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A era perigosa na aviação comercial: se tiver de ir a um funeral, o bilhete sairá mais caro

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Zé Fonseca A. says:

    Isto não é de agora, modelos de aprendizagem destes já se fazem desde o início dos anos 2000, começou no retalho e rapidamente expandiu para maior parte das áreas económicas..
    É algo muito interessante e só temos a aprender

  2. Anónimo says:

    Isto devia ser proibido

  3. Realista says:

    Esta é para ver se os adeptos do “quem não deve não teme” acordam.

  4. Mário says:

    O pessoal adora escarrapachar a vida no Facebook e afins depois não se admirem que exista pessoal a fazer dinheiro com esses dados…

    • Zé Fonseca A. says:

      Essa dos falecimentos de familiares então já tenho ouvido imensas histórias de pessoas que estão a viajar e não sabem das notícias no imediato porque nessas situações as famílias preferem aguardar por momentos oportunos para dar a notícia e acabam a receber condolências pelas redes sociais de pessoas pouco próximas.. muito mau

  5. Alejandro says:

    Este tipo de cobrança, abrangendo um dia, uma simples viagem de autocarro, ou uma ida ao café, acho que vai ser uma realidade distópica, pois nunca vamos poder contar com a certeza de quanto vai custar um produto hoje ou amanhã e outra pessoa vai pagar um preço diferente pelo mesmo produto, mesma dose, assim como já acontece com os voos, tal como explicado no artigo.

  6. piscas says:

    E a informação de compra do bilhete de avião é valiosa para a Uber que pode adequar o preço se se aproximar a hora de partida do voo. Muitas novas parcerias podem ser feitas.

  7. Toni da Adega says:

    Da mesma forma que a localizacao pode ter impacto no preco. Basta utilizar uma VPN para existir variacoes nos precos.

  8. Pedro António says:

    Ahahah! Acordem!!! E o que vamos fazer? Acabar com a tecnologia? Com os logaritmos? Não há volta a dar, o mais que podemos fazer é procurar ter alguma privacidade, o que é diferente de tê-la!

  9. Rui Almeida says:

    Epá credo

  10. SergioA says:

    Ah sim?
    Eu tenho habito de fazer pesquisa com a minha conta via app, e de fazer pesquisa via web (outro PC, incognito, outro IP) e se notar descrepancia exagerada, leva logo com queixa directo a UE. E claro, exigir a diferenca e compensacao pelo alerta.
    Assim aprendem num instante e comecam a acabar com manias de espiar em tudo

  11. AMendes says:

    Para quem coloca a vida corrente nas redes sociais, seja porque motivo for e só cada um sabe as suas motivações, está publicamente a dar acesso a essa informação…tem um custo? porventura tem e este é um deles, entre muitos outros, que usam essa informação. Qual o drama?

  12. B@rão Vermelho says:

    Fazemos como se costuma ler por aqui, se é caro recorremos há Pirataria 🙂 🙂 🙂

  13. andre says:

    Comprem ações dessas companhias, assim estão seguros, se pagam mais por um lado recebem por outro

    mas não interessa promover a literacia financeira e o investimento pois a esquerda quer promover a luta de classes do trabalhador vs a empresa e não dá muito jeito se um trabalhador de 50 anos de idade com 300k de ações e com um ordenado de 2000 euros, achar que as empresas devem ter lucro para ele mesmo usufruir desse lucro.

    • Manuel da Rocha says:

      E pagar 800 milhões, pelas carteiras, e operações, é que é rentável?
      Olhe para 2007… foram 63 anos, de crescimento económico, que desapareceu, do mercado accionista. Desde aí para cá, já subiu 1673237000% e continua, a subir 823%, ao ano. Acha que, no primeiro espirro, não voltamos, a 2007, com crashs de 80%, nas bolsas mundiais?

  14. MLopes says:

    estamos a caminhar para um mundo distópico assustador

  15. Max says:

    Tem que ir a funeral. é urgente – o preço sobe. Dá ideia que não há preço para os bilhetes, vai-se comprar, a companhia vai ver “quem é este”, se a viagem for urgente cobra-lhe mais. Não acredito que seja assim. O que faz sentido:
    – O preço está anunciado e até determina data/hora são vendidos um X número de bilhetes – que não enchem o avião.
    – Os bilhetes que não foram vendidos é que podem entrar em algum processo de negociação do preço.
    Cá a TAP organiza leilões – “diga lá quanto é que está disposto a pagar”. Conheço pessoas que têm conseguido viagens baratíssimas desse modo – até viagens em executiva mais baratos que em económica. Claro que o pressuposto é não estar com pressa, tanto faz viajar num dia como noutro.
    Aí é que o que diz no post me parece ter cabimento – “Vamos lá ver se aceitamos a oferta do gajo”, ou não aceitamos porque ele está disposto a pagar o preço normal porque está com pressa”.

    • Max says:

      A Delta Airlines já respondeu ao Congresso. Em síntese:
      – Explicou que a IA será usada para ajustar os preços com base em fatores de mercado, como procura e concorrência, mas não em dados pessoais de clientes
      – Destacou que a precificação dinâmica (onde os preços mudam com base em fatores como oferta, procura, horário e combustível) é uma prática antiga no setor, que não viola as leis.
      Não percebo como é que se acredita que se pode chegar a uma situação em que uma companhia aérea subia o preço do bilhete a alguém por saber, graças à IA, que tinha urgência de ir a um funeral. Mas, ao menos, percebam que isso foi uma hipótese de que alguém se lembrou, nunca aconteceu.
      Agora, que aprovem regulamentação sobre isto acho bem, mas não é preciso panicar com mais uma maldade da IA.

  16. Mais um says:

    Foi esta cambada de imbecis, que eu e outros da minha idade criamos. Bela +++++ fizemos. Nunca pensei que fossemos criar este tipo de carneiros. Devíamos ter usado o chicote. Agora nada a fazer.

  17. Grunho says:

    Em tempos em Portugal isto era considerado crime de especulação e dava multas a escaldar, de muitas vezes o lucro ilícito, com alternativa de prisão se não fosse paga. Agora, com o capitalismo neoliberal acabou o crime de especulação e cada um, ou antes, cada capitalista , é livre de extorquir tudo o puder.

  18. Test User says:

    Aqui paga-se mesmo que não viaje.
    Para TAP 3,2 mil milhões e 453,25 para SATA.
    Tuga continua pagar

  19. Manuel da Rocha says:

    Isso já acontece… cá.
    Nos transportes rodoviários, o preço, de cada bilhete, varia conforme a conta, em que faça a pesquisa e pode durar 10 segundos. Se voltarem atrás, podem ver, o preço subir 10% ou 200% (já me aconteceu, enquanto reservava bilhetes, numa viagem de 200km, ver o preço triplicar, sem explicação).
    O logaritmo viu que haveriam 2, ou 3, pessoas a marcar lugar, num autocarro, quase vazio. Como não escolheram os 10 lugares “baratos”, o preço, de 12 euros, saltou para 18, a 38, por pessoa. Quando usei, a conta, da outra pessoas, compraram-se 2, por 16 euros, cada, ida e volta, na minha conta, o lugar, na fila atrás, ainda aparecia a 19 euros, só para ida, no que comprei, ficou por 6. A diferença era que sou cliente habitual, costumo comprar bilhetes, mensalmente e não aderi ao cartão fidelidade. Na conta, da parceira, não há cartão mas, compra bilhetes, de longe a longe.

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