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Especialista diz que carros elétricos serão ultrapassados ​​por carros a hidrogénio


Imagem: Auto Express

Fonte: Auto Express

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Dani Silva says:

    Toda a gente sabe que carros com célula de combustível (hidrogénio) são muito menos eficientes do que carros eléctricos com bateria, quase 2/3 menos eficientes.

    Ou seja, se têm a vantagem de reabastecer bastante rápido e os carros serem mais leves por não terem uma bateria tão grande, têm a grande desvantagem de que serão sempre muito mais caros de abastecer…

    Há cálculos que mostram que o custo por km num Tesla Model 3 (bateria) são cerca de 0.024 USD, enquanto num Toyota Mirai (hidrogénio) são cerca de 0.177 USD!! Ou seja, é actualmente 7x mais caro viajar com hidrogénio do que directamente com electricidade!

    No final, a escolha é esta:
    -Prefere ter um carro com bateria, que pode carregar em casa todos os dias por preços muito baixos, mas vai demorar mais tempo a carregar quando em viagem ou,
    – prefere ter um carro a hidrogénio, que não poderá abastecer em casa e pagará muito mais (até 7x) para abastecer, mas que abastece em poucos minutos quando em viagem?

    Parece-me óbvio qual é a alternativa que as empresas petrolíferas preferem (muitas delas estão a investir no hidrogénio), já que assim mantêm o controlo da rede de abastecimento…

    • Luis carreira says:

      O problema é que nem todos podem carregar em casa… esse é o problema maior

      • Sergio J says:

        O problema ainda é maior. Disseste que nem todos poderão abastecer em casa, mas na realidade percentualmente muito poucos o poderão fazer.
        Além disso implica grandes alterações da rede eléctrica nas zonas habitacionais.
        Gostava de saber como vão resolver o problema de gestão de rede. As redes são projectadas para picos. Um destes dias falava com um amigo director numa grande empresa nacional ligada ao sector eléctrico e ele disse que isto era para fazer gradualmente e daqui talvez 100 tivéssemos condições. Isto só é viável a fazer gradualmente. Teremos de seguir um modelo evolucionario e não revolucionário.

        • anon says:

          Ora nem mais, os carros elétricos existem há quanto tempo? E só começaram a falar deles porque estão a ser impostos a força ou seja contra a evolução.

        • Rudi says:

          Concordo com a parte de que nem todos podem abastecer em casa, a alternativa é dotar de parques de estacionamento com essa capacidade, mesmo de condominios que já há uma lei que permite e ajuda a montar estes equipamentos.

          E tens razão quanto à rede electrica, está desenhada para picos, contudo vendo no site da REN conseguimos ter no minimo 1GW de diferença de consumo entre dia e noite, em média daria para abastecer 230000 carros a baterias, passando para hidrogénio esse valor ficava nos 75000, e uma parte da nossa energia é produzida por gás natural, ou seja em termos de poluição um carro a hidrogénio é pior que um carro a gasolina, um carro a baterias mesmo com produção de energia a gás natural consegue ser menos poluente que um carro a gasolina.

          No fim são estas as contas que temos de fazer, o que temos, o que precisamos, o que é mais eficiente e como podemos armazenar grandes quantidades de energia de forma barata para picos de consumo, que é onde vejo o hidrogénio, não nos carros mas como reserva de energia.

          o que precisamos é de produzir mais energia limpa, temos um problema de produção de energia, especialmente durante o dia e no verão, não é impossivel escalar rapido com boas medidas de autoprodução, em ultima instância nuclear, acho que existe mais falta de vontade que outra coisa.

          • Carlito Ardt says:

            O problema de falta de energia elétrica se resolve com energia solar fotovoltaica durante o dia e energia elétrica eólica durante a noite… Eu creio que o problema não seja energia, mas sim as grandes empresas petrolíferas que dominam, para elas ainda não é interessante carros elétricos e o governo não tem muito interesse nisso também.
            Pois o Brasil é um país com potencial elétrico eólico e fotovoltaico muito grande.

        • Blackbit says:

          Os carregamentos dos carros electricos são feito maioritariamente feitos à noite, em períodos de baixa procura e com produção de energia via fontes renováveis (eolicas), pelo que não creio que seja um problema a nível da rede electrica.
          O problema é mesmo no numero de pontos de carregamento e aí sim é preciso aumenta-los, tanto nos espaços publicos (rua, parque de estacionamentos, etc) como nas zonas residenciais (condominios, casas particulares, …), o que pode obrigar a algum investimento. E enquanto esse ponto não for tambem resolvido entao a divulgação e utilização dos BEV’s será mais dificil e levará mais tempo.

        • IonFan says:

          Mas quais alterações? Um carro eléctrico médio gasta em média 16kw/h para fazer 100km. Mesmo que toda a gente fizesse 100km por dia, o que não é nem de perto a média em Portugal, bastava carregar a 2kw durante as 8h da noite… 2kw é menos que um forno!

        • Paulo says:

          O teu amigo deve ser o Mexia para dizer tal disparate…

        • Diogo Carvalho says:

          A produção de hidrogênio necessita de muito mais energia do que o equivalente em carros elétricos por isso o stress na rede elétrica é ainda maior com carros a hidrogênio

      • Diogo Carvalho says:

        Por isso é que o governo vai forçar instalações em edificios novos que permitam por um custo reduzido a aquisição e instalação de carregadores em garagens

    • MMario says:

      E não só um carro com bateria é algo que após uma batida mesmo pequena pode ser uma perda total porque nunca se sabe como ficaram as baterias ou seja é sempre uma roleta russa.
      Quanta gente que usa o carro eletrifico está informada sobre isso ? e os seguros ? não vão ficar tão baratos como um carro a diesel ou gasolina.

      • Pedro Coelho Silva says:

        em que te baseias para afirmar isso? Os carros da tesla tem 5 estrelas em segurança dado pelas autoridades americanas e europeias, o que afirmas é absurdo.

        consulta dados em vez de dizer mentiras absurdas: https://www.euroncap.com/en/results/tesla/model-3/37573

        • almeida says:

          Parece que tu é que nao percebeste o texto do Mario, ele nunca disse que os carros nao sao seguros. Podes bater e partir so um pisca… mas se tiveste o asar de danificar algumas celulas da bateria, esta fica automaticamente inutilizada, e impossivel de reparar. Isto a acontecer num i3, ou num leaf, o custo duma bateria nova em relacao ao valor do carro é tao alto, que dai a perda total que o Mario referiu

          • Rudi says:

            Não sei quanto ao i3, mas o leaf e o tesla as baterias são separadas em modulos de X voltagem e amperagem, podes trocar só esses modulos desde que o resto esteja utilizavel e seguro.
            No Leaf tenho a certeza porque foi a primeira coisa que a Nissan me disse.
            Do Tesla está aqui bem explicito.
            https://insideevs.com/news/345756/elon-musk-spills-some-new-details-on-tesla-battery-module-cost/

            Os modulos do Leaf são muito mais pequenos em relação ao do Tesla dai o preço dos modulos serem altos.

            https://hackaday.com/2014/09/13/tesla-model-s-battery-teardown/

          • Pedro Coelho Silva says:

            O mário diz “batida mesmo pequena pode ser uma perda total porque nunca se sabe como ficam as baterias ou seja é sempre uma roleta russa.”

