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NASA quer saber se é possível reprodução humana no espaço

Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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55 Respostas

  1. censo says:

    Porventura deverá ser melhor dirigir o dinheirinho para melhores ideias do que essas. Imaginem o que seria ter de evacuar o planeta…quem seria escolhido e quem seria preterido ? Não há hipótese. A humanidade também terá o seu fim, como tiveram os dinossauros. A nossa existência apenas cabe numa janela de condições ideais naturalmente criadas e ainda em curso, mas que “depressa” se fechará. Será depressa se considerarmos o que isso significa na escala temporal do tempo geológico da Terra. Demorará muito ainda a acontecer na escala temporal da vida humana.

    • David Ramos says:

      Tens que pensar um pouco mais além…

      • censo says:

        Há que ser realista, ter os pés bem assentes na terra e fazer algo agora e não sonhar com hipotéticas soluções de laboratório que mais não servem para justificar dinheiro que recebmem. Faz algo pelos que te rodeiam, pelo menos. Se todos o fizerem, não precisamos de outro planeta. A vida humana é da Terra. Tudo o resto, são filmes de Hollywood.

    • k says:

      Nope. O universo é infinito, seria um desperdício imenso não tentar colonizar ou explorar outros planetas qdo a tecnologia avançar a esse ponto. E a humanidade não precisaria terminar ou estar a beira da devastação natural ou por guerra para expandir para outros planetas.

    • Hugo Gomes says:

      Como ninguem aqui compreende a vida é assim. Todos temos o nosso fim ate tu que falas agora assim mas numa outra vida iras falar diferente. Se estas tao preocupado que um dia iremos acabar deixa me te desiludir, o teu corpo mortal que conheces esse sim vai morrer mas o que habita dentro dele não. Faz so uma coisa vai ate a um espelho e olha te de verdade como es e depois diz me se consegues ver o que tu na realidade és

      • censo says:

        Não partilho da tua opinião. Não há outra vida. Tudo tem fim. Eu sou carne e osso. Nada mais.

      • mlopes says:

        a ser assim, então (no mínimo) “o que habita”(ou) dentro do corpo de todos os animais e plantas que já morreram desde que existe vida na terra continua a existir?

        • Hugo Gomes says:

          Nem mais, como por vezes explicas que tens animais que so falta é falar contigo

        • Hugo Gomes says:

          Sim continua a existir numa forma evolutiva. Era fácil se te lembrasses da tua outra vida mas nao te lembras, mas ja alguma vez tiveste a sensação de que conhecias uma pessoa sem a nunca a ter visto, é isso o corpo ta diferente mas as almas se conhecem nada mais já se encontraram nos corredores do tempo

      • Nuno says:

        E onde está a prova que eu tenho algum “espírito”, ou algo místico ou etéreo, que habita dentro de mim? Eu é que lamento informar-te que quando morreres vais descobrir que não à nada para além da morte.

  2. Pedro H. says:

    Porque é que não levam para lá um casal?

    • Marte says:

      Porque estes gajos nunca tiveram de viver com um salário minimo.
      Olha outra:
      “…experiência, consiste em observar o comportamento do esperma humano e de touro…”
      Bastava enviar esperma de americanos que tivessem a mulher a passar férias no algarve e evitavam de andar a tocar pivias aos pobres touros.

  3. Marco says:

    “Querida, esta noite vais à Lua e vens!” 😀

  4. Helder says:

    Claro que funciona…
    Isto faz-me aquele mito (peço já desculpa se for demasiado “bronco”): “Se ela estiver por cima, é impossível de engravidar porque os espermatozóides estão a ‘lutar’ contra a gravidade”.

