PplWare Mobile

Televisores Ultra HD valem a pena? Estudo analisou o nível de detalhe que os olhos veem

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. há cada gajo says:

    O Ultra HD justifica-se em televisores de grande dimensão (de 55 polegadas para cima). De resto, é só consumo de energia desnecessária.

  2. Manuel da Rocha says:

    Em 2010, venderam, a ideia que o 3D valia 1900 euros, por televisão. Em 2018, foi abandonado. Afinal só valia para écrans de 6 metros ou superior.
    Em 2014, começaram-se a vender os 4K, como sendo a base para ir aos 128k com televisores de 85 polegadas, para cima. Rapidamente, em 2018, surgiram as tv 8K, 9000 euros de “qualidade visual”. Em 2024, 95 dos 96 modelos, de televisões 8K, pararam a produção. Em Julho, a Sony anunciou que, o único modelo, 8K, ainda produzido, iria cessar produção, em Outubro.
    Na Europa, as operadoras, avançaram para televisão HD e 4K. 99%, das estações, já recuaram até mesmo no HD, mantendo definições de 576p ou 720i, pois conseguem reduzir despesas em 84%, em relação a 4K e 46%, para o preço HD.
    Nos EUA, só resta 1 estação, e emitir em 4K, na “rede digital livre”, já nem a 1080 emitem, para reduzir custos, da distribuição de sinal. No cabo e satélite, tem reduzido definição, fazendo pacotes pagos, para HD e 4K, tal como acontece, no streaming.
    99,999999999999% de quem defende emissões 8K, como base de televisão, nem imagina que 60000 milhões de euros, seria a necessidade base, de qualquer canal televisivo… iriam pagar 250 euros, mensais, para isso?

  3. Max says:

    O 8K não sei, nunca me interessei (por causa do preço). mas o OLED 4K vale bem a pena.
    A LG começou a vender as TV OLED 4K em 2015. Comprei uma em 2018, porque me lembra de ver as primeiras transmissões na RTP, alegadamente em 4K, do Mundial de Futebol na Rússia).
    Para mim não faz qualquer sentido questionar se vale a pena o 4K (OLED) – por causa do PPD que o olho humano pode detetar (PPD – “pixels per degree”, pixels por ângulo de visão, que varia também conforme a distância do ecrã. É semelhante a PPI – pixels por polegada). E a qualidade de um ecrã de TV não se mede só pelo PPD.
    Claro que quem vir numa loja um vídeo especialmente gravado e transmitido de um suporte especial, e for ver em casa uma emissão de TV normal pode ficar desapontado. Mas aí a culpa não é do televisor, é da transmissão.

    • Técnico says:

      O 8k está morto, será só streaming, nunca sairá em formato fisico. Cada frame ter muitos pixeis não quer dizer nada, importa é em movimento.

  4. PJA says:

    Excelente artigo para as pessoas terem uma ideia dos limites da visão. Entre os utilizadores com  conhecimentos essa perceção já existia, o 4k mais que suficiente. Claro que para a indústria é mau, para planeta é bom.
    Qualidade em TV ou monitores é apostar em tecnologias OLED.

  5. Luis Henrique Silva says:

    Na minha humilde opinião, acho que as pessoas andaam a ficar demasiado piquinhas nestas coisas, “ai vesse pixeix” etc, antigamente consolaavamos com o tipo vulgar 480p ou menos e não reclamavamos, e mesmo dos velhinhos jogos de 8 e 16 bit.
    Hoje com tanta porcaria de 2K e 4K, andamos no exagero de sermos piquinhas, eu para mim fullhd ou 2K chega perfeitamente. Eu tenho problemas de visão, posso não ver essa coisa toda, mas emsmo assim, temos de ser honestos e ver o que realmente chega, muita gente não tem dinheiro por exemplo uma placa gráfica para jogar 4k com deve ser, eu tenho uma rtx 4060 que memso para jogar alguns jogos em 1080p nem sempre é fácil, então conseguir um monitor grande minimo 27″ com gama de cores 100% dcip barato, fullhd ou 2k não é fácil de encontrar, atualmente tenho um ultrawide de 28″ da LG que éfraquinho, no HDR é uma miséria, e para ver filmes é bom mas para jogar na resolução ultrawide mesmo sendo 1080p, a gráfica já bufa um pouco, por isso estou a pensar trocar para o convencional 16:9 mas que seja melhor do que tenho em cores e o resto.
    Então ainda por cima já estão de volta do 8k, que absurdo……
    Há poucos dias vi uma riview de um monitor ultragear curvo com dois modos de herts e tinha uma fonte de alimentação de acima de 300wats paraalimentar aquele bicho…..

    Se formos sinceros e formos ao que realmente interessa vamos ver que necessitamos apenas o essencial.

  6. Luis says:

    A minha pergunta é vale a pena comprar uma oled ou uma mini led, a diferença de preço é abismal nomeadamente nas TCL

    • Anung says:

      Miniled sem sombra de dúvida. Qualidade de imagem muito boa, mais brilho (melhor para ambientes iluminados) sem burn-in.

