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Experiência usa laser para mostrar propagação do novo coronavírus se não usarmos máscara


Autor: Vítor M.


  1. rikardo pereira says:

    Usar mascara sempre foi importante, mas saber usa-la, ainda mais importante é.

    • Vítor M. says:

      Verdade. E isso será o grande desafio aqui para os ocidentais.

      • Regis says:

        Atenção que os Orientais têm muita prática no uso de mascaras contra a poluição. Os procedimentos de segurança na utilização destas nada têm a ver com os procedimentos de segurança das mascaras para proteger do Covid.

        • Vítor M. says:

          Sim sim, mas atenta uma coisa, eles têm experiência do uso de máscaras contra este tipo de vírus, de certeza que te deves lembrar de epidemias de outros coronavírus que eles já passam ainda há relativamente poucos anos, 2013 o MERS e em 2003 o SARS (mas há outras). Nós por cá… nunca usamos, nem na guerra.

  2. Carlos Fernandes says:

    O 2º maior problema em usar mascara é a sensação de falsa segurança, por isso sempre fui contra. Quando acabar o Estado de Emergência, qualquer cidadão vai sentir-se seguro em andar na rua com a mascara e com luvas, sem saber que o está a espalhar por mais superfícies. Vai ser muito mais difícil promover o isolamento social e assim controlar a disseminação. É no entanto uma boa resposta em conjunto com o isolamento e o distanciamento social. Os habitantes dos países orientais, por experiências anteriores, estão mais sensibilizados a toda uma boa utilização destas ferramentas que não vejo nos europeus e em particular nos Portugueses. Pois apesar de ser-mos considerados bons alunos e muito obedientes sambem somos muito boa onda, adorando o convívio e de aliviar as regras. Por isso vamos todos ser conscientes aquando utilização destas ferramentas.

    • rikardo pereira says:

      eu sou contra as luvas. que lavem as mãos.
      Sempre defendi uso de máscaras desde início. Mas sei que nem toda a gente as sabe usar e que muitos passam a vida a mexer nelas.

    • Figueiredo says:

      O uso generalizado de luvas seja de látex ou de outro material, para além de ser uma falta de higiene ajuda a propagar todo o tipo de doenças; por alguma razão são descartáveis.

      O uso de máscaras e luvas para além de ser infundado e não ser reconhecido pela comunidade médica e científica a nível internacional, é aproveitado pelos governos para gerar o efeito placebo na população.

      • Dav says:

        Uma das razões de usar luvas é simplesmente para não nos esquecermos que não devemos pôr as mãos na cara. Da mesma forma que acontece com as máscaras, é necessário saber usar as luvas.

        • Figueiredo says:

          As luvas de látex são usadas pelos profissionais de saúde durante curativos e pensos (L+D+P), ou em cirurgias onde então se usa as chamadas luvas esterilizadas, podendo o uso desse material também se justificar na avaliação corporal de um doente/paciente.

          As luvas de látex ou de outro material servem somente para proteger tanto os profissionais de saúde durante o desempenho das suas funções conforme acima referido, como também outros profissionais que tenham de trabalhar por exemplo com produtos de limpeza que possam ser agressivos para o corpo-humano e o seu organismo.

          O uso de máscaras generalizado pela população (excepto pelos profissionais de saúde) voltou a ser recusado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a 06 de Abril de 2020, por as mesmas serem ineficazes na protecção contra a contaminação; as máscaras servem somente para proteger os doentes/pacientes das gotículas de saliva dos profissionais de saúde que possam eventualmente cair ou ser expelidas:

          – Conselhos sobre o uso de máscaras no contexto do COVID-19
          https://www.who.int/publications-detail/advice-on-the-use-of-masks-in-the-community-during-home-care-and-in-healthcare-settings-in-the-context-of-the-novel-coronavirus-(2019-ncov)-outbreak

          Por alguma razão estes materiais são descartáveis, e devem ser usados uma única vez e somente pelo período de tempo necessário durante o desempenho das funções profissionais que assim o exigem (nunca pela população em geral), sendo essencial que depois de terminado o trabalho esses materiais (luvas e máscaras) devem ser colocados em recipiente próprio que depois será recolhido por uma empresa especializada na recolha e tratamento de materiais e resíduos hospitalares.

