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EUA sobe para 245% de tarifas sobre produtos chineses

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Filipe says:

    Parecem criancinhas mimadas. De tudo o que vejo nisto, é só infantilidade.

  2. Dixie Nourmus says:

    Para a China é indiferente. Vão aplicar o mesmo e bloquear ainda mais a exportação de materiais indispensáveis aos EUA.

    • B says:

      +1
      Os USA precisam mais da China do que a China dos USA, essa escalada vai sair cara ao consumidor americano.

      • nuno a says:

        Na verdade os Estados Unidos nao precisam da China, foi sim criado um habito devido aos baixos precos comprar tudo á china ao longo de decadas mas os Estados Unidos tem tudo e o que nao tem em quantidade suficiente, tem os paises vizinhos na america do sul.
        O que isto está a fazer é obrigar os americanos a comprar produto nacional e assim aumentar a produçao nacional o que cria mais emprego e acaba por reduzir os preços do produto nacional, posso nao me explicar bem mas o que é certo é que a inflacao nos estados unidos baixou, a produçao aumentou, o desemprego desceu e o custo de vida dos americanos está descer tambem. Não nos podemos esquecer que os estados unidos da america são a segunda maior economia mundial, sim a china é a primeira mas o maior importador da china são os estados unidos, sem os estados unidos a china vai acabar por perder mercado e muito capital quer queiram quer nao, já esta a acontecer milhares de fabricas estão a encerrar e nao conseguem escoar produtos porque produziam apenas para o mercado americano, ( procurem o canal china observer no youtube e vejam ) .
        Ate hoje a china foi a fabrica e os estados unidos o cerebro, mas agora o cerebro vai fabricar tambem

    • Nuno Nunes says:

      Ai o estados unidos vai mesmo para o buraco

  3. Ivo says:

    Relativamente ao anúncio de que os EUA aumentaram as tarifas sobre produtos chineses para 245%, o número em si começa a perder relevância. Poderia ser 245%, 500% ou até 2000% – a questão fundamental já não reside no impacto económico direto ou na negociação comercial tradicional.

    O que esta medida sinaliza, de forma inequívoca, é uma mensagem de força dirigida não apenas à China, mas ao mundo: os EUA estão a demarcar a sua posição de supremacia e a deixar claro que não aceitarão retaliações ou desafios à sua estratégia. Mais do que uma simples tarifa, isto é um ato deliberado no âmbito do ‘decoupling’ (desacoplamento) económico.

    É uma demonstração inequívoca de que os EUA estão dispostos a arcar com os custos dessa separação para afirmar perante o mundo quem manda e que todos os outros terão de vergar. Trata-se da afirmação bruta de uma nova realidade geopolítica imposta por Washington.
    E, esta notícia reforça a minha ideia sobre o que ele pretende: https ://cnnportugal.iol.pt/donald-trump/dia-t/trump-diz-que-ha-paises-a-beijar-me-o-rabo-para-evitar-tarifas-guerra-comercial-entra-em-novo-capitulo/20250409/67f620a3d34ef72ee4447f99

    • Max says:

      Isso foi no dia 08/04, no jantar dos MAGAs, na véspera das “taxas reciprocas (da cartolina azul) do dia da libertação” entrarem em vigor. No dia seguinte – por pressão dos mercados, Trump teve que meter as tarifas no cu, por 90 dias (exceto a China). Embora ainda haja expectativas do que pode acontecer, o que se espera é que essas tarifas lá continuem, por receio da reação dos mercados. Mas as que ficaram, de 25% sobre o aço e os automóveis e de 10% sobre todos os demais produtos (exceto produtos eletrónicos e produtos farmacêuticos – continuam a ser muito altas. Essas taxas e a imprevisbilidade dos EUA são suficientes para os outros países baixarem as taxas alfandegárias entre si e criarem zonas de comércio livre.

    • PTO says:

      Correção: a medida não sinaliza nenhuma mensagem de força, mas sim uma mensagem de estupidez e ignorância.

