Genius Act: o que é e o que significa para o futuro das criptomoedas?
Os Estados Unidos deram um passo decisivo em direção ao futuro das finanças digitais com a aprovação da Genius Act (em português, Lei Genius), a sua primeira grande legislação sobre criptomoedas. Em que consiste e o que significa para o futuro deste ativo digital?
Recentemente, a Genius Act foi aprovada pela Câmara dos Representantes por 308 votos a 122, após aprovação prévia pelo Senado.
Uma vez promulgada pelo Presidente Donald Trump, que considerou que o projeto de lei tornaria os Estados Unidos "líder número um em ativos digitais", a nova legislação estabelecerá uma estrutura regulamentar para as chamadas stablecoins.
Estas visam combater as naturais flutuações de preço das criptomoedas, vinculando o seu valor a ativos mais estáveis, geralmente moedas fiduciárias, como o euro ou o dólar americano.
A estabilidade que lhes está associada permite manter o seu valor ao longo do tempo e incentiva a sua adoção para transações regulares.
Estados Unidos reforçam confiança nas criptomoedas, mas há dúvidas
A nova legislação norte-americana é um passo na direção da legitimidade de um ativo digital que há muito opera em áreas cinzentas da lei. Além disso, reflete a crescente influência das criptomoedas.
Afinal, introduz uma série de novos requisitos para os emissores de stablecoins, incluindo regras de licenciamento e mandatos rigorosos de garantia de ativos.
Além disso, aplica regulamentos contra lavagem de dinheiro e sanções, ao mesmo tempo que fornece clareza jurídica para bancos e empresas que usam ou emitem este tipo de ativo digital.
Para os defensores da legislação sobre as stablecoins, as novas regras ajudarão numa série de frentes:
- Modernizar a infraestrutura financeira;
- Incentivar a inovação;
- Garantir que os Estados Unidos permaneçam competitivos na economia digital.
De facto, é a primeira vez que uma estrutura nacional dá reconhecimento legal às stablecoins e estabelece regras básicas para o seu funcionamento.
Na perspetiva de analistas do setor, citados pela imprensa, este passo pode abrir a porta a maiores investimentos, bem como uma adoção mais alargada das stablecoins, especialmente para empresas que procuram expandir as opções de pagamento digital e reduzir os custos das transações.
Com os Estados Unidos a afirmarem a sua posição, por via da Genius Act e outras regulações de ativos digitais, os países podem sentir a pressão para agir, acelerando o debate da regulamentação das novas alternativas financeiras.
Apesar disto, as preocupações existem e surgem pela voz de senadores e grupos de proteção dos consumidores:
- A regulamentação pode não ser suficiente para proteger os utilizadores dos riscos;
- As stablecoins podem minar o sistema bancário tradicional, contornando atividades essenciais como os empréstimo;
- A legislação pode dar a impressão de que as stablecoins são tão seguras quanto as contas bancárias tradicionais, mesmo que não tenham as mesmas proteções.
Este artigo tem mais de um ano






















“A estabilidade que lhes está associada permite manter o seu valor ao longo do tempo e incentiva a sua adoção para transações regulares.”
Errado. O que elas permitem é manter a paridade e nem isso é garantido.
Dinheiro fiduciário está com o rotulo de morte anunciada, isso é certo e garantido por design.
O seu preço vai tender a ser 1 para 1 mas o seu valor perde constantemente.
Final de 2025:
Bitcoin: 200.000€
Solana: 800€
Crash em 2026!
That is bullish! 😉
Final de 2027:
Bitcoin: 400.000€
Solana: 1.600€
Bitcoin 100-135
Solana 200-240
Numa perspetiva mais negativa, isto significa que o mundo prepara-se para as condições perfeitas de uma nova bolha.
A liquidez que vai entrar da parte institucional e do retalho, e tudo de forma válida, vai levar os players do costume a brincarem com o sistema.
Ninguém vai andar a regular colaterais nem 1:1 etc etc.
Mas nada de novo e que ja nao tenha acontecido neste século 2 vezes, muda o cheiro mas a m*rd* é a mesma.
Até lá é ir fazendo algum 🙂
Na China foi muito mais fácil aplicar isto tudo, associado a um crédito social. No ocidente tem de ser devagarinho, para não levantar ondas e fazer parecer que é para benefício da população.
USA quer é demanda nos bonds americanos ! dai elas serem lastreadas nos bonds americanos!