PplWare Mobile

Categoria: Opinião

Dados pessoais: um mercado lucrativo que ameaça…

…a proteção da nossa vida privada!

Por Nuno Matias, Country Manager da Amen em Portugal para o PPLWARE.COM

Hoje em dia para ter êxito na rede é necessário cuidar da visibilidade com uma página de Internet digna, estar bem referenciado pelos motores de busca, entre outras coisas, mas também, e sobretudo, ter clientes. Para tal, nada melhor do que uma base de dados bem elaborada.

Assim que se visita a página de uma entidade online, seja uma administração, um prestador de serviços, um comerciante online ou ainda um motor de busca, esta pode recolher imediatamente – na maior parte das vezes sem nosso conhecimento – o máximo de dados nossos, o endereço IP do terminal a partir do qual estamos ligados, o endereço postal, até o local onde nos encontramos quando a geolocalização é ativada. Todas estas informações pessoais que são recolhidas podem por vezes ser revendidas posteriormente a empresas terceiras que enviam publicidade direcionada de forma a captar a nossa atenção quando andamos a navegar.

Negligenciamos a proteção dos nossos dados pessoais por desejo de facilidade.


Debate – Ferramentas web serão o presente/futuro?

Por João Nascimento para o Pplware

Ainda me lembro quando comecei a ter contacto com computadores. Tinha de  arranjar o CD com o programa X ou o jogo Y para poder instalar no computador que estava a utilizar. Passados alguns anos, o método passou a ser completamente diferente…. uma pen, até porque os meus colegas tinham uma boa largura de banda para poder descarregar algum software ou jogos. Actualmente basta-me estar ligado à Internet, em qualquer local, e posso fazer download ou simplesmente usar qualquer ferramenta que se encontre disponível online. Mas serão estas ferramentas Web o presente/futuro?

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Brass Monkeys: improvisar uma Wii?

Por Daniel Rodrigues para o PPLWARE.COM

As consolas de jogos como as conhecemos estão a ser lentamente asfixiadas pelo desenvolvimento de outros meios tecnológicos. Certamente assistiremos a mais uma ou duas gerações de Playstation, XBox ou Wii, mas inevitavelmente desmoronar-se-á a concepção clássica de unidade de processamento + comando + ecrã da TV como o nosso hub de jogos.

Isto deve-se, primeiramente, ao surgir de serviços como o Onlinve ou o Gaikai – serviços em que os jogos são renderizados por poderosos servidores e transmitidos para os nossos dispositivos, requerendo apenas uma ligação à internet e uma qualquer espécie de controlador – e às constantes inovações que permitem cada vez mais espantosos gráficos e jogabilidade em meios já banais do nosso dia-a-dia – falo do tablet, do smartphone, até do browser.

Tomando como premissa o actual estado da nação tecnológica, surge o Brass Monkey. Vamos improvisar uma Wii?


Debate – Terão os robôs lugar no mundos dos humanos?

Na semana passada, a convite da FNAC, participei numa tertúlia intitulada “A visão do futuro”, inserida na comemoração dos 30 anos do filme Blade Runner, com objectivo de debater ideias sobre o que ser o futuro expectável nas Artes, Ciência, Cinema, Tecnologia, entre outras artes. Sendo este um assunto bastante enigmático, gostaríamos de saber se consideram que os robôs (humanóides) terão lugar no mundo dos humanos e no caso afirmativo, como será a nossa vivência com eles.

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Jaime Quesado – Por um Portugal em Rede

Este artigo foi escrito para o PPLWARE.COM pelo Dr. Francisco Jaime Quesado, Especialista em Estratégia, Inovação e Competitividade.

Portugal tem pela frente um grande desafio – manter intacta a aposta na modernização administrativa e qualificação electrónica do Estado no quadro dum imperativo de racionalização de meios e poupança de investimentos. Em 2012 Portugal é já claramente um país da linha da frente em matéria de infra-estruturas de última geração – ligação das escolas e de grande parte de instituições públicas em banda larga, forte modernização da Administração Pública Central e Local e uma boa Rede de Espaços Públicos de acesso universal à internet, com grande impacto em zonas mais isoladas e segmentos sociais mais desfavorecidos.

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