Kei cars europeus: UE introduz nova categoria de carros elétricos pequenos e acessíveis
Após largos meses de avisos e apelos, a Comissão Europeia apresentou um novo pacote de medidas para o setor automóvel. A par de outras novidades, foi introduzida, ontem, uma categoria inédita de carros elétricos pequenos e acessíveis, por via da qual o bloco procurará democratizar a mobilidade elétrica.
A Comissão Europeia confirmou, ontem, a intenção de rever a proibição da venda de novos automóveis a gasolina e gasóleo a partir de 2035, cedendo à forte pressão da indústria automóvel e de vários Estados-membros, com destaque para a Alemanha e Itália.
Conforme informámos, esta decisão representa o maior recuo da União Europeia (UE) nas políticas verdes adotadas nos últimos cinco anos.
Afinal, a alteração abre a porta à continuidade da produção de uma percentagem limitada de veículos híbridos plug-in, híbridos ligeiros, modelos com extensor de autonomia e até motores de combustão interna após 2035.
Carros elétricos mais pequenos e acessíveis
Além dessa flexibilização, a UE anunciou a criação de uma categoria de carros elétricos pequenos e acessíveis, composta por modelos dos segmentos A e B, que procurarão democratizar a mobilidade elétrica, tornando-a mais acessível.
Até agora, esta categoria inédita era conhecida como e-car, nome que acabou por não se manter. Aliás, em junho deste ano, o presidente da Stellantis, John Elkann, e o diretor-executivo da Renault, Luca de Meo, juntaram-se informalmente para apelar à UE a criação de uma nova categoria de carros: mais pequenos e com menos recursos de segurança.
Conforme a informação divulgada pela Comissão Europeia, a nova classe será uma subcategoria da M1 (automóveis de passageiros), denominada M1E.
A categoria incluirá carros elétricos de até 4,2 metros de comprimento, abrangendo o segmento A (urbanos) e praticamente todo o segmento B (utilitários), ficando de fora apenas os B-SUV maiores.
Os detalhes técnicos da categoria M1E não serão divulgados até que sejam publicados os projetos com as alterações ao regulamento UE 2018/858, embora a Comissão Europeia tenha confirmado a sua intenção de congelar os requisitos da categoria durante 10 anos.
Esta estimativa vai ao encontro do que marcas como a Renault têm pedido há muito tempo, por forma a travar o aumento gradual do preço dos automóveis.
UE concederá "supercréditos" de emissões
A Comissão Europeia trabalhará em estreita colaboração com as fabricantes para desenvolver a nova categoria, que deverá ser aprovada pelo Parlamento Europeu.
Além disso, incentivará ativamente a produção de veículos da categoria M1E através da concessão de "supercréditos" de emissões que facilitarão às fabricantes a redução da sua média de emissões.
Cada veículo M1E vendido contará como 1,3 carros no cálculo da média de emissões de cada fabricante, o que indiretamente deverá ajudar a torná-los mais acessíveis.
Por forma a estimular a economia local, os modelos M1E têm de ser fabricados na Europa, Portanto, os carros elétricos pequenos provenientes de outras regiões, como a China, não beneficiarão destas mudanças.
Além disso, foi sugerido que seja facilitado aos diferentes países que compõem a UE o estabelecimento de incentivos específicos, nomeadamente subsídios, isenções fiscais, tarifas de estacionamento baseadas no tamanho e acesso a faixas prioritárias. Aliás, isto é semelhante ao que acontece com os kei cars japoneses.
Grupos automóveis beneficiarão da nova categoria
De entre os vários nomes europeus, alguns dos que beneficiarão largamente desta nova categoria de carros elétricos pequenos e acessíveis são os grupos Renault, Stellantis e Volkswagen.
Afinal, modelos como o Twingo, R5, R4, Citroën ë-C3, FIAT 500e, 600e e Grande Panda, Opel Corsa e Mokka, Peugeot E-208, CUPRA Raval, Škoda Epiq e Volkswagen ID. Polo e ID. Cross, entre outros, entrarão na nova classe.
O mesmo acontecerá, por exemplo, com o Mini Cooper e o Aceman da alemã BMW.