            Bem diferente do que dizes tu..

            1 -Batida pequena, nunca deveria afectar a bateria.
            2 -Batida bem grande que possa afectar, se afectar sabe-se bem se afecta ou nao, não é uma roleta russa!

            O Mário afirma ainda que os seguros são mais caros, isso é falso.
            1 – a probabilidade de afectar a bateria é tão baixa que isso não afecta o seguro ( a não ser que seja um EV muito mal feito, mas isso é comum a qualquer carro mal feito, não exclusivo elétricos.)

            O custo do seguro depende da probabilidade de acidente e valor do carro, é uma questão independente de ser elétrico ou não.

      • Louro says:

        Tens de vir até ao UK onde as seguradoras dao como perdidos M3 e similares por causa de um guarda-lamas…

        • Luis says:

          Mas isso é normal os carros novos têm tanto lixo instalado que logo são descartados,mas que o Mario fala e de que nunca sabes como ficaram as baterias e a roleta e o de em qualquer momento encendiarem, aliás a tesla deu instruções para deixar arder um tesla com quaquer tipo de foco de encendio.
          Pessoalmente carros electricos não fazem parte dos meus projectos futuros.

        • GM says:

          O que é no mínimo um bom exemplo e uma boa prática, principalmente nos tempos que atravessamos…..

        • Mendez says:

          Também o melhor M3 foi o E30 todos os outros não valem nada.
          Não é de admirar que nem as seguradoras lhes dêem valor.

    • anon says:

      Numa sociedade que cada vez vive mais nas grandes cidades, carregar o carro em casa passa a ser uma utopia.

      • Pedro Coelho Silva says:

        Nas cidades utópicas há garagens por debaixo dos edifícios onde se pode montar postos carregamentos para cada lugar garagem e há também eletricidade a circular para alimentar a cidade que se pode usar para carregar carros seja junto a postes de eletricidade ou criando “electrolineiras” como se fez para a gasolina, ou a gasolina nasce nas cidades?

        • anon says:

          Garagens em Lisboa? Estamos a falar de realidades diferentes. Em Lisboa nem há lugares sufiecientes para todos quanto mais garagens.

          • strik says:

            Melhor comentário, a verdade é que os portugueses estão e bem a comprar eléctrico mas parece que a parte do carregamento foi esquecida, e mais tarde ou mais cedo será bastante mais dispendiosa. Carregar à noite em casa é para fazer rir nos moldes actuais

          • A Mendes says:

            E desde quando Lisboa…é Portugal? 🙂
            Muitos prédios em Lisboa assim como nas outras cidades têm garagem, outros não (não sei, nem interessa a percentagem…).
            Como em tudo…não é um processo total e absoluto, é progressivo, não se apoquentem.
            Demorará décadas, na transição…e nem todos vão adquirir, já, um EV.

          • anon says:

            Quando digo Lisboa, digo grande Lisboa, no Porto é igual. É onde está maior parte da população. Sem esses cidades os elétricos vão ser apenas só usados por alguns.

    • Pedro Coelho Silva says:

      Além da maior eficiencia dos motores eletricos + baterias vs qq outra sistema actual ou projectado (hidrogenio), tudo o que o senhor Felix Gress disse foi corroborado por dados ou estudos? é que dizer por dizer, qualquer um pode dizer o que lhe apetecer, não é necessariamente verdade, longe disso!

      Os carros da tesla na sua gama , e vários estudos demonstram isso, tem melhor relação qualidade preço em muitos mercados só no custo de compra e praticamente em todos se tivermos em conta o custo de uso do veículo ao largo de 5-10 anos.

      Portanto o argumento qualidade/preço é falso. O oposto é verdade.

      Quanto as limitaçoes, existem algumas mas são possíveis de resolver. A Tesla tem demonstrado isso ano após ano apresentar baterias com mais autonomia, menor custo e que se carregam mais rápido. A este ritmo , bem antes de 2030 vão ser melhores que qualquer carro de gasolina/diesel.

      Faltam também infraestructuras, verdade, mas como é óbvio nao ha nada de infraestructura para hidrogénio e ninguém se queixa disso. É bem mais fácil de resolver as limitações de infraestrutura para servir os elétricos, 90% do necesario ja existe, usamos eletricidade para um sem fim de aplicaçoes. Já para o hidrogénio há que começar do 0 e tendo em conta que é menos eficiente seria algo absurdo de fazer.

      Enfim é tao obvio, que so nao ve quem nao quer.

    • marco says:

      Dani Silva,

      O teu comentário é verdade no contesto atual, mas já existem protótipos de produção de hidrogénio com recurso a energias renováveis e ai by by bateria.
      https://pplware.sapo.pt/ciencia/cientistas-descobrem-metodo-para-produzir-energia-renovavel-a-partir-da-neve/

      • Grunho says:

        O problema não é tanto hidrogênio de fontes renováveis versus hidrogênio de fontes fósseis, mas sim hidrogênio versus eletricidade diretamente armazenada em baterias. E aí não há engano: o hidrogênio é sempre um processo de perdas, que devolve sempre menos energia que a usada na produção dele. Cerca de um terço menos que a eletricidade em baterias.

      • Diogo Carvalho says:

        Independentemente de qualquer, qualquer tecnologia que esteja a ser desenvolvida, é impossível contrariar as leis da física!
        A produção de hidrogênio gasta energia que seria melhor aproveitada el carros elétricos (há perdas de energia na produção/uso de hidrogénio)

    • CarloSilva says:

      Será assim caro o hidrogénio!?
      Segundo uma recente descoberta de uma universidade belga, com um painel solar, produz 150 litros de hidrogénio, será caro!?

    • João Silva says:

      O problema está além dos 2/3. As células de combustível têm um tempo de vida muito limitado. Para alem disso o processo de hidrólise da água tem perdas de aprox 1/3.

    • Franceschi says:

      Agradeço pela sua lucidez lógica!

