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A guerra das tarifas vai fazer subir o preço dos HDD e SSD… ninguém está atento a isso?

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Max says:

    Na Europa prevê-se que os produtos chineses fiquem mais baratos – o que não puder ser vendido para os EUA por ter ficado mais caro é escoado para a Europa.

  2. Mário says:

    A União Europeia agora acha que a China é um mar de rosas e democrática por isso vão tirar todas as tarifas aos chineses…

    As voltas que o mundo dá!

    • JoaoPinelas says:

      Ja foste a China? Estive la em trabalho, em Xangai durante 2 meses e so digo isto. Transportes publicos acessiveis e pontuais, modernos e que funcionam! Nao ha praticamente crime, ninguem tem medo de andar na rua a noite, nao ha fugas ao fisco mas hospitais, precisei de ir a uma urgencia e funcionam maravilhosamente sem filas, precos de casas acessiveis e nao se veem sem abrigos. Vamos a America e anda tudo ao tiro, universidades carissimas, saude so para ricos…prefiro que a europa se alie a China sem duvida alguma.

  3. aiosapo says:

    Acho que os SSD e HDD vindos da China até devem ficar mais baratos…

    • Vítor M. says:

      Repara de onde chegam os componentes.

      • says:

        O preço do iPhone na Europa

        Trump anunciou pesadíssimas tarifas à China e suspendeu as tarifas recíprocas sobre a União Europeia, anunciando ainda assim uma tarifa “geral” de 10%. O que sucede então ao exemplo do título?

        Nada.

        Mesmo sendo de uma marca americana, a Apple, o iPhone é produzido na China e expedido diretamente para a Europa. Não está sujeito às tarifas de Trump.

        “Tratando se de um iPhone integralmente produzido na China, a sua origem será sempre chinesa, independentemente da marca ser americana. À importação deste produto, desde que diretamente da China para a União Europeia, são aplicados os direitos aduaneiros (tarifas) da Pauta Aduaneira Comum, que são iguais para todas as origens/países extra-UE (com exceção dos países que tenham acordos preferenciais com a UE).” Resposta de fonte oficial do Ministério da Economia à CNN Portugal

        As tarifas aplicadas pelos 27 são baseadas no país de origem do produto e não na nacionalidade da empresa. O iPhone, produzido maioritariamente na China, é classificado como um produto “Made in China” segundo as regras do Sistema Harmonizado, utilizado pela UE. Isto significa que, mesmo os Estados Unidos apliquem tarifas de 10% à UE, o preço deste smartphone não será afetado pelas taxas americanas.

        • Vítor M. says:

          Está sim. Tanto é que deslocou para a Índia toneladas de carga (iPhones, iPads, etc). 😉

          • eis says:

            Os iPhones produzidos na India serão para o mercado dos EUA, a uma taxa alfandegária de 10%. Se todos os produzidoa na Índia forem direcionados para os EUA corresponderão a 50% dos consumidos nos EUA.
            Mas isso em nada afeta os preços do iPhone na Europa – a não ser que a Apple fique com excesso de produção e os queira vender mais barato na Europa para os escoar.

          • Vítor M. says:

            Não serão todos para o mercado americano. Também serão para outros mercados, mas acredito que muitos serão para os EUA. Sendo este o maior mercado…

          • José Lapao says:

            Eu acho que foi deslocada para a Índia para que os trapistas possam ter acesso aos seus iPhones sem terem de pagar essas tarifas. Posso estar enganado, mas as tarifas são entre os EUA e os países terceiros e nunca entre países terceiros. Porque raio haveria tarifas entre por exemplo a EU e o Canada, Suiça, Japão ou mesmo a China se nada passa pelos EUA? Mais todos os semicondutores neste momento utilizam tecnologia Europeia nomeadamente dos países baixos (ASLM) e sendo assim se a NVIDIA, Qualcom, ou outros querem produzir chips seja nos EUA, na Lua ou em Marte então vamos-lhes uma tarifa de 145% pois a tecnologia é europeia e não norte americana, vamos fazer o mesmo protecionismo.

          • Vítor M. says:

            É o mundo, não é para o Trump. E foram 60 toneladas numa primeira leva.

          • eis says:

            60 toneladas não é nada. Antes de se iniciar as vendas dos novos modelos a Apple aluga frotas de aviões para os distribuir (é mesmo verdade, não é conversa).