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esta categoria só servirá de justificação para aumentarem os impostos nos restantes veículos “normais” (quando começarem a cobrar por km consoante a potencia/peso do carro justificando-se com a poluição devido ao pó dos travões e desgaste dos pneus…)
Se há carros em que não faz grande estrago continuarem a funcionar a combustão são estes, desde que não ultrapassem os 2 lts/100 kms. Isso é possível, se cortarem drasticamente ao peso, abaixo dos 600 kgs, 700 no máximo dos máximos, boa aerodinâmica e motor de máxima eficiência como os Mazda Skyactiv x ou BYD mach 1.5T. Quanto aos outros, é fechar já as linhas de montagem.
O Luppo foi de vela. Gastava pouco, portanto não servia os intentos dos alucinados.
Foi de vela porque não vendia.
Deixou de vender pq os alucinados exigiram o q não deviam exigir em carros pequenos e baratos destinados a uma mobilidade leve, ágil, barata e pouco poluente.
Parece q aprenderam a lição e agora vão tentar emendar a mão com os elektros, claro, a ver se vendem algo de jeito e q não estrague tanto o alcatrão.
Não devem ter muito sucesso pq mesmo os mais pequenos dos elektros são uns matarroanos q andam na tonelada e meia. A excepção é o spring que não chega à outra margem loooloool
O Lupo no seu último ano (2005) apenas produziu 5.400 unidades enquanto que no ano anterior tinha produzido 24.000.
Já nos anos anteriores desceu a produção de 70.000 (2002) para 42.000 (2003)
https://www.volkswagen-group.com/en/publications/corporate/annual-report-2005-2323/download%3Fdisposition%3Dattachment
http://www.volkswagenag.com/content/vwcorp/info_center/en/publications/2004/03/annual_report_2003.-bin.acq/qual-BinaryStorageItem.Single.File/20040309_gb2003_e.pdf
As vendas estavam assim a cair, tanto é que nem tu tens um carro pequeno e pouco potente como o Lupo e foste para uma Berlina 1.9TDi.
Assim culpa não é das marcas, é tua…
Em 2005 o quê ?
Tonelada e meia onde ?
2.0 fáxavor.
A morte do Lupo e de muitos outros carros pequenos não foi natural nem falta de mercado. Foi pura e simplesmente resultado das regras impostas pelos alucinados da UE.
Os motores passaram a precisar de sistemas de tratamento de gases cada vez mais complexos, por ex filtros, catalisadores, sensores, eletrónica em barda. Isto tem um custo fixo elevado.. depois, metas de CO2 impostas à força, com multas milionárias para os construtores europeus para dar ao Musk em forma de créditos de carbono.
Resultado, um citadino passa a custar quase o mesmo que os de segmentos acima. Quem é q vai comprar?
Estes iluminados da UE, desligados da realidade agora fingem surpresa porque os carros acessíveis desapareceram todos e só ficaram os grandes, onde dá ou vai dando para diluir esses delírios no preço final, e agora tentam emendar a mão com citadinos elektros caríssimos e subsidiados à conta do contribuinte.
Criaram o problema. Agora vendem o remendo como solução q já deviam ter tomado há 2 décadas. Ou seja menos normas regulatórias para carros pequenos elektros muito menos exigentes. Duas décadas para constatatar o óbvio mas só para citadinos elektros para tentar suportar a narrativa podre.
Portanto escolheste um 2.0tdi de uma berlina em vez de citadino com um 1.2tdi e dizes que a culpa é da UE…
Quando um produto deixa de ser vendido na data X o consumo não vem a diminuir 50% por ano nos últimos 5 anos antes do seu fim, mas sim o consumo mantém ou até aumenta nos anos mais próximos do fim da data porque as pessoas não querem perder a oportunidade. Ao analisar os dados constata-se que as vendas do Lupo estavam em queda desde que saiu 1999 ano do seu lançamento o que mostra claramente que as pessoas NÃO estavam interessadas nesse carro… aliás nem tu.
O Lupo foi descontinuado porque tinha um preço caro para aquilo que oferecia.
