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GNR e PSP vão ter mais 600 viaturas! Apenas 10 serão elétricos

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Nuno says:

    Só tenho uma coisa a dizer: “Decisão inteligente.”.

  2. Venturini says:

    dar maquinas costura, umas cartas … porque policia nem vê-la. A policia ha 30 anos andava a pe e transportes publicos oje é drs e eng.

    • Rui says:

      Espero que o Venturini quando estiver a ser assaltado ou numa situação de emergência consigo ou família, a polícia lhe responda “Já estamos a caminho, temos de esperar 1.30 pelo autocarro e depois são mais 20m de metro. Como não temos acesso à net, nem a gps vamos tentar ainda hoje descobrir onde está” Boa sorte, atrasado

    • JS says:

      Por onde passo diariamente estão lá sempre com radar escondido
      A caça de multa

    • PML says:

      Bolas Venturini! Esperava que um admirador do seu Grande Lider tivesse mais respeito por um dos pilares de Portugal – a língua Portuguesa. A maioria dos estrangeiros que conheço tratam melhor do que o cavalheiro. Representa ode supremo à ignorância que paira por esses lados.

  3. PAULO PEDROSO says:

    Normal, quantos postos de carregamento vemos à porta das esquadras/postos ? Nenhuns..
    Penso que para questões diplomáticas, policia à civil, judiciaria etc etc até poderá fazer sentido carros eletricos, situações de emegencia, presença constante na rua na minha opinão não faz sentido ficar sem viaturas duarnte 3 ou 4h porque estão a carregar.

    • B@rão Vermelho says:

      Faz sentido para alguns serviços prestado pelas força de segurança, a identificação de pessoas e moradas, ou escola segura, mas na maioria dos serviços acho que ainda é arriscado ficar refém da atual tecnologia dos VE.

  4. Zé Fonseca A. says:

    a BT, a julgar pelo tempo que estão acampados nas parabens de serviço bem que podiam ser todos EVs, sempre faziam companhia ao JL no xixi

  5. António Silva says:

    Imaginem uma perseguição e o carro da polícia parar porque a bateria acabou-se 🙂

    • Rui says:

      Os outros combustíveis também acabam….

      • B@rão Vermelho says:

        Por norma os carros patrulha são abastecidos no fim de turno, é uma regra, exatamente para situações de acabar os combustível ser pouco provável mas não é impossível o carro dos “bandidos” também pode ficar sem gota e é mais provável que isso aconteça do que o carro patrulha.

    • PoPeY says:

      Oh mas isso tambem pode acontecer com motor a combustão…

    • Gringo Bandido says:

      Tu a jogares xadrez devias ir longe!

    • JL says:

      E se precisar de abastecer, os ladrões esperam pelo abastecimento ?

      • Zé Fonseca A. says:

        Quanto tempo dura a bateria do teu tesla a 200 km/h?
        Explicado?

      • Mário says:

        E se precisar de uma ambulância, vai esperar que ela carregue? E se já tiver estado em outra ocorrência e não houver mais nenhuma disponível? Já aconteceu e vai voltar a acontecer. Já sei que você nunca irá precisar e esperemos que não.

        • JL says:

          Porque havia de esperar ? Então está parada não pode estar a carregar ?

          E vai esperar que ela abasteça ?

        • Pedro says:

          O JL quando a esposa tiver a dar a luz, chama a Ambulância, a Ambulância até tem carga para chegar até ao local, mas fica sem carga.

          Não ha problema porque a esposa do JL que está a dar a luz, ela própria Alimenta a Ambulância, e podem seguir em modo de emergência.
          É assim que o JL vê a vida, sempre a curtir!!

          O problema é que as autoridades não se podem alimentar de Idealogias extremistas, teem que lidar com a realidade, e viaturas criticas teem critérios muito rigidos no que toca ao que é necessário.

          Só os veiculos que preenchem a lista de requisitos é que podem concorrer aos concursos, como é obvio.

          • JL says:

            Que grande confusão, mas tem carga ou não ?

            Portanto a sua fábula começa logo mal quando mente, não era melhor arranjar uma companheira ?

            Eu não vejo a vida como fábulas, ora tem, ora não tem, até porque tenho companheira, não sei se sabe.