          • Vítor M. says:

            Eu essas verdades não sei, é possível, o que se fala é que a impacto foi tão grande que Trump já fez um regime de exclusividade para a Apple (entre outros da tecnologia). Isso mostra que o impacto foi mesmo “até ao osso”.

          • eis says:

            Se houver um regime exclusivo para a Apple, não será por metade dos iPhones vendidos nos EUA poder ser fabricada na Índia. Há-de ser com a fundamentação que dei ao comentário de alguém que dizia: “Ao que parece um iPhone custa cerca de $10 para ser produzido”. A que respondi:
            Exatamente – $ 10€ que custa o iPhone a ser produzido na China a uma taxa alfandegária de 145% dá $ 14,5 de imposto alfandegária para os EUA.
            Fora de brincadeiras e independente dos números, o que se espera que a Apple alegue para obter uma grande redução da taxa de importação da China é, para um iPhoone de $1.000 é:
            – custo imaterial, de conceção etc: $990, não sujeito a taxa alfandegária
            – custo de produção material: $ 10€, sujeito a uma taxa de importação de 145%, dá 14,45 de imposto:
            Preço de venda incluindo impostos, passa de $1.000 para $1.014$5 (muito diferente de passar de $1.000 para 2.450$).

  4. Emanuel Carvalho says:

    A pergunta correta seria, por quê agora nos importamos?

    O governo da Kamala Harris havia continuado a ideia do Trump em seu 1º mandato, ou seja, taxar, suprimir mercados e levantar o muro dividindo o México, isso entre outras coisas, como deportações também.

    Mas agora, parece que Deus nos abandonou e tudo é um enorme problema.

  5. xpto says:

    Como diria o outro:
    Oh, no!! Anyway…

  6. rjlopes says:

    Se as fábricas de produção de SSD são na China e no Vietnam, como é que isso vai afetar os preços na Europa? Não é a EU que está a impor tarifas adicionais.

    • Vítor M. says:

      A Western Digital ou a Seagate São de que país? Se forem alvo de tarifas, o que achas que vai acontecer?

      A Micron é de que país?

      • rjlopes says:

        Não é assim que as tarifas funcionam.

      • ze says:

        Alvo de tarifas dos US para a Europa não da China para a Europa, a a única maneira que as empresas tem e que os produtos seres feitos e exportados fora dos US caso contrario quando cá chega nós temos de pagar a tarifa alfandegaria que por sinal já acontece um produto vindo dos US fica quase no dobro em taxas e taxinhas alfandegarias

      • eis says:

        Vão ficar com um excedente de produção por não conseguir vender os produtos nos EUA por causa da subida do preço devido à tarifa de 145%. Com as atuais tarifas (145% dos EUA e 125% da China) o que se prevê é que pelo menos 50% do comércio entre os dois países seja eliminado.
        Vão procurar vender esse excesso de produção na Europa, onde, o aumento da oferta fará baixar os preços. É isto que vai acontecer, para a generalidade dos produtos chineses – e que vai ameaçar os produtores europeus. O que se espera que também aconteça é que muitas pequenas e médias empresas que produzem para o mercado dos EUA com margens muito pequenas não sobrevivam, e aí também não produzem para exportar para a Europa.
        “Ah e tal e se transferirem fábricas para os EUA?”. Isso serão produtos para o mercado norte-americano, nunca vão conseguir preços nessas fábricas para reexportar que possam concorrer com os fabricados na China.
        Mas qual é a dúvida, se as taxas alfandegárias EUA-China se mantiverem?

      • R41M31 says:

        As taxas são pagas mediante a origem dos bens. Se vierem da China, é isso que conta. Se uma empresa portuguesa vende a outra empresa portuguesa mercadoria que vem diretamente da China, esta paga as taxas correspondentes como se fosse uma empresa chinesa a vender.

      • Katrina says:

        Como se fosse muito difícil as empresas criarem uma “offshore”. Ou mudarem a sede das suas empresas ou criar uma empresa irmã em outro território. Há muitas manobras jurídicas que as permitem fazer esse tipo de manobra.Se o cerco aperta com certeza irão fazê-lo.

      • Zé Fonseca A. says:

        O que conta é o lugar de shipping

        • Vítor M. says:

          Não não é. Há custos intermédios, até na comida de ferramentas para a elaboração dos componente. Parece simples, mas não. Isto das tarifas é muito mais complexo.

          • eis says:

            O que é complexa é a situação que se criou, com a quebra do comércio entre as duas maiores economias do mundo em pelo menos metade, e que agravou o risco de uma recessão a nível mundial.