Para além disso continuaram a existir no mercado mais carros pequenos, como o Twingo (que já vem da década de 90) o Smart For Two (1999), o Fiat 500 (2007), o Fiat Panda (2003)… e por aí fora.
No entanto também não tens nenhum destes carros e estas a culpar a UE.
Quais normas quais carapuça, a norma euro 4 entrou em vigor depois deste ter parado de fabricar por falta de vendas.
A VW não aproveitou os créditos de carbono porque não quis, teve todas as oportunidades.
Outra mentira, foi só em 2005 que a união europeia avançou com esse mercado, portanto também depois desse ter deixado de ser produzido.
Os carros acessíveis desapareceram porque ninguém os comprava, simples, quais regras quais carapuças.
O que são créditos de carbono? é aquela coisa feita só para extorquir dinheiro ás pessoas? Foi o que inventaram para tornar certas formas de produção de energia pouco competitivas?
Ainda diz que não há lobby.
Depende.
Se houver trânsito gasta mais. Se não houver trânsito 2.6l /100 chegam.
Não acertas uma.
Tanto são formas de produção de energia pouco competitivas que agora o país até produz energia sem recorrer a matéria prima de países terceiros, isto é, deixa de estar dependente e não sujeito a chantagens…
E o preço por MWh produzido continua a cair.
Para além disso alguma vez tiveste preços negativos pela produção de eletricidade, com recurso só ao fóssil???
E em cima do reboque até gastas menos…
Por isso é que o megawatt de energia nos últimos dias anda acima dos 80€. E hoje 100€
Mentira, está a 62 €
https://www.omie.es/pt
Consulte o histórico e veja o preço médio. Para dia 20 está a 70€ , ontem teve a 102
Histórico pouco interessa, interessa é o preço médio do dia.
Já viu JL
Carros descartáveis. Usa se 5 anos e vão para o lixo
Ou uma perda total num qualquer acidente
Claro, é isso que tem acontecido com os a combustão.
Eu vejo mais o contrário… veja só:
.
Toyota Land Cruiser BJ40 – ano 1980
✔️ Pegada de carbono já amortizada
Este carro foi fabricado há 45 anos. A energia, o aço, o transporte, tudo isso já foi pago ao planeta. Cada elétrico novo começa a poluir no dia zero. Este? Vive de dividendos ecológicos.
✔️ Economia circular real
Nada de obsolescência programada. Peças mecânicas, reparáveis, reutilizáveis. Quando algo avaria, arranja-se. Não se manda fora.
✔️ Durabilidade lendária
Enquanto alguns elétricos são “descartáveis premium” ao fim de 8–10 anos, um BJ40 faz meio século sem pedir desculpa. África, Austrália, ONU, Médicos Sem Fronteiras — não é marketing, é histórico.
✔️ Zero dependência de infraestruturas frágeis
Não precisa de carregadores, apps, cloud nem de autorização de um servidor algures na Califórnia para arrancar. Gasóleo, chave, vida feita.
✔️ Sustentabilidade social
Pode ser mantido por qualquer mecânico, em qualquer aldeia. Não exige mão-de-obra hiperespecializada nem cadeias globais frágeis. Isso também é sustentabilidade.
✔️ Emissões honestas
Sim, tem emissões. Mas são visíveis, previsíveis e constantes. Não estão escondidas numa mina de cobalto, nem num powerplant a carvão a 800 km de distância.
Resumo para elétrico-friendlys:
O carro mais ecológico não é o mais novo, é o que dura mais tempo.
E nisso… o BJ40 dá lições a qualquer Tesla.
Velho? Não.
♻️ Sustentável.
️ Reparável.
Honesto.
Imortal.
Obviamente que você vai dizer que é mentira porque se calhar até nunca andou num e vai dizer que estão todos na sucata.
Por isso encontram-se a 40 ou 50 mil euros USADOS.
Toyota Land Cruiser BJ40 (1980)
Análise pseudo-técnica de sustentabilidade e impacto ambiental
Modelo: Toyota Land Cruiser BJ40
Ano: 1980
Motorização: Diesel atmosférico, baixa complexidade
Expectativa de vida real: 40–60 anos (validado empiricamente)
1️⃣ Análise de Ciclo de Vida (LCA – Life Cycle Assessment)
Um dos pilares da sustentabilidade moderna é o LCA completo.
