Reino Unido ligou o seu ambicioso reator de fusão nuclear


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77 Respostas

  1. Paulo Jorge says:

    Só tenho uma questão….
    e se estoira?

    • Tiago André says:

      ele nao estoira, fusao nuclear é uma reaccao em cadeia dai os problemas, em fisao acaba-se a pressao e a temperatura e deixa de produzir energia

    • Bruno Martins says:

      A fusão nuclear não usa material radioactivo como combustível.. O resto, se estoura, azar, de preferência sem perdas de vidas humanas..

      • lmx says:

        “O resto, se estoura, azar, de preferência sem perdas de vidas humanas..”

        Não é bem assim…isto é um SOL em tamanho pequeno, se corre mal…corre mesmo mal..
        Já agora partilho alguns videos da maior Obra de Engenharia Fisica mundial, o ITER, que está a ser contruido em França e que servirá como modelo na Resolução dos grandes desafios da Fusão nuclear…

        https://www.youtube.com/watch?v=4RDMxKdylJw
        https://www.youtube.com/watch?v=2Y2CBJIp2j8

        E uma visita ao ITER:
        https://www.iter.org/

        • Bruno says:

          “um SOL em tamanho pequeno, se corre mal…corre mesmo mal”
          És capaz de explicar o que é que é correr mesmo mal sem melodramas?
          O processo físico ter semelhanças com o processo que acontece no sol não leva a que o reactor seja um Sol em tamanho pequeno. A semelhança está no tipo de energia, mas o mecanismo em como o processo é sustentado é muito diferente. Um reactor se explodisse perderia a única forma para manter a reacção de fusão (pressão por forças magnéticas geradas pelo reactor + altas temperaturas), e a energia da explosão estaria limitada pela quantidade de matéria reactiva no reactor naquele momento, que, ao contrário dum reactor nuclear, não seria muita!
          Ou seja, haveria estragos consideráveis na central, mas a extensão do impacto no exterior não seria muito grande.

    • JJ says:

      Esta energia não tem perigos ambientais, nem é radioactivo. Caso exista um explosão, no reactor de fusão, simplesmente vai danificar a fabrica.

      E fusão nuclear, será o aquecimento do átomo a altas temperaturas, que ao fundir liberta mais energia do que a que consome para dar inicio ao processo. Depois de conseguirem dar inicio ao processo, deixa de ser necessário energia externa, e por isso dizer que passa haver energia quase ilimitada.

      • Vlad says:

        Lá por fusão nuclear não usar material radioativo, isso não significa que a fusão nuclear não liberta radioatividade. Na realidade liberta bem mais do que o suficiente para te matar num instante. Por alguma razão estes reactores tem uma blindagem bem grossa. Ou até mesmo o sol liberta radiação.

        • JJ says:

          A blindagem que tem será mais por causa da temperatura do que por causa da radioactividade.

          Isto porque os elementos que usam principalmente são hidrogénio e hélio, quanto a fissão nuclear usa principalmente urânio. (Isto genericamente falando.)

          Agora, acredito que crie radioactividade, mas não causa acidentes como Chernobyl. Isto com base nos estudos que fizeram, agora as coisas podem ser diferentes na realidade.

        • SergioM says:

          Se vamos falar de radiação, os telemóveis também radiam 😉

        • Hugo says:

          Todas as respostas me fazem rir!!! HAHAHA mas a tua bate recordes!
          Libertar radioactividade? que LOOL
          Radioactividade é a emissão espontânea de radiação pelos núcleos dos átomos de determinados elementos, mas em fusão não são utilizados elementos radioactivos. Ou seja, quando o reactor é ligado o processo emite radiação (para perceberes, radiação é luz particular ou em forma de onda) mas se o desligarmos a emissão cessa. Logo não é um processo radioactivo, ao contrário da fissão nuclear que quando desligas o reactor os elementos obtidos continuam a emitir daí serem elementos radioactivos. Percebes?!
          Não confundas radioactividade com radiação!

          por um Químico

          • lmx says:

            Correcto,
            Mas enquanto a funcionar emite, e ele estava a responder, se era nocivo ou não…e a resposta dele não esta errada nesse aspecto.