  4. Max says:

    Então, estava em 145% (a de 125% e mais 20% da taxa fentanil). A China retaliou subindo a sua para 125% – e Trump passou a sua para 245%.
    Bem, como a China já tinha dito que não ia acompanhar mais subidas, fica EUA 245% e China 125%.
    Já há um perdedor claro – os agricultores norte-americanos, sobretudo de soja e de carnes, que exportavam para a China. E um ganhador claro – os agricultores do Brasil que exportam para a China.
    Outros perdedores e ganhadores da “guerra de tarifas de Trump” irão sendo conhecidos com o passar do tempo,.

    • Max says:

      Correção de como se chega à taxa máxima de 245%:
      1) Antes de Trump já havia taxas alfandegárias adicionais, ditas da Seção 301 – de 7,5% até 100%, sobre certas categorias de produtos. Nos automóveis era de 100%.
      2) Trump introduziu a “taxa fentanil” de 20%
      3) E a “taxa recíproca” e agravamentos que chegou a 125% (começou em 34%, à medida que a China ia retaliando com uma taxa igual, passou para 84% e depois para 125%)
      A taxa máxima de 245% é 100% (a máxima de 1)) + 145% (20% + 125%).

  5. GLHF says:

    a China deve estar a tremer de medo do trampas… e porque não 42069% ou mesmo 69420% oportunidade desperdiçada

    • Pedro says:

      Porque o presidente da China tem mais que faça.

      Se vires bem, o trampa é que quer isolar o país do mundo (ainda mais!)… era bem feita se toda a gente começasse a cagar no gajo e começasse a comprar só coisas chinesas (o que não deve ser assim tão difícil na verdade)…

      Até nós, já entrámos no “carrossel” das tarifas…

  6. Filos says:

    A China é o segundo maior detentor de títulos da dívida pública americana, com US$ 760 biliões (dado de janeiro), atrás apenas do Japão. Este valor é mais do que suficiente para ser usado como arma nos mercados financeiros e lixar a economia americana num ápice! O pateta do Trump anda a brincar com o fogo…Pior são os imbecis que votaram no gajo…Esses é que irão pagar as favas não será ele:-P

  7. Luis Henrique Silva says:

    Isto mais cedo ou mais tarde vai destornar os EUA, e o mundo vai atrás pois somo dependentes do dolar.
    Como já tinha ouvido os EUA é o ultimo império das águias que cairá como os outros que existiu no mundo.

  8. cAPEX says:

    O Trump é uma comédia. xD

  9. jorge says:

    A europa deveria de sguir o Trump, impor taxas a china ou mandar a China fabricar na Europa e com as mesmas condiçoes de trabalho do pais em questao, vejo todos os dias empresas europeias a despedir trabalhores por causa da china e ninguem abre a boca, depois dizem perdi o meu trabalho, e por culpa de quem da escravidao chinesa, vietnam e outros paises asiaticos, taxas aos países asiaticos todos.

    • RRR says:

      o que os EUA e UE querem é fabricar e por o resto do mundo a comprar, esse tempo ja acabou!!!

    • Grunho says:

      Não adiantava, a China sabe muito bem que a Europa não é confiável, tirando a Hungria e pouco mais. Se Portugal se tornasse confiável para os chineses podíamos ser nós. Podíamos ser uma espécie de Macau ao contrário. E ganhávamos muito.

      • Ivo says:

        Concordo plenamente com o comentário do Grunho sobre a percepção da China em relação à Europa e o potencial desperdiçado de Portugal. De facto, a China tem mostrado crescente desconfiança face à Europa, considerando apenas alguns países, como a Hungria, como parceiros verdadeiramente fiáveis. Portugal, devido à sua ligação histórica a Macau, poderia ter aproveitado essa relação única para se posicionar como um parceiro privilegiado da China, quase como um “Macau ao contrário”, beneficiando economicamente dessa proximidade.

        No entanto, infelizmente, Portugal optou por alinhar-se com a linha dura das sanções lideradas pelos EUA durante o “reinado” de Biden, indo até mais longe do que quaisquer países europeus. O exemplo mais flagrante é o bloqueio total aos equipamentos da Huawei na infraestrutura 5G nacional, uma decisão que foi considerada por alguns especialistas como mais restritiva do que as adotadas por outros Estados-membros da União Europeia. Esta medida, motivada por critérios de segurança e alinhamento geopolítico, acabou por afastar Portugal de uma posição de confiança junto da China, ignorando a tradição de diálogo e amizade herdada do passado comum com Macau.