O BJ40 foi produzido há ~45 anos
A energia incorporada (aço, fundição, transporte, fabrico) está totalmente amortizada
Em termos ambientais, encontra-se em fase de utilização prolongada, onde o impacto marginal anual é reduzido
Conclusão: prolongar a vida útil de um bem existente é, em LCA, mais sustentável do que produzir um novo — elétrico ou não.
2️⃣ Durabilidade estrutural e engenharia conservadora
Chassis em longarinas (body-on-frame)
Baixa densidade eletrónica
Sistemas mecânicos simples, redundantes e tolerantes a falha
Isto traduz-se em:
MTBF elevado
Reparabilidade local
Ausência de obsolescência tecnológica
Nota técnica: sustentabilidade aumenta exponencialmente com tempo de serviço útil.
3️⃣ Materiais e reciclabilidade
Predominância de aço e ferro fundido
Materiais com cadeias de reciclagem maduras
Ausência de:
baterias de lítio de alta densidade
terras raras
processos químicos complexos
Comparativo: a reciclagem de aço é energeticamente previsível e global; a reciclagem de baterias continua dependente de processos caros e pouco disseminados.
4️⃣ Eficiência operacional vs eficiência sistémica
Embora a eficiência energética por km seja inferior à de um elétrico moderno, a eficiência por década de utilização é altamente competitiva.
1 veículo por 50 anos
vs
4–5 veículos ao longo do mesmo período
Eficiência sistémica > eficiência instantânea
5️⃣ Dependência de infraestruturas
O BJ40:
Não depende de rede elétrica estável
Não depende de software, cloud ou licenciamento remoto
Não fica inoperacional por EOL tecnológico
Resiliência operacional é um critério ambiental frequentemente ignorado.
6️⃣ Emissões: transparência vs externalização
Emissões diretas: conhecidas, constantes e localizadas
Sem emissões “externalizadas” para:
mineração de lítio
refinação intensiva
produção energética upstream
Transparência ambiental é preferível a emissões deslocadas geograficamente.
7️⃣ Sustentabilidade social e económica
Manutenção acessível
Cadeias de fornecimento simples
Utilizável em economias não industrializadas
Sustentabilidade não é só CO₂ — é também acesso, longevidade e autonomia.
Conclusão pseudo-técnica
O Toyota Land Cruiser BJ40 não é “verde por tecnologia”,
é verde por permanência.
Num modelo de sustentabilidade baseado em:
longevidade
reparabilidade
amortização ambiental
baixa dependência tecnológica
…o BJ40 continua surpreendentemente competitivo em 2025.
Não é um veículo do futuro.
♻️ É um veículo que nunca precisou de ser substituído.
o BJ40 continua surpreendentemente competitivo em 2025. Uma boa aposta nos dias de hoje. No Top10 melhores veiculos de 2025
Se é assim tão bom porque não se vende ?
Enfim.
Mas espere aí, amortizou a pegada como ? Esse landcruiser purificou o ar ?
Dou 100 milhões de euros por ele, mas tem de fazer isso.
Temos acordo ?
Toni, e o que são 160 mil euros hoje por um carro ? Nada, isto falando do Landcruiser.
Mas acho piada falarem de valores elevados desses carros, mas esquecem-se quanto custavam e custam agora novos. Loool
Carro bom para quem ganha 900 euros.
Como não vão durar, estão parados a maior parte do tempo, a julgar por esses que estão à venda, e além disso a cada 5000 KMS têm de ir à oficina, sendo que isso também não tem emissões nenhumas, o óleo deve ser fula, e os filtros são se papel reciclado.
https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&opi=89978449&url=https://efom.crs.org/wp-content/uploads/2020/09/Toyota-LC-%25E2%2580%2593-70-76-78-79-maintenance-schedule.pdf&ved=2ahUKEwjX0t7ElsiRAxVVU6QEHe86Bn0QFnoECCoQAQ&usg=AOvVaw0IR8kRfy5HXxCaWHozKcyE
A eletricidade não é subsidiada segundo o JL
https ://expresso.pt/economia/economia_energia/2025-12-18-producao-de-eletricidade-de-preco-garantido-tera-em-2026-o-custo-mais-baixo-em-16-anos-17f295a7
Onde eu disse que não era ?
