Starlink vai poder lançar vários milhares de novos satélites
A SpaceX vai poder continuar o desenvolvimento rápido do seu serviço Starlink. A empresa de Elon Musk obteve, de facto, luz verde das autoridades americanas para o lançamento de numerosos novos satélites. Passou de 12 mil para 15 mil.
Starlink: é como Musk quiser
A internet por satélite tornou-se uma das novas obsessões das grandes potências, após o sucesso da SpaceX com o Starlink neste domínio, algo que foi particularmente ilustrado durante o conflito russo-ucraniano.
As grandes nações pretendem agora dispor de um serviço soberano semelhante, como acontece na Europa com a Eutelsat, enquanto, nos próprios Estados Unidos, começam a surgir concorrentes, como a rede ainda em fase inicial de Jeff Bezos. No entanto, rivalizar com o Starlink tornar-se-á ainda mais difícil no futuro.

O regulador norte-americano, a Federal Communications Commission (FCC), autorizou a SpaceX a operar uma constelação Starlink total de até cerca de 15.000 satélites após a última expansão aprovada, que inclui 7500 novos satélites de segunda geração sobre a autorização anterior. Esta autorização é menor do que o pedido original da SpaceX, que pretendia quase 30.000 satélites, mas por agora está limitada aos 15.000 permitidos pelo regulador.
Starlink poderá adicionar até 7500 novos satélites à sua constelação
Tudo continua a acontecer a grande velocidade na SpaceX, a empresa aeroespacial de Elon Musk. Em 2025, a empresa voltou a bater o seu recorde de lançamentos, maioritariamente dedicados ao envio de novos satélites Starlink. E este ritmo acelerado poderá continuar, graças à autorização agora concedida nos Estados Unidos.
Segundo a Reuters, a Federal Communications Commission (FCC), o regulador norte-americano das telecomunicações, deu autorização à SpaceX para lançar, nos próximos anos, cerca de 7500 novos satélites Starlink de segunda geração. Atualmente, perto de 9400 satélites da empresa já orbitam a Terra.
Uma decisão que deverá melhorar significativamente o serviço
Este grande número de novos satélites deverá permitir melhorar a qualidade do serviço e alargar o chamado “direct-to-cell”, o serviço Starlink para smartphones, a outros territórios fora dos Estados Unidos.
O calendário de implementação será apertado, de acordo com as diretrizes da FCC. A SpaceX terá de colocar em órbita 50% dos satélites de segunda geração até 1 de dezembro de 2028, estando o restante previsto para estar operacional antes de dezembro de 2031. Com uma densidade desta dimensão no início da próxima década, é legítimo questionar que outra empresa conseguirá rivalizar com o gigante liderado por Elon Musk.






















SpaceX quer ter 900 milhões, MILHÕES, de satélites, em órbita, com 830 milhões, operacionais. Assim como autorização para colocar de 50 milhões, até 200 milhões, por ano, a partir de 2030.
É esse, o uso, do Ultra Heavy, que pode colocar 1500 satélites, em cada lançamento e, a empresa, fazer 2000 lançamentos, por mês, dos EUA, mais 1000, de outros pontos, no mundo.
Mais lixo para o espaço. No desgoverno, em que a terra se tornou.
É satélites, aos milhares, à volta da terra, é rios de datacenters, para a IA.
Não sei se, sou eu que estou errado, ou se andamos todos cegos.
Ja pensaram se existem milhares de satelites em orbita como e que eles nao chocam uns com os outros ? A realidade e que nao existem satelites. Mas muitos de voces vao ter dificuldade em digerir isso.
Também não existe Internet nem chamadas através de telemóvel. Tudo isso não passa de ilusões da mente, que mente.
“…As grandes nações pretendem agora dispor de um serviço soberano…”
Caso haja interesse, os satélites de baixa órbita, como é o caso, podem ser facilmente neutralizados.
Tem que se expropriar povos para consumir tantos recursos, isto é o fim do planeta terra América começou a guerra por recursos há alguns anos e está a ser cada vez mais ousada, Venezuela, Grenolandia, Canadá, Cuba, e o Brasil tem que ter cuidado deve se começar a armas com armas nucleares, não deve demorar 3 décadas para Brasil ser o próximo a ser expropriado pelos americanos.
Já batemos no fundo. Não há volta a dar a não ser que o sol nos dê uma mãozinha.
O espaço agora tb é do Trump
Rumo ao planeta prisão. Em passo acelerado que 2030 está já aí ao virar da esquina. Ninguém fica para trás, queira ou não.