    • Daniel says:

      O hidrogénio é caro actualmente, porque a produção ainda é reduzida. Quando houver produção em grande massa de hidrogénio, com certeza os preços serão mais reduzidos. Não esquecer ainda que o preço da eletricidade poderá aumentar quando a procura for muita…

      • EDPRR says:

        Não, não é. O hidrogénio é caro porque a energia necessária para separar o hidrogénio é armazena-lo é enorme. O único país em que a produção massiva de hidrogénio é viável é a Islândia por ter centrais térmicas nas chaminés vulcânicas e a electricidade sai baratissima.

    • Jorge Rocha says:

      Sem falar na manutenção do motor e explosão, utiliza muito atrito, e peso no automóvel, enquanto o elétrico de baixo custo de manutenção e peso mínimo, com o plástico as carcaças do motor pode até diminuir mais o peso.

  2. Carlos Fernandes says:

    …baterias removíveis??

    • rui says:

      todos os carros a leasing ou aluguer. não há propriedade só custo de utilização, x por dia/mês tudo incluído. até estão à porta quando se marcar for tudo autónomo.
      mais barato é que dificilmente ficará, no mundo capitalista o lucro tem de aumentar de alguma maneira.

    • Blackbit says:

      nao vingou.
      As pessoas gostam de ter as suas coisas e nao emprestadas.
      Os BEV’s que tinham baterias amoviveis nao vingaram precisamente por isso.

  3. Pauloribeiro says:

    E a poluição com as baterias usadas?

  4. Mark says:

    Automóveis movidos a hidrogénio?? ambos tipos apontados neste artigo são eléctricos o que varia é a forma como é gerada a electricidade para os mover.

    • Nonnus says:

      Nem mais. Os carros a hidrogénio não são movidos pelo motor a hidrogénio, tem um motor gerador que gera energia eléctrica para por numa bateria que depois vai alimentar um motor eléctrico, esse é que faz o carro andar. Conclusão esta-se adicionar mais um processo, mais um motor, mais peças de desgaste, logo maior preço por KM. Basicamente é o que já temos nalguns carros como o 1º Opel Ampera, o BMW i3 REX, só que estes usam um motor com combustíveis fosseis.

      Esse “especialista” aponta para 2030 os carros a hidrogénio, mas em 10 anos ainda vai haver muita evolução nas baterias. Basta ver que há dez anos atrás não havia nenhum carro eléctrico com autonomia de 500km, hoje é uma realidade, não havia carros eléctricos a carregar a 150kW, hoje é uma realidade.

      E temos de ter em consideração todo o processo de obtenção do hidrogénio, ao contrario de que muitos pensam não é abrir a torneira lá de casa e temos hidrogénio.

      • Pedro Coelho Silva says:

        Nao sejas modesto, ja ha carros (Tesla model S) com e 610KM autonomia (WLTP) e carrega a 200KW, além disso a Tesla já anunciou que em breve terão este modelo com +650km autonomia e a recarregar a 250kw.

        Os velhos do restelo estão a ficar vazios de argumentos, argumentos esses que já sao bastante fracos actualmente

      • Paulo Ribeiro says:

        “Os veículos elétricos são considerados de momento a principal alternativa aos motores de combustão, mas várias pessoas olham já mais à frente e vêm o hidrogénio como a grande solução para uma mobilidade ecológica. Os designados FCV – Fuel Cell Vehicle, ou veículos de células/pilhas de combustível já estão a ser introduzidos, mas são ainda muito residuais. Mesmo com o Toyota Mirai, Honda Clarity, Hyundai Nexo e Mercedes GLC já no mercado, é muito escassa a rede de abastecimento em todos os países do mundo, e isso impossibilita-os de se afirmarem como alternativa.

        Mas existem algumas características muito apelativas nestes automóveis. A primeira é desde logo o facto de usarem como combustível o hidrogénio, o elemento químico mais abundante na atmosfera. Depois o facto do seu processo de combustão libertar quase exclusivamente vapor de água pelo tubo de escape. Além disso, o funcionamento destes motores é similar ao dos que trabalham com combustíveis fósseis, usando os mesmos quatro tempos: admissão, compressão, expansão (muitas vezes designada também como combustão) e escape.

        No entanto, por se tratarem de materiais com características distintas ao nível da inflamabilidade e octanagem, existem algumas diferenças entre os motores a gasolina/gasóleo e aqueles a hidrogénio. Desde logo a relação entre ar e combustível é diferente, e também a taxas de compressão são distintas. Mas, para saber mais ao detalhe como funciona um motor a hidrogénio, aqui fica a explicação em vídeo.”

        • Nonnus says:

          O facto de haver em abundância não significa que possa ser utilizado com um estalar de dedos. Para ser utilizado num veiculo precisa de estar pressurizado a 700bars (1 bar = 1.02 KG/cm² – 700bars = 714KG/cm² ), dai a complexidade do hidrogénio. Também existe muito petróleo, no entanto para obter gasolina este precisa de ser processado. A quantidade de água no planeta terra é sempre a mesma, no entanto todos os dias morrem pessoas a sede. Consegue perceber?

          • Filipe santos4 says:

            Boa explicação, depois vão queixar-se que teem um carro que será comparado com os gpl, parques de estacionamento subterrâneos e garagens de prédios não podem estacionar. Há pois é!!!
            Mas isso são outros quinhentos.

      • Ze Carlos N says:

        Um “especialista” alemao dizia_me em 99 ou 2000 que o hidrogenio ia tomar conta do transporte rodoviario no prazo de 10 anos. A promessa continua a mesma

    • rjSampaio says:

      Automóveis movidos a electricidade?? ambos tipos apontados neste artigo são motrizes o que varia é a forma como é gerada a a força motriz para os mover.

      Não sejas assim Mark…

  5. João Casimiro says:

    Eu acho que haverá 2 forma de combustível óbvias.
    Atualmente á gasolina e gasóleo como meios principais. No futuro poderá haver baterias e hidrogênio..
    Eu tenho um 100% Elétrico e estou bastante satisfeito com ele. Em vários pontos só benéficos, começando pela carteira.

    • Pedro Coelho Silva says:

      Quem fala contra são sempre os que nunca experimentaram… toda a gente que usa e falei está contentissima.

      As pessoas preferem acreditar nas mentiras das grandes industrias que beneficiam com o status actual.

      WW e Audi e outras afins andaram uma década ou mais a falsear os resultados de poluição e eficiência dos diesel , uma fraude gigante das maiores da história, mas isso nao incomoda ninguem, alucinante!

    • Diogo Carvalho says:

      É melhor pensar no hidrogênio como o equivalente a GPL porque o hidrogênio é altamente explosivo

  6. AP says:

    E porque não os de tecnologia de solução salina?
    Porque não se faa nesta tecnologia?