Era caríssimo, além de feio como breu e mal aproveitado de espaço.
Um mini cooper de 1970 pesa 700kg e consome 7L/100km.
Um smart for two de 2000 pesa 795kg e consome 4.5L/100km a gasolina e 4L/100km a gasóleo.
Um carro a combustão só consegues 2L/100km desligando o motor a combustão e usando um elétrico. Aliás o VW XL1 conseguia 1L/100km desligando o motor a combustão e passando a usar o motor elétrico, porque ele era híbrido…
Um carro a combustão citadino, tem uma pegada ambiental muito maior que um carro elétrico porque o maior problema é ele circular e não em ser construido.
Em ambiente urbano há outras soluções muito melhores para tudo e para todos que não o carro particular. Mas para quem à viva força quer insistir nisso, há híbridos self charging como Honda Jazz a fazer consumos na casa dos 2 litros e tal, 3 e pouco. É uma questão de cortar ao peso e limpar tudo o que não interessa ,e consumos dessa ordem ficam ao alcance. E já não é pouco. 2 lts são o equivalente a quase 20 kWh.
O Honda Jazz se cortar o peso do motor a combustão, até gasta menos…
Já agora, que componentes é que interessa? Os de segurança como os Airbags ou as barras de proteção lateral? Ou os de conforto como os vidros elétricos, fecho central, direção assistida ou o motor de arranque?!
É só dar à manivela como antigamente para ajudar na redução de peso.
Cortar tudo o que for conforto supérfluo e multimédia. Até elevadores de vidros que o condutor possa comandar. Fecho centralizado e direcção assitida, num carro a pesar tanto como um 2 cv, também se dispensa. E fica mais barato!
Um citroen 2cv pesa 560kg e consome 6L/100km… e só leva 20 litros de combustível.
Desta forma os vidros também me parece um exagero em peso, portanto é para retirar também assim poupa-se no peso dos limpa para brisas e nos respetivos motores, assim como no peso do liquido limpa vidros.
E já que os vidros estão fora, para que precisas de piscas elétricos? Volta-se a usar o braço…
Esse carro é um sucesso de vendas e é parecido com o teu…
Seria, no mínimo, exemplar e coerente que os nossos governantes, ministros, presidentes e afins adotassem, nas suas deslocações oficiais, os novos carros elétricos pequenos e acessíveis recentemente introduzidos pela União Europeia. Afinal, nada melhor do que dar o exemplo na prática, ao invés de continuarem a circular em imponentes Mercedes e BMW, que parecem mais um símbolo de ostentação do que de compromisso com a mobilidade sustentável que tanto defendem. Quem sabe assim a democratização da mobilidade elétrica ganharia um impulso verdadeiramente credível.
🙂 Isso é que era se não existisse aquela máxima Grega da pré-história que dizia que “o poder exerce-se e mostra-se” 🙂 🙂 🙂
Nem nos grandes eles querem andar, Qt mais nos pequenos. Depois comé q faziam AE’s a 200 e nacionais a 180? Não há elektro que resista, não há agenda q o permita.
E para que queres um carro que faz 200km/h se claramente não andas a essa velocidade?
É que ainda recentemente afirmaste que na última viagem que fizeste tiveste consumos de 5L/100km… portanto não andas a essa velocidade.
Não andas? Pergunta ao Cabrita, a velocidade a que ia na A6. Não seria exactamente essa, 200km/h, mas seguramente não seria a velocidade máxima legal.
A 200km/h o consumo do carro não é 5L/100km… garantidamente.
O mote não é o consumo, é se pode ou não andar a 200, ou acima do limite legal 120.
Se preferes dedução de outra forma:
Quem tem consumos de 5L/100km automaticamente demonstra que não circula a 200km/h.
Fiz um desenho se precisares de entender:
https://i.ibb.co/F4SkGjXd/254e2f7d-5391-47a9-a6b4-b4b155275d01.png
LOOOL, adorei o desenho.
