Estudo traz novas pistas sobre o que Marte fará ao corpo humano
Há uma obsessão, já muito de elite, para levar o homem e a mulher até Marte. Contudo, a possibilidade de levar humanos até ao planeta vermelho levanta uma questão central: como reagirá o corpo humano a uma gravidade que é apenas cerca de 38% da terrestre?
Um novo estudo analisado recentemente traz pistas importantes, focando-se sobretudo no impacto nos músculos e no funcionamento geral do organismo.
Um corpo adaptado à Terra
A gravidade moldou profundamente a biologia humana. Em Marte, essa força é significativamente menor, cerca de 3,7 m/s², o que significa que o corpo “pesa” menos e exige menos esforço para se movimentar. À primeira vista, isto pode parecer vantajoso. No entanto, essa redução tem consequências diretas no equilíbrio fisiológico.
O estudo destaca que o tecido muscular, responsável por mais de 40% da massa corporal, é particularmente sensível à gravidade.
Em ambientes de baixa gravidade, como na Estação Espacial Internacional, já se observou:
- perda de massa muscular
- redução da força
- diminuição do desempenho físico
Em Marte, apesar de existir alguma gravidade (ao contrário da microgravidade total no espaço), os investigadores temem que ainda assim seja insuficiente para manter a integridade muscular a longo prazo.
Experiências com ratos em órbita indicam, no entanto, que estes efeitos podem ser parcialmente mitigados, o que abre espaço a estratégias de adaptação.

Estes ratos foram então colocados num dispositivo centrífugo desenvolvido pela JAXA, denominado Sistema de Investigação de Gravidade Artificial Múltipla (MARS), onde foram submetidos a quatro níveis diferentes de gravidade – microgravidade, 0,33 g, 0,67 g e 1 g – durante um período de 28 dias.
O problema pode ir além dos músculos
A gravidade reduzida não afeta apenas os músculos. Estudos anteriores indicam impactos em vários sistemas:
- ossos: perda de densidade e risco de osteoporose
- sistema cardiovascular: menor eficiência na circulação
- metabolismo: alterações no consumo de energia
- orgânica em geral: distribuição de fluidos no corpo
Há evidência de que níveis de gravidade abaixo de 0,4 g, próximos dos de Marte, podem não ser suficientes para preservar totalmente o sistema músculo-esquelético e cardiopulmonar.
Marte: suficiente ou não?
A grande questão continua em aberto. A gravidade marciana pode representar um “meio-termo” entre a Terra e o espaço, mas ainda não há certezas de que seja suficiente para evitar os efeitos negativos observados em órbita.
Segundo os investigadores, compreender esta diferença é essencial para:
- planear missões de longa duração
- garantir a saúde dos astronautas
- viabilizar a presença humana permanente em Marte
Um desafio central para a colonização
A exploração humana de Marte não depende apenas de tecnologia ou transporte. O verdadeiro desafio pode estar no próprio corpo humano.
Se a gravidade marciana não for suficiente para manter músculos, ossos e sistema cardiovascular saudáveis, será necessário recorrer a soluções como:
- exercício intensivo
- habitats com gravidade artificial
- terapias médicas específicas
A resposta definitiva ainda está por chegar, mas uma coisa é clara: viver em Marte exigirá uma adaptação profunda do corpo humano a um ambiente para o qual nunca evoluiu.





















Andem com uma bigorna às costas e resolve-se o problema da gravidade…
O que Isaac Newton chamava erradamente de Força Gravitacional… E Albert Einstein também denominou erradamente como Distorção Do Espaço Tempo: Descobri e postei no meu blog corretamente, como PROJEÇÃO ELETROMAGNÉTICA ELEMENTAR QUÂNTICA. Em que um elemento que contém carga eletromagnética menor, busca sempre PROJETAR-SE e direção a outro elemento, com carga eletromagnética maior. Se tu pegares um super imã e fores empurrando lentamente em direção a um pequeno prego. tu perceberás que o pequeno prego, projetar-se-á, em direção ao pequeno imã. Agora se tu pegares o mesmo super imã e fores empurrando lentamente em direção a uma barra de ferro com 1 Tonelada: tu perceberás que o pequeno super imã, é quem projetar-se-á, em direção a barra de ferro.
Onde consta força: gentileza considerar Atração
Quem viu The Expanse sabe disto. No entanto os “marcianos” da série (humanos nascidos em Marte) tinham um treino brutal e eram praticamente super soldados, no entanto na Terra mal conseguiam andar e correr muito menos.
No espaço eram muito superiores no combate mano a mano. E eram mais avançados em tecnologia.
E será o futuro não é. Quem sair deste planeta para ir para Marte não vai para lá passear ou sentar-se no sofá a ver filmes. Vai para lá inovar e crecer científicamente sem os entraves dos povos fundamentalistas e retrogados que vão ficar eternamente nesta pasmaceira.
Mas nessa transição, nessa conquista muitos vão morrer. Vale a adrenalina da aventura e exploração. Quem tem esse bichinho que se aventure.
Grande série
O que tu nos contas…
Quando vires o episódio do dragonball, faz-nos chegar o resumo também, lol.
Estás mesmo com a cabeça na lua.
Não é na lua, é em Marte. Na lua andas tu que nem ler o que escrevo sabes.
