Elon Musk vai mudar a Tesla na Europa e quer ser um fornecedor de eletricidade
Não têm sido fáceis os últimos meses da Tesla na Europa e no resto do planeta. As posições de Elon Musk, em especial associadas a Donald Trump, colocaram os consumidores contra a empresa. Agora, a empresa de Elon Musk quer mudar na Europa e escolheu o caminho, a energia. Tornar-se um fornecedor de eletricidade.
Elon Musk quer mudar a Tesla na Europa
Ainda que seja mais conhecida pelos seus carros elétricos, a Tesla tem muitas outras áreas de negócio. Uma delas está ligada à eletricidade, onde a empresa tem mostrado muita da sua capacidade. Esta área terá em breve um novo mercado e poderá renovar a imagem da marca na Europa.
A Tesla, liderada por Elon Musk, procura entrar no mercado britânico de eletricidade. Foi neste país que solicitou formalmente uma licença que lhe permitiria fornecer eletricidade a casas e empresas em Inglaterra, Escócia e País de Gales. Este pedido foi publicado num aviso do regulador de energia britânico, Ofgem. Não é algo imediato, mas o processo pode demorar até nove meses a ser resolvido.
Se for bem-sucedida, a empresa americana começará a operar nos próximos meses sob a marca Tesla Electric. Terá foco nos consumidores que já possuem produtos da empresa, como veículos elétricos ou baterias residenciais. Vale a pena esclarecer que a Tesla não poderá servir casas com contratos de duplo combustível, pois solicitou somente uma licença para a eletricidade.
Escolhe a energia e será fornecedor de eletricidade
O pedido foi apresentado pela Tesla Energy Ventures. Esta é a empresa responsável pelo negócio de energia da Tesla na Europa desde 2016. Isto poderá ajudar a aliviar os resultados financeiros turbulentos da Tesla nos últimos meses nos diferentes países da Europa.
As vendas de automóveis Tesla no Reino Unido parecem ter caído para menos de metade no mês passado, com apenas 987 unidades registadas em julho, em comparação com 2.462 no mesmo mês do ano passado. Recorde-se que a Tesla vendeu inúmeras baterias residenciais Powerwall no Reino Unido, que podem ser carregadas com energia solar ou da rede elétrica fora das horas de ponta, bem como carregadores de veículos elétricos.
A Tesla não é novata neste campo, pois tem experiência nos Estados Unidos. No entanto, desde 2022 que a empresa oferece tarifas domésticas que permitem aos clientes carregar os seus carros a baixo custo e receber pagamentos pela venda de energia solar ou energia armazenada nas suas baterias de volta para a rede.






















O JL vai já a correr aderir, até prescinde dos seus paineis, pois a energia da tesla é de muito melhor qualidade que a da E-Redes e da EDP.
Agora com a Tesla a matar o dojo acho que vai vender o Tesla e comprar uma imitação chinesa
Por acaso não dava grande trabalho aos da casa fazer um post sobre o Dojo e por que é que foi abandonado pela Tesla. Com tanto post sobre qualquer insignificância da Tesla, esse, sobre um grande fracasso, seria interessante.
ainda há pouca informação e muito secretismo para não prejudicar a imagem do FSD, que era o unico selling Point da Tesla
Pois, não entendi.
Não era melhor ler o artigo ao fim em vez de vir com os seus desvaneios mentais ?
“No entanto, desde 2022 que a empresa oferece tarifas domésticas que permitem aos clientes carregar os seus carros a baixo custo e receber pagamentos pela venda de energia solar ou energia armazenada nas suas baterias de volta para a rede.”
Acho que a pplware tem de começar a pensar nos títulos. Ser fornecedor de energia num país não significa ser na Europa 🙁
Não estás a perceber. Ele na Europa cada vez vende mais, não é só num país. Agora, a Tesla está a começar a entrar no mercado doméstico. Porque vender energia, vende já em toda a Europa, inclusive em Portugal. E, pelo que se tem visto, o negócio principal de Musk não é vender carros, será sim vender energia 😉 sem dúvida que é grande negócio.
Para mim é melhor ficar longe da Tesla pois não quero os meus dados nos EUA visto que o Musk é conhecido por não cumprir as regras.
Não vende em Portugal, pelo menos em nome próprio.
https://www.erse.pt/eletricidade/funcionamento/comercializacao/
Nem como CEME está registado, portanto, não não vende energia em Portugal.
Então vamos ver o seguinte:
1. Comercialização de energia (CEME): O CEME — Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica refere-se a entidades licenciadas para comprar energia a produtores e comercializá-la ao público consumidor, tal como listado pela ERSE. A Tesla não está registada como CEME em Portugal e, portanto, não comercializa eletricidade ao público de forma convencional.
2. Venda de energia nos Superchargers: Apesar disso, a Tesla venda efetivamente a energia nos seus Superchargers. Estes pontos de carregamento são propriedade da Tesla (ou operados por ela), que adquire a eletricidade da rede elétrica e a revende aos condutores que carregam os seus veículos, sem intermediação de terceiros. Estas atividades não requerem registo como CEME, pois aplicam-se a um modelo de carregamento direto, em que a Tesla atua como Operadora de Pontos de Carregamento (OPC) e não como comercializadora de energia tradicional.