          • Vlad says:

            Acho que é bem óbvio que foi um erro na correcção automática efectuada pelo dicionário, ou um lapso de minha parte ao escrever o comentário à pressa. Aliás se continuasses a ler até ao fim vias que eu mencionei “RADIAÇÃO” emitida pelo sol. Sabes que nem toda a gente têm tempo para rever o que escreve num comentário de um blog.

          • Bruno says:

            @ Hugo, o que tem sido proposto para os reactores de fusão é o uso de matéria radioactiva: isótopos radioactivos de hidrogénio. É verdade que não são isótopos com radioactividade muito perigosa, mas o seu uso leva a que no processo de fusão haja libertação de neutrões, o que por sua vez vai tornar radioactiva a estrutura interna do reactor. Tem sido pensadas formas de reduzir a quantidade de resíduos radioactivos produzidos, e é sem dúvida muito menos perigoso que um reactor nuclear (nas quantidades produzidas e impactos), mas o facto é que ser fusão não significa que não haja qualquer radioactividade.

      • Bruno says:

        É sempre produzida alguma radioactividade, até porque pretendem usar matéria nos reactores que é radioactiva (isótopos de hidrogénio). Mas é radioactividade menos perigosa do que a dum reactor nuclear.

    • Filipe says:

      Será a continuação do Brexit, desta vez fisicamente?!

  2. Pérolas says:

    Parece que a ww3 vai ser o menor dos nossos problemas…, pois, quando os reactores, por todo, deixarem de ter manutenção irão transformam-se em Chernobyl e fukushima x 500… avizinham-se tempos negros para o planeta… Bom, bom, era mesmo desmantelarem todas as centrais e substitui-las por energias renováveis, mas, algo nos diz que não sabem como fazê-lo e isto é assustador. Onde raio tinham, e têm a cabeça, para continuarem a investir neste problema anunciado???

    • Bruno Martins says:

      Oh homem, e achas que dá para ser tudo a 100% a energia renovável? Eu quero é que eles finalmente resolvam o problema da fusão nuclear e o problema fica resolvido.. No dia que isso tiver resolvido as energias renováveis apenas serão uma anedota no futuro..
      PS: fusão nuclear não usa material radioactivo..
      Ps2: o problema que eles enfrentam é que no sol existe gravidade estupidamente forte para fundir a matéria, aqui na terra como não dá para replicar essa gravidade temos de usar temperaturas ridiculamente altas para atingir o mesmo efeito.. O problema está em manter essas temperaturas sem derreter tudo à volta e gastar mais energia que a que se produz em manter isso tudo controlado..

      • 007 says:

        o problema não tem haver com gravidade nenhuma tem haver que para conteres o plasma aquela temperatura nenhuma blindagem é suficientemente forte, e mesmo as bobines que usam para criar um campo electromagnético não são 100% fiáveis. a temperatura de fusão é a mesma estando aqui ou no sol. o ponto de fusão é o mesmo. a diferença é que o sol esta a milhões de quilómetros da terra.

      • Pérolas says:

        Quanto aos 100% de energia renovável, depois, de fukushima, e se não estou enganado, os japoneses estiveram “n” tempo com as centrais desligadas, com medo das réplicas, e o pais continuou a funcionar. Fracamente, creio que energia solar + éolica + geotérmica + energia das ondas pode suplantar perfeitamente a energia produzida pelas centrais radioactivas (leia-a que é no que se tornam em caso de acidente ou falha na manutenção)… Na verdade, deveriam ser tomadas acções e ter um plano concreto enquanto existem meios e condições para o fazer, mas, para todos os paises e ninguém podia ficar de fora! Novas fontes de energia, por si só, não resolvem a “batata quente” que o planeta tem nas mãos. Em 2011 existiam 442 centrais espalhadas + 63 em construção. É muito!!! Por definição, loucura é: Alienação mental; Insensatez; imprudência; Extravagância; Doidice, acto descontrolado ou irreflectido.

