ZhuQue-3: China avança na corrida espacial com teste de foguetão reutilizável
A corrida espacial do século XXI ganhou um novo e importante capítulo. A China, através da empresa privada Landspace, realizou com sucesso o primeiro teste de fogo estático do seu foguetão pesado e reutilizável, o ZhuQue-3, sinalizando um passo decisivo nas suas ambições de se tornar uma potência dominante na exploração espacial.
China com resposta direta ao domínio da SpaceX
Nas últimas duas décadas, a China tem vindo a manifestar de forma cada vez mais vincada a sua intenção de liderar a exploração espacial. Apesar de já ter aumentado significativamente a sua capacidade de lançamentos orbitais, sendo pioneira no uso de metano como combustível, o país ainda se encontra a uma distância considerável dos Estados Unidos.
Atualmente, o mercado global de lançamentos é dominado pelos americanos, com cerca de 60% da quota, enquanto a China detém aproximadamente 25%.
Grande parte deste domínio norte-americano deve-se à inovação da SpaceX, que desenvolveu com sucesso foguetões reutilizáveis e de grande capacidade. Para competir eficazmente e cumprir objetivos ambiciosos, como levar astronautas à Lua até 2030, a China reconhece a necessidade de replicar este modelo tecnológico e económico.
O desenvolvimento do ZhuQue-3 pela Landspace é o passo mais concreto nessa direção.
ZhuQue-3: uma autêntica fusão de tecnologias
O novo lançador da China, ZhuQue-3 (ZQ-3), pode ser visto como uma aproximação à tecnologia da SpaceX, combinando elementos da Starship e do Falcon 9. A sua estrutura em aço inoxidável é reminiscente da Starship, enquanto a configuração de múltiplos motores, as grelhas aerodinâmicas de controlo e o sistema de pernas de aterragem são claramente inspirados no Falcon 9.
Alimentado por uma mistura de oxigénio líquido e metano líquido, o ZQ-3 procura replicar o modelo de negócio que tornou a SpaceX tão bem-sucedida: uma redução drástica de custos, que pode chegar aos 90%, e um ciclo de lançamentos acelerado, através da reutilização do primeiro andar do foguetão até 20 vezes.
O ZQ-3 é um lançador de dois andares, concebido para descolagens e aterragens verticais. Com cerca de 66 metros de altura e um diâmetro de 4,5 metros, as suas dimensões são muito semelhantes às do Falcon 9. Contudo, apesar do tamanho, a sua capacidade de carga útil orbital declarada é aproximadamente metade da do seu rival americano.
Os recentes testes, realizados entre 18 e 20 de outubro no Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, incluíram um ensaio completo de abastecimento e o teste de fogo estático. Estes procedimentos marcam a entrada do ZQ-3 na fase final de preparação para o seu voo inaugural, previsto para o final de 2025.
Embora a data para a sua entrada em serviço ainda não tenha sido anunciada, a empresa Landspace já indicou que a primeira tentativa de aterragem do primeiro andar está planeada para decorrer durante o ano de 2026.
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A ideia, da empresa, é a China lançar serviços, concorrentes, de internet, à Kuiper e Starlink. A China tem 5 portos espaciais (só 1 tem sido usado, os outros são para testes ou lançamentos militares), o que lhes permitia lançar 500 missões, anualmente, com 20 satélites, cada.
Mesmo, a SpaceX, 99% das missões, são para a Starlink, que é propriedade da SpaceX.
Ha uns tempos havia o aves agora ha o manuel rocha. Mas sera que esta gente não arranja emprego em vez de andar aqui a dizer parcoices?
Mas depois a starlink, trabalha para a CIA e Pentagono,etc.
A China tem 5 estações,
A Russia tem 7, e também esta a desenvolver o conceito de nave reutilizavel, uma especie de avião, no seguimento do Buran.
A EU quer fazer uma estação nos Açores??
O que é a Kuiper??
Estes tipos estão em todo lado, conseguem espiar tudo. É praticamente uma cópia do space X. Nem sequer se dão ao trabalho em disfarçar. Quando penso do engenheiro chinês que trabalhava na NASA fingindo ter desaparecido para que a mulher levasse para a China os plano norte-americanos sobre Marte, sobretudo, trabalhos sibre as sondas, não consigo ter um pingo de confiança dos chineses. Roubam o que podem e depois dizem que são grandes, mas à custa dos outros.
São todos assim, ou quase todos,
Porque ha um punhado que não o quer fazer, e uma grande maioria que não o consegue fazer.
O Egipto, Turkia, etc é a mesma coisa.
A Asia é quase toda assim, as pessoas são criadas para sobreviver em um ambiente hostil.
O Brasil também é muito assim, nem podes andar com o telemóvel na Rua.
Britânicos,Franceses,Americanos,etc, também roubam.
Pelo menos os EUA disfarçam o producto, como “uma grande descuberta”, e que os torna ainda mais excepcionais, únicos, e por ai a fora.