    • Filipe santos4 says:

      Boas, a tecnologia de solução salina, funciona por oxidação e os componentes consumidos pela oxidação teem de ser substituídos com regularidade, sem indicação de preço nem de componentes ou solução salina, que tem de ser 100% pura, não serve água salgada.
      Poderá ser viável daqui por 100 anos não se sabe, tudo o que existe são protótipos tal como muitas outras tentativas de criar seja o que for que se mova.

  7. A Mendes says:

    Alguém (Tesla/Elon Musk) acreditou que automóveis com bateria sería o futuro e apostou tudo, criou empresa, investiu, etc, etc.
    Sem entrar no que é melhor…aguardamos (Consumidores) que outras empresas (Continental, Toyota, BMW, Mercedes, VW, etc) apostem no que dizem ser melhor (Hidrogénio) e criem automóveis, façam a rede de distribuição (não com os meus impostos) como a Tesla fez e continua.

    Depois sim, os Consumidores escolhem o que querem comprar…Automóveis eléctricos com bateria ou a hidrogénio.
    Vamos, força, invistam…arrisquem…foi o que a Tesla fez…e “coragem”????

    Nota: Bitaites (como o CEO da BMW fez ontem) é fácil…meter lá os Milhões e milhões de Euros…uiiiiii… a ver se não estão (contrariados, pois não dominam) a produzir (prometer, vá…) carros 100% eléctricos.

    • Paulo Ribeiro says:

      Parece que investiu com o dinheiro dele?! Se nenhuma marca de automóveis tomar conta da tesla, não vai durar muito tempo a ir para a falência.

      • A Mendes says:

        Esse argumento acrescenta o quê ao facto dele (Elan Musk) e muitos outros investidores, alocarem Milhões e Milhões?
        O que está em causa, é as outras Marcas, tb investirem (com investidores, crédito, como sempre fizeram e fazem) no que dizem ser Opção…o Hidrogénio.
        E deixarem de “receber” do Lobby do Petróleo…estarão disponíveis? 🙂

        Força…estão convidados…provem que no fim, os Consumidores preferem os automóveis a Hidrogénio ou Bateria. Até lá…o panorama actual é os eléctricos srem uma excelente opção…

      • Diogo Carvalho says:

        É por isso que já teve valorização superior à Mercedez.
        Se precisarem de dinheiro basta vender ativos . Ou melhor licenciar patentes

  8. jgago says:

    Alguém sabe qual tempo de vida útil da célula de energia e qual o custo da sua substituição ?

    • Diogo Carvalho says:

      Não sei muito bem o custo mas estive recentemente com uma investigadora na área que diz que são caros e algo que me surpreendeu é que se não forem utilizados por algum tempo tornam-se inviáveis e não podem ser utilizados mais

  9. João Bragança says:

    Já agora é por falar em bitaite. Sendo realista e portanto longe dos radicalismos do costume cá vai…. O GPL ou similares não seria uma boa proposta? Deve ser possível otimizar este sistema basta olhar para um diesel novo e um com 10 anos… ou estou errado? Provavelmente uma ótima solução a curto prazo… Dando espaço aos novos sistemas para amadurecer… Comentem os especialistas… Estarei atento às opiniões.

  10. Geneir Pereira Reis says:

    Sempre acreditei que o ideal era utilizar carros a gás natural… Barato, praticamente não vai poluir nada(visto que a energia do seu pais já vem dessa fonte). Pense bem, transformo o gás natural em eletricidade, carrego baterias para mover um motor elétrico, imaginem as perdas das conversões de energias? Os governos deveriam dar incentivos para melhorar essa tecnologia. Facilitaria muito e não teria custos altíssimos dos elétricos.

  11. Eurico Daniel da Palma Rodrigues Rato says:

    Comece por investigar primeiro e divagar depois. Elon Musk não criou a Tesla, esta foi fundada por Martin Eberhard e Marc Tarpenning. O Musk, tal como outros investidores passaram a designar-se co-fundadores, mas na realidades foram apenas isso, investidores. Só mais tarde o Elon Musk passou a CEO da empresa. Já as baterias foram desenvolvidas pela Panasonic que as fabricou nos primeiros anos e licensiou a tecnologia à Tesla. Em nota de rodapé, em 16 anos de funcionamento a Tesla conseguiu a proeza de terminar todos os anos fiscais com prejuizo, e o primeiro carro elétrico foi criado em 1828 por Ányos Jedlik (há 191 anos !!!)

    • A Mendes says:

      Ok…verdade…
      E que marcas, e quantos automóveis, este trimestre produziram movidos a Hidrogénio?
      E quem está na vanguarda a investir, forte, nesta opção (Hidrogénio)…esta é a discussão, esqueça lá a retórica (sem ofensa).
      Na Noruega, as vendas, poucas/residuais da Toyota, estão interrompidas, pois os postos de abastecimento de Hidrogénio, como se sabe, são muito voláteis…explodem facilmente!

      Nota: Aprecio o esforço continuado da Renault, que aposta em utilitários, em evoluir o ZOE…a seu tempo, ficará mais acessível. Parabéns à marca…sem grande barulho, vai ocupando o seu espaço e fica em segundo nas vendas, na Europa.

  12. CMatomic says:

    painel solar + carro elétrico .
    bateria + rede elétrica + painel solar = vender + fornecer a casa com energia da bateria do carro .
    Claro que este tipo de capitalismo não interessa ao lóbi .

  13. jaugusto says:

    Os carros são electricos. os motores são electricos, a energia vem das baterias, agora em cima disso temos um deposito de hidrogenio mais umas celulas que fazem a mistura e criam electricidade para a bateria que entretanto melhoram todos os dias, já agora a electricidadee necessaria para fazer hidrogenio dava logo para carregar o carro, mais as depesas de transporte para os postos etc …

  14. Boa memória says:

    Simples – a molécula de Hidrogénio é muito pequena e passa por todo as matérias. é muito difícil e perigosa de manusear.

  15. Pedro says:

    Já existe actualmente know how, para que um veículo vendido hoje, não necessite de abastecer durante muitos anos.
    Só que essa tecnologia ainda está nas mãos dos militares e portanto não será partilhada. A Alemanha é um dos países detentores dessa “célula de combustível”, se assim poderemos chamar.

    A indústria automóvel é responsável, talvez, por 1% da poluição comparativamente à indústria marítima, e aí não vejo nada a ser feito.

    O que vejo é a necessidade imperiosa em todos os sectores, de inovar, de fazer diferente, de atrair cliente e convidar à renovação.
    Mas nem tudo o que brilha é ouro!

