PJ interceta submarino do narcotráfico com toneladas de cocaína a 230 milhas dos Açores
A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, intercetou em alto mar uma embarcação semi-submersível usada no tráfico transcontinental de cocaína, evidenciando o recurso crescente a tecnologia cada vez mais sofisticada por parte das redes criminosas, numa operação realizada em articulação com a Marinha Portuguesa e a Força Aérea.
Rota transatlântica de tráfico de cocaína.
No interior da embarcação, proveniente da América Latina e tripulada por quatro cidadãos estrangeiros, encontravam-se 300 fardos de cocaína, correspondendo a várias toneladas da substância ilícita.
Interceção em condições extremas no Atlântico
A abordagem ao semi-submersível ocorreu a cerca de 230 milhas náuticas dos Açores, em pleno oceano Atlântico, num contexto marcado por condições meteorológicas adversas.
Segundo as autoridades, tratou-se de uma operação de elevada complexidade e perigosidade, tanto para as equipas envolvidas como pela própria natureza da embarcação intercetada.
A operação contou ainda com o apoio do Departamento de Investigação Criminal dos Açores da PJ, reforçando a capacidade de resposta nacional numa zona estratégica para o combate ao narcotráfico internacional.

Um exemplo de embarcações semi-submersíveis do narcotráfico interceptadas em alto mar, usadas para transportar grandes quantidades de cocaína com baixo perfil de deteção.
O que é um submarino semi-submersível do narcotráfico
Os semi-submersíveis, frequentemente designados como “submarinos do narcotráfico”, não são verdadeiros submarinos militares, mas sim embarcações artesanais de baixo perfil.
Navegam quase totalmente submersas, deixando apenas visíveis pequenos elementos como a escotilha e o sistema de ventilação, o que dificulta significativamente a sua deteção por radar ou observação aérea.
Construídos maioritariamente em estaleiros clandestinos na América Latina, estes meios são concebidos para longas travessias oceânicas, com autonomia de vários dias ou semanas.
Podem transportar várias toneladas de droga e são normalmente descartados ou afundados após a entrega da carga, numa tentativa de eliminar provas.
Cooperação internacional decisiva
A investigação teve origem numa estreita colaboração entre a PJ e autoridades internacionais, nomeadamente dos Estados Unidos da América, através da Drug Enforcement Administration e da Joint Interagency Task Force South, bem como do Reino Unido, com a participação da National Crime Agency.
A operação decorreu no âmbito do Maritime Analysis and Operations Centre – Narcotics, estrutura europeia dedicada à análise e combate ao tráfico marítimo de droga.
Investigação em curso
A investigação prossegue agora sob responsabilidade da Polícia Judiciária, em articulação com autoridades parceiras internacionais, no âmbito de um inquérito titulado pelo DIAP da Comarca dos Açores.
As autoridades procuram apurar toda a rede logística e criminosa associada a esta rota transatlântica de tráfico de cocaína.























Deixavam a entrega ser bem sucedida e viam logo para quem era. Polícia cada vez menos inteligente
Isto vai ter a redes de distribuição, redes de distribuição criam-se novas, os verdadeiros orquestradores não tocam na droga, seria preciso seguir redes de lavagem de dinheiro para conseguir chegar a eles
Sim, até porque é fácil seguir uma embarcação destas no meio do Atlântico, sem ser detetado.
Candidata-te à policia, és claramente a iluminada que eles procuram! É tão fácil falar e ser treinador de bancada 🙂
+1
A pj podia dar estas embarcações á marinha portuguesa. Provavelmente conseguiam transformar isto em algo util.
E dão
Sempre que seja possível, todas as embarcações apreendidas são entregues às autoridades que precisam delas. Neste caso acho que afundou.
Mais de metade seria para entregar aos maçons do governo.
Se alguma vez tivesses tido maçons no governo o país estaria bem melhor
?desenvolva,fiquei curioso
Maçons promoveram desenvolvimento
acho que devias estudar mais 🙂
Não só estudar, mas dizer a verdade …
Essa foi a melhor que já ouvi. São tão, mas tão prós (e tão bonzinhos) que destruíram o meu querido País. Basta ler a História de Portugal e apreciar o que tem feito até aos dias de hoje … Resumindo, é melhor ser verdadeiro , OK ?
Os maçons destruíram o teu país? Lol
Querem lá ver que fui eu … Comentando as suas “loladas” : Vá estudar Zé e não envergonhe os Portugueses que não tem culpa nenhuma ! Aprender sobre a historia de Portugal, nunca fez mal a ninguém !
Não foi a PJ fo a marinha e força aérea, a PJ tem que ficar sempre com os louros.
No site da PJ está como sendo a PJ com apoio da Marinha. Mas se tu sabes mais que eles 😉
Com tanto dinheiro, eles podiam comprar um submarino a sério e alugavam o almirante Gouveia e Melo para estas operações
Esta história está mal contada, isto é para a nova serie da NetFlix “Rabo de Peixe”, cocaína no Açores o enredo é igual mas agora em vez do veleiro é um submersível, estilo Avatar, mudasse ligeiramente o local da história e sai mais um filme.
🙂 🙂 🙂
Falando agora de forma seria, não sei se as pessoas que transportam e operam estas embarcação se ali estão de livre vontade ou se de alguma forma foram coagidos para esta situação, mas em qualquer das situações nem imagino o desespero que deve ser andar dentro disto, e quantos dias devem de demorar a travessia.
Foram coagidos com dinheiro..
Eu também penso muito nisso, na pena que tenho das condições de em alto mar dos narcotraficantes.. imagina só os enjoos, coitadinhos
Tens ido ao médico?
Começo a ficar preocupado contigo rapaz.
Afinal uma pessoas tão viajada e vivida como tu não sabe que muitas pessoas são coagidas a entrar no mundo do narcotráfico, muitos veem as famílias feitas reféns, outros sim pela ganância de enriquecer rápido.
Mas como tu não te misturas com a ralé estas coisas passam-te ao lado, imagino a educação dos teus “herdeiros”.
está a perder tempo
Há um ditado tuga que diz “antes a morte a tal sorte”, cada um toma as suas escolhas, até sob coação
Já não se pode ser empreededor…
Empreendedor…