        • JJ says:

          Fusão nuclear é diferente de fissão nuclear.
          Os matérias utilizados não são os mesmos, e por isso, em causo de acidente não criam ondas de radioactividade como em Fukushima.

          A fusão usa principalmente hidrogénio e hélio (matérias não radioactivos), matérias que existe a nossa volta no dia a dia. Por isso em caso de um acidente numa central destas, afectaria apenas as instalações.

          Mal que a temperatura do plasma diminua, a sua actividade simplesmente para, deixando de causar potenciais problemas.
          Já o urânio é diferente, é radioactivo de natureza e quando enriquecido fica ainda mais radioactivo por muitos e muitos anos.

          Apesar de se usar o termo nuclear, não é a mesma coisa que é hoje conhecida a energia nuclear. Por isso é que muitos especialistas chamam a esta energia apenas “energia de fusão”, não usando o termo nuclear, para não criar confusão.

          • Bruno says:

            É verdade que não é a mesma coisa e é muito menos perigosa que a fissão nuclear, mas é usada matéria radioactiva nos sistemas que têm sido propostos (isótopos radiactivos de hidrogénio), e o processo de fusão leva a que haja resíduos radioactivos. Claro que são materiais menos perigosos e produz-se muito menos resíduos radioactivos.

      • int3 says:

        Desculpa mas fusão nuclear é renovável.

    • Pedro says:

      “avizinham-se tempos negros para o planeta” AHAHA. Avisinham-se é dias negros para alguma da vida na terra. Se ocorrerem estes problemas o planeta continuará feliz a sua saga nos próximos milhões de anos.

  3. Costa says:

    Em princípio será óptimo para o ambiente, mas vai sair caro a alguém… as elites nunca nos irão deixar ter acesso baratinho a uma fonte de energia quase ilimitada…

  4. Tiago André says:

    O Stellarator é melhor que o Tokamak, mesmo assim ainda acredito que estamos a seculos da fusao nuclear precisamos de pressao e temperaturas suficientes e a energia para gerar isto é superior à energia produzida, a nao ser que tenhamos um objecto super massivo capaz de gerar suficiente pressao como a nossa estrelinha à qual chamamos sol

    • JJ says:

      Digamos que uma central de fusão, sé precisa de energia para arrancar. Assim que conseguir atingir as temperaturas desejadas, aquilo deixa de precisar de energia externa, passando a produzir energia para manter as altas temperaturas e fornecer energia a milhares de milhões de casas.
      Dai tornar a coisa económica, a energia gasta vai compensar em grande escala a energia gerada.

      • milkshaker says:

        “a energia gasta vai compensar em grande escala a energia gerada.”
        Acho que quererias dizer o contrário, a energia gerada irá compensar em grande escala a energia gasta 😉

        E venha ela, o mais depressa possível. Iriamos entrar numa nova era, concerteza.

      • Tiago André says:

        Será a energia necessaria para produzir pressao e temperaturas suficientes para atingir a fusao e ainda sobra energia para as nossas casas ? eu duvido um pouquinho

        • JJ says:

          Só para teres uma ideia, segundo um estudo da UE, o reactor que a UE (ITER) esta a desenvolver, será capaz de produzir energia necessária para quase um terço dos país da união.

          • Tiago André says:

            eu ainda acredito que estamos a pelo menos uma centena de anos da fusao nuclear, este problema da fusao ja existe desde dos tempos da fisao na segunda grande guerra e ainda ninguem o foi capaz de resolver eficientemente, acho que o record de tempo ligado para um reactor de fusao foi 1min e 10segundos

        • Não Interessa says:

          O que estás a tentar dizer é que o sol funciona por obra e graça do espírito santo? E que o que a gente vê a brilhar no céu todos os dias (menos quando está nublado) é pura imaginação?

          • Tiago André says:

            claro o sol é so um vulcao gigante e nao uma central de fusao natural

          • JJ says:

            Não! O que eu estou a dizer é que o Sol não precisa de uma fonte externa de energia para gerar energia!
            A energia gerada pelo o Sol, alimenta o próprio Sol, para continuar a gerar energia.