    • IonFan says:

      Adoro a malta das utopias… Sabes que a física não dá para enganar,certo? Para andar durante anos precisas de ter a energia necessária armazenada de alguma forma. Nos porta aviões isso acontece, mas duvido que queiras andar com um reactor nuclear na bagageira.
      Se os militares têm tal tecnologia, porque é que continuam a mover milhões de litros de combustível para os cenários de guerra?
      A diferença entre a industria automóvel e marítima é que numa temos tecnologia para substituir os fósseis e na outra ainda não. Se argumentares que os cruzeiros são um atentado, concordo. O transporte marítimo de mercadorias emite enormes quantidades de gases com efeito de estufa, mas cada navio transporta milhares de toneladas de mercadoria. Temos que comparar de forma justa.

    • Miguel says:

      a qual das poluições somaste a dos petroleiros do petróleo para os carros?
      e a dos cargueiros dos carros das peças e demais consumíveis?

      consideraste a poluição de carros 24/7 a transportar as tuas importações?
      quantos carros são necessários para transportar a carga de um contentor?

  16. Tony says:

    Como o mundo anda todo tapado!!!
    Veículos elétricos? Não falem com marcas e políticos. Falem com mecânicos e electrónicos!. Pois a resposta será que são veículos que vão dar muitos gastos em avarias que vai ultrapassar os tais poupar combustível e impostos.
    Essas poupanças não serão para futuro isentas e luz barata hehehe… Por quanto tempo????
    Ambiente?… Epocresia!… estão iludidos e enganar quem?..Povo estúpido e burro.

    • rjSampaio says:

      “Falem com mecânicos e electrónicos!. Pois a resposta será que são veículos que vão dar muitos gastos em avarias ”

      isto é obviamente falso…
      O numero de partes moveis, partes independentes, custo total de partes, de um motor a gasóleo é muito superior ao de uma gasolina, da mesma forma que um carro eléctrico tem muito menos partes de desgaste, peças ou custo.

      O teu mecânico não percebe pevas de eletronica e não quer é ficar sem emprego.

      • gemario says:

        Deixe estar que nos representantes o que lá mais vai encontrar são gente que troca peças.
        Se agora patinam no futuro vai ser um fartote, cliente está lá para pagar.

    • IonFan says:

      Inventou tudo sozinho? Pergunte se o que é que há num VE e não num ICE que possa avariar, depois faça a questão ao contrário. Só a caixa de velocidades de um ICE tem mais partes moveis do que todo um VE…
      Quanto às poupanças, começa por cair na chamada falácia da estagnação, ou seja, assume que o preço dos VE vai continuar alto. Nada mais errado, pois o maior custo é a bateria e esta há 10 anos custava mais de 1000USD por kw/h no pack e a Tesla ainda este ano deve baixar dos 100USD. São 10x menos em 10 anos. O Model 3 da Tesla tem um preço equivalente (ou até mais baixo) a um ICE da mesma gama e performance. Assim que marcas com preços menos premium atinjam este patamar e comecem a vender VE nas gamas mais baixas, é game over para os motores térmicos. Não vão ser precisos incentivos nem poupanças…
      E a electricidade não pode passar de um certo preço para cima, caso contrário as pessoas que podem vão começar a virar se para a auto produção e consumo e as empresas perdem uma boa parte das vendas. Além disso, a real tendência é para baixar ao longo dos anos, pois, ao contrário da geração fossil, a geração renovável não tem mais custos depois de amortizada.

    • AJ says:

      O futuro pertence ao Mecatrônico e nao é nenhum engenheiro que perceba de automóveis ao ponto de dizer o que acima citou. Cada macaco no seu galho e parabéns para quem tem “tomates” para inovar… Há indivíduos alérgicos a novas tecnologias e devia de migrar para o planeta dos macacos se tal coisa existisse…

      • gemario says:

        O futuro é saltar fora do ramo automóvel.
        Procurem outra profissão.
        As ferramentas e equipamentos para os carros eléctricos são caras e não justifica.Depois tem de saber o que se faz ou habilita-se a ficar torrado.
        Á profissões que já não justifica investir.

    • gemario says:

      Concordo consigo e o mesmo acontece com os carros que são vendidos actualmente uma coisa é a publicidade da marca,dos vendedores e dos jornalistas que não percebem nada do tema mas são os maiores, a realidade do lixo é quem mexe neles todos os dias e com esses a maioria dos que compram não falam , logo são bem enganados pagam lebre e levam um rato.

  17. Oscar says:

    A minha aposta é no hidrogênio como futuro alternativo aos combustíveis fósseis, que passo a justificar.
    Portugal pelas condições excepcionais para as energias alternativas solar e eólica pode ser produtor autosuficiente e excedentário no futuro ao nível europeu.
    Nessa perspectiva a produção de hidrogênio por hidrólise pode beneficiar do excedente de energia que não e consumido e desperdiçado para produção de hidrogênio e armazenamento em reservatório para posterior utilização em uso doméstico ou áreas de abastecimento.(solução em curso na Austrália) por razões semelhantes ao nosso caso.
    Com a evolução da produção de hidrogênio a custos reduzidos a sua aplicação no universo de utilizadores de energia é enorme, tornando está a única opção que num processo não revolucionário mas evolutivo irá ditar o futuro da energia.
    Só lamento Portugal e os seus decisores considerarem este assunto tabu!

    • NunoSilva says:

      Oscar, não percebi. (mais ou menos, até compreendo mas agora vou eu ser do contra) Então o que diz é que:
      Pegamos na energia excedente,
      Investimos em fábricas para produzir o hidrogénio (que sim, gasta MUITA energia),
      Armazenamos essa energia,
      Fazemos o transporte para um posto de combustível,
      Armazenamos outra vez a energia,
      E o cliente paga um balúrdio.

      Então e se colocarmos essa energia excedente dentro dos carros e for só andar?

      • oscar says:

        Vou tentar explicar melhor o meu comentario mas exige da sua parte conhecimentos basicos como o que é hidrolise que não irei aqui explicar.
        Quando refiro a utilisação da energia eletrica excedentaria refiro-me aquela que é posta na rede e não é consumida e não pode ser armazenada ou seja é desperdiçada.
        Essa energia é que seria utilizada na hidrolise da agua (H2O) obtendo-se dessa forma o H que por processos em desenvolvimento seria armazenado para posterior uso, conseguindo um custo muito competitivo aos praticados hoje e sem emissão de CO2.
        O transporte desse hidrogenio pode ser compativel com a rede de pipelines existente (adaptada), ou por transporte equivalente ao dos combustiveis.

        A segunda versão que considero o “ovo de colombo” está em desenvolvimento na fase de prototipo experimental para comercialização, e consiste na produção do hidrogenio com paines solares especificos com patente registada e que fazem a hidrolise com recurso a qualquer tipo de agua, incluindo a do mar.
        Este prototipo permite adequar-se a qualquer uso, domestico ou industrial podendo ser concebido para uma área de serviço com produção propria. de H.
        Tudo esta informação a que me refiro não é ficção é realidade em curso, em paises que acreditam que o hidrogenio é o futuro.