    O grande problema nestes casos é mais a radiação do que propriamente a força gravítica, pois se não houver cuidado, pode provocar anomalias no ADN e resultar em coisas “estranhas”…

  5. Antonio says:

    falem com a TVI e façam lá o proxima “casa dos puted…”

  6. Ric says:

    Muito bom.
    Podia colocar mais noticias sobre as investigações da ESA(European Space Agency ), já que estamos na europa 😉

  7. Joel Reis says:

    Reprodução no espaço e abortos na Terra… Por telefone… Porque a mãe não quer que a criança seja daquele signo.

    • Nuno says:

      Abram alas para o fanático religioso que pensa que todos os argumentos que a mulher possa usar para não ter uma criança são inválidos, isto é até o homem também decidir que não quer ter uma criança.

      • Joel Reis says:

        O que é que a religião tem a ver com a coisa? Devias ter guardado esse cliché para outra ocasião, agora perdeste a oportunidade de brilhar…
        Todos os argumentos são válidos… e validados… por telefone! Como seja o facto de hoje o vento estar de Norte, por isso ser melhor abortar, ainda que o pai, tão “dono” da criança como a mãe deseje o filho. se o homem decidir que não quer, mas a mulher não concordar, a criança vai nascer e ainda vai ter de suportar o filho que a mãe sozinha quis que nascesse contra a vontade deste. É a chamada “igualdade”…

        • Nuno says:

          O quê que a religião têm a ver? No artigo que tu próprio aludiste disseste “no entanto como a decisão de um aborto nunca deveria ser exclusivamente dos progenitores”. Pergunto eu de quem mais é que deveria depender a decisão do aborto?
          Já que falas em igualdade, e mais uma vez peço para responderes honestamente. As tarefas e responsabilidades na criação e educação, na nossa sociedade, também são iguais entre ambos os progenitores? Ora a resposta é um redondo NÃO! Se a mulher é em quase a totalidade das situações a que tem mais trabalho com uma criança, porque razão não deve de recair sobre ela a decisão de abortar? E mais uma vez é a mulher que tem que suportar as dores e desconfortos durante a gravidez, é ela que possui rico de sofrer depressão pós parto, que afeta quase 20% das mães. E o meus ridículo é quando tu criticas qualquer argumento que a mulher possa usar para abortar, MAS, se o homem já quiser então já não há problema. Isso para não falar que este ultimo ponto contradiz com o facto que para ti a decisão de abortar não deveria de recair exclusivamente sobre os progenitores. Mas os fanáticos estão cheios de contradições.

          • Joel Reis says:

            “de quem mais é que deveria depender a decisão do aborto”
            http://www.apf.pt/aborto-e-interrupcao-da-gravidez/etapas-no-processo-de-ivg (ver Passo 1)
            “As tarefas e responsabilidades na criação e educação, na nossa sociedade, também são iguais entre ambos os progenitores? ” Sim! Em que ano vives tu?! Ou em que buraco atrasadinho?!
            Quanto à redução de uma vida humana ao curto período de gravidez, estamos mais que falados, não me vou repetir.
            A mulher pode usar qualquer critério, ou até nenhum, o homem pode usar todos os que quiser, que por mais válidos que sejam não adianta de nada, não sabias? Consulta a lei.

          • Nuno says:

            No passo 1 não diz absolutamente nada a não ser que a decisão deve de pertencer à mulher. O médico nem sequer pode ser objector de consciência.

            Sim? Quem é que geralmente fica em casa quando a criança está doente? Quem é que geralmente lava a roupa da criança? Quem é que geralmente cozinha para a criança? Quando a criança ainda é bebé, quem é que costuma levantar-se durante a noite quando está chora, quem é que costuma dar de comer, quem é que costuma mudar a fralda? Podia estar aqui o dia todo a citar tarefas que as mulheres fazem com muito mais frequência que os homens no que refere à criação de uma criança. É lá porque de vez enquanto fazes algumas tarefas significa que fazes com a mesma frequência que a tua parceira. É isto para não falar que a mulher costuma ter outras tarefas em casa que a grande maioria dos homens nem sequer ajuda, como a limpar a casa, a cozinhar,… Eu não estou a dizer que tu és um destes homens, estou a falar no geral. RU é que pareces que não sabes em que sociedade vives.