            Mas a ideologia extremistas vêem de vocês, basta ver por aqui que imaginam histórias do além que não se verificam em lado nenhum.

            Mas digam me lá onde é que defendi que deve ser tudo eléctrico ? Isto considerando que tenho companheira.

          • Mário says:

            Onde é que defendeu? Basta ler cada post que lê

          • JL says:

            Então mostre lá onde ?

          • Mário says:

            Você está bom para o fumarento Agante.

          • JL says:

            Então não sabe ?

  6. Tug@Tek says:

    Medida positiva, independentemente de serem veículos elétricos ou a combustão, deve haver lugar para todos. Reforçar as forças de segurança é sempre positivo.
    Só sublinho que em 600 apenas 10 são elétricos.
    Acho que é bem demonstrativo do quanto os VE estão a singrar, e de como está a Europa preparada para daqui a 10 anos extinguir como tem previsto os motores a combustão.

  7. PAULO SILVA says:

    A GNR trabalha 24h por dia, fazem rodas, piquete, etc. Para abastecer perdem 5~10 min, em um elétrico estavam sem carro muito mais tempo. é fácil fazer as contas. além da autonomia que é muito maior mesmo em carga.

  8. PJA says:

    Desculpem incomodar os senhores extremistas pro-ev, os veículos de emergência médica, prevenção civil, segurança e militares devem ser de combustão. Devia ser engraçado dizer “ó, senhor ladrão, pode ir mais devagar para não gastarmos a bateria, obrigado.”
    Aos senhores anti-ev, há alturas em que se pode usar ve, como policiamento local e apoio social a populações idosas.

    • Vítor M. says:

      Disparate 🙂 então e com falta de gasóleo? Cada ideia mais sem nexo!

      • PJA says:

        Um depósito de gasóleo dá para muitos mais quilómetros do que uma bateria. E então a alta velocidade.
        Acrescento, que o número destes veículos é muito baixo para ter impacto no ambiente. 

        • Vítor M. says:

          Depende, uma ambulância precisa de fazer 500 km? Não, essa ideia não faz sentido algum. Por exemplo, ando com um BEV que tem uma autonomia de 600 km, faz perfeitamente Porto, Lisboa com uma carga com velocidades dentro da lei. Em circuito urbano.. dura e dura e dura!!!

          Um carro de emergência até pode ter ganhos em ser 100% elétrico.

          1. Redução de emissões e poluição sonora
          2. Custos de operação e manutenção mais baixos
          3. Aceleração e desempenho
          4. Autonomia estratégica e carregamento
          5. Imagem e compromisso ambiental

          Começa a ser um mito urbano que as baterias são o problema da mobilidade elétrica. A média de viagens das pessoas em Portugal ronda os 35 km diários. Um elétrico, com uma carga, chega para muitos dias e hoje, carregar é muito rápido. Mais ainda em viaturas que normalmente têm tempos e paragem de muitas horas.

          • PJA says:

            Sobre o tema, na minha a opinião os comandos fizeram o correto. 
            Sobre o veículo falado, depende da vida e das capacidades financeiras de cada um. 
            Sobre as baterias é ver o que a cidade Bergen, na Noruega, com 50% de ve em circulação, implementaram com PCN de proximidade para resolver o “mito”.

          • Zé Fonseca A. says:

            Um carro de emergência tem de andar bem acima da velocidade legal e com arranques fortes.
            E tendo em conta o flagelo das urgências neste país, sim, é comum as ambulâncias andarem a correr capelinhas até terem uma urgência que os aceite

          • JL says:

            O que é comum neste país é usarem helicópteros quando é para transportar doentes em situação grave em grandes distâncias.

            Mas enfim, os extremistas anti-ev raramente conhecem o país onde vivem, porque só lhes dá para o extremismo.

          • Julio Mendes says:

            Este comentário, de quem é, até parece mal.

            Parece que não conhece a realidade.

            Assim sendo passo a explicar, em situações de pico de solicitação de serviço, por vezes não há ambulâncias disponíveis para atender ocorrências (provado e mais que comprovado que é uma realidade).

            Agora imagine o Sr. Vítor M., necessitar do apoio de uma ambulância e as que existem disponíveis terem que estar a carregar.