        • B says:

          Peço desculpa mas não existe energia colocada na rede que não seja consumida, devido a uma coisa que se chama princípio de conservação de energia. O que existe são fontes de energia que em certas alturas não podem fornecer tudo o que poderiam por não existir consumo para isso. Quer produzir hidrogénio a noite? Pois bem, produzimos mais energia a noite, mas vai pagar por ela a mesma. Relativamente a produção de hidrogénio, a maior vantagem é ter uma densidade energética cerca de 10 vezes maior relativamente a eléctrica. Significa mais energia por unidade de volume. De resto são só desvantagens, custo de produção muito elevado, porque primeiro produz electricidade e só depois pode criar hidrogénio, depois por uma questão de rendimento na transformação, o melhor rendimento que se obtém na actualidade é de 23% ou seja, você gasta mais energia do que a que produz. Esse protótipo que fala é a tecnologia de electrólise termicamente assistida, como a electrólise é mais eficaz a 800 graus, utilizam-se painéis solares que ajudam na elevação de temperatura, logo menos consumo energético, o rendimento melhora muito pouco, seria mais eficaz usar os painéis solares para produzir energia eléctrica. Depois vem o maior problema do hidrogénio, o custo de armazenamento e transporte. O custo de armazenamento é tão elevado que chega a ser necessário gastar metade da energia que estamos a armazenar. Isto em estado gasoso, em estado líquido ainda pior.
          Relativamente a pipelines por e simplesmente esqueça. A pressão de contenção é demasiado grande para ser viável. E preciso de dizer o quanto perigoso é o transporte de hidrogénio? Já não falo no custo para que o transporte corra bem, mas sim das consequências quando algo correr mal.

          • oscar says:

            Obrigado pela sua réplica na contestação ao hidrogénio, mas será que o Japão e a China estão errados na sua forte aposta politica no hidrogénio como fonte de energia alternativa, será que todas as questões técnicas económicas e de segurança que levanta sobre a viabilidade do Hidrogénio não estão acautelados por estes países entre outros, de grande relevância nos avanços tecnológicas que vivemos nos últimos anos.
            Com base em fontes fidedignas ; American Water Works Association
            United States Department of ENERGYEnergy Information Administration (EIA), Washington DC
            National Hydrogen Association
            Agência de Proteção Ambiental dos EUA (USEPA)
            Apresento este estudo comparativo da produção de gasolina versus hidrogénio reportado aos EUA.
            Hidrogenio – renovável
            Custo de hidrogênio 1
            Fonte: Água
            Recurso: Infinito
            Renovável: Sim
            Pegada de Carbono: inexistente
            custo por galão: $ 1,00 – 1,80 kg (ESB)
            cost Fonte: US $ 1,50 por 1000 / gal. ou US $ 0,0015 / galão 2
            custos de refinação: $ 700 – $ 3.500 / bpd
            Miles por kg de hidrogênio: 81
            adicional custo de Impacto Ambiental: Não
            Notas:
            1. O hidrogénio é medida pelo kg. 1 kg é de 1 galão de gasolina equivalente (ESB).
            2. $ 0,0015 / litro + $ 0,987 / kg (ESB) Refining Custos = $ 0,9885 = $ 1.00 / kg (ESB), utilizando Eletrólises atmosféricas.
            $ 0,0015 / litro + $ 1,80 / kg (ESB) Refining Custos =
            $ 1,8015 = $ 1,80 / kg (ESB), utilizando Compressed Electrolyses.NOTE: demora 3 litros de água para produzir 1 kg de hidrogênio, 1 litro de água = 0,38 kg de hidrogênio, aproximadamente uma proporção de 3: 1. Portanto: 1000 litros de água ÷ 3 = (produz) 333 kg de H2
            ÷ 50 litros por cilindro = 6.66 “de barris de H2” por 1000 litros de água. Isso é equivalente a uma. 7: 1 de H2 à relação de petróleo bruto
            energia necessária para fabricar 1 kg de H2 = 32,9 kWh / kg. utilizando eletrólises atmosféricas.
            Off taxa de pico de US $ 0,03 / kW x 32.9 kWh = $ 0,987 / kg.
            Energia necessária para fazer 1 kg de H2 = 60 kWh / kg utilizando eletrólises compactados.
            Off taxa de pico de US $ 0,03 / kw x60 kWh = $ 1,80

            Gasolina -não-renovável
            Custo da gasolina
            Fonte: Crude Oil
            Recurso finito
            Renovável: Não
            Pegada de Carbono: Sim
            Custo por galão: 2,32 $ 1
            Fonte Custo: US $ 101,14 / barril 2 ou US $ 1,98 / galão
            custos de refinação: $ 1.000 – $ 5.000 / bpd
            milhas por galão de gasolina: 18 – 31
            adicional custa de impacto Ambiental: Sim

            1. NOTA: Com base na média nacional de um (1) litro de gasolina no retalho de US $ 3,35 / gal. informou em 1/6/12.
            59% do custo é de Petróleo Bruto, ou US $ 3,35 x 59% = $ 1,98 / galão. 10% do custo é um custo de refino ou US $ 3,35 x 10% = $ 0,34 / galão. Custos de Refinação & Crude
            $ 1,98 + $ 0,34 = $ 2,32 per Gallon2. NOTA: O custo real do barril de petróleo bruto às 2:25 pm EST em 1/6/12 foi de US $ 101,14 / barril) 2. Os componentes do preço de venda da gasolina são: Crude Oil Price (59%), federal e estadual Impostos (20%), custos de refino (10%), Distribuição & Marketing (11%)

          • oscar says:

            A referência que mencionei do prototipo de produção autonoma de hidrogenio é uma tecnologia revolucionária e de baixo custo para produzir hidrogênio renovável usando a luz solar e qualquer fonte de água, incluindo água do mar e águas residuais. Ao contrário dos combustíveis de hidrocarbonetos, como o petróleo, o carvão e o gás natural, onde o dióxido de carbono e outros contaminantes são liberados na atmosfera quando usados.
            Ao otimizar a ciência da eletrólise da água no nível nano, as nanopartículas de baixo custo imitam a fotossíntese para usar eficientemente a luz do sol para separar o hidrogênio da água, e produzir hidrogênio renovável ecologicamente correto e economico.

  18. NunoSilva says:

    Será este “especialista” um flat earther?

