PplWare Mobile

Debate – Ferramentas web serão o presente/futuro?


Autor: Pedro Pinto


  1. Custa-me tanto pensar que nos querem tirar os discos rígidos do computador!
    Mas é a evolução, e venha ela 😀

    • n3XXuS says:

      Na minha opinião a questão seria mais, e se os discos rígidos desaparecerem mesmo e passar tudo a funcionar na cloud, até que ponto estão os nossos dados “seguros”, isto é, livres de olhares alheios?

      • Nuno says:

        E agora com os discos rígidos na torre do teu pc tens a ilusão que os dados estão “protegidos”? Basta teres o pc ligado a um rede que os dados estão potencialmente expostos.

        Mas sim a mim faz um pouco de espécie pensar que chegará o dia em que tudo está na cloud, mas quem sabe, a cloud pode ser pessoal. Sempre aproveitamos os velhinhos desktops com aqueles “tijolos” de 3.5″ ao invés de apanhar pó!:D

        • Jose says:

          Não é bem assim, consigo estar ligado a rede, e evitar que qualquer pessoa aceda a qualquer ficheiro que tenha no disco rígido, agora se tiver na cloud a história é muito diferente.

          • Nuno says:

            Então como evitas se estás ligado? A única forma de estar mesmo seguro é desligares o cabo. De uma forma ou outra estás sempre exposto. Claro que com uma firewall as hipóteses são menores, agora não podes garantir a 100% que estás seguro ou queres dizer que a Sony ou a linkedin para mencionar alguns exemplos têm menos sistemas e procedimentos de segurança que tu??? Claro que sistemas de empresas são mais propensos a ataques por serem empresas. Mas não te deixes enganar pela falsa sensação de segurança de uma firewall ou mesmo do Tor. Não existem sistema 100% fiáveis, period!!!!

        • n3XXuS says:

          Eu disse isso por acaso? Não.

          • Nuno says:

            Desculpa n3xxuS mas não fui muito claro. O comentário anterior era direcionado para o José que dizia com conseguia estar ligado em rede e evitar que qualquer pessoa tenha acesso aos dados e ao disco.

    • Diego Wesselka says:

      Vai levar um tempo para aposentarmos nossos desktops.
      Pois somos reféns desse serviço lastimável de internet oferecido pelas empresas.

  2. Rui says:

    “Tinha de arranjar o CD com o programa X ou o jogo Y para poder instalar no computador que estava a utilizar.”

    Se é com CD’s é bastante recente… 😀

    Eu ainda me lembro de colocar a cassete a carregar o jogo, depois era com as disketes de 3.5… e só depoiiissss vieram os CD’s. 650Mb ??? uiiiii que maravilha 😀

    Bem, tendo em conta que actualmente as ligações à net já são um pouco mais rápidas do que com os modem’s de 56Kb, existem muitos serviços/aplicações que poderão ser utilizados via net, tal como já existe o google drive, jogos online, etc.

    Esses serviços são complementares às aplicações que temos instaladas nos nossos equipamentos. Duvido que num futuro proximo sejam substituidas por versões web, principalmente porque… a net não é identica em todos os locais no mundo. 🙂 Não esquecer que basta ir um pouco para o interior de Portugal para notar isso.

    Saudações

  3. nothing to! says:

    Prefiro ter tudo guardado no meu HDD pessoal

  4. Pitacho says:

    É um facto, é o futuro, aplicações em cloud, no entanto, acho que os discos rígidos não estão para desaparecer, pois onde colocariamos os nossos filmes, musicas, fotos, etc? Numa cloud? A que custo? Pois é, termos meia duzia de documentos word e excel é uma coisa, mas quando se fala em armazenamento um pouco maior já começam a aparecer custos para tal.
    No entanto, não haja duvida que é bastante prático o facto de em qualquer lado se poder, com um browser e internet, abrir um word, excel, e mais uns quantos ficheiros, evitando chatices de instalações demoradas e compra de software.
    Quanto ao tema mobile, é um mundo em constante evolução, ainda existe muito para surgir neste campo, quiçá amanhã estamos com um telemovél, apenas com internet, com um sistema operativo numa cloud!
    Mas como diriam os antigos, teremos de esperar para ver…ou marcar a diferença!

  5. Nelson N. says:

    Bem existe uma hipotese de passarmos a utilizar o SO remotamente utilizado apenas um dipositivo e banda larga(como aquela consola Android de que nao me lembro o nome)
    É sem duvida o caminho a longo prazo, que irá ser tomado por alguns SO’s mais pequenos, e que mais tarde será adoptado pelas grandes empresas de SO.
    Os chamado “WebOS” já existe, é a primeira geração do tipo.
    No entanto existe sempre a dependencia fisica dos conteudos que ainda é uma barreira a ser ultrapassada.
    No meu ponto de vista, sim, será um futuro, mas só veremos isso dentro de 5 anos. e não me agrada.
    pois deixamos de ter controle sobre as aplicações menos legais.