            Basta que seja só uma estar a carregar por não ter autonomia para fazer 30km, e não haja mais nenhuma disponivel, que já é uma ambulância que deveria ser a combustível e não elétrica.

            Se o quer fazer com o seu carro particular, esteja à vontade. Agora com a saúde e vida das pessoas… Ganhe mas é juízo.

          • Vítor M. says:

            Não tenha a veleidade de tentar mudar o assunto com essa introdução de comentário sem nexo. Eu respondo-lhe com educação e nível, e não falo “de borla”, passo-te factos, até para podermos melhorar a argumentação, OK?

            Vamos lá:

            1. “Em situações de pico, por vezes não há ambulâncias disponíveis”

            Sim, é verdade e é precisamente por isso que a gestão de frota e logística é o que determina a disponibilidade, não o tipo de combustível. O problema não está na propulsão elétrica, mas sim na planificação de recursos e distribuição operacional.

            Frotas elétricas já funcionam em Londres, Oslo ou Amesterdão sem prejuízo da resposta a emergências.

            2. “Imagine uma ambulância precisar carregar e não poder atender”

            Os serviços de emergência não funcionam por improviso: há sistemas de rotação de veículos e carregamentos programados, exatamente como há reabastecimentos planeados em ambulâncias a gasóleo.

            Além disso, as ambulâncias elétricas atuais têm autonomia superior a 250–300 km, muito acima das necessidades médias de um turno urbano (normalmente 80–150 km).

            3. “Basta uma ambulância estar a carregar e já é um problema

            Carregar uma ambulância elétrica não a torna inutilizável durante longos períodos. A carga rápida repõe 80% da bateria em 30–40 minutos, tempo que coincide, muitas vezes, com pausas de higienização ou troca de turno.

            O risco de “não haver ambulâncias” é logístico, não energético: também há veículos a combustão fora de serviço por revisões, avarias ou falta de combustível.

            4. “Deveria ser a combustível e não elétrica”

            Esta sua conclusão ignora os benefícios operacionais reais:

            – Custos de operação até 40% inferiores.
            – Zero emissões locais (importante em zonas hospitalares e urbanas densas).
            – Menor ruído, o que reduz o stress dos pacientes transportados.
            – Possibilidade de alimentar equipamentos médicos através da própria bateria.

            5. “Com a saúde e vida das pessoas… Ganhe mas é juízo”

            O argumento emocional é legítimo, mas infundado tecnicamente.

            O que garante a segurança e rapidez do socorro não é o combustível, é a organização do serviço de emergência, a formação das equipas e a confiabilidade dos veículos, e os elétricos, hoje, cumprem plenamente esses requisitos.

            Portanto, a introdução de ambulâncias elétricas não põe vidas em risco, desde que a frota seja bem gerida. Pelo contrário, melhora o desempenho ambiental, reduz custos e moderniza os serviços de saúde.

            O seu comentário até parte de um medo compreensível, mas baseado em pressupostos desatualizados.

          • Zé Fonseca A. says:

            Vitor.. bate tudo em €€€, mal tens dinheiro para ter um parque de viaturas de emergencia decente e actualizado. o que falas é utopico para o país onde vivemos.

          • Vítor M. says:

            Isso é outro assunto. Se falas em dinheiro, ok, de facto o problema não é a tecnologia, é o valor para a comprar. Isso pode ser justificativo para a aquisição de novos veículos, quer térmicos, quer elétricos. Agora, serem elétricos não é impedimento, bem pelo contrário. Guito é que sim… isso sim!

          • VAOpoK says:

            Poluição sonora? Um veículo de emergência é para se ouvir!

      • Mário says:

        Sem nexo porquê? Faço lhe a mesma pergunta… Porque é que na guerra não usam tanques e jipes elétricos? Ou a guerra não emite CO2…. Deve ser culpa dos sindicatos como sempre.

        • Vítor M. says:

          Na guerra, como noutros setores de “pesados”, o futuro passará primeiro pelo hidrogénio. Que, basicamente, é um motor elétrico, com uma bateria alimentada por uma célula de hidrogénio. Atualmente já tens muito material de guerra elétrico.

