Artemis II regressou a casa
Depois de 10 dias de missão, a Artemis II chegou hoje à Terra após ter voltado à órbita da Lua, 50 anos depois e de ter batido um novo recorde.

Artemis II chegou à Terra: sucesso total
Cápsula Orion desceu mais de 120 mil metros em 13 minutos e dirigiu-se para uma zona especial de amaragem ao largo da Califórnia.
Depois de 6 minutos de total blackout nas comunicações, a nave espoletou os paraquedas e amarou de forma controlada, trazendo para terra os 4 astronautas.

Mais de meio século, a humanidade volta a ver a Lua de perto
A Artemis II marca o regresso dos voos tripulados à órbita da Lua, sendo a primeira missão com astronautas do programa Artemis.

Desde o lançamento, a NASA colocou uma tripulação a bordo da cápsula Orion numa trajetória de circum-navegação lunar.
A missão teve como objetivo principal testar todos os sistemas em condições reais, incluindo navegação, comunicações, suporte de vida e desempenho da nave com humanos a bordo.

Após sair da órbita da Terra, a Orion realizou um sobrevoo da Lua, aproveitando a sua gravidade para executar uma manobra de retorno.
Durante vários dias, a tripulação manteve operações contínuas, recolhendo dados essenciais para preparar futuras missões, em especial a Artemis III, que deverá voltar a colocar humanos na superfície lunar.
A missão chegou agora ao fim, com o regresso à Terra, tendo conseguido uma reentrada na atmosfera, que era um dos momentos mais críticos, totalmente controlada.

O sucesso desta etapa será determinante para validar a segurança e a fiabilidade de todo o sistema Artemis. E do que ainda virá com a próxima missão.
A Artemis II levou uma tripulação de quatro astronautas, escolhidos para representar experiência, diversidade e cooperação internacional.
Quem são os astronautas
A comandante da missão é Reid Wiseman, responsável pela liderança global da operação e pela segurança da tripulação.
O piloto é Victor Glover, que supervisiona os sistemas de voo e a navegação. Tornou-se já uma figura histórica por ter sido o primeiro afro-americano a integrar uma missão de longa duração na Estação Espacial Internacional.
A especialista de missão Christina Koch tem um papel central nas operações científicas e técnicas. Destaca-se por ter participado na primeira caminhada espacial totalmente feminina e por deter um dos voos espaciais mais longos realizados por uma mulher.
A missão inclui ainda Jeremy Hansen, representante da Canadian Space Agency, sendo o primeiro canadiano a viajar até à órbita lunar.

Uma tripulação com significado histórico
Esta equipa não foi escolhida apenas pela competência técnica. Representa também um marco simbólico: é a primeira vez que uma mulher e uma pessoa negra participam numa missão lunar.
Além disso, reforça a colaboração internacional, com o Canadá a integrar uma missão desta dimensão.


