          • Zé Fonseca A. says:

            Not true, import taxes incidem sobre a origem dos bens no manifesto de carga dos aviões ou barcos.

          • Vítor M. says:

            Isso não diz nada. Pode ser no manifesto, mas em qualquer produto. Desde o produto final, até às ferramentas que fabricaram esse produto. Portanto, como referi, estas tarifas vão muito mais além do “só pagam os americanos”: não é de todo verdade.

      • Paulo Sobral says:

        Depende somente se as vendas forem tripartidas (CN-US-EU) , senão a Europa não leva com as mesmas taxas de importação (CN-EU) como os US. Agora que à boleia de taxas os preços vão aumentar, para maximazar lucros, isso quanto a mim sem duvida alguma.

      • JoaoPinelas says:

        Calma Vitor, A volkswagen tb é europeia e no entanto mesmo com as tarifas sao muito mais baratos la que ca. Porque? Porque sao fabricados la apesar da marca ser europeia

      • necromancer says:

        Ok a micron é americana mas as outras duas principais fabricantes são coreanas (SK Hynix e a Samsung). A WD e a Seagate apesar de serem das maiores fabricantes de HDD/SSD também não são as unicas. Se esta “brincadeira” das tarifas for para continuar penso que deverá efetar pricipalmente o mercado americano e as empresas americanas, não digo que não possa ter impacto noutros mercados mas não será comparável ao que os americanos vão ter de aguentar.

  7. rjlopes says:

    Não interessa o país de origem do fabricante. Interessa onde as unidades são produzidas e depois vendidas. Se um desses fabricantes tem uma fábrica na China ou no Vietnam e os artigos são vendidos na Europa, estes não são afetados pelas tarifas adicionais do Trump. Apenas as unidades vendidas nos EUA serão tarifadas.

  8. bode says:

    É fácil. Passamos a comprar as marcas HDD e SSDs Europeias. cof. cof

  9. Hugo Nabais says:

    “Na prática, é relativamente fácil transferir a produção de SSD da China ou do Vietname para o México, Canadá ou os EUA. Mas não será viável nos próximos tempos, dada a complexidade na cadeia de fornecimento!”

    Mas ainda continuam a acreditar nessa idea do Trampas, que as empresas vão mover a produção para os EUA?!
    A economia é mundial e os EUA, quer queiram quer não, já não representam assim tanto como gostam de pensar. As produções irão manter-se e simplesmente adaptar-se dentro do vasto mercado mundial. Vender para a China, Europa, India, Russia, etc.
    Irá haver um aumento enorme de marcas não americanas a crescer, já há várias marcas não EUA, Samsung, A-DATA, MSI, Teamgroup ,Transcend, etc etc etc. E quanto aos chips, a mesma coisas irá acontecer.

  10. Sail says:

    Só a Samsung é que não vai aumentar os preços pois não tem razão para tal 🙂

    • eis says:

      Estás a falar do preço nos EUA, certo? No resto do mundo não há razões para mexer.
      Ainda assim, se fabricar na Coreia do Sul ou noutro qualquer país (exceto a China, onde não tem fábricas há anos) os produtos vão pagar 10% de taxa alfandegária – o que é muito nos casos de produtos que tinham isenção de taxa ou uma taxa menor.

    • JoaoPinelas says:

      Quem tem Apple na europa vai trocar para samsung, sinceramente ate fica a europa a ganhar. A Apple em 2025 ainda nao tem um sistema de ficheiros decente no ios, da vontade de rir

  11. bode says:

    Já abriram uma exepção para este tipo de coisas . Que porcaria – queria que a China inundasse isto de storage barato..

  12. 2 dedos de testa says:

    Não sei quem tem que estar atento,mas a minha carteira está atenta

  13. Max\ says:

    Atualização à palhaçada das tarifas de Trump cobrindo – chips de computador, semicondutores, laptops e seus componentes, smartphones e outros produtos eletrónicos de comunicação.
    Na sexta-feira à noite (já sábado em Portugal), o CBP (U.S. Proteção Aduaneira e de Fronteiras) publicou diretrizes tarifárias atualizadas que incluíam uma lista de itens isentos do que Trump chama de tarifas “recíprocas”, com a maioria delas pausada pelos próximos três meses, que incluem os produtos acima referidos.
    Relativamente aos iPhones, por 90 dias, não se lhes aplica a taxa de 125% sobre produtos fabricados na China, nem de 10% sobre os fabricados na China. Enfim.

