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Motor termonuclear pode levar-nos a Marte em apenas 3 meses

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Antonio says:

    Poder pode, mas no papel de onde nunca vai sair.

    • Vítor M. says:

      Pode acontecer, mas muitas coisas que estavam no papel há 30 anos, hoje são realidade. Por isso, vamos acreditar.

    • Rui Costa says:

      As mentes retrógadas, tem sempre essa ideia. Antonio, com essa mentalidade nunca teríamos saída da idade da Pedra.

      • Antonio says:

        Mentes realistas não vivem de ilusões e apenas acreditam no real e credível. Com mentes como a sua já estavamos numa colónia espacial lá para os aldos de Neptuno, todos ricos com unicórnios voadores.
        Sabe quantas coisas nunca chegam a sair do papel e apenas servem para mamar fundos…pois….e elas existem por haver mentes como a sua.

        Dirijam as energias e fundos para a pesquisa de fusão nuclear, isso sim é cada vez mais necessário……e já agora na cura do cancro.

        • sergio says:

          Discordo….chegar a Marte é uma ilusão no seu ponto de vista, portanto não se enquadra numa mente realista que só acredita no real, como diz, e acreditar que hoje não temos como chegar lá ( real) , pela sua lógica, amanhã tambem não vamos ter….

          • Antonio says:

            A Marte já chegamos á algum tempo caso ainda não tenha notado.
            Colocar lá pessoas vai levar o seu tempo, talvez tanto como colocar novamente homens na lua desde a ultima Apollo.
            Resumidamente….deixe lá, nenhum de nós vai provavelmente ver homens em Marte.
            O real é focar no possivel dentro de um tempo realista.

  2. Miguel Lima says:

    “o problema é produzir um reator nuclear que seja leve e seguro o suficiente para uso fora da atmosfera da Terra.”
    Seguro até pode ser difícil de concretizar agora leve? Então não estamos ausentes de gravidade no espaço?

    • Vítor M. says:

      Mas e sair da Terra? E Sair de Marte? Onde há atmosfera precisa de sair. E não só… há outras questões relacionadas com o peso.

    • Hélio Musco says:

      Quanto mais massa tens, mais força tens de fazer para mover o objecto, mesmo na ausência de gravidade.
      Se o motor for demasiado pesado, o TWR (Thrust-to-Weight Ratio) no final pode não ser grande coisa e a viagem continuaria a demorar muito.

      • adbu says:

        isso não é válido no espaço. Sem gravidade não há peso, logo não existe TWR, pois o peso é zero.
        O problema é o peso da nave para sair do planeta, depois tanto custa empurrar um berlinde como um camião.

        • Rui says:

          Certo aqui a gravidade não tem influência mas ERRADO porque a massa menos densa é mais fácil de acelerar do que a mais pesada! Não esqcer que a nave tem de ir sempre em aceleração até meio caminho depois a outra metade vai em desaceleração, com muito peso iria atingir pouca velocidade e mesmo indo mais devagar teria de começar a desacelerar a meio na mesma porque se não iria despenhar-se ou então teria de se desviar e ia passar!

        • TS says:

          Meu amigo, física do 10º ano F=M*A, quando maior a massa mais força para a mesma acelaração!

    • Redin says:

      Ocorreu-me agora como por brincadeira que eles construam no espaço uma nave tal como fizeram com a estação espacial internacional. Levam o material as peças e como um lego poem-no em funcionamento. 😉

    • Mario says:

      Mesmo estando longe de um campo gravítico, qualquer massa necessita de energia para modificar a sua velocidade. E para escapar à gravidade da Terra é necessária muita energia para se atingir a velocidade de escape. Depois, para se manobrar no espaço é também necessário dispender energia. Quanto mais massa, mas energia será necessária.
      Mas aqui eu acho que o problema tem mesmo a ver com o combustível nuclear e os receios de um acidente na descolagem durante o transporte desse material para o espaço. Quanto ao que possa acontecer depois, no espaço mais profundo, já não será tão preocupante. Há tanta radiação no espaço para além das cinturas de proteção eletromagnéticas do nosso planeta que isso será irrelevante.