Mas quando alguém mete dragonball numa conversa sobre The Expanse revela logo a sua idade mental que é inferior ao que devia ser permitido em alguns sites.
Allo marte…cá na Terra ainda dizemos “cabeça na lua”.
Fizeste-me rir com as cenas do mano a mano, lol. Andas a ver muitos filmes.
Quando vires o filme do king kong até vais bater mal…aquele macaco leva tudo à frente. Duvido que qualquer marciano se metesse com ele, lol.
Terra a desligar…xau.
Não conheço tal série e só fiquei a saber que era uma série pelo comentário acima. No entanto parece-me uma série muito fraca se querem fazer-nos imaginar que soldados que “na Terra mal conseguiam andar e correr muito menos” conseguiriam ser “super-soldados” e “muito superiores no combate mano a mano”. A não ser que seja uma série de comédia, assim talvez resulte.
Também tais humanos marcianos só num primeiro momento conseguiriam “inovar e crescer cientificamente” com a orientação dos que ficassem cá na Terra… depois, mesmo que o estabelecimento de uma verdadeira colónia fosse possível, humanos são humanos onde quer que estejam e tais “entraves” começariam novamente a aparecer com o surgimento de humanos marcianos “fundamentalistas e retrógrados”.
No espaço, em Marte e nas Luas eram muito mais fortes do que qualquer humano. E na Terra esses super soldados tinham treino suficiente para dar cabo dos zés da esquina, humanos com a mania. Claro que a Terra também tinha super soldados e num “mano a mano” no planeta Terra um marciano, mesmo sendo super soldado poucas chances tinha.
Marte também tinha facções retrogadas, cuja ideologia basicamente era atacar o planeta Terra antes que a Terra os atacasse. Nesse aspeto tens razão.
Eu que nem sou fã de séries de ficção cientifica adorei o The Expanse, só tenho pena é que não seja lançada a continuação achei a série simplesmente genial.
Edição genética para criar o astronauta perfeito para conquistar Marte e o espaço, será o futuro, enquanto morrem pessoas à fome na terra, que futuro lindo.
Só a edição genética não seria suficiente. Talvez fosse um caminho mas outro caminho seria seleccionar bem os candidatos.
Um mundo como Marte, com menor gravidade, tenderá a gerar, em terra firme, organismos vivos de tamanho um pouco superior aos do nosso planeta mas, por outro lado, a atmosfera e sua concentração em oxigénio seria também um factor a ter em conta. Maior concentração de oxigénio tende a criar, também em terra firme, seres vivos de maior porte.
Caso a nova atmosfera do novo planeta (ou a atmosfera presente nos domos a construir) ou ainda a que fosse criada em naves espaciais… seja fraca em oxigénio ou haja necessidade de poupar oxigénio então humanos de baixa estatura e pouca massa corporal seriam possivelmente os ideais.
Enviem para lá o Musk e o Trump. Mas numa viagem, sem retorno.
Artilheiro, viagem com humanos ida e regresso a Marte, com a tecnologia actual, é quase impossível.
Alterações a nível muscular e ósseo farão um regresso à Terra quase impossível.
Por isso mesmo… 🙂
Quem te disse que já não estão lá camuflados. A corrido ao espaço foi na década de 60 quando nasceste. E em 30-40 anos pouco ou nada falaram. Quanto a mim enviarma embriões para lá e eles povoarma Marte e agora 3 gerações depois já aqui estão a ver o espetaculo que é o planeta Terra e a decidir se nos deixam à nossa miséria, se nos ajudam com as novas tecnologias que criaram ou se simplesmente nos matam a todos.
Qual escolhias?
sapaxoxa, vc ainda é mais alucinado que eu.
Mas há uma diferença, eu não acredito que os EUA tenham ido à Lua em 1969.
Foram depois…
E eu realmente nasci na década de 60..
Nos meus livros escolares ainda falávamos do império português.
Agora falam de levar no rabo é fixe e eu acho que sou uma árvore hoje e ontem era um pássaro e amanhã sou o homem aranha.
Enfim, progressismos.
Vejo que gostas do Ayatollah & friends
E tu? Gostas de lamber as botas ao lorinho?
Porque não vais lá e mostras a tua coragem, deitado a lamber o alcatrão e com 6 ices em cima de ti?
Só paleio? Vai lá…
É isso que vocês, Eu e amigos, fazem? Lamber as botas aos ai-as-tolas?
Criticar a política errática do Trump não implica defender o regime do Irão. A geopolítica é mais complexa do que o que tu e o Trump pensam.
Se estás a criticar um ataque aos Ayatollah é isso mesmo que implica.
È o mesmo na 2 Guerra Mundial quando até Junho de 1941 a URSS criticava o combate contra os Nazis e os artistas afectos a CPUSA diziam que era uma guerra imperialista.
Estás a comparar o Irão com a Alemanha? Não faz sentido nenhum.
Ninguém mandou o Trump rasgar o acordo que o Obama tinha feito com o Irão e que, vemos agora, não houve provas fortes para que fosse rompido.
Sim, é sabido que o Irão financia o Hamas e o Hezbollah mas não é invadindo o território e arrasando tudo que se resolvem as coisas. Só piora.
Vais ver que no final vão voltar a fazer um acordo muito idêntico ao que foi feito pelo Obama, ou seja, vidas perdidas e um caos na economia mundial para tudo voltar ao mesmo.