          Por exemplo:

          – Infantry Squad Vehicle (eISV): conceito elétrico da GM Defense baseado numa plataforma previamente de combustão. O veículo “all-electric” adota tecnologia de baterias comerciais para reduzir a assinatura acústica e térmica, e fornecer energia para sistemas de missão.
          – Type‑X: é um veículo não tripulado de combate da Milrem Robotics, concebido com motor elétrico (ou híbrido diesel-elétrico) em vez do tradicional motor de combustão.
          – Sistemas de mobilidade “eletrificados” ou de transmissão elétrica para veículos blindados ou de apoio logístico: por exemplo, o projeto da Texelis para integrar “in-wheel electric hub drive” em veículos existentes de rodas.

          E claro, o facto de ser elétrico tem todas as vantagens.

          Vantagens da eletrificação no contexto militar:

          – Redução da assinatura acústica e térmica (veículos menos facilmente detetáveis).
          – Menor dependência de combustíveis fósseis e das cadeias de abastecimento de combustíveis, o que pode aumentar a autonomia logística ou reduzir vulnerabilidades.
          – Potencial para modularidade energética: baterias podem servir como fonte de energia para equipamentos de missão, comunicações ou acampamentos temporários.

          Portanto, a questão não é se a energia será o futuro até na guerra, a questão é quando será esse futuro. Há até um projeto “na esfera da ficção cientifica) que é os americanos terem satélites que captem energia solar permanentemente, para ser transmitida para a Terra, em, zonas de guerra, via micro-ondas.

    • JL says:

      E se precisar se abastecer, eles fazem esse pedido ?

      Se usarem veículos eléctricos em perseguições, que por acaso até são casos raros, a perseguição acaba em segundos.

  9. Yamahia says:

    Ainda há uns pingos de inteligência na GNR. Ufa!!!

  10. Chalupa says:

    A seita dos ambientalistas vão destruir a civilização ocidental.

  11. freakonaleash says:

    Boa notícia.
    Volta e meia passo por um velho Daewoo da GNR e penso “Coitados”!
    Espero que os 10 EV durem e não dêem problemas.
    Quando os meliantes andarem todos de EV aí sim justifica que a frota das nossas forças de segurança passe toda a EV.

  12. jc says:

    Ideia luminosa…. quando é que um destes políticos se lembra que as marcas que querem comercializar as suas viaturas no nosso pais tem de passar a fornecer “gratuitamente” ao estado por exemplo 1% viatura por ano de cada modelo que comercializa…( 1 clio, 1 208, 1 sandero etc….. “situação que já aconteceu no passado em casos excepcionais”……. garantiam que tinham carros sempre em condições para todos e decerteza que ao fim de 4 a 6 anos podiam vende-los e com esse dinheiro ter sempre dinheiro para as manutenções… mas isso claro é uma ideia luminosa que nunca irá para a frente….. basta ver.

  13. Julio Mendes says:

    “Não tenha a veleidade de tentar mudar o assunto com essa introdução de comentário sem nexo. Eu respondo-lhe com educação e nível, e não falo “de borla”, passo-te factos, até para podermos melhorar a argumentação, OK?”

    Vitor M., mas afinal trata-me por voçê ou por tu? É que a regra da boa educação indica que se não andou
    comigo na escola, deveria ser o primeiro caso.

    Não mudei assunto, quem falou em veiculos de emergencia medica não fui eu, mas voçê assim o escreveu no comentario prévio. E como tal usei da liberdade que tenho para transmitir a minha opinião.

    “Os serviços de emergência não funcionam por improviso: há sistemas de rotação de veículos e carregamentos programados, exatamente como há reabastecimentos planeados em ambulâncias a gasóleo.

    Além disso, as ambulâncias elétricas atuais têm autonomia superior a 250–300 km, muito acima das necessidades médias de um turno urbano (normalmente 80–150 km).”

    Mas vive em que país? Embora a norma seja a que indica, o país não é apenas áreas urbanas.

    Voçê faz-me lembrar um famoso geólogo que disse que tudo o que fique a menos de 30KM em linha recta é considerado perto. Tal como ele, deve esquecer-se que nem tudo é a preto e branco.