          A desinformação por parte da população sobre este assunto, está a ser aproveitada pelos governos e entidades para servir outros interesses inerentes a uma agenda política e económica ao mesmo tempo que dá a ideia aos cidadãos de uma ilusória segurança através do uso de máscara e luvas, ou seja o chamado efeito placebo.

    • cat says:

      As máscaras em maior número e mais usadas, as de tecido, não são muito eficazes a impedir que o vírus seja inalado mas, mesmo assim, são mais eficazes que nada e isso parece, em si, fazer muita diferença.

      Por outro lado, têm como principal finalidade impedir de que quem as usa infecte outros. As contas são muitos simples, se todos usarmos máscaras, ninguém infecta ninguém e o vírus desaparece da comunidade.

      É claro que existem outros tipos de máscaras mais apropriados para impedir que sejamos infectados. Mas mesmo assim é necessário reafirmar isto vezes sem conta até entrar na cabeça das pessoas. As máscaras de tecido não têm como principal função impedir que sejamos infectados mas sim impedir que infectemos outros.

  3. Figueiredo says:

    Convém explicar que a Organização Mundial de Saúde (OMS) a 06 de Abril de 2020 voltou a recusar o uso de máscaras generalizado (excepto pelos profissionais de saúde) por as mesmas serem ineficazes na protecção contra a contaminação; as máscaras servem somente para proteger os doentes/pacientes das gotículas de saliva dos profissionais de saúde que possam eventualmente cair ou ser expelidas:

    – Conselhos sobre o uso de máscaras no contexto do COVID-19
    https://www.who.int/publications-detail/advice-on-the-use-of-masks-in-the-community-during-home-care-and-in-healthcare-settings-in-the-context-of-the-novel-coronavirus-(2019-ncov)-outbreak

    • cat says:

      É claro que existem outros tipos de máscaras mais apropriados para impedir que sejamos infectados. Mas mesmo assim é necessário reafirmar isto vezes sem conta até entrar na cabeça das pessoas. As máscaras de tecido não têm como principal função impedir que sejamos infectados mas sim impedir que infectemos outros. As contas são muitos simples, se todos usarmos máscaras, ninguém infecta ninguém e o vírus desaparece da comunidade.

  4. JM says:

    As partículas desapareceram 1 segundo depois de terem falado, a distância de 2 metros é suficiente se as pessoas as cumprirem claro.

  5. Regis says:

    Atenção ao conceito de “estudo”. A publicação a que se refere o Post é apenas uma Carta ao Editor da revista. Por isso muito longe da relevância de um verdadeiro “Estudo”.
    O instrumento de registo das imagens é um iPhone 11 Pro.
    O tamanho gotículas detectas vai de 20 a 500 μm, e sabemos que o Covid “viaja” à boleia de gotículas bem mais pequenas.
    Independentemente disto, não deixa de ser curioso ver o efeito.

  6. Urtencio says:

    Eu quero saber onde é que eu vou comprar mascaras!?
    Existem sítios a vender mascaras a 2.5€ a unidade, se tiver de usar uma por dia vai ser bonita a despesa, vai, vai…

    Ainda não percebi, então se o estado definiu que o lucro máximo na venda das mascaras é de 15%, como é que no kuantoKusta, farmácias e afins ainda se vende 50 mascaras a mais de 70€??

    • jcg says:

      Pode sempre tentar sites estrangeiros com armazens na europa, o custo ronda os 30 centimos ou menos cada mascara com norma N95/KN95 . Pode ter a desconfiança se são fiáveis ou não, mas na empresa onde trabalho compram numa cadeia nacional de produtos de escrtitório e na caixa tb não diz nada de testes ou normas

  7. Luís says:

    Boa noite, alguém pode partilhar o link de uma notícia deste site que demonstra em camera uma pessoa a expirar e a falar, muito obrigado.

  8. Alguem says:

    É importante esclarecer que a conclusão deste estudo não apoia nem contraria o uso generalizado de máscaras, mas apenas apoia o uso de máscaras por infetados ou suspeitos de estarem infetados.

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