Portugal: Implante do primeiro pacemaker “mais pequeno do mundo”
A Equipa de Arritmologia do Serviço de Cardiologia do Hospital de Braga implantou recentemente, pela primeira vez, o pacemaker sem elétrodos, mais conhecido pelo pacemaker “mais pequeno do mundo”, através de um procedimento minimamente invasivo.
A tecnologia aliada à saúde tem vindo a evoluir bastante e Portugal também é uma referência. Conheça melhor o que é considerado um pacemaker “mais pequeno do mundo”.
Pacemaker evita tecnologia evita a cicatriz da cirurgia convencional
De acordo com as informações do Hospital, este dispositivo consiste de uma pequena cápsula que é implantada diretamente no coração, mais propriamente no ventrículo direito, através de um cateter inserido pela veia femoral.
Esta nova tecnologia evita a cicatriz da cirurgia convencional e o facto de não ter elétrodos torna este dispositivo menos suscetível a complicações a longo prazo, nomeadamente infeções ou disfunção dos elétrodos.
De acordo com a nota do Hospital, o dispositivo implantado foi lançado apenas no final do ano passado. Este novo modelo acresce de nova tecnologia, que permite, para além de assegurar o ritmo cardíaco, a mais valia de fazê-lo de forma mais fisiológica, mantendo a sincronia da contração das cavidades cardíacas.
Esta nova funcionalidade vai permitir alargar o espectro de doentes candidatos a implante, que até ao momento se restringe a doentes com alto risco de infeção ou sem acessos venosos para implante de um sistema de pacemaker convencional.
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Parabéns! Nem tudo o que se faz por cá é ruim.
Ao lado dos chips que dizem que põem nas vacinas é gigante! (Estou a brincar…)
A dor que sentes no braço quando levas a vacina, são dos nano-robots a enviar dados ao Facebook.
às vezes sobe à cabeça
Ainda ontem fui á vacina, mas quando cheguei a casa notei interferências na TV. deve ser disso então.
É do 5G a realocar-se no teu ADN, isso passa
Como dantes dito, a redação do texto dói aos olhos. Escrevem mal demais.
“dantes”?
Notícia antiga, isso já se faz à muito em todo o lado, mas sim foram os primeiros…
Não, há muito tempo não se faz, e não são todas as unidades a fazer, bem pelo contrário. Por isso, a notícia não é assim tão antiga, terá pouco tempo mesmo.