            A ideia da energia de fusão é a mesma, ser autosuficiente. Mas como os humanos, não são Deus, tem de criar um catalisador para que se consiga por a funcionar a energia de fusão. Depois dessa energia estiver activa, não precisa de energia externa para continuar a trabalhar.

        • Bruno says:

          Ao que se sabe já houve grupos que conseguiram manter fusão durante tempo suficiente para que a energia produzida fosse maior do que a gasta. O problema está em conseguir manter a reacção durante longos períodos.

    • lmx says:

      Gerar pressão?
      Isto funciona no Vacuo…é a unica forma se não derretia tudo e mesmo assim a ver vamos..

      • Bruno says:

        Uma coisa é criar vácuo para remover outros elementos químicos contaminantes da câmara de reacção, outra coisa é vácuo absoluto que obviamente não acontece pois o que sucede no reactor são reacções nucleares de gases/plasma a altas temperaturas, contidos num campo magnético. Se há matéria a alta temperatura então há pressão interna, sendo que haver pressão não significa que é pressão nas paredes da câmara – os gases/plasma são contidos pelo campo magnético.

  5. john doe says:

    Qual a quantidade de energia (atualmente “não limpa”) para aquecer o dito bixo?

  6. nerd says:

    Esta é a energia do futuro se for possível controlar tal temperatura.
    É a energia realmente ilimitada. À partida pode parecer estranho, mas a fusão nuclear permite produzir mais energia do que consome ao produzi-la.
    O nome “fusão nuclear” assusta o mais distraído, mas não se deixe assustar, pois não existe aqui radioactividade nem lixo radioactivo, é uma energia limpa, “renovável” e ilimitada.
    Fusão nuclear – totalmente diferente de – fissão nuclear (tal como descreve o artigo).

  7. jouze says:

    Trabalhando na construção do maior reactor de fusão nuclear (ainda que tb este experimental) todos os dias, espero(a)-se que seja mais uma hipótese a ajudar no caminho da energia mais limpa. Mas nem tudo são rodas, as zonas internas do Tokamak ficam expostas também a radiação que no caso de desactivação do reactor têm de ser controladas, mas com a segurança que até atingir valores inócuos de radiação se necessita, mais ou menos, de uma centena de anos, ao contrário dos actuais reactores de fissão cujo alguns subprodutos podem durar significativamente mais.
    Será um caminho importante, mas até este tipo de reactor se tornarem soluções comerciais talvez ainda demore 3 ou 4 dezenas de ano. Neste onde trabalho, deverá iniciar a sua actividade em 25 (a correr bem).

  8. Miguel Nóbrega says:

    Vamos transformar a àgua + sal em hélio e depois como vamos à praia?

    • SergioM says:

      Nada se perde, tudo se transforma.

    • Redin says:

      Se não puderes ir de carro, vais de carrinho.

    • Hugo says:

      Na verdade não precisas de ”sal”, de nenhum sal inorgânico aliás.
      Precisas de Hidrogénio em forma de deutério [água pesada] e de trítio tudo isótopos do hidrogénio.
      E qual a tua maior fonte de Hidrogénio à mão?! Exacto! Água! Daí falarem em sal. A própria água contém vários sais inorgânicos, mas não precisas de nenhum deles.
      Por isso usa-se água millipore (também conhecida por ultrapura).

  9. Marco Fontes says:

    Já imaginam este bicho numa nave interplanetária

    • Tiago André says:

      se eu tiver uma colher de sopa cheia do mesmo material de uma estrela de neutroes acho que consigo fazer fusao nuclear sem um tokamak

  10. Marco Fontes says:

    Ou num Tesla! Deve ser o próximo projeto do Sr Musk, que nem o Iron Man

  11. ro301 says:

    A energia é a chave de tudo. Imagino se fosse possível ter micro-sol no nosso carro. Enfim… Termos energia ilimitada. Claro que termos energia ilimitada iria acelarar ainda mais o nosso desenvolvimento mas também traria problemas novos e já mais imaginados. Acho que todos estão errados quando pensam numa terceira guerra como antigamente. As tragédias de hoje, as maiores, são novas e nunca antes experimentadas.. e o pior de tudo… podem dizimar a humanidade.