    “Esta sua conclusão ignora os benefícios operacionais reais:

    – Custos de operação até 40% inferiores.
    – Zero emissões locais (importante em zonas hospitalares e urbanas densas).
    – Menor ruído, o que reduz o stress dos pacientes transportados.
    – Possibilidade de alimentar equipamentos médicos através da própria bateria.”

    Para mim, beneficio é a vida, os meus impostos já servem para pagar os custos operacionais, e se precisarem de levar mais uns euros para garantir que se salva mais alguém, estão à vontade.

    “O argumento emocional é legítimo, mas infundado tecnicamente.

    O que garante a segurança e rapidez do socorro não é o combustível, é a organização do serviço de emergência, a formação das equipas e a confiabilidade dos veículos, e os elétricos, hoje, cumprem plenamente esses requisitos.

    Portanto, a introdução de ambulâncias elétricas não põe vidas em risco, desde que a frota seja bem gerida. Pelo contrário, melhora o desempenho ambiental, reduz custos e moderniza os serviços de saúde.

    O seu comentário até parte de um medo compreensível, mas baseado em pressupostos desatualizados.”

    A voltar a “bater no ceguinho”. A regra em primeiro lugar é: garantir que não se falha. Ponto final paragrafo.

    • Vítor M. says:

      Outra vez a tentar escapar à conversa? 😀 É tu, é você… neste caso é mesmo o que me apetecer, em nenhum dos casos é desrespeito, e eu decido.

      Primeiro, não fui eu que toquei no assunto dos veículos de emergência, apenas contrapus ao argumento que não era viável. Afinal é. E esclareci exatamente cada ponto. Escusa de acrescentar…. retórica.

      Mas vive em que país? Embora a norma seja a que indica, o país não é apenas áreas urbanas.

      Novamente a tentar coagir 🙂 esqueça, não vá por aí que não consegue. Vamos mas é a factos. Em Portugal, o raio de ação das ambulâncias varia consoante o tipo de serviço e a zona em que operam, mas existem valores de referência definidos pelo INEM e pelos Corpos de Bombeiros. As ambulâncias de emergência médica, como as do INEM, SIV ou VMER, atuam geralmente num raio entre 20 e 30 quilómetros a partir da sua base, de modo a garantir tempos de resposta até 15 minutos em zonas urbanas e cerca de 25 minutos em zonas rurais. No caso das VMER, associadas a hospitais, a área de cobertura pode chegar aos 40 ou 50 quilómetros, especialmente em regiões menos povoadas.

      As ambulâncias operadas pelos bombeiros voluntários têm um raio de ação mais variável, muitas vezes cobrindo todo o concelho onde estão sediadas. Nessas situações, o raio habitual situa-se entre 10 e 25 quilómetros, mas em áreas de baixa densidade populacional podem percorrer distâncias superiores a 40 quilómetros por ocorrência. Nos transportes secundários, como as transferências entre hospitais, é comum que os percursos ultrapassem facilmente os 100 quilómetros.

      Portanto, essa sua ideia, errada, que uma ambulância precisa de circular 300 km é, apenas isso, errada.

      Voçê faz-me lembrar um famoso geólogo que disse que tudo o que fique a menos de 30KM em linha recta é considerado perto. Tal como ele, deve esquecer-se que nem tudo é a preto e branco.

      Novamente a tentar driblar para fora do gramado. Já lhe disse, não vale a pena. Vamos antes a facto. Não tem o caro Pedro, mas deveria ter. Até porque eu falei de facto, o Pedro apenas de ideias vagas, sem noção. Não é assim que se planeiam as coisas, meu caro. Tudo o que lhe referi, faz parte não só dos estudos, como também da prºática em muitos países que já deram esse passo. Não brinque com coisas sérias, não pode ser achismo. Esse ponto final, afinal era ponto de cruz! Porque o que mais se tem visto ao longo de décadas é o sistema a falhar, avarias constantes, parques cheios de sucata.

      • Mário says:

        Oh Sr. Vítor, 150 km por turno. É mesmo menino de cidade. Aqui na aldeia a ambulância faz entre 15 e 30 km para cá chegar, mais 70 (ida e volta) até ao hospital mais próximo. Esta malta acha que è só passear de avião e não ver o país real.

  14. VAOpoK says:

    Claro. Senão ficavam a pé!

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