          • Nuno says:

            E tal como já tinha dito, a decisão recai sobre a mulher de ter ou não o filho, porque é a única que possui riscos no processo de gravidez, logo tem lógica a decisão pertencer a esta apenas.

          • Joel Reis says:

            “É uma consulta de carácter obrigatório, onde o profissional de saúde deve esclarecer todas as dúvidas da mulher e fornecer a informação necessária tendo em vista uma tomada de decisão livre, informada e responsável… a decisão deva ser tomada em conjunto com o médico.”
            Não por telefone, sem saber motivos, sem explicar toda a situação, sem o apoio de um profissional, ainda que a última palavra lhe caiba, a decisão é apoiada, é em conjunto.
            Essa divisão de papeis sociais está mais que ultrapassada e o “geralmente isto, geralmente aquilo” não justifica em circunstância alguma a situação em discussão; ainda que na maioria dos casos (será que ainda é?) isso aconteça, ou que acontecesse a todos, a mim, que quero ser pai, que quero o filho, ser responsavel por ele mesmo sem a mãe, pouco me importa o que todos os outros façam.
            Continuas a não entender que a gravidez é o inicio da vida, que a mulher não está a tomar uma decisão sobre uma gravidez, está a tomar a decisão sobre uma vida, sobre um filho, que é dos dois, não é dela.

          • Nuno says:

            Ridículo o teu quote mining em que tentas alteraste o significado da lei. A decisão que é tomada em conjunto com o médico é apenas o método, o médico não tem qualquer tipo de poder para impedir o aborto. O médico apenas pode informar a mulher sobre o ato do aborto em si, não pode sequer tentar dissuadir a mulher, nem sequer perguntar os motivos. A mulher se quiser pode pedir apoio psicológico, neste caso esta, se assim lhe apetecer, pode contar os motivos para efetuar o aborto. Ou seja, não é em conjunto, nem com o médico, nem com o pai, ou com qualquer outra pessoa.

            Não, a gravidez não é o inicio de vida, é o processo de formação de um ser vivo, é diferente. Quando é efetuado o aborto o que ainda se encontra dentro do saco amniótico não é vida. Parece-me a mim que tu não sabes quais as condições necessárias para algo ser-se dito que está vivo.

            O filho é dos dois, sem sombra de dúvidas. Mas tal como eu disse, e que tu continuas a fugir ao que mencionei, a mulher é a única pessoa que corre riscos no processo de gravidez, é a única que sofre alterações corporais e psicológicas neste, logo a decisão se ela quer correr estes riscos ou não deve ser dela e exclusivamente dela.

            Queres ser pai, mas a mulher que engravidaste não quis ter o teu filho? Simples, separaste da mulher e adotas uma criança.

  8. jo says:

    O nosso cérebro, tem muita dificuldade em lidar com a palavra INFINITO. E é por isso mesmo, que ao pensarmos no espaço sideral, não conseguimos resolver a incógnita do começo e do fim.
    A Terra, não será o maior ” como já sabemos” mas será sim o Principal Planeta da nossa dimensão, pelas suas condições perfeitas para poder haver vida, e o único habitado, “habitável” Tudo o que a Nasa está fazendo, é desperdiçar milhares de milhões, em querer saber, tudo o que não se percebe para quê? Se a Nasa quer ajudar a que se possam criar condições aqui na Terra para que a vida não se vá, é querer saber tanta coisa, que ainda está por saber, aqui junto a nós, sem precisar de foguetões, que lá de vez em quando, vai ceifando a vida a tantos Astronautas. Ainda podemos salvar este Planeta, esta nossa casa, assim queiram quem tenha poderes ou influencias para isso mesmo. Caso contrario, pois talvez seja verdadeiro, que um dia a raça humana, e demais raças, sejam extinguidas, POR CULPA DA RAÇA HUMANA, atualmente, penso eu que já não seremos humanos, mas sim, por demais Raça Desumana.