      Claro que depende da miniled.

    • há cada gajo says:

      OLED, obviamente.

    • To Canelas says:

      Depende do teu orçamento, as OLEDs ainda é considerada a melhor tecnologia, especialmente os modelos topo de gama da Samsung e Sony são as melhores que podes comprar. Mas como já disseram aqui, por 1000 e poucos euros podes comprar melhores TVs MiniLED + Quantum Dot (QLED), que algumas OLEDs.

    • Bruno says:

      Comprei uma tcl c7k e não podia estar melhor impressionado. Seja no brilho, seja na cor, nitidez e até nas opções de jogo. Desempenho de hdr e dolby vision, tendo em conta os nits de brilho que consegue atingir, é como estar a ver ou jogar algo completamente diferente da minha anterior tv.
      Quanto ao tema, estou a 3 metros da TV e tinha uma de 65 polegadas que era ok mas saltando para uma de 75, sem dúvida que o ultra hd é bem mais visível em certos pequenos pormenores que dada a distância e tamanho do ecrã simplesmente não eram tão perceptíveis. A tcl este ano entrou com bons modelos no nosso mercado e vale a pena aproveitar certas promos, sobretudo comparando pelo preço o que se consegue arranjar de outras marcas mais conhecidas por cá, simplesmente não têm o mesmo brilho ou frequência de resposta. O mini led como o oled vão dar um contraste muito bom e sem sofrer de blooming, coisa que noutros tipos de paineis de qualquer marca facilmente acontece.

  7. Raul says:

    @Max, estudos da treta! Tenho um tv Oled LG C4 de 65″ que comprei o ano passado na Black Friday (a minha 1ª tv Oled e nunca mais irei ter uma TV sem ser Oled. Mesmo nas emissões de TV “normais” a diferença é abismal, os pretos, os brancos, as cores… Em Dolby Vision, HDR ou HDR HLG então nem se fala.

    Já agora vê só esta qualidade de imagem!

    Só num tv Oled! Os meus olhos veem muitos detalhes assim como os meus ouvidos em Dolby Atmos.

    https://youtube.com/@jennifergala?si=Vftdkc6NVNQIK5Cv

    • Anung says:

      Tens de ver as novas mini-led. Encontras lá quase tudo o que encontras numa imagem oled menos burn-in.

      • Norberto Beleza says:

        E ghosting e blooming nao? Os oled tem 0 de input lag para gaming, os mini led tem input lag altissimos e a imagem arrasta, parecem ecras VA

        • Anung says:

          Ghosting e blooming só nas de baixa gama e cabeça de alguns.

          Mas pela tua conversa do input lag já dá para perceber que percebes pouco de tvs.

          As oled têm input lag, e grande em alguns casos. O que não têm é tempo de resposta, que em jogos de menos de 60fps e principalmente a 30fps é mau devido ao stutter gerado.

          As mini led são VA ou IPS com backlight em minileds.
          Para evitar o arrastamento deve-se comprar tvs com alta frequencia de refreshrate, alto ou nulo PWM.
          Claro que isto nada importa em taxas de framerate abaixo de 60fps.

          Existem minileds ao nível de Oleds em todos os apectos e até melhor em alguns.

          • Norberto Beleza says:

            Oled e superior a mini led em tudo, tandem oled tem mais brilho que mini led. Não percebes muito do assunto mas estas ca para aprender

          • Anung says:

            Mais uma falsidade.
            Até uma mini led TCL tem mais brilho que a melhor OLED que custa varias vezes mais.
            Mas tu é que sabes.

            TCL Q8K

            SDR brightness

            Real scene – 753cd/m2
            Peak 10% – 3238cd(m2
            Sustained 100% – 653cd/m2
            Sustained 10% – 1567cd/m2

            HDR brightness
            Peak 100% – 667cd/m2
            Peak 10% – 3605cd/m2
            Sustained 100% – 667cd/m2
            Sustained 10% – 1725cdm2

            Samsung S95F OLED

            Real scene – 710cd/m2
            Peak 10% – 1052cd(m2
            Sustained 100% – 376cd/m2
            Sustained 10% – 1024cd/m2

            HDR brightness
            Peak 100% – 403cd/m2
            Peak 10% – 2124cd/m2
            Sustained 100% – 391cd/m2
            Sustained 10% – 1036cdm2

          • Cinético says:

            Mais brilho = mais burn in

      • há cada gajo says:

        Atualmente o burn-in num OLED é mito. Até já os carros trazem ecrãs OLED – há lá melhor sitio para fazer um burn-in ?

      • Raul says:

        Naaaaa. Oled. Nada se lhe compara. Não jogo na TV e burn in já passou há história nos novos OLEDs a não ser que estejas com logótipos ou imagens estáticas durante várias horas ao dia no mesmo canal. O outro dia adormeci a ver um filme no stremio, quando acordei tinha o screen saver na TV, liga passados 2 minutos em vez de ter a imagem estática do layout do stremio. So, burn in é mito nos dias de hoje como diz o @há cada gajo.

