Xiaomi SU7 Ultra enfrentou um gigante! Quem será que ganhou?
Em menos de dois anos, a Xiaomi não só conquistou um nicho no competitivo setor automóvel com o Xiaomi SU7, como se tornou uma referência até para fabricantes já consagrados. Estes enfrentam uma concorrência forte, mas parecem estar à altura. A prova disso vem agora com um embate do Xiaomi SU7 Ultra contra um modelo único no universo automóvel.
Quem será que ganhou? Xiaomi SU7 Ultra ou Ferrari SF90 XX
O sucesso dos carros da Xiaomi faz todo o sentido quando comparado com a concorrência. Mas o que não se esperava o resultado do teste publicado pelo canal carwow. Ao lado do Xiaomi SU7 Ultra estava o Ferrari SF90 XX, um dos supercarros mais potentes e brutais da história da marca. Seria compreensível se o carro da Xiaomi tivesse perdido esta competição. Afinal, são dois tipos de carros completamente diferentes.
No entanto, o Xiaomi SU7 Ultra esmagou impiedosamente a Ferrari. Nos 400 metros, o Xiaomi parou o cronómetro nos 9,3 segundos, deixando para trás a Ferrari, que completou a prova em 10,2 segundos, quase um segundo atrás. Embora um segundo possa parecer pouco, neste contexto é uma diferença enorme, equivalente a vários comprimentos de carro.
É uma derrota ainda mais dolorosa para a Ferrari quando comparamos o seu preço de 773.000 euros com as 65.000 euros que o carro chinês custa. À meia milha, a história repetiu-se, com o Xiaomi SU7 Ultra a percorrer a distância em 14,5 segundos, contra 15,7 segundos do Ferrari.
Embate entre o futuro e um modelo automóvel único
É um resultado que tem uma explicação. Estes carros são mais parecidos do que parecem, com o Xiaomi a ganhar em termos de potência bruta. Ostenta 1.548 cavalos de potência em comparação com os 1.030 cavalos do Ferrari, que vêm de um motor V8 biturbo combinado com três motores elétricos. O carro de Maranello tem a vantagem do seu peso de 1.600 kg em comparação com os 2.360 kg do Xiaomi, bem como a aerodinâmica.
Apesar da tração integral do Ferrari, graças aos seus motores elétricos, teve dificuldades em entregar toda a potência às rodas. Já o Xiaomi conseguiu distribuir o binário entre os eixos de forma muito mais eficiente. Ironicamente, isto é exatamente o oposto do que aconteceu num teste semelhante entre o SU7 Ultra e o Tesla Model S Plaid. N nessa ocasião, o controlo de partida da Xiaomi deixou a desejar.
No entanto, um dos pontos fortes da Xiaomi Auto reside nas suas atualizações de software, lançadas regularmente e instaladas automaticamente para melhorar aspetos da condução ou corrigir bugs. Embora a Xiaomi não o tenha confirmado, não seria surpreendente se tivessem melhorado o controlo de arranque desde o teste com a Tesla, o que nos leva a questionar se o resultado seria o mesmo agora.





















Ou seja, se os chineses quiserem levar a Ferrari à falência, levam. Para quem ainda não percebeu.
A Ferrari não vai à falência por haver carros mais rápidos.
O cavalinho tem uma história, uma tradição, uma experiência de condução, uma alma que qualquer ricaço não colocará em causa.
Acima de tudo, uns piores outros melhores, mas os Ferraris são sempre lindos, inconfundíveis.
A carruagem a cavalos também já teve uma história, uma tradição, uma experiência de condução e uma alma apreciada por inúmeros ricaços. E algumas eram lindas de ofuscar. Agora estão no museu dos coches.
Isso é muito bonito, mas a principal razão é que comprar este tipo de Ferrari é um investimento.
Não somos todos obrigados a perceber de carros. Mas basta veres que qualquer milionário com uma garagem que se preze, tem pelo menos, um Ferrari. É uma marca incontestável. Não é por andar mais ou menos do que outros, é mesmo por ser um Ferrari.
Nada disso , pelo contrario , se lesse a noticia por completo , e se os carros dessem uma volta completa a um circuito , o Ferrari ganharia facilmente com grande vantagem , alias basta ver o vídeo da travagem para perceber isso …num teste de arranque um elétrico é muito difícil de bater , ams alguém quer um carro so para fazer 400 m ? Noticia sensacionalista .
