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Emergência médica na Estação Espacial levanta novas dúvidas sobre missões a Marte

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Zé Fonseca A. says:

    é facil leva-se redundancia, se um morrer fica o outro

    • Gringo Bandido says:

      Façam como no filme Moon (2009) apesar de ser nada ético.

    • Artilheiro says:

      ahahah

    • To Canelas says:

      TPAS, sabes o que é?

      • Zé Fonseca A. says:

        not my case.. adoro sociedades organizadas.. apenas vivo no mundo real, se querem fazer exploração espacial a sério têm de considerar que há o risco e morrerem pessoas, não cabe na cabeça de ninguém levaram equipas medicas e salas de cirurgia e aprenderem a operar em gravidade zero.. get real

      • To Canelas says:

        Isso de “viveres no mundo real” ou seres realista discordo, cada um tem a sua opinião.
        A ISS alberga apenas 7 pessoas de cada vez ao mesmo tempo, normalmente, o espaço é muito reduzido. E cada astronauta tem uma especialidade diferente, skill sets diferentes. Ou seja, para haver “redundância” seriam precisos o dobro das pessoas na ISS. Era preciso expandir e bem a ISS, os custos aumentavam drasticamente.
        Alem disso, isto foi a primeira vez que isto aconteceu na história da ISS em cerca de 25 anos.

        • Zé Fonseca A. says:

          O artigo não fala sobre a ISS mas sim no problema de missões mais longe

          • To Canelas says:

            Primeiro é preciso chegar à lua, outra vez. Missões na lua, tipo a Gateway e Artemis. Voos tripulados a Marte ainda falta muito tempo, só daqui a uma década no mínimo dos mínimos.

  2. AlexS says:

    È parte do jogo para quem faz missões arriscadas.

  3. Max says:

    Isto é uma história esquisita. A NASA diz que não foi uma uma evacuação de emergência, que foi uma antecipação antecipada, devido ao estado de saúde do astronauta – ou seja, que não foi propriamente uma emergência, mas uma precaução.
    O astronauta diz que está a recuperar bem. Só não se percebe o mistério de ele não dizer o que lhe aconteceu. Cá por mim foi alguma doença pré-existente, que já tinha antes de lhe darem o “atestado” para a missão e se agravou – e não querem que se saiba, que não lhe deviam ter passado o “atestado”.

    • Zé Fonseca A. says:

      foi de facto uma emergencia medica quando aconteceu, só que tentaram ligar o 112 e não existiam ambulancias disponiveis naquela rota, então tiveram de se safar com o treino medico que tinham e esperar pelo melhor, depois sim decidiram antecipar o regresso não fosse a coisa ficar preta

      • Max says:

        E que doença apanhou no espaço que não tinha e não pode divulgar? Essa é a questão. O que está em causa é saber se estava em condições para lhe deram o “atestado” médico.
        É mais do que certo que se a doença, que provocou o regresso antecipado, dissipasse as dúvidas – ou seja, não tinha problemas de saúde, adoeceu no espaço, acontece – diziam qual era, para evitar especulações. Não divulgam, porque os especialistas iam dizer que aconteceu-lhe isso porque não estava em condições de partir. (Também é certo que haveria sempre quem dissesse isso, fosse qual fosse a doença).

  4. Grunho says:

    Sosseguem, é só uma viagem até um estúdio de TV no meio do deserto. Viram o filme Capricórnio 1, com Elliot Gould e OJ Simpson?

  5. Mario says:

    Independentemente das condições de habitabilidade (câmaras de regeneração molecular com cortes e amostragem hypertransversal),algo ainda conceptual…e de custos proibitivos,enviar humanos para marte é um suicídio quase absoluto. O objectivo,o durante e o resultado não justificam um preço tão elevado

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