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Combustível criado a partir de resíduos humanos moveu um autocarro durante 5 anos

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Max says:

    O veículo podia ser movido a gás natural (composto essencialmente por metano) e passou a ser movido a biometano, com emissão bastante mais reduzida de CO2.
    Agora, não se lhe pode é chamar é biocombustível, porque seria alterar o conceito. Os biocombustíveis são obtidos do cultivo de plantas – que absorvem CO2 da atmosfera, para a produção de biocombustível – que emite CO2, obtendo-se por isso a neutralidade carbónica. Não é o caso, aqui o que se obtém com o biometano é uma emissão de CO2 muito inferior ao de um veículo a gás natural (metano).
    Mas sim, tudo visto e por junto, tudo o que conseguem das lamas de esgoto é notável.

    • narcesudo says:

      Não é assim tão notável. O aproveitamento de metano, por exemplo, produzido em lixeiras… é feito há décadas.

      • Max says:

        Eles não aproveitam só o metano. A estação onde tratam as lamas de esgoto produz biometano, água “regenerada” utilizada para irrigação agrícola e urbana e recarga de águas subterrâneas (em caso de seca extrema, também água potável) e material seco para uso agrícola. Pesquisa por “Nimbus Barcelona” que há muita coisa. A parte do biometano é a que desperta mais interesse.

        • narcesudo says:

          “A parte do biometano é a que desperta mais interesse” porque é a única coisa que interessa nessa estação de tratamento precisamente porque em qualquer ETAR também se limpa a água e se podem aproveitar as lamas para compostagem e posterior uso em solos agrícolas.
          E mesmo a parte do metano, com a tal combinação do CO2 com o hidrogénio, só conseguiram arranjar maneira de encarecer o metano aí produzido.

          • Max says:

            Não quiseram produzir metano, quiseram produzir biometano com uma redução de 80% nas emissões de CO2.
            O que dizes é que se estivessem quietos e usassem um autocarro a gás seria mis barato. Quando tiveres uma novidade avisa. Ou quando souberes quanto é que fica mais caro.

          • narcesudo says:

            Caro Max, talvez queira o Max deixar aqui alguma novidade que todos desconheçam… talvez nos queira dizer que metano e biometano tenham afinal fórmulas químicas diferentes ou algo do género!!!

            Entretanto, enquanto não deixa aqui essa estrondosa novidade, deixo-lhe eu aqui uma que parece ter-lhe passado ao lado: essa combinação de CO2 com hidrogénio (H) não tem nada de “bio” já que é uma produção artificial de metano (CH4).

            A artificialidade que juntam a todo o processo só para alegadamente (mas também muito duvidosamente) diminuírem tais emissões de CO2 é absolutamente inconsequente para o clima (se era esse o objectivo declarado) e só encarece, muito desnecessariamente, a produção total de metano dessa estação de tratamento de águas residuais.

            Mas o que acho estranho no Max é essa contradição em aparentemente concordar que ficaria mais barato utilizarem só o metano aí naturalmente produzido e, mesmo assim, algo indignado, desafiar-me a colocar aqui o quão mais caro fica esse metano naturalmente produzido mais a artificialidade que lhe juntam!

  2. narcesudo says:

    Parece que esses tais investigadores se esqueceram de divulgar também os custos de toda essa operação. Operação que incluiu combinarem esses 35% de CO2 com hidrogénio «por forma a transformar “quase” todo o biogás em biometano».
    Tudo isto deve ficar baratinho, tão baratinho… digo eu!

    • LR says:

      Então, diz. Força. Mostra-nos o quão barato (ou caro) ficou. Para falares assim, deves ter acesso a todos os dados que te permitam afirmar isso. Ficamos a aguardar com expetativa…

      • narcesudo says:

        Demorei três meias horas a escolher a dedo cada palavra e cada sinal de pontuação, a ler e a reler três meias dúzias de vezes para que tudo ficasse na ordem correcta e no seu devido lugar… tudo isto para ter a certeza de que a ideia que queria transmitir seria fielmente percebida por quem lesse as minhas palavras mas, afinal, logo veio o LR demonstrar-me que foi tudo uma grande perda de tempo. Culpa minha que já devia ter aprendido a lição!!!

      • JL says:

        Está no site, um investimento de cerca de 2 milhões de euros, para alimentar 10 autocarros a fazer 100 KMS dia, ainda estou a procurar dados, mas creio que só os painéis solares para produzir o hidrogénio usado no sistema de conversão dava para alimentar os mesmos autocarros, desde que eléctricos, a fazer os mesmos 100 KMS dia.

        • Yamahia says:

          Não leu que os autocarros elektros levam pouca gente e não têm a autonomia necessária? Irra que só vê elektros à frente. Não se pode fazer mais nada, dass!!!!!!!!!!!!

          • JL says:

            Não, porque isso não está em lado nenhum, é invenção sua.

            E você também só vê isso.

          • Yamahia says:

            Não está?
            Creio q os seus olhos filtram frases qd estas expõem a incapacidade da opção elektra.
            Olhe aqui:
            “…onde os autocarros elétricos não são suficientemente eficientes devido à sua menor capacidade de passageiros e alcance limitado. …”

          • JL says:

            Não faz sentido, até porque alegam que fazem apenas 100 KMS por dia, quanto aos passageiros, é escolherem autocarros maiores, porque isso apenas depende dos modelos.

  3. Osvaldo says:

    Cobrisse*…

  4. ArkhamCity says:

    Mais uma razão para os elétricos não irem para a frente.

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