“…120 mil metros em 13 minutos…”
550 kmh? Pffff… Os aibus dão mais.
Dão mais o quê? Que raio de comparação estás a tentar fazer? LOOOOL
O meu contributo par as teorias da conspiração – “Agora, na Artemis, safaram-se de ficar congelados à ida e assados na reentrada, graças ao P50, um derivado da cortiça desenvolvido pela Corticeira Amorim, que protegia interiormente a Orion das grandes variações térmicas”.
Senão, oh … tinham feito como nas missões Apollo – assim que o foguetão Saturno saía das vistas, a cápsula soltava-se e caía no mar, a tripulação era levada secretamente para a Área 51, e no “dia do regresso” entrava num avião C-130, numa cápsula devidamente chamuscada que era largada de para-quedas sobre o mar. Ainda assim, os 6 minutos de total blackout nas comunicações, de que fala o post … deixaram-me a pensar se não foi para não se ouvir o avião.
Andas bem informado, a 4 décadas atrás ninguém acreditava nas video chamadas, era ficção científica (star trek, etc) hoje em dia é uma coisa banal.
Deixa-me adivinhar, trabalhas na famosa área 51, porreiro, então e sobre os homenzinhos verdes…
Nem os astronautas disseram, nem ninguém que trabalhasse na Área 51, ou na base secreta do Nevada diz que os viu, nem quem participou da sua recolha da primeira vez ou os que levaram de avião noutra cápsula da segunda vez, nem os médicos que os terão examinado disse nada – só para perceberes a extensão da conspiração que era necessária.
Agora uma coisa é certa – se os astronautas não viajaram para a Lua tinham que os por nalgum lado, ou não?
Correu tudo bem. Já recolheram dados e podem estar mais 200 anos a mandar areia para dizerem que vão à lua de novo. Um Dia talvez lá cheguem mas não creio que seja a nasa a conseguir esse feito.
O difícil era por a nave em órbita lunar, o fácil era pousar na Lua e retornar à nave.
Nas missões Apollo, para além do foguetão, a nave tinha três módulos: de Comando, de Serviço e Lunar.
Nas missões Artemis (no calendário atual, com pouso lunar, apenas as missões Artemis IV e V, no início e fim de 2028), resolveram complicar – há uma nave que leva a tripulação para a órbita lunar (a Orion), tal como agora, e outra, distinta vai recolher parte da tripulação da Orion, vai pousar na Lua e regressar (está previsto que seja a nave Starship HLS, da Space X, mas também poderá ser uma da Blue Origin).
Esta complicação era consequência do projeto de construção de uma estação espacial em órbita lunar, a Gatway, entretanto cancelada.
Os chineses têm um projeto mais simples,”à Apollo” para, em 2030, lançar uma nave que inclui o módulo lunar.
Entre o projeto complexo da NASA, e um mais simples, “à antiga”, da China, de facto não é fácil dizer quem agora chegará primeiro.
Quanto a tentar convencer os conspiracionistas, como é o teu caso, de que 6 missões da NASA pousaram na Lua, não vale o esforço. Mas ao menos vai ler como o módulo lunar Apollo era avançado, com um motor em que bastava abrir as válvulas para combinando dois gases, sem necessidade de ignição, e que o módulo era simples, não precisava de ser aerodinãmico, porque operava a 1/6 da gravidade da Terra, num ambiente sem ar nem vento.
… Gateway, cancelada pela NASA a 24/03/2026 – por motivos económicos, custava 20 mil milhões de dólares. Como já estava em construção, a NASA diz que vai reaproveitar parte para construir uma base permanente na Lua, em vez da estação.
Tal como param as modas, com a competição com a China, é bastante provável que a NASA pouse astronautas na Lua antes de 2030 (quando está prevista a da China), até janeiro de 2029 (como quer Trump, antes do fim do seu mandato). A partir daí, é uma incógnita.
Pelas teorias expressas nestes comentários confirma-se que só lá vamos mesmo com inteligência artificial.
Enquanto não mostrarem videos claros da entrada e saída do espaço, enquanto não provarem que não é Inteligência artificial, porque é uma coincidência do caraças bater certo está viagem com a AI.
Na lua em 69 há anos que deixei de acreditar nisso.
A peta maior da história humana.
Esta também tenho grandes dúvidas mas, se nem sequer isso fazem então estamos a mil anos de chegar e colonizar ou viajar .
Mas deste-te ao trabalho de examinar a “peta” das missões Apollo passo a passo? Contar quantas centenas de pessoas era preciso estarem a mentir para a peta funcionar?
Não se deve ser conspiracionista só porque sim, tem que se aprofundar.
Aos conspiracionistas simplistas a quem bastava “Se foram à Lua porque é que não voltaram lá?” – a Artemis foi uma valente marretada . Mas um bom conspiracionista, acrescenta… “Isso era se fosse verdade, mas como pode ter sido peta forjada por AI…”
Mas ao menos diz lá – o que fizeram ao foguetão (SLS), à nave (Orion) e à tripulação – se a Orion com a tripulação não foi à órbita lunar e voltou?
Não sei se sabes mas é só subires muito e encontras a portagem para entrares no espaço…depois é só pagares a portagem.
Há evidências. muitas mesmo, e acho bem que haja pensamento critíco agora achar que se trata de crença acredita…. é do mais burrinho que pode haver. Aliás…tu próprio o confirmas ao dizer que queres um vídeo para poder acreditar LOOOOOOOOL Um vídeo? É isso que precisas para acreditar em algo? Tenho más notícias para ti…
Mesmo não tendo pisado no solo do ESTABILIZADOR ENERGÉTICO ATÓMICO TERMONUCLEAR que chamam primitivamente de LUA, que disseram já terem feito em 1969:
Devemos considerar importantes conquistas dessa missão, tais como:
Melhor blindagem anti-radiação termonuclear da nave.
E melhor revestimento térmico.
As contas da radiação:
– 1 Raio-X ao tórax liberta cerca de 0,1 mSv (mili Sievert) de radiação.
– atravessar o Cinturão de Van Allen (ida) correspondeu a 0,5 a 1 mSv (10 Raio-X). Ida e volta a 1 a 2 mSv
– segundo a NASA, a radiação total durante toda a missão variou entre 1,8 mSv (Apollo 11) e 11,4 mSv (Apollo 14)
– 50 mSv é o limite anual legal para trabalhadores da indústria nuclear.
– 1.000 mSV começa a causar sintomas de envenenamento por radiação (náuseas, fadiga).
– 5.000 mSV é uma dose fatal para 50% das pessoas.
Na missão Artemis a proteção era melhor. Mas nas missões Apollo também estiveram a um nível seguro.
Nas teorias da conspiração é que os astronautas fritavam se atravessassem o Cinturão de Van Allen. Nas missões Apollo atravessaram rapidamente (em uma a duas horas hora) a zona mais fina.