  12. Amigo says:

    100 milhões graus Celsius, qual o material que aguenta essa temperatura?

    • Marco says:

      O material é importante, mas a conteção do temperatura e estabilidade são obtidos através dos campos magnéticos gerados pela máquina

  13. stealth says:

    o teu comentario e um bocado estranho… sera de comeres hidrogenio? isso faz mal

  14. Alvega says:

    “Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade…. de (Neil Armstrong)”.
    Acho SINCERAMENTE, que se adequa ao facto.
    Gostava de presenciar isto em grande escala, antes de deixar este mundo, se tal for possível, muitas das guerras\ disputas, deixarão de fazer sentido. Talvez até se possa falar de um Mundo novo, na maneira de viver, e possa protelar :
    “A humanidade não dura mais do que mil anos na Terra, diz Stephen Hawking”
    “Stephen Hawking diz que sere shumanos devem deixar a terra nos próximos 100 anos”

  15. Apanhador de incoerências says:

    Se afirmam que o limiar da fusão é 100 milhões de graus Celsius e que é 7x superior à temperatura do centro do Sol, como é que podem afirmar queé o processo que alimenta o nosso Sol?!

    • Marco says:

      Também já responderam a isto antes! No sol tens uma oressão mts vezes superior aquelas que encontras na Terra e pt para ultrapassar esta limitação tens que elevar, e muito, a temp para obteres a fusão dosa átomos.

  16. guilherme says:

    A energia de FUSAO nuclear é o futuro. As energias renováveis são boas mas também têm as suas desvantagens , por exemplo o espaço que ocupam, não fazem parte da solução.
    O próximo passo da humanidade passa por abandonar este planeta e viajar para outros espaços e não vai ser com painéis fotovoltaicos, os reatores nucleares vão desempenhar um papel muito maior do que simplesmente fornecer energia para as nossas casas, faz parte do próximo grande passo que nos vamos em direção ao espaço e na exploração.

    • Tiago André says:

      eu acho que mais rapidamente vamos criar paineis solares em redor do sol que fusao nuclear que realmente gera energia aqui na terra

    • Pérolas says:

      @guilherme: basicamente a táctica do ser humano vai ser “ok, já destrui este planeta, bora lá destruir mais uns”. Não sei, mas, se o ser humano não tem competência e responsabilidade para cuidar da sua própria casa porque razão o universo lhe daria a oportunidade de viajar no espaço. Talvez seja inteligente o ser humano evoluir primeiro como espécie, caso, contrário candidata-se a ser erradicado por uma espécie que não tolere certas e determinadas acções básicas…

  17. Tiago André says:

    LOL o hidrogenio é so o elemento mais abundante no universo

  18. Leonardo says:

    Talvez bem mais interessante: https://www.iter.org

    • JJ says:

      É a mesma coisa. Só que o projecto ITER, é da UE com a colaboração de vários países incluindo Portugal.

      • lmx says:

        O ITER não é da EU!
        O ITER é Um projecto Mundial, até porque a EU não tem a tecnologia para produzir uma coisa desta, nem a Quantidade de recursos, quer a nivel de materias primas, quer a nivem monetario, quer a nivel de conhecimento…
        São uma Série de Países.

  19. JJ says:

    A energia falada aqui, não é a mesma que estas a falar!
    O termo nuclear, é porque se usa o átomo para produzir energia, mas a sua forma de produção é totalmente diferente, que não causa nem 1 terço dos problemas que a energia de fussão (normalmente conhecida como nuclear) causa.

  20. Ricardo Sousa says:

    Estou extremamente feliz por fazer parte desta empresa e poder ajudar atingir o objetivo de fusão.
    Se tiverem alguma questão é só deixar aqui que tento responder o melhor que posso.

    • jouze says:

      Eu trabalho no ITER projet e partilho dessa alegria de contribuir para que a fusão seja uma realidade, primeiro experimentalmente madura em grande escala e depois possa ser replicado em soluções comerciais.

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