    • Jose says:

      Também tenho uma oled e duas led, por sinal muito boas, contudo, é abismal a diferença entre o oled e os outros. É como diz, no meu caso nas cenas escuras ou nocturnas não há sequer comparação. É claro que continuo a comprar blurays 4k. Se forem bem gravados não há nada que se lhes compare quer na omagen como no som.

      • Anung says:

        Tens duas led antigas ou de baixa gama.

        • Jose says:

          Não tem nada a ver com isso, mas até essas, são ambas topo de gama! Uma, LG é, sim, algo antiga ainda tem 3D, mas está como nova e não irei desfazer-me dela só porque sim, de vez em quando vejo nela filmes nesse formato. A outra é uma Samsung Qled com uns 5 anos. Antes tive uma Sony topo de gama que durou mais de 25 anos. Como lhe disse, não tem nada a ver com isso, mas sempre optei por equipamentos de topo! O que dirá se eu lhe disser que tenho 7 pares de colunas, dois amplificadores um dedicado e outro AV além de um NAS com DAC que me me distribui a parte audio-visual digital dos meus servidores? Também e sou amante de áudio, vou a imensas exposições cá e lá fora. Já tive leitores de Laserdiscs, CDV, CDI – este ainda funciona -, Betamax, Hi8, VHS, SuperVHS e DV, sendo que os três últimos também ainda funcionam. Como tenho todas consolas XBox, Sony até à 4 – não comprei a 5 porque simplesmente não gosto dela – uma PSP e uma Vita, e até dois computadores Comodore Amiga um 500 e outro 600. A juntar a isso: 3 Camaras de filmar e 4 de fotografar da NiKon que seguia fielmente, e agora, que passei para a Canon uma R5. Além disso, tenho mesas de edição de vídeo e som digitais, além do computador dedicado aos áudio-visuais com 20 teras onde hoje faço as minhas edições. Pois, é há quem se dedique a ir à bola, eu gasto dinheiro para ter um sistema áudio-visual decente e, sobretudo, extremamente flexível, ao ponto de na parte de som ter ainda Gira-Discos, leitor de cassetes, e ir por aí até ao leitor de SACDs. Sabe tão bem usufruir nestes dias de chuva. Digo isto aqui,por ser mais ou menos anónimo, mas também para provar que nem todos vivemos apenas para o dinheiro ou andamos aos trocos.

          • Zé Fonseca A. says:

            É assim mesmo José, mostra-lhes quem manda.
            Aqui em casa são 4 bravias OLED. Também só se aposta em qualidade.
            Já não tenho tanto material histórico como tu mas o ano passado substitui o gira discos por um rega planar p6 e é onde me perco aos fins-de-semana, com umas KEF R5, isso porque vivo em apartamento, na casa da aldeia tenho umas b&w mas é muito pronografico para contar 😀

          • To Canelas says:

            Tenho inveja disso tudo. Nunca tive uma Amiga, que invejava mas tenho um ZX Spectrum que ainda funciona.
            Mas este artigo supostamente é sobre o que os olhos conseguem ver. Pouco interessa se tens tudo do melhor que há se não o consegues aproveitar. E a maior parte das pessoas não o consegue. Eu na minha pequena sala tenho uma TV razoável de média gama, está bem configurada, nem precisei de espectrometro para calibrar. Tb tenho uma soundbar de media gama, recente, e estou bastante satisfeito.
            Já fui a um ou dois casarões de amigos que têm melhores TVs e digo-te, não tem a mesma experiencia a ver filmes/series ou mesmo jogos que têm em minha casa, porque não percebem bolha do assunto e têm as coisas mal configuradas. Depois lá me pedem para configurar as coisas.
            Onde eu quero chegar, é que praticamente ninguém precisa de ter tudo topo de gama, porque quase ninguém consegue destingir as diferenças hoje em dia.

          • Hugo says:

            “mostra-lhes quem manda” LOOOL
            São compulsivos com som e imagem e ainda tratam o assunto como uma “virtude”

        • Jose says:

          Nem uma coisa nem outra! Ambas depois de gama e só uma tem alguns anos por ainda ter 3D. Não quero desfazer-me dela, pois está como nova. Não compro equipamentos de gamas baixas nem vou pelo preço, mas sim pelo desempenho que de ser o melhor no momento.

    • Cinético says:

      O briho é murcho. Nunca brilhará tanto como LED, pois não tem luz branca atrás.

  8. ahahah says:

    Para mim, no ecrã do computador, mais do que Full HD 120 Hz não vale a pena.
    Não noto diferença na qualidade.

  9. Cinético says:

    Mas alguem usa tv? Os filmes são para ver em pelicula analógica (resolução ilimitada) e projetados em tela vantablack, como recomendam os realizadores. Até um projetor da temu ou crt de 200kg são melhores que oled que trazem burn-in.

  10. Sabedoria says:

    Infelizmente importa definir se compra de um televisor for UHD ou FHD. Há transmissão de canais em UHD, filmes, séries.. Se o televisor não tiver a gama máxima, não é possível a visualização do conteúdo. Irá aparecer a preto a transmissão. Assim sendo, é importante saber definir o valor da importância.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.