        É de lamentar que, apesar desse passado, muitos dos nossos decisores políticos parecem desconhecer ou desvalorizar a importância estratégica de Macau (duvido muito se estes políticos sabem onde fica Macau e o que Macau foi na história Portuguesa) e a oportunidade que isso representava para Portugal se destacar no contexto europeu. Em vez de capitalizar essa vantagem histórica, Portugal preferiu seguir uma política de sanções que, além de não trazer quaisquer benefícios evidentes, comprometeu a possibilidade de construir uma relação de confiança e benefício mútuo com a China

        • Rui says:

          Ouve-se cada história da carochinha……
          Portugal foi encostado à parede, se permitisse a entrada da Huawei, os centros de dados que ligam os cabos submarinos em Portugal eram deslocalizados!!!!!

          Realmente coitadinhos dos chineses que não fazem mal a ninguém…… pergunte aos vizinhos dos chineses, principalmente os países que viram a China criar ilhas artificiais junto ao seu território e construírem lá bases militares!!!!!

          Ou pergunte aos pescadores e autoridades da América do Sul e África como é a postura dos barcos de pesca chineses que não respeitam nada nem ninguém!

          Longe de mim apoiar o anormal do Trump, mas a China não é inocente!

          O que esta guerra comercial nos ensina é que devemos tentar ser o máximo possível auto-suficientes e não dependermos de ninguém!!!!!

          • Max says:

            Não há nenhuma guerra comercial. Os objetivos de Trump não estão ao nível do comércio internacional. Estão ao nível do domínio mundial.
            Trump tem a panca de obter o apoio de Putin contra a China. Putin aceita o apoio de Trump contra a Europa, de que os dois estão contra. O resto são floreados.

          • Ivo says:

            Caro Rui,

            Compreendo a tua preocupação com a segurança e a soberania nacional — são questões fundamentais e merecem ser debatidas de forma séria. No entanto, para termos uma discussão construtiva, é importante distinguir entre factos, percepções e preconceitos.

            Em relação à Huawei, é verdade que Portugal foi alvo de forte pressão internacional, sobretudo dos Estados Unidos, para alinhar com a política de exclusão da tecnologia chinesa nas redes 5G, sob pretexto de Segurança Nacional (mas de quem?/provas?). No entanto, apesar desse condicionamento externo, a decisão final foi tomada pelas autoridades portuguesas. Outros países europeus, sujeitos às mesmas pressões, optaram por soluções mais equilibradas e inteligentes, permitindo alguma participação da Huawei sob condições rigorosas. Portugal, por sua vez, escolheu seguir a linha mais restritiva e absoluta. Ou seja, houve influência externa, mas a decisão foi, em última análise, uma escolha política nacional.

            Além disso, a relação da Europa com a China é complexa e não pode ser reduzida a uma dicotomia de “bons” e “maus”. Na verdade, esta distinção é irracional no contexto geopolítico. Quem define o que é “bom” ou “mau” são sempre interesses, valores, preconceitos e percepções de cada país ou bloco, e não existe um critério moral absoluto nas relações internacionais. Se seguíssemos essa lógica maniqueísta, teríamos de aplicar o mesmo critério a todos os nossos aliados. Por exemplo, perante as ações “maravilhosas” de Israel em Gaza — que têm gerado enorme controvérsia internacional e repetidos apelos da União Europeia ao respeito pelo direito internacional humanitário —, Portugal deveria cortar relações ou apoiar incondicionalmente as operações militares israelitas? A verdade é que, mesmo perante situações graves, a maioria dos países da UE mantém relações diplomáticas e económicas com Israel, e só a Espanha assumiu uma posição mais vocal. Isto mostra que, no final, os Estados agem de acordo com os seus interesses estratégicos, e não com julgamentos morais absolutos.

            Generalizar sobre o comportamento internacional da China, citando apenas exemplos negativos, não contribui para uma análise equilibrada. Todos os grandes atores globais, incluindo os EUA e a própria UE, têm episódios controversos na sua atuação externa. O essencial é que Portugal defenda os seus interesses com base em factos, análise estratégica e pragmatismo, evitando cair em narrativas simplistas.