    • Hugo Gomes says:

      Nunca poderas salvar nada porque nada é teu tudo é nos emprestado, esqueceste do ego humano, da raiva, do poder. Enquanto não souberes ver a realidade do ser nunca te puderas te salvar.

    • Joel Reis says:

      A dificuldade não está na palavra, mas no conceito e isso acontece porque o infinito na prática não existe.

      • Hugo Gomes says:

        O humano so acredita no que ve, ouve e o que lhe ensinam

        • Nuno says:

          O ser humano deveria de acreditar apenas naquilo que é testável e verificável, não naquilo que lhe ensinam, nem muito menos nas sua intuição. Se fosse esse o caso, a pseudo-ciência, bem como a religião estariam extintos.

          • Joel Reis says:

            “Abram alas para o fanático da “ciência”… E o que é que é “testável e verificável”? As teorias da física clássica? Fisica quântica: -“hold my beer”…

          • Nuno says:

            E a teoria quântica e a clássica não são testáveis e verificáveis? Podes explicar então porquê razão tem um poder de previsão enorme? É verdade que estás têm as suas limitações, e é perfeitamente normal. O conhecimento absoluto pode ser um objectivo da ciência, mas este nunca é atingível. Isto porque tudo o que temos capacidade de compreender possui sempre uma margem de erro. Ao contrário de ti não digo que algo é absoluto, é ainda por cima sem factos para sustentar o que afirmas. Ou seja, mais uma vez, arrogância.

          • Joel Reis says:

            A fisica quântica veio quebrar as “leis” da física clássica.
            É tão ceguinho o crente que papa tudo da religião como o fanático que papa tudo da ciência sem por nada em causa. Tem tanta fé cega aquele que crê na origem do Universo pela mão de um ente sobrenatural como o que crê numa particula minúscula que de repente explodiu dando origem a tudo.

          • Nuno says:

            Não, a física quântica não veio quebrar as lei da física clássica. Porque razão pensas que ainda agora usamos a física clássica em quase tudo. Apenas no domínio do sub-atómico é que está deixa de ser capaz de prever algo com precisão. Isto não invalida a mecânica clássica no mundo macroscópico. O mesmo se diz da teoria da gravidade e de ambas as teorias da relatividade. A primeira deixa de funcionar quando próximo de campos gravitacionais muito fortes, que é o caso de mercúrio. Entretanto, usando a teoria da gravidade, quando se suspeitou que existiria um 8° planeta no sistema solar, calculamos a posição possível deste e, sem muitas surpresas, estava a menos de 1° do que foi previsto. Ainda agora utilizamos a teoria da gravidade para lançar satélites, sondas para os planetas mais afastados do sistema solar. As teorias da relatividade também falham nos campos de gravidade quântica, como por exemplo, na singularidade de um buraco negro. O nosso conhecimento tem é sempre terá limites. A ciência é uma maneira de entendermos o mundo natural e as sua leis, mas saber estas de forma absoluta é impossível. Por alguma razão a ciência não tem dogmas, não tem padres, não têm templos. Como Sagan disse, “Science’s only sacred truth is that there are no sacred truths. Whatever is inconsistent with the facts must be discarded or revised.”

            E é engraçado criticares
            a ciência, no entanto todas as melhorias de vida que usufruius tiveram uma única origem, ciência.

            Se existe algo que a história nos ensinou é que quando culpamos qualquer evento no subrenatural, veio-se a descobrir que afinal estes eram naturais e abriram caminho para novos campos de estudo com aplicações práticas que revolucionaram o nosso conhecimento. Quê que tu possuis que nos fez melhor entender a natureza?

