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Estamos em outubro e hackers norte-coreanos já roubaram $2 mil milhões em criptomoedas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Artilheiro says:

    Os norte-coreanos, estão ao nivel dos russos. Só lhes dá, é para o mal.

  2. outro_chegano says:

    nada disso, é fake news porque para os fundamentalistas só se perde dinheiro quando se investe em ações, obrigações, ppr, etc, nunca em criptos …

  3. CATw00 says:

    As minhas estão seguras.

  4. Manuel da Rocha says:

    Só? Há 700000 milhões, de BTC e 463000 milhões, de outras cripto, que foram reportados, como roubados, só em 2024. Em 2025, o valor terá subido 800000%, no mínimo dos mínimos.

  5. Grunho says:

    Ladrão que rouba a ladrão que inventa esquemas em pirâmide…

  6. Zé Fonseca A. says:

    Hackers norte coreanos são um mito inventado pelo ocidente quando não consegue apontar o dedo à origem.
    Praticamente sempre são hackers russos, os norte coreanos nem sequer sabem gerir um DNS

  7. Maçã podre says:

    a mim não roubam que sou pobre e não tenho dinheiro nem tempo para comprar cripto pra roubarem

  8. B@rão Vermelho says:

    desculpem a pergunta, mas não dizem que é “impossível” roubar criptos por causa dos sistemas de blockchain?

    PS a pergunta é legitima não sou de todo entendido na matéria e do pouco que sei foi aprendido por aqui com a vossa ajuda.

    • Redin says:

      Estás desculpado pela legitimidade da pergunta.
      Todas as cripto que estiverem em uma carteira com auto-custodia, o seu conteudo nao é possivel ser apreendida por qualquer estado ou nação. Estando o segredo sob a tua posse, apenas tu podes desbloquear os fundos para as usar.
      O que acontece nestas situações, é porque esses fundos estão a guarda de uma empresa e como tal, usando das (des)vantagens do KYC, eles podem confiscar.
      A regra principal é, sempre foi e vai continuar a ser… “Not your keys, not your coins”

      • B@rão Vermelho says:

        Obrigado pela resposta e se não for abuso da minha parte, assim sendo as “moedas” não são rastreáveis?
        Ou seja as “moedas” saíram do ponto A para o ponto B, talvez por desconhecimento estou a comparar com as transferências “normais”
        Numa transferência normal pode ser rastreada no mesmo país, se passar por outros países ai só se o outro país quiser partilhar essa informação.

        • Redin says:

          Sim, podem. O que é diferente de serem ligadas a um utilizador especifico. Pode-se saber de onde saíram e para onde foram, mas desde que se saiba fazer, não se pode saber o nome do seu detentor.
          Por exemplo, se essas transferências forem realizadas entre exchanges, (corretoras), pela obrigação de KYC já se pode fazer uma ligação casual ao seu detentor. Se forem feitas através de carteiras em auto-costodia, já não.

  9. Mais um says:

    Coreanos? Lembra-me a anedota do gerente do banco e do seu adjunto a dizerem quem, o roubo tinha sido de xxx. ah ah ah ah íncluia o que eles tinham gamado. Vão-se …!

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