Não uso às x’s. Quando me apetece, uso.
            Para fazer 127 de média, com ≈ 60 de urbano, com radares de 30 pelo meio, em pouco mais de 200 km, é preciso dar gás em certos troços, duh.
            Por outro lado, não ando aqui para dar bolotas a porcos que mentem à descarada quando querem fazer crer que radares salvam vidas. O facto de não sairmos da cauda da Europa no que à sinistralidade e mortos na estrada diz respeito são só sensações.

          • JL says:

            Não sabia que a A1 tem cidades pelo meio.

          • Yamahia says:

            A2 fáxavor.
            Pois não. Tem duas. Uma à saida desde a Guia até A2 e outra à chegada desde a 25 até Loures. O “desvio” pelos radares de 30 da 2ª circular, sem trânsito com 4 faixas de rodagem separador central e berma proibida a peões foi só pq me apeteceu verificar se a apanha da bolota ainda estava a render.

          • Realista says:

            Então final não gastas 3L/100km em cidade…

          • Realista says:

            Olha lá, não posso deixar de constatar outro facto…

            Então só fazes viagens de 200km dos quais 60km em ambiente urbano??

            Então e os outros 800km de autonomia, já não precisas?!

            LOLOLOOLOLOLOLOLOLOLOL

          • JL says:

            Portanto a a2 também não tem cidades pelo meio, os KMS que mostrou, diz apenas que foi do início da a2 até ao fim dela, portanto é mentira que andou 60 em urbano.

          • Mário says:

            Nenhuma autoestrada tem cidades pelo meio. Pelo menos em Portugal

        • Yamahia says:

          Não sou político @iRrealista!!! Se fosse estava-me a c@g@* para as multas de velocidade, para os radares e para o Waze.

    • Zé Fonseca A. says:

      claramente nao sabes o que é teres de te deslocar 4-6h de carro durante um dia de trabalho onde tens de estar em reuniões e por vezes até estares com pc ou tablet no colo para trabalhar..
      pensam que deslocações em trabalho é só passeio, como qualquer profissional estou certo que os ministros preferiam ficar nas suas secretárias, tendo de se deslocar precisam de condições para o fazer e desempenhar as suas funções..
      as tuas ideias são ideias de povinho que não sabe o que é trabalhar

    • Grunho says:

      Não houve uma vez um parvalhão arrogante que se saiu com uma de “ah, queriam que o presidente do grupo parlamentar andasse de clio”? Agora imaginem os parasitas de Bruxelas, que já estão N furos acima desse badameco na hierarquia do parasitismo.

  4. Manel says:

    Está visto que no que depender da UE não há meio termo para os eléctricos, ou são banheiras com rodas ou papa-reformas.

  5. nhecos says:

    Se for desta que os Japoneses trazem os modelos deles para cá, é “win win” para todos.

  6. Mario says:

    deslocar CO₂ para a fase upstream ou para outras geografias não o elimina, apenas o torna invisível ao utilizador final.

  7. Mario says:

    E quando houver EOL tecnológico? Segundo o JL isso nunca vai haver porque a tesla quer vender carros.
    A verdade é que para venderem vão ter que fazer EOL a muitos carros.

  8. PTO says:

    “…juntaram-se informalmente para apelar à UE a criação de uma nova categoria de carros: mais pequenos e com menos recursos de segurança.”

    Mais pequenos e com menos recursos de segurança? Querem autorização da UE para venderem caixões com rodas por 15 a 20k. De mim não levam um cêntimo para essa treta.

  9. VAOpoK says:

    Carros pequenos e efeminados perfeitos para o JL.

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