          • Joel Reis says:

            Não é pelas melhorias que a ciência trouxe que devemos deixar de a criticar e o mesmo se aplica à religião. O espirito critico e algum cepticisimo é o que nos impede de sermos fanáticos cegos e isso é também o que faz acreditar que há algo mais, que vale a pena investigar, descobrir, inovar, seja ao por em causa e criticar os dogmas das religiões ou as leis universais da ciência – que aplicando-se a todo o Universo se aplicam ao mundo macroscópico, mas também ao sub-atómico. Como tu bem citaste, se ” there are no sacred truths”, como não por em causa, como não criticar a ciência?!

          • Nuno says:

            Estás descrever uma posição que eu não defendo, ou seja, falácia do espantalho. Tudo na ciência é criticável. É não é algum cepticismo que devemos ter, mas um cepticismo quase que absoluto. Ou seja apenas devemos de acreditar naquilo que é fundamentado com factos e mesmo assim devemos de estar preparados para rever ou mudar a nossa opinião à medida que vamos recebendo nova informação. Por alguma razão a ciência está sempre em constante mutação. E não existem leis universais da ciência.

      • jo says:

        Senhor Joel Reis. Estou plenamente de acordo consigo.

    • Julius Agahowa says:

      quando é que correm com esta brasileirada dos sites portugueses?

  9. Carolina Dos Santos Dos Ramos says:

    Respostas, comentarios genericos. Se ficarmos sem experimentar, sem conhecer o desconhecido, sem tentar irmos mais alem seremos uns inconscientes e burros … Conhecemos o mundo, o universo… A tecnologia evolui de forma brutal e espetacular gracas a nossa curiosidad, a nossa vontade de sermos melhores com mais qualidade ..

  10. PoPeY says:

    Baseado na teoria da evolução, e que os corpos se adaptam as condições onde vivem. Acho que ao tentarmos procriar no espaço vamos ter uma nova raça humana. Isto também baseado que o Soctt Kelly depois de um ano no espaço veio com ADN alterado. A questão é, será que um ser humano criado no espaço consegue sobreviver na terra?

  11. José Horta says:

    Adoro ver pessoas a afirmar que a vida tem ou não continuação depois da morte física, como se fosse elementar e óbvio.
    Porque não tomar a 3ª opção e simplesmente admitir que ninguém sabe o que acontece depois da morte, deixarmos de preocupar com quem tem razão e simplesmente tentar viver o melhor possível para nós próprios e para os outros?

    Em relação ao artigo, se sobrevivermos o tempo suficiente, parece-me inevitável reproduzirmo-nos fora do planeta Terra, e que estes estudos vão ser deveras importantes. Aliás, muitas das tecnologias que temos hoje e que achamos corriqueiras foram inicialmente desenvolvidas para superar os desafios do espaço (câmeras dos telemóveis, lentes anti-riscos, TACs, sistemas de purificação de água, espuma de memória, fórmula para bebés, etc.). É fácil criticar quando não se entende os efeitos indirectos que a pesquisa científica tem no nosso dia a dia e na nossa qualidade de vida.

    Tentem ser menos críticos online e mais mais pro-activos naquilo que está à vossa frente e que podem melhorar, seja a vossa relação com outros ou convosco mesmos.

    =)

  12. AqueleQueEstáFartodeDemagogia says:

    Cura para o Cancro? Não importa.

    Paz no mundo? Não importa.

    Será que se 2 astronautas pinarem no espaço ela engravida? Bora lá investir e criar uma séria investigação para testar uma coisa inutil.

  13. Paulo says:

    Ir para outro planeta……provavelmente será o nosso fim também.
    Bactérias novas, vírus novos, atmosfera diferente….. gravidade diferente….e muitos outros factores que nunca iríamos saber na sua totalidade e que muitas vezes a longo prazo acabariam com a nossa espécie 🙂

  14. Daniel says:

    Hoje é sexta-feira 13…

    Bom amoço!

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