Além disso, a Tesla obteve uma licença como OPC em Portugal, o que lhe permite operar e expandir os seus Superchargers no país, especialmente com a recente liberalização que eliminou barreiras legais (como a obrigatoriedade de integração na rede pública Mobi.E). Tal comop escrevemos há dias, a expansão da rede já está em curso, com dezenas de novos pontos previstos e atualizações para a tecnologia V4.
Portanto, sim, vende sim 😉
Não vende..compra a uma comercializadora ou algo do género. Um opc não vende energia , opera um posto.
Para vender energia fora dos Supercharger em Portugal tem que registar como comercializador de Energia e obter o CEME. Senão o fizer paga uma multa.
Agora se dizes que a Tesla vende energia então o Lidl, o Pingo Doce e o Intermarché também vendem sendo que não espaço para contra argumentares 😛
Não, o modelo do Lidl, Pingo Doce ou Intermarché nada tem a ver com o da Tesla. Então como funciona?
Nos Superchargers em Portugal, a Tesla não comercializa energia da forma tradicional, porque, para isso, teria de estar registada como CEME na ERSE, o que não está.
O que acontece é:
1 – Tesla como OPC: É a dona e operadora física dos carregadores.
2 – CEME parceiro: É quem, juridicamente, vende a energia ao cliente (a transação está associada ao contrato do CEME).
3 – App Tesla: Funciona como interface para pagamento e gestão, mas o valor cobrado inclui a energia faturada via CEME.
Na prática, a Tesla está a cobrar um serviço que inclui a eletricidade fornecida por um CEME autorizado. Percebes?
E quantos Superchargers ativos há atualmente em Portugal? Tem de haver um número substancial para que a ‘venda de energia’ faça sentido. Vítor, às vezes parece que estás a seguir a lei de Murphy — tudo o que pode correr mal, corre mesmo (dentro do contexto, claro). Se for esse o caso, então sim: a Tesla vende ao cliente a energia que este comprou à E-Redes, e depois volta a vender essa mesma energia à E-Redes. Um verdadeiro ciclo vicioso.
Vamos por partes:
“E quantos Superchargers ativos há atualmente em Portugal?”: Segundo os últimos números (entre os antigos e os novos) são cerca de 64 postos.
“Tem de haver um número substancial para que a ‘venda de energia’ faça sentido.”: E há, basta ver que agora, com a abertura destes postos e, até final de 2026 deverão abrir mais uns 20, outras marcas de automóveis vão poder também lá carregar. Sem dúvida que começa a ser um dos mais preponderantes fornecedores em Portugal.
“Vítor, às vezes parece que estás a seguir a lei de Murphy — tudo o que pode correr mal, corre mesmo (dentro do contexto, claro).“: Não percebi!!! Correr mal? Mas o quê? Se falas dos carregadores, ao contrário do que dizes, as coisas para a Tesla, ao nível dos Superchargers, está novamente nos carris e a correr bem!
“Se for esse o caso, então sim: a Tesla vende ao cliente a energia que este comprou à E-Redes, e depois volta a vender essa mesma energia à E-Redes. Um verdadeiro ciclo vicioso.”: Qual ciclo? A Tesla como ainda não é CEME, compra a energia a terceiros, junta tudo num serviço (app Tesla) e vende ao utilizador. Depois, paga ao fornecedor o que os postos consumiram. Onde está esse ciclo vicioso que falas?
Acho que está claro como a água, não sei mais como explicar as coisas. Não inventem é cenários para colocar ruído no assunto, pois está simples de perceber.
“…Nem como CEME está registado,…”
É para não pagar a TAR ME. É um habilidoso.
Não paga essa, paga a outra que é mais cara.
O Musk gastou 823000 milhões, de dólares, a comprar empresas, que montam serviços de colecta e transferência de energia (a solarcity foi o mais famoso e nem, cabe, nos 10, mais caros).
A empresa irá vender pacotes, como já faz para empresas, aos particulares. Compra um Tesla, por 120000 euros, recebe 4 painéis solares, 1 bateria (capacidade de 12 horas) e o carregador. E faz contrato, de energia eléctrica, com a Tesla Electric.
Por cá, a MEO já faz isso, há 3 anos. E há mais, a avançar com ideias dessas.
Só gastou isso ? Não são triliões ?
Porra mais uma Endesa a chatear.
Mesmo. Chamadas todas as semanas.
O Musk finalmente admitiu que os frigoríficos que produz são de fraca qualidade. Há EVs bem melhores e baratos nas outras marcas.
Pelo menos admite que são frescos, é verdade, o ar condicionado deles funciona muito bem. Lool
Mas e o Musk que produz a energia ? Usa a energia dos paises para a vender. Se isso nao e ser charlatao.
Li o post e não fala disso – mas as soluções residenciais que a Tesla vende inclui os painéis solares e as baterias. Assim, também produz energia. Mas o negócio principal é das baterias para armazenas energia elétrica, que também podem ser carregadas com eletricidade da rede, em horas em que o custo é mais baixo.
Os consumidores não estão todos contra como se diz na notícia!
É mais do mesmo….mas já nos habituamos á posicao da comonicacao social…