            Importa ainda recordar que Portugal possui um ativo histórico único — a ligação a Macau — que poderia ter sido aproveitado para fortalecer a nossa posição como ponte sólida entre a Europa e a China. Ignorar essa vantagem foi uma escolha política, não uma inevitabilidade. Mas confesso que, em Portugal, sejam políticos, governantes ou cidadãos comuns, poucos conhecem verdadeiramente Macau e a sua ligação histórica com Portugal — uma relação que sempre fez com que a China tivesse um carinho muito especial por Portugal.

            No fundo, a verdadeira independência reside na capacidade de decidir o que é melhor para o país, ponderando todas as pressões e oportunidades, e não apenas seguindo automaticamente as orientações de terceiros. A autossuficiência é importante, mas no contexto global atual, a força está em saber negociar, diversificar parcerias e manter o equilíbrio estratégico.

            Portanto, Rui, não se trata de “proteger a China” ou de “temer os EUA”, mas sim de agir com inteligência, equilíbrio, independência e visão estratégica. Quando ignoramos estes pontos, deixamos de ter argumentos sólidos e ficamos apenas com opiniões.

  10. ûlme says:

    Trump & Amigos, Lda. nunca ficam mal…

    Os rednecks é que vão levar na tromba … olha, não fossem burros. Estudassem.

  11. Antonio says:

    Anda tudo a olhar para as tarifas, quando o foco é outro.
    É como no teatro. Existe o palco e atrás do pano. A ação desenrola-se atrás do pano, mas apenas muito poucos sabem o que realmente se passa.
    Talvez daqui a uns meses algo comece a surgir.

    • Andreas Noack says:

      The whole world is a stage.
      But, Trump…
      The whole world.

    • PTO says:

      Sabes tu o que se passa atrás do pano, queres ver?
      Enfim…

      • Profeta says:

        O que se passa com essas taxas e que querem afundar ainda mais a economia, ou pensam que e facil isolar o comercio entre os paises so porque sim ? Ganham todos menos o consumidor. Nem sei sequer ate que ponto este aumento de taxas e permitido por um presidente mas pronto ate irem discutir isto em tribunal o mal entretanto esta feito. Sabem-na toda. O Sistema esta podre e vai continuar assim.

  12. Yamahia says:

    Isto já parece a feira.

  13. TiagoR says:

    Preparem-se para anos dificieis quem tiver terra comece já a semear !

  14. 2 dedos de testa says:

    Povinho americano estupidificação que elegeu um estúpido que está a brincar com o fogo.

    é o que dá falta de literacia económica e política, os populistas adoram gente burra

  15. Tobias says:

    “A minha é maior que a tua…”

  16. Um gajo sério says:

    Tanta gente a comentar as tarifas do Trampa mas não vejo ninguém a aplicar a solução que resolve de vez o problema. E não é necessário reescrever a economia, nem criar medidas inovadoras. Basta fazer como fez o Canadá. Não comprem nada que seja fabricado nos EUA. Se não há vendas não há necessidade de fazer importação. Se não há importação as empresas americanas vão pressionar o Trampa a retirar as taxas dos produtos importados de forma a convencer os outros países a começarem a consumir produtos americanos. Para isso o Trampa tem de retirar as tarifas.
    Vejam os que se passou com a Apple. Os produtos Apple devido às tarifas não iam vender na China nem nos EUA. Pressionaram o Trampa e ele baixou a cuequinha, ajoelhou e rezou e retirou as tarifas.
    Com os produtos Canadianos aconteceu o mesmo. O Trampa até se ofereceu para criar um campeonato de hóquei no gelo entre os dois países. Os Canadianos mandaram-no meter o taco onde o sol não brilha e o Trampa cancelou as tarifas.
    Deixem de consumir Coca-Cola e Pepsi-Cola durante um mês e verão que o Trampa até vai vos vai beijar o “ass” e implorar para continuarem a consumir a “água suja americana”.
    Vamos criar o movimento “Parem de consumir USA que faz mal à Tuga”

    • Rui says:

      Falar é fácil, mas podemos prescindir da Google? Microsoft? Apple? Se sim então vamos lá embora!