Tu é que percebes pouco…
e tu achas que quando a Ferrari resolver construir um 100% eletrico, este vai ficar atrás de algum Chinês?
Um veículo com 1500HP (e binário imediato) bater em linha reta outro com 1000HP ..
Gostava de saber se há um teste entre ambos em circuito, p. ex., Nürburgring.
o Xiaomi SU7 Ultra, versão de produção, a estabelecer o recorde da volta mais rápida para um veículo elétrico executivo no circuito norte de Nürburgring Nordschleife. O modelo registou o tempo de 7:04,947 minutos.
Muito fraco. Perde 20 segundos por volta para o Lamborghini Aventador de 2018.
Eu gosto da palavra embate do futuro ! qual futuro ? o sonho vai bater de frente com a realidade e enquanto todos andam distraidos com o litio existe os minerais de que não se fala mas são os mais importantes a Prata e o Cobre não existe cobre suficiente para as loucuras actuais , só um exemplo a rede electrica dos USA tem 40 anos e vai precisar de ser toda substituida, cada carro electrico gasta 80 kg de cobre e por aí vai,uma mina de cobre ou prata demora + de 10 anos até começar a produzir não preciso de dizer mais nada é uma questão de meses até acordarem para a realidade.
Qual destes carros será um clássico?
Ou teremos um clássico e um outro performante nos primeiros anos, depois deixa de receber atualizações, a bateria… e o destino pisa papéis (?).
Ansioso por ver essa grande máquina a participar nas 24 de LeMans e mamar os Toyotas de 671 CV.
Não é impossível, com baterias intermutáveis como as da Nio. Era só substituir em cada paragem na box.
Agora contestem la isto : a razão Porque um Ferrari ganharia num circuito ao Xiaomi
1. Peso manda em tudo num circuito
• Ferrari SF90 Stradale: ~1,6 t
• Xiaomi SU7 Ultra: >2,3 t
Num circuito há:
• travagens fortes
• mudanças rápidas de direção
• acelerações repetidas
➡️ Cada curva penaliza brutalmente a massa extra do elétrico.
⸻
2. Travagem: onde as corridas se ganham
• Ferrari:
• discos carbono-cerâmicos
• afinação para uso extremo
• travagem curta volta após volta
• Xiaomi:
• sistema pensado para estrada + regeneração
• maior risco de fadiga térmica
• distância de travagem maior (como já foi medido)
➡️ Quem trava mais tarde, entra mais rápido na curva.
⸻
3. Equilíbrio e chassis
O Ferrari foi desenhado para:
• carga lateral elevada
• precisão de direção
• estabilidade em transições rápidas
O Xiaomi é:
• uma berlina muito rápida
• mas com chassis de compromisso (conforto + performance)
➡️ Em “S”, chicanes e curvas médias, o Ferrari abre vantagem.
⸻
4. Pneus e degradação
• Ferrari:
• pneus de pista
• carga bem distribuída
• degradação previsível
• Xiaomi:
• pneus largos, mas a segurar muito peso
• sobreaquecem mais cedo
• perdem aderência ao fim de poucas voltas
➡️ A diferença aumenta com o tempo.
⸻
5. Performance sustentada
• Elétricos:
• brilham numa volta
• depois entram em limitação térmica
• Ferrari:
• mantém potência, travagem e equilíbrio
• foi feito para sessões longas
➡️ Corrida não é “uma arrancada + uma curva”.
⸻
Conclusão curta (para comentários)
O Xiaomi pode ganhar num arranque em linha reta.
Num circuito, o Ferrari ganha sempre: trava melhor, muda de direção mais rápido, degrada menos pneus e mantém performance volta após volta. Isso não é opinião — é física.
A questão é: que carros funcionarão se um dia uma qualquer tempestade magnética gigante cair por cá ?
Qualquer carro sem electronica! Nomeadamente qualquer um a gasolina de carburador ou os diesel antigos!
O máximo que poderá acontecer é as luzes deixarem de dar!
Aliás , no próprio vídeo , é explicado que Ferrari é muito mais rápido que o Xiaomi , mas que como a pista tinha poeira trazida do deserto o Ferrari nao tinha podido aplicar toda a tração . O Ferrari bateria facilmente o Xiaomi num acorrida de circuito em condições normais , nem precisaria de se esforçar muito
Yá, o Mercedes-AMG One com specs e peso semelhantes ao Ferrari dá uma abada de 35 segundos por volta ao xino.
Ferrari sempre, preferia ter 1 Ferrari na minha garagem do que 3 Xiaomi, a mim não importa a velocidade que atingem…