  19. oscar says:

    Uma pergunta aos adeptos das baterias de lítio que abastecem os veículos elétricos.
    1-O que vai acontecer as baterias em fim de vida dado a reciclagem não ter resposta em termos ambientais?
    2- A extração do lítio por via mineral tem um enorme impacto ambienta,l para a percentagem de lítio processado, vejam o contestação ambiental em Portugal das áreas potenciais a explorar e em curso, cujo retorno econômico para Portugal é duvidoso. ( analogia ás minas de volfrâmio da segunda guerra mundial hoje
    abandonadas).

    • NunoSilva says:

      Responder a perguntas que já não têm fundamento nenhum e já foram respondidas várias vezes e que inclusive, são soluções que já são aplicadas?
      Por si e por outro meio meio mundo, com visões muito fechadas, faríamos um aborto a um bebé que já nasceu. A mobilidade eléctrica e toda a tecnologia envolvida, seja motores eléctricos ou baterias, são tecnológias que estão numa exponencial evolução. Isto ainda está no início, já estão a pensar noutros combustíveis… O hidrogénio? Nem comento sobre isso, só deixo uma questão para pensarem quando forem criticar os elétricos. Tendo em conta o custo, a poluição e a perigosidade, pensem na produção, no transporte, no armazenamento em postos de combustível e nos depósitos dos carros.
      Já que são tão críticos e bem informados, saberão certamente que o mês passado explodiu um posto de hidrogénio na Noruega e a venda dos carros híbridos foi suspensa.
      “ah, OK. Mas há um estudo que diz que os carros eléctricos poluem mais que os térmicos!”. Estudos esses que comparam batatas com maçãs, sem credibilidade nenhuma.
      Compreendo que haja muitas pessoas/empresas que estejam contra os carros eléctricos por conveniência. Mas quem não vende combustível nem tem uma marca de automóveis sem modelos eléctricos, pq é que tem uma mente tão fechada? São contra, pq sim… Pq ouviram dizer, ou leram uma notícia… (ainda acreditam nas notícias da Internet?)
      Isto faz-me lembrar um velhote bêbado da minha terra que diz “eu quero é discutir, quero lá saber se tenho razão!”
      Agora já falam em motores a gasóleo e gasolina mais eficientes e menos poluentes, mas foi preciso chegarem os eléctricos para tentarem evoluir uma tecnologia que eles próprios estagnaram há 30anos pq não havia necessidade de evoluir?
      O hidrogénio é um excelente combustível e terá o seu espaço, só não acredito que seja nos carros ligeiros, possivelmente em navios, comboios, aviões… Eventualmente em camiões.
      Eu não sou defensor dos elétricos nem crítico dos velhos e novos combustíveis, tudo está a evoluir mais do que nunca e eu apenas vou ponderando sobre o que é mais vantajoso hoje e neste momento são os elétricos.

      • NunoSilva says:

        Esqueci-me de dizer que todas as semanas vejo notícias sobre desenvolvedores de baterias que estão diariamente a investigar novos produtos, mais baratos, menos poluentes e ilimitados, para substituir o lítio das baterias.
        Não me admirava que o grafeno viesse dar início a uma nova Era da humanidade.

      • Diogo Carvalho says:

        O Pplware precisa de dar uma coluna de comentário a este homem!!!
        Está tudo dito!

  20. Gonçalo Santos says:

    Andam aqui a falar qual a evolução e que este é melhor que aquele etc, quando isso nao conta para nada.. as pessoas têm que pensar na utilidade em vez de especificacoes… em portugal cada vez temos mais construções e estacionamento bolaaa.. para existirem postos de carregamento para todos, teriamos que primeiro resolver o estacionamento.. e isso nao vai acontecer.. as pessoas querem estacionar a porta de casa.. nao a x km por causa do carro.. o carro elétrico é futuro sim para quem tem garagem ou moradias.. o restante vai para o hidrogenio.. nao é preciso existir só um tipo de combustivel.. tanto que atualmente temos a gasolina diesel e gpl …

  21. Walace says:

    Para o Brasil essas autonomias dos carros eletricos ainda é pouca, fora as ladeiras incremes, vale considerar que por aqui fala-se de baterias de GALENO, para smartphones dizem que duram 45% a mais que as de ion litio e carregam em 15 minutos, partinto do 0, seria *execelente* para carros elétricos ,praticamente mata o hidrogênio!

  22. AJ says:

    Eu não sou especialista e apostava que carros a Bi-Ion irão ultrapassar carros elétricos e a hidrogênio…

  23. Pedro says:

    IonFan, apenas para dizer que não se trata de utopias. Trabalhei na industria automóvel durante 30 anos como comercial e ainda conheço alguma coisita. Existem inúmeras tecnologias que não vêm a lume porque não interessam em termos de rentabilidade de quem as produz, interessa sim o lucro, que tu e eu lhes podemos dar, e o resto esquece.
    A Nissan em 2014 já tinha motores a gasolina 1500cc com 400cv, mas nunca se viram na estrada, agora passados 5 anos começamos a ver qq coisa.
    Em 2020 esta marca vai comercializar um veiculo eléctrico alimentado por motor combustão, como existem em algumas locomotivas, consumos de 3 l/100Km, e quem souber ler, rapidamente se apercebe que com uma bateria auxiliar pode ver este consumo reduzido para metade, sem necessidade de carregamentos nem paragens obrigatórias, ou seja 1,5L/100Km, o que quer dizer que ainda existe muito para se caminhar na combustão.
    Em 2010 a Alemanha já tinha um submarino capaz de transportar 60 pessoas, podia estar submergido durante 4 meses sem nunca vir à superfície, completamente autónomo e silencioso, a “pilha de combustível” como lhe chamaram.
    Não tenho nada contra os eléctricos atenção, mas também fico apreensivo quando remotamente se pode aceder aquilo que é meu, alterar configurações, consumos, e muito mais, tal como um virus num pc ou uma aplicação, e nas mãos de um louco este poder mandar-me contra uma parede só porque sim.
    Isso também me assusta!

    • rjSampaio says:

      esse teu paragrafo sobre a marca que vai lançar algo assim em 2020, partilha la o link ou vai fazer as contas quanto consome um motor eletrico para um carro, e qual o peso de um gerador a combustão para essa potencia.
      Vais ver que essas contas nunca vão bater certo.

      • GM says:

        Vão, sim! O motor térmico actua unicamente e só como gerador para carregar a bateria do eléctrico. É ver o CHECROLET VOLT / OPEL AMPERA, que tinha um motor térmico 1.4L com 90CV apenas para essa função. Ainda se vêem por aí, poucas unidades é certo, pois à época em que sairam a tecnologia não estaria muito desenvolvida e já na época custavam cerca de 40000€.
        https://www.gostomaisdecarrosdoquechocolates.com/como-e-conduzir-um-opel-ampera-analise-apos-10-000km/

        • rjSampaio says:

          Leste o teu próprio link??? onde diz “Consumos a gasolina”

          Por amor de deus, ao menos aprende a ler.