  3. Ricardo says:

    A gravidade também existe no espaço, aliás, existe em todo o Universo. Um astronauta no espaço não está livre da gravidade, se pensarem bem um astronauta na estação espacial está “apenas” afastado da superfície da Terra 400km, acham que 400km é o suficiente para acabar com a gravidade? E então a Lua? E a Terra relativamente ao Sol? Estar na estação espacial/espaço é como estar em queda livre (daí que seja necessário proceder a correcções de órbita da ISS, caso contrário o destino é a superfície da Terra). Mesmo no espaço também é preciso “escapar” à gravidade da Terra/outros planetas para nos deslocar-mos para outros pontos.

    • PGomes says:

      Estás a esquecer-te dos pontos Lagrange.

    • Mario says:

      As correções não são por causa da gravidade, mas devem-se ao atrito com as (poucas) moléculas de ar que ainda se encontram àquela distância. Esse pequeno atrito vai retirando velocidade à ISS, ou seja, reduz o momento angular e por isso tem tendência a perder altitude. Quanto ao termo “queda livre” ela pode de facto ser permanente sem nunca se atingir a superfície do planeta. Basta que a velocidade seja o suficiente para que a trajetória faça uma curva fechada no espaço, ou seja, crie uma órbita. Portanto, é que se fosse uma queda de duração infinita. Isto porque segundo o princípio de equivalência, uma órbita em torno de um campo gravítico é equivalente a o corpo estar imóvel num espaço vazio, em qualquer gravidade. Na óptica desse corpo, ele não vai sentir qualquer força e só sabe que estar a mover-se porque pode olhar para o exterior. Por isso os técnicos dizem que abordo da ISS o ambiente é de “micro-gravidade”.

  4. Miguel says:

    Motor Nuclear mais foguetão, imaginem se explode a descolar como acontece a alguns foguetões.
    A radioctavidade era espalhada por todo o lado, por isso também acredito que não sai do papel.

  5. Há cada gajo says:

    Motor a combustivel de alto teor de urânio enriquecido…portanto…um lançamento falhado e temos uma nuvem de radiotividade que …sabe-se lá onde vai parar. Ideia brilhante.

  6. paulo says:

    o ser humano nunca vai aguentar muito tempo fora da terro devido a gravidade e muitos outros problemas que iam aparecem! nao é s´´ó arranjar naves rapidas ! fazer uma clonia em marte acho que nunca vao conseguir! gostava de ver, mas muitos vao morrer ate la!

  7. Carlos says:

    Aos apocalipticos: O motor termo-nuclear não tem que sair da orbita terrestre a funcionar. Pode muito bem ser levado por partes e ser assemblado ou na orbita terrestre ou – quem sabe – na superficie lunar. O combustível pode ir em lançamentos posteriores. A estação espacial internacional não saiu toda ao mesmo tempo da surperficie terrestre…

    • Sergio J says:

      Pensei o mesmo, mas temos na mesma de transportar o uranio lá para cima. Concordo que o problema seja bem menor, mas em caso de explosão temos uma situação. Imagino contentores que consigam suportar as temperaturas da explosão ou estejam num módulo que se consiga ejetar antes da explosão. Será que o podemos enriquecer no espaço? Podemos imaginar mil uma solução. Estas até podem ser idiotas, mas foram apenas pensadas enquanto escrevia este post, imaginem as grandes mentes do mundo a pensar anos sobre o assunto. Uma coisa é certa não podemos ser redutores e dizer não é fazível só porque sim.

    • Redin says:

      🙂 Se eu tivesse lido o teu comentário, já não tinha feito o meu com a mesma linha de pensamento, mesmo que por brincadeira.

  8. Claudio says:

    Venus sempre é mais quentinho.

  9. Antonio says:

    A Nasa e a UNSC devem de andar a dormir. Tandos cientistas aqui nos comentários da pplware que podiam recrutar e não o fazem. Que falta de empenho….

  10. caganotas says:

    Ha ca carditar

  11. Mario says:

    Motor de iões é o futuro para viagens dentro da mesma galaxia. Para viagens interestelares ja ha um motor que cria um buraco negro e o usa para empurrar a nave, mais rapido que a velocidade da luz.