Pois não @iRrealista! 5 Lts é para 127 média.
Qual é a dúvida exactamente?
Portanto se não andas a 200km/h porque é que críticas os carros elétricos de não andarem a uma velocidade que não usas?
É o mesmo que criticares que agora não há carros pequenos e básicos para comprar, mas andas com um carro grande e pesado…
Não uso às x’s. Quando me apetece, uso.
Para fazer 127 de média, com ≈ 60 de urbano, com radares de 30 pelo meio, em pouco mais de 200 km, é preciso dar gás em certos troços, duh.
Por outro lado, não ando aqui para dar bolotas a porcos que mentem à descarada quando querem fazer crer que radares salvam vidas. O facto de não sairmos da cauda da Europa no que à sinistralidade e mortos na estrada diz respeito são só sensações.
Não sabia que a A1 tem cidades pelo meio.
A2 fáxavor.
Pois não. Tem duas. Uma à saida desde a Guia até A2 e outra à chegada desde a 25 até Loures. O “desvio” pelos radares de 30 da 2ª circular, sem trânsito com 4 faixas de rodagem separador central e berma proibida a peões foi só pq me apeteceu verificar se a apanha da bolota ainda estava a render.
Então final não gastas 3L/100km em cidade…
Olha lá, não posso deixar de constatar outro facto…
Então só fazes viagens de 200km dos quais 60km em ambiente urbano??
Então e os outros 800km de autonomia, já não precisas?!
LOLOLOOLOLOLOLOLOLOLOL
Portanto a a2 também não tem cidades pelo meio, os KMS que mostrou, diz apenas que foi do início da a2 até ao fim dela, portanto é mentira que andou 60 em urbano.
Nenhuma autoestrada tem cidades pelo meio. Pelo menos em Portugal
Não sou político @iRrealista!!! Se fosse estava-me a c@g@* para as multas de velocidade, para os radares e para o Waze.
Para a velocidade que anda também não precisa de se preocupar com multas.
claramente nao sabes o que é teres de te deslocar 4-6h de carro durante um dia de trabalho onde tens de estar em reuniões e por vezes até estares com pc ou tablet no colo para trabalhar..
pensam que deslocações em trabalho é só passeio, como qualquer profissional estou certo que os ministros preferiam ficar nas suas secretárias, tendo de se deslocar precisam de condições para o fazer e desempenhar as suas funções..
as tuas ideias são ideias de povinho que não sabe o que é trabalhar
Não houve uma vez um parvalhão arrogante que se saiu com uma de “ah, queriam que o presidente do grupo parlamentar andasse de clio”? Agora imaginem os parasitas de Bruxelas, que já estão N furos acima desse badameco na hierarquia do parasitismo.
Hahahahah
Está visto que no que depender da UE não há meio termo para os eléctricos, ou são banheiras com rodas ou papa-reformas.
Se for desta que os Japoneses trazem os modelos deles para cá, é “win win” para todos.
Todos menos os fabricantes europeus desonestos e da obsolescência programada.
deslocar CO₂ para a fase upstream ou para outras geografias não o elimina, apenas o torna invisível ao utilizador final.
Qual ? A da produção de combustíveis ?
Já viu qual é a instalação nacional que mais emissões tem ?
E quando houver EOL tecnológico? Segundo o JL isso nunca vai haver porque a tesla quer vender carros.
A verdade é que para venderem vão ter que fazer EOL a muitos carros.
Se tem assim tanta inveja porque não compra 1 ? Afinal diz que não ganha 900 euros por mês.
frigorificos já tenho 2 em casa, não necessito de mais um.
E ao que parece também tem fogões.
“…juntaram-se informalmente para apelar à UE a criação de uma nova categoria de carros: mais pequenos e com menos recursos de segurança.”
Mais pequenos e com menos recursos de segurança? Querem autorização da UE para venderem caixões com rodas por 15 a 20k. De mim não levam um cêntimo para essa treta.
Carros pequenos e efeminados perfeitos para o JL.
Não tenho culpa dos seus gostos e preconceitos, mas se fala muito disso é porque os adora.