          • GM says:

            Portanto, leste a 1ª e a última letra, certo? Bom, pensando bem, nem isso. Falei de motor eléctrico assistido por motor térmico, que é precisamente o que o VOLT/AMPERA eram/são. Um motor térmico 1.4L com 85/90cv, que unicamente geram energia para alimentar a bateria, cuja capacidade é de 16kW +ou-, dos quais apenas cerca de 10kW são utilizáveis, pois o software está programado para nunca descarregar a bateria nem a carregar na totalidade, conforme podes constatar no link que deixei. Claro, se o motor eléctrico é também alimentado pelo motor térmico, querias que o consumo, para ser comparado com os veículos convencionais, no caso do térmico directamente e no eléctrico indirectamente, fosse de quê? Batatas, água, vinho. Senhores, não há pachorra.

  24. David says:

    já existe muitos comentários no assunto…
    Mas será que alguém se lembrou de uma coisa… Hidrogénio usa baterias na mesma… pois o hidrogênio é para produzir energia que terá de ficar armazenada em algum lugar… a diferença é que podemos carregar na mesma as baterias e usar o hidrogênio para tb as carregar na mesma… o que acontece é que com o rapidez com que se abastece um carro a hidrogênio torna-se rápido o reabastecimento, e a constante “velocidade” do funcionamento do hidrogênio para carregar as baterias… o que torna mais eficiente e menos poluente do que se fizermos o mesmo com combustíveis fósseis para o mesmo efeito…

    Mas há na mesma o uso de baterias…. sejam de Lithium ou de que material seja…O futuro passa por usar baterias na mesma e na extração de minerais para a produção de baterias… Acho é que é urgente arranjar formas de produzirmos energia com baterias primas em que não danifiquem tanto o ambiente, nem produzam mais lixo para o meio ambiente… pois isso já fazemos imenso… e tb um método eficaz de reciclagem de plásticos e das baterias e metais pesados que usamos nelas… e claro a proibição de fabrico de baterias que danifiquem o meio ambiente… pois isso é tb um mercado paralelo que existe…

    A reciclagem das mesmas é um problema tb gravíssimo e a tratar e com alguma urgência… contudo… o Lithium não é eterno… e irá destruir muito do planeta para a extração… mas… quem decide? nós!!!

  25. Tony says:

    Realmente tem gente mesmo burra.
    Para apostar nas baterias dos eléctricos.
    3 indivíduos para ter eléctricos.
    Epocrates
    Priocupados com ambiente “???”
    Idiotas.
    Ricos.

  26. Tony says:

    Realmente tem gente mesmo burra.
    Para apostar nas baterias dos eléctricos.
    3 indivíduos para ter eléctricos.
    Epocrates
    Priocupados com ambiente “???”
    Idiotas.
    Ricos.

  27. Antonio says:

    Os carros movidos a células de hidrogênio serão tão eléctricos como os movidos a baterias de lítio.
    O que se está a discutir é de como é que serão alimentados os carros eléctricos no futuro. Pode até surgir entretanto uma tecnologia revolucionária e actualmente desconhecida.

  28. Jorge Rocha says:

    Todos sabem que a eletricidade sempre foi a melhor tecnologia existente no planeta!
    Aí vem uma alguém querendo vender um peixe diferente.

  29. LSousa says:

    Estou sinceramente farto desta loucura desmedida e sem fundamento aos carros elétricos, é horrivel começara a ver a nascer em todas as elevações aerogeradores, kms de células fotovoltaicas, Milhões de pontos de carregamento, etc etc. Por mim o futuro NUNCA deverá passar APENAS por soluções a bateria, mnão tem lógica, o mundo não está preparado para isso, terá que haver reforço das linhas eletricas e pontos de carregamento, lidar com milhões de baterias desgastadas, etc etc…
    Sim o futuro deveria para mim passar por um misto de veiculos movidos a hidrogénio, gasolina, gasóleo e eletricidade….

    PS: E ao contrário do que se diz aqui um motor a hidrogénio produz eletricidade mas tb existe uma

  30. Pedro says:

    rjSampaio
    https://volantesic.pt/detalhes-noticia/nissan-reinventa-hibridos-motor-e-power/?ID=1320

    Fácil juntar 2+2 – logo que se adapte uma pequena bateria do tipo autónoma para 50km, o motor só irá trabalhar metade do tempo, então teremos 1,5l/100km.
    E acredita porque já existe a circular no Japão há tempo.
    Por isso digo que os motores a combustão ainda têm muito para dar, a eficiência é que é necessário evoluir, e muitas das tecnologias já existem, é só uma questão de as conjugar.

  31. Eu says:

    “carros elétricos serão ultrapassados ​​por carros a hidrogénio”??? Título simplesmente estúpido! Então os carros a hidrogénio também são eléctricos, ou não? Se se querem referir aos carros elétricos com baterias é uma coisa, agora o título assim não faz sentido algum.

  32. Eu says:

    “carros elétricos serão ultrapassados ​​por carros a hidrogénio”??? Título simplesmente estúpido! Então os carros a hidrogénio também são eléctricos, ou não? Se se querem referir aos carros elétricos com baterias é uma coisa, agora o título assim não faz sentido algum.

  33. Fernando Teixeira says:

    Elétrico ou a hidrogênio? Eis a questão…
    Mas será que não andaram á escola?
    Hidrolise da água ….e como se não bastasse o hidrogênio (H) como elemento é o mais abundante neste universo. Ideal, ideal era ganhar o Euromilhões…. brincadeira á parte a tecnologia futuramente de híbridos passará pela combinação de hidrogênio e baterias eléctricas. Nós USA a Hyundai já testou um modelo assim recentemente onde com um depósito a custo baixo claro percorreu a costa oeste desde o México até quase ao Canadá. Qualquer coisa Lisboa Copenhaga….e está hein?

  34. Fernando Teixeira says:

    Se quiserem explorar mais o assunto que vos falei aqui vos deixo o link do SUV da Hyundai, que fez qualquer coisa como 900 milhas 😉

    https://www.youtube.com/results?search_query=new+hyundai+hydrogen+suv+

  35. Alexandre Ferreira says:

    Baterias de lítio fomentaram mais crises ambientais que os combustíveis fósseis…
    Na minha modesta opinião o futuro passa pelos motor de combustão a hidrogênio e/ou combustível sintéticos como o efuel desenvolvimento e patenteado pelo grupo Bosh..
    Há que tentar fugiu ao “follow the money” se quisermos ter um futuro sustentável!!

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