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BYD testa carregamento ultrarrápido, e é como atestar o depósito nas bombas de combustível

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Martins says:

    É por aqui a solução, quando assim for cá, mudo para um elétrico, mas só com esses tempos de carregamento e não como é agora em que no mínimo é meia hora.

  2. Fusion says:

    “Para a BYD, a chave do sucesso dos carros elétricos não está na autonomia, mas na velocidade de recarga.”

    -> Finalmente alguém a pensar no que realmente importa nos elétricos. Coloquem os carregamentos completos abaixo dos 5 minutos, façam isso acontecer em todas as bombas atuais e aí sim os elétricos estão prontos para as massas.

    • |Antonio says:

      Só assim é que vamos puder transitar para os eléctricos, atualmente se vivesse na China, usava eléctrico. Quando lá estive fiquei impressionado com facilidade ide ter um eléctrico.

    • Grunho says:

      Primeiro é preciso que haja postos desses ao virar de cada esquina, que saiam mais barato que o combustível para a mesma distância e que as baterias não se estraguem com o calor dessas cargas. E que os carros não saiam mais caros que um apartamento.

    • says:

      Essa nunca foi, nem nunca será a questão. A questão é o custo dos sistemas de carregamento (carregar mais depressa implica equipamentos robustos e mais caros) e a disponibilidade da energia a cada momento. Sinceramente, acredito que podemos caminhar para um paradigma diferente no carregamento dos carros. Se por um lado poderemos continuar a carregar em casa ou num ponto de carregamento de “rua”, também acho que mais cedo ou mais tarde vamos ter “estações” de carregamento (que podem ser as atuais bombas de combustível) onde se instala um sistema de baterias ligado a uma linha de média tensão (acho alta tensão demasiado, mas não sou técnico da coisa… quer dizer, só se for do alta tensão do Freitas, isso já percebo mais). Aí já seria possível (se a tecnologia e custos permitirem) ter carregamentos quase instantâneos. As baterias poderiam também carregar durante os períodos de menor afluência, como por exemplo de noite.
      E, dependendo do desenho das soluções, estes sistemas de armazenamento poderiam ajudar a “estabilizar” a rede, uma vez que iriam absorver energia produzida em períodos onde se calhar nos dias de hoje não têm utilização. Não é muito o caso de Portugal, mas no caso de países com energia nuclear que têm obrigatoriamente que vender a energia ao desbarato porque não podem desligar as centrais (França, p.e.).

      • JL says:

        A disponibilidade de energia é a mesma, o equipamento acaba por ser identico ao que existe, em vez de ter 3 ou 4 postos tem a penas um no mesmo local, ele despacha o mesmo numero de carros.

  3. B@rão Vermelho says:

    Em Portugal um carregamento destes deve de ficar uma fortuna.
    Ok, com bateria mais pequena equivale a mais paragens mas se forem realmente muito rápidas e se baixar ainda mais o preço dos carros ótimo, mas não deixamos de ter de parar algumas vezes e pode continuar a ser um “problema” para quem gosta de fazer viagens seguidas.

  4. Beelzebufo nurcesado says:

    Pela grossura dos cabos que permitem tais carregamentos não pergunto pois, se as fotos forem verdadeiras, já dá para ter uma ideia… mas qual será o peso deles? E a sua a flexibilidade? Serão mesmo assim tão fáceis de manusear como as fotos parecem dar a entender? Tenho as minhas dúvidas.
    Outra coisa bastante importante: qual a periodicidade com que terão de ser rigorosamente inspeccionados? Tendo em conta os valores de tensão e amperagem necessários… uma falha no isolamento e as consequências poderão ser desastrosas para quem estiver a “abastecer” a bateria.

    • Manuel da Rocha says:

      E usar a energia, que 600 casas usam, regularmente.
      Mesmo, na China, só conseguem aquilo, em meia dúzia de locais, porque 99,99999%, do valor Kwh, é subsidiado.
      Por cá seriam 5600 euros, por carregamento, na melhor, das melhores, hipóteses. Será que vale a pena pagar 5000 euros, só para carregar, o EV?

    • says:

      Eu apostaria em estações com carregamento sem fios (tal como nos telemóveis). Não deve tardar muito.

  5. Pintor says:

    Em Portugal? Disponível para as massas? Com a nossa rede eléctrica?

    • Fusion says:

      Em Portugal é um não tema, até porque já existe tecnologia para carregar em 10 segundos. Há um utilizador do Pplware que costuma comentar todas as notícias sobre elétricos e ele alega que carrega o carro dele em 10 segundos.

    • Manuel da Rocha says:

      Nem em Portugal, nem em 99,99999999% do mundo.
      Por cá, o valor rondaria os 5600 euros, por carregamento. E daria jeito colocar 80 reactores nucleares, para aguentar essa potência, em 2 cidades…

      • JL says:

        Se a China é 1/5 do mundo, como é 99.99999 % ?

        Mas qual é o interesse de andar a dizer estas mentiras ?

      • Antonio Vasco says:

        Quando não se sabe do que se está a falar, o melhor é estar calado, para não fazer tristes figuras.
        Tomemos o exemplo da Noruega, que já tem uma utilização diária de eléctricos de mais de 80%. Os combustão estão quase todos encostados, muitos deles vendidos para países do Leste.
        Viu alguma notícia do “desastre” que é alimentar esses 80% ? Eu não vi, nem me consta que a electricidade lá esteja sempre a ir abaixo com os carregamentos.
        E quanto á velocidade, ou potencia de carregamento, a energia fornecida é igual, só que mais rápida . 12 carros a carregar meia hora ou 4 carros a carregar 10 minutos cada , no fim é igual.

        • há cada gajo says:

          O que diz sobre a Noruega é totalmente mentira. O parque automóvel tem neste momento 35% de carros elétricos a circular. O resto, são 65%. O que pode dizer, é que nos novos, 96% dos vendidos são elétricos. Não tem de agradecer.

          • Antonio Vasco says:

            Os 80% é um número que já vi em mais que um vídeo de Youtubers noruegueses, e não me admira muito pois um deles disse que na casa dos os noruegueses é normal haver mais que um carro e havendo um eléctrico, eles usam de preferência o eléctrico, portanto pode de facto haver uma média de 80% de electricos em circulação principalmente nas cidades.

          • há cada gajo says:

            Muito bem, a sua fonte de informação é o Youtube. Eu só me lembrei de ver os dados oficiais.

          • JL says:

            Não são apenas 35%, esses são os 100% BEV, depois ainda tem uma parte de PHEV, que também carregam.

    • JL says:

      Que tem a nossa rede elétrica, e o que isso implica, ter um carregador destes ou 4 dos que já existem em muitos locais é exatamente o mesmo em termos de potência, e despacha mais carros.

      • Mário says:

        Olhe que não. Da maneira que a rede de distribuição está… Uma autêntica manta de retalhos e de obsolescência com os ativos de rede com uma idade a roçar entre os 30 e os 40 e muitos anos… O que vale é que o material é bom

        • JL says:

          Eu vou voltar a repetir, ter um carregador destes é o mesmo que ter 4 mais lentos, a potencia é a mesma, despacha o mesmo número de carros por hora, a diferença é que cada um está menos tempo.

  6. Yamahia says:

    “…Carregar um elétrico como se enche o depósito na bomba de combustível…”

    A BYD sabe o q é verdadeiramente importante.

  7. PJA says:

    1500 Kw? LOL.

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