    • Teoria says:

      “Já há um motor que cria um boraco negro e o usa para empurrar a nave…”Para a proxima confirma que estas mesmo a ver o Discovery e não um TVCIne, pois o que deves ter visto foi o Star Trek e não um documentário… o que referes é a propulsão alcubierre e não passa de uma teoria, não existe nenhum motor já construído e testado deste tipo.

  12. JLB says:

    Boa tarde !! Também qq dia tem de pensar numa outra forma de lançar uma nave, com o auxilio do motor mas também com uma catapulta para ajudar a vencer a força da gravidade. Como já acontece nos porta-aviões.

  13. SeiMaisDoQuePensam says:

    Bonito serviço!! As pessoas que se lixem… levam com os gases pelos pulmões a dentro!! (Pode ser que mate o Covid! XD) Falam na redução de veículos a combustão e que os elétricos é que são bons por causa do meio ambiente mas se forem foguetões com urânio (super cancerígeno) já não há problema!! Faz lembrar o aumento do número de voos nos aeroportos de todo o mundo!! Toca a carburar!! 🙁

    • PGomes says:

      Julgas mesmo que o programa espacial tem algum impacto na poluição do mundo?
      A quantidade de foguetões lançados e a sua poluição é irrisória, quando comparado com a poluição feita por carros, navios, fábricas, etc.
      E o urânio que vai dentro daquele modulo vai contido, para evitar emitir radiação.
      Na realidade, o que tu queres é ser do contra. És um velho do Restelo, como descreveu Camões.
      A depender de gente como tu, Portugal nunca se tinha feito ao mar.

      • José says:

        E ganhou alguma coisa com isso? Somos ainda mais pobres que os paises que nunca se fizeram ao mar como a alemanha

        • PGomes says:

          Fomos um dos países mais ricos do mundo. Tivemos um dos maiores impérios da história.
          Enquanto este país ignorou os velhos do restelo, fizemos coisas grandes.
          Nos últimos séculos, somos governados por incompetentes e corruptos e agora somos pobres.

          E a Alemanha também teve um império marítimo. Que incluiu colónias em territórios de vários países, tais como:
          Cameroon
          Nigeria
          Chad
          Guinea
          Central African Republic
          Ghana
          Togo
          Papua New Guinea
          Solomon Islands
          Palau
          Federated States of Micronesia
          Nauru
          Northern Mariana Islands
          Marshall Islands
          Samoa
          Burundi
          Kenya
          Mozambique
          Rwanda
          Tanzania

      • A Verdade says:

        Você é demente!! Acha mesmo que a poluição emitida por um foguetão é irrisória? Sabe ao menos o que diz?! Quando o objetivo é superar obstáculos, os empreendedores querem cá saber de danos colaterais!! É tudo igual!! Se morrerem alguns, que se lixe!! Temos a História que comprova isso mesmo! Se acha que é assim que se deve fazer, sem colocar a vida dos outros em causa, coloque a sua cabeça no carril e não obrigue os demais!!

        • PGomes says:

          Tu deves ser mesmo burro se achas que a poluição total, causada pelo programa espacial de todos os países se compara com a poluição que a humanidade faz.
          É como comparar uma gota de água com o oceano.

  14. jmsp says:

    “(…) Se anos-luz é uma medida de perder de vista, havemos de voar para lá dessa velocidade (…)”
    Caro Albert Einstein, pedoe-os, que não sabem o que dizem.
    Sir Isaac Newton, perdoe também muitos dos comentadores que certamente faltaram a muitas aulas de física no secundário.
    A maior parte do que li aqui é um enorme desrespeito para com grandes nomes do conhecimento científico.

  15. Antonio Julio says:

    Mas as naves Voyager 1 e 2, laçadas em 1977, não tinham já reactores nucleares ?

    • jmsp says:

      Está a ironizar, ou é uma pergunta séria?

      • Antonio says:

        É séria, o senhor jmsp é que tem falta de conhecimento.

        “Diferentemente dos satélites artificiais que orbitam a Terra, a energia elétrica das sondas Voyager é fornecida por três geradores termoelétricos de radioisótopos. Eles são alimentados pelo decaimento do Plutônio-238 (diferente do isótopo Plutônio-239 usado em armas nucleares)”

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