      • Um gajo sério says:

        Às vezes é só preciso estar atento. Já aqui li “centenas” de comentários onde se fala da falta de confidencialidade nas comunicações nos nossos telemóveis.
        Por mero acaso, e só porque estava atento, fiquei a saber que existe uma empresa nacional que garante a confidencialidade das comunicações em Portugal e no estrangeiro.
        Isto tem a ver com a notícia recente “Bruxelas aconselha Maria Luís Albuquerque e outros comissários a utilizarem telemóveis descartáveis nos EUA para evitar espionagem” ler https ://observador.pt/2025/04/14/bruxelas-aconselha-funcionarios-a-utilizarem-telemoveis-descartaveis-em-viagens-aos-eua-para-evitar-espionagem/
        Pois bem existe a aplicação Adyta.Phone da empresa Adyta (ver https ://adyta.pt/).
        Segundo eles, não recolhem nenhum dado do utilizador e deve ser descarregada através das lojas da Apple e da Google.
        É paga, mas para um gestor de uma empresa, pode ser a diferença entre ter os segredos do seu negócio protegidos e a partilha de dados com a concorrência por dados fornecidos pelo seu operador e ou qualquer “hacker” que acedeu ao seu telefone.
        Fica aqui a garantia de que eu não tenho nada a ver com esta empresa e só tomei conhecimento dela por causa de um comentário na CNN relacionada com a tal notícia sobre a Drª Maria Luis Albuquerque ver https ://pt.linkedin.com/posts/carlosascarvalho_adytaphone-activity-7318206522105192448-zswY

      • Grunho says:

        Yes we can! Os gajos é que não podem prescindir do dinheiro da Europa.

  17. Um gajo sério says:

    Se duvidam que deixar de consumir produtos americanos é a melhor solução, leiam https://rr.pt/noticia/economia/2025/03/06/e-pior-que-as-tarifas-canada-retirou-uisque-americano-dos-supermercados-e-jack-daniels-nao-gostou/416403/
    Excerto da noticia:
    “Lawson Whiting, chefe da Brown-Forman, disse que a resposta canadiana é desproporcional aos impostos de 25% impostos pela administração de Trump.”
    “É pior que uma tarifa, porque estão literalmente a retirar as vendas, a remover completamente os nossos produtos das prateleiras”, disse Whiting.”
    “Contudo, Lawson Whiting disse que o Canadá apenas representa 1% das vendas totais da Brown-Forman, pelo que a empresa vai conseguir suportar o impacto financeiro da medida.”
    Mas como toda a gente sabe, “as empresas vivem de vendas, os diretores vivem de prémios” e se não cumprirem com os objetivos são facilmente removidos dos cargos.
    E se é só 1% e não “faz mossa” então porque o referiu? Claro que ele estava preocupado. Um gestor de topo não faz comentários só por fazer, isso é bom para os comentadores de bancada que por aqui abundam, eu incluído…claro.

  18. PorcoDoPunjab says:

    Por alturas da Troika, apenas os Chineses vieram cá comprar empresas.
    Ninguém mais estendeu a mão.
    Os Chineses não se vão esquecer do vira casacas que Portugal é.

    Se no futuro voltarmos a precisar da China, eles em vez de estender a mão dão-nos é uma âncora para irmos mais depressa ao fundo.

    • Ivo says:

      Concordo plenamente com PorcoDoPunjab. Durante a crise, quem realmente estendeu a mão a Portugal foram os chineses, com apoio financeiro concreto e investimento nas privatizações. Os outros “aliados e amigos” só falaram, mas na prática não ajudaram. Foi a China que esteve presente quando mais precisámos.
      https ://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/embaixador_da_china_sublinha_apoio_financeiro_aos_amigos_portugueses

      • Max says:

        Estás a ver o filme montado ao contrário.
        A venda de empresas públicas, como a EDP e a REN, foi uma exigência da troika.
        Quando foi feita a venda, as empresas da UE não se chegaram à frente.
        Quem se chegou à frente foram empresas chinesas, que pagaram por aquilo que compraram. Chamar-lhe ajuda é exagerado. Todos os anos recebem os dividendos.

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