A diferença é que a China copia, á grande e a Francesa, sem pudor, e depois tem a maior capacidade de engeharia do mundo no que toca a produção.
Consegue vender o producto a um preço muito baixo, ninguém depois vai competir com eles, porque não pode.
Imagina que copias algo á China, para que queres tu isso?
É que depois não consegues competir com o producto Chinês.. A China ganha!!
Ou seja a grande vantagem está na produção em massa, nos recursos minerais, e nas cadeias de distribuição.
Uma coisa que o Ocidente, desvalorizou, o resultado está a vista!
Depois cometeram o erro da globalização, ora isso foi ouro sobre azul para Países com 500M ou mais de habitantes.
É que nós queremos fazer 1 producto e ganhar 1M por esse producto, os Chineses fazem 1M de cópias desse producto, e cobram 1€ por cada uma.
E a Europa tem que perceber que sem linhas de produção, nem vale a pena tentar.
Mas para ter linhas de produção, é preciso muita energia, a preços baixos e o controlo de matérias primas.
Nós estamos a desistir da energia, e as matérias primas, também não as exploramos porque polui tudo.
A França perdeu as colónias de escravos em África, dava-lhes minérios caros, inclusivé plutónio.
Os Ingleses estão a perder também algumas colónias, madagascar por exemplo está um caos.
Portugal também perdeu as nossas, incluindo Macau e Taiwan.
Podemos explorar o minério no leste da Europa, já o estamos a tentar na Ucrânia, mas está a correr mal.
Há muitos outros Países no leste, e sem grande protecção militar, podemos gamar-lhes os recursos, e deixar a Ucrânia em paz, porque parece uma Área mais protegida do que pensavamos inicialmente.
E agora??
Eu diria que o leste da Europa que nós achamos que é o 3º mundo, e tratamos-os muito mal, eu diria que eles podem ser quem nos pode salvar.
Mas portugal em Particular, tem que pensar no mundo dos PALOPs, é o nosso mundo.
A Europa está em crise total, e pode não sair do buraco em que ela própria se meteu.
Portugal tem que pensar no povo Português, e no nosso mundo.
Mas para isso é preciso navios pelo menos do tipo AfraMax, é preciso cadeias de distribuição, e parcerias com outros Países de Lingua Portuguesa.
Industria é o que é preciso.
1) A area da Alimentação, é uma delas,
2) Industria Pesqueiras,
3) A Industria da defesa.
4) Industria de Transportes terrestres,
5) A Industria aerospacial, é outra,
Estas parecem as industrias chave, onde Portugal deveria ter projectos de grande importância com os nossos irmãos.
Se a europa melhorar, ok, nós continuamos aqui,
Se não, nós sobrevvemos como o temos feito por milhares de anos.
Até parece que a china nao possui foguetoes. Ele possuem uma estacao espacial só deles.
E os Europeus a ver as coisas a acontecer, no final do dia é tudo a chorar e a China a fazer coisas.
Já com os VE a china está a ter grandes avancos enquanto os Europeus só choram e se queixam como se isso fosse a solucao.
Eles querem é sugar impostos e o dinheiro dos russos… O resto serão guerras eternas e meter fantoches no poleiro…
Quem nos diz que não são a mesma pessoa este Manuel da Rocha e o Aves. Em comum estão sempre aqui a comentarem. Este Rocha atira sempre uns números ridículos,na semana passada eram milhões, hoje vão em 500 missões anualmente.
Na guerra da independência dos EUA, um dos fatores que deu vantagem aos “americanos” em relação aos britânicos foi que os “americanos” disparavam nas costas do inimigo e os britânicos não porque entendiam que era uma desonra disparar nas costas do inimigo.
Transladando para os dias de hoje… o Ocidente não faz as práticas sistemáticas de cópia e plágio dos chineses e estes sem qualquer vergonha (e honra) copiam e plagiam tudo o que podem só porque podem. Quando não conseguem usam práticas de suborno ou outras menos próprias já consideradas no âmbito criminal. Depois da cópia e do plágio descarado sempre conseguem melhorar ainda mais e propor algo igual ou superior ao Ocidente como uma inovação chinesa. É certo que em todo este processo é sempre necessário técnicos qualificados que até tiveram formação em Universidades no Ocidente. Assim conseguem poupar muitos anos e recursos financeiros em investigação e desenvolvimento.
Está-se mesmo a ver que esta vantagem que a China consegue sobre o Ocidente pode, de facto, levar à decadência degenerativa do Ocidente, que ainda não sabe bem como responder a estas práticas.
Vamos ver o que as décadas vindouras reservam para ambos os lados… mas basicamente a China está em vantagem em qualquer “corrida” porque não “honram” as regras que os outros procuram “honrar”…
Cópia descarada do Falcon 9. China no seu melhor, sempre a copiar, inovação zero.