  14. cAPEX says:

    Estava para comprar um SSD e HDD brevemente. Vou ver se o faço antes dos 90 dias.

  15. Max says:

    Trump aprova e altera ou retira tanta taxa aduaneira de um dia para o outro que se torna difícil acompanhar. Então, sobre a China:
    – Está em vigor, desde 2024, com Biden, uma taxa de importação de 100% sobre os automóveis, incluindo os elétricos, e taxas agravadas sobre vários produtos
    – No início de fevereiro, Trump anunciou uma sobretaxa de 20%, dita do fentanil. No caso dos automóveis ficou em 120%.
    – Em abril, anunciou a “tarifa recíproca” de 34% que somada à de 20% dava 54%. Conforme a China retaliava com igual taxa, passou a de 34% para 84% (a somada passou para 104%, ficando a da China em 84%) e depois para 125% (a somada passou para 145%, ficando a da China em 125%)
    – Agora, dos produtos eletrónicos fabricados na China, isenta da taxa de 125%, durante 9 meses, os smartphones, computadores, chips e alguns outros produtos eletrónicos. Mantém-se a taxa de 20%.
    Quanto ao resto do mundo, as “taxas recíprocas” diferenciadas foram suspensas por 90 dias, substituídas pela taxa mínima de 10%. Relativamente a smartphones, computadores, chips e esses produtos eletrónicos essa taxa de 10% foi suspensa por 90 dias.
    Isto é caótico. Aceitam-se apostas do que é que acontece nos próximos 90 dias.

  16. XicoFanico says:

    Há uma coisa que não estou a perceber.
    As tarifas são aplicadas pelos EUA a todos os outros paises do mundo porque os fabricantes no escolhem os EUA para fabricar o produto, isto pela logia “Trumpiana”.
    Não vi noticia nenhuma de traifas aumentadas entre Europa e China, Europa e Vietname, Europa e Taiwan, etc…. como é que um produto como um disco rigido que práticamente não tem componentes ou materiais em bruto oriundos dos EUA, e é provavélmente produzido a 100% fora dos EUA transportado por rotas que não passam nos EUA e vendido na Europa fica mais caro, se a Europa não aumentou as traifas a ninguém, nem o resto do mundo não impôs tarifas a Europa? … ou estou a ver o filme de pernas pró ar?
    Que partes ou materiais é que são oriundos dos EUA que fazem um produto como um disco rigido ficar muito mais caro a produzir na China ou outro país e ser vendido na Europa.
    Numa Googlada rápida:
    Western Digital tem fábricas na Tailândia… se o produto for vendido da Tailândia para a Europa…. Há tarifas? Só se o fabricante quiser lucrar mais uma bocado a aproveitar a boleia das tarifas.
    A Seagate tem fábricas nos EUA e Europa, vamos cobrar taxas aos produtos fabricados na Europa?
    A Micron parece ser o caso mais complicado mas também tem fábricas de componentes fora dos EUA, e se os russos fazem misseis com chips de máquinas de lavar roupa “confiscadas” na Ucrânia, porque raio não haveriamos na Europa de fazer equipamentos com partes da Micron compradas na Ásia?

    Nota:
    A ultima coisa que me tira o sono é se os Americanos vão pagar mais caro, ou não, por técnologia vinda fora das fronteiras deles.
    Quero lá saber se o americanos pagam 10x mais, pelo que pagavam antes das taxas, votaram no Maluco e companhia, aceitaram os resutlados de modo democrático que o Trump não aceitou a eleição do Biden, agora que se deliciem com 4 anos democráticos a maneira deles!

  17. Joca says:

    As tarifas não são aplicadas ao preço final do produto, mas sim ao preço anunciado no manifesto de transporte da carga onde normalmente está escrito o valor de uma unidade ou total da carga + preço do transporte.

    Neste caso se um iphone custa 10$ e um contentor pode levar milhares de telefones e que pode custar, sei la 1000$ – suponhamos que um contentor leva 100’000 iphones, quer dizer que tudo incluído são 10.01$ a unidade fica a 24.525$ com taxas includas em que os US ganham 1’451’400$ numa carga de 100’000 iphones.

    Por uma carga US ganha 1’451’400$ e a apple (a 1000$ a unidade) 100’000’000$ menos o gasto pela produção 1’001’000$, a apple tem um “lucro” de 98’999’000$.

    Não é o fim do mundo um iphone custar 1014.5$ em vês dos 1000$.

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