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O cérebro tem células “zombie” que crescem depois da morte

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ana Sofia Neto


  1. Diego Luis da Silva Fonseca says:

    ja temos o tempo que um zombie “desperta”

  2. wq says:

    Gostava de saber quem é que teve a infeliz ideia de chamar a isto células “zombie”?

  3. Jorge says:

    Está explicado como é que os políticos em Portugal aparentam ter um cérebro funcional.

  4. Reinaldo Lima says:

    Pergunta?????
    Se você deitar e dormir, e não acordar???, voce morreu, ou esta dormindo?????

  5. Guilherme Lino says:

    Está a fazer o backup para a cloud no momento da morte

  6. Ricardo says:

    Talvez esteja a transferir a experiência de vida de maneira não contacto para outra cena qualquer que exista fora da nossa dimensão e talvez estas células sejam as últimas a morrer e só o fazem quando realmente acabam a transferência. O que eu quero dizer é, que segundo a minha subjectividade existe mesmo uma continuidade para além da morte, mas enquanto estamos aqui vivos a procurar respostas em relação a isso, essa cena que existe parece brincar connosco para não descobrirmos as coisas. Desde fazer-nos crer que as nossas crenças estão certas por meios, como por exemplo premonições e visões, dando-nos pistas trocadas e levando-nos quase à loucura e é isso que comprova subjectivamente a existência de algo mesmo e não o que acreditámos. O que existe mesmo nós não fazemos nem nunca vamos fazer ideia alguma porque o nosso cérebro só está preparado para poder pensar na objectividade até mesmo na imaginação. Isto é como se fosse o principio de uma lei da incapacidade de provar. Eu falo por experiência própria.

  7. Ricardo says:

    E já agora, podem não ser células zombies mas células cuja natureza já estão preparadas para morrer mais tarde por terem de passar a informação armazenada para algum lado que ainda não descobrimos. Pensem por exemplo numa tarefa do dia a dia, em que se preparam bem para a fazer todos os dias, mas sem explicação essa tarefa umas vezes corre bem e outras corre mal. E não há explicação científica para isso porque desempenhamos da mesma maneira. É tal e qual como a vida para além da morte, ela existe como a continuação de um processo em que o ser continua vivo mas adquire outra forma ou muda simplesmente de dimensão. Tal também como quando podemos perder um braço, uma perna, uma unha não rasgados do resto do corpo porque eles estão podres ou em putrefacção e o corpo saudável separa-os através da coagulação e isolamento de uma nova pele a nascer para os descartar, a vida para além da morte é a continuação do processo mas talvez mude a dimensão ou a identidade do ser.

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