    • Nuno says:

      @ Nelson N.
      O webOS não é bem isso. É mais um SO móvel como o Android ou o iOS.. A marca até creio que pertence ainda à HP que recentemente abriu o código-fonte. Assim de repente o que pode representar é uma geração acente sobre a futura especificação HTML5, tal como o firefoxOS ou o Tizen/Meego. Mas mesmo os outros SOs móveis suportam o HTML 5 de alguma forma. Faço referência principalmente ao HTML5 por ser no futuro o esqueleto da futura web.

  6. Miguel says:

    Acho muito difícil usar apenas web.
    Será sempre necessário ter ferramentas que não necessitem de Internet. Pois lá vem a hora em que ISP poderá deixar a minha empresa um dia ou dois sem ligação e nesse tempo não se trabalha. Acho que um plano B(offline) será sempre necessário.

    Caso queira usar uma aplicação web tem de haver um entidade que se certifique que as informações que mando para web permanecem inacessíveis a terceiros. Não posso trabalhar na dúvida que alguém fora da empresa veja os meus planos, orçamentos, etc…

    Isto que referi aplica-se caso a “nuvem” seja providenciada por terceiros. Porque para empresas que tenham essa capacidade técnica poderão criar os seus servidores dentro da empresa e criar as suas aplicações de modo a certificarem-se que tudo é controlado por eles. E assim mesmo sem ligação à Internet continua-se a poder trabalhar internamente.

    Isto é o que me deixa de pé atrás em usar serviços web que não controlo totalmente e nem sei quem controla…

    Quanto às aplicações web creio que deveram evoluir para algo estilo, “gaikai” em que para jogar não é necessário o download.

    O browser pode ser considerado uma plataforma de acesso. Mas depois cada serviço deverá criar as aplicações para os sistemas operativos mais usados.

    Cumps.

  7. Linuxiano says:

    É de facto um assunto muito interessante e com certeza irá criar um debate aceso. Em relação aos desktops, convém lembrar que, por enquanto, a portabilidade ainda tem um preço acrescido – geralmente consegue-se montar um computador de secretária com configurações equiparáveis ou até mesmo superiores a alguns dispositivos portáteis topo de gama. Isso significa que dependendo da mobilidade que cada um necessita de ter, os desktops ainda terão algum mercado nos próximos anos. Agora, é verdade que o formato Desktop não é mais uma necessidade da maioria dos utilizadores domésticos, os que necessitam apenas de navegar e aceder a serviços web, utilizar ferramentas de produtividade e comunicar com os amigos, pois um qualquer dispositivo portátil de linha média tem configurações suficientes para cobrir essas necessidades com bom desempenho e com a vantagem de não limitar a mobilidade das pessoas. Isso significa que inevitavelmente haverá um declínio das vendas do PC de secretária e deixará de ser o modelo padrão, passando a ter uma utilização mais restrita e dedicada a certas actividades específicas que exige mais poder gráfico ou de processamento, já nem falo nos gamers, porque além de contarem com a concorrência das consolas de jogos, que se transformaram em centrais de entretenimento, já existem muitos dispositivos portáteis que mostram ser capazes de rodar jogos da última geração. Estou a pensar em laboratórios, empresas, universidades, ou seja, actividades profissionais e não propriamente a fazer parte dos planos do utilizador comum.

    Bom, é de facto mais simples ter um browser e lá trabalhar em vários serviços diferentes simultâneamente num só lugar do que ter vários programas em aberto no computador. Há uma certa conveniência e praticidade nos serviços web que a todos nos agrada. Mas, na minha perspectiva, o grande inconveniente de trabalhar exclusivamente na nuvem prendem-se com eventuais percalços que são uma ameaça constante a quem trabalha exclusivamente online.

    Desde logo, basta uma catástrofe natural, uma tempestade solar e as ligações à internet e os próprios servidores podem ficar desabilitados, gerando um verdadeiro caos mundial. Tem de se garantir que há formas de contornar eventos desse tipo, não pode haver uma dependência extrema da internet. Na minha opinião, haverá sempre muita gente a não querer colocar todos os ovos no mesmo cesto dessa forma ficar constantemente a depender das companhias que nos prestam serviços online, eu incluído. Já vimos também o exemplo do Megaupload e outros que simplesmente foram encerrados e os seus utilizadores sem acesso a conteúdo que era da sua legítima posse. Depois, ainda há a questão de um certo desconforto pelo facto de ao fazermos tudo online, estamos a expor-nos ininterruptamente a quebras de privacidade e a ver todos os nossos passos no computador vigiados por alguém e registados algures num servidor remoto e para isto basta pensar no caso do estudante que solicitou toda a informação que o Facebook tinha sobre ele nos seus servidores (fica lá tudo mesmo que se desactive a conta) e eram mais de 1000 páginas. Pois é, com toda a gente sempre conectada à rede por todo o mundo, são maiores as chances de nos invadirem a privacidade, não só dessa forma, mas também através dos afamados vírus e malwares cada vez mais sofisticados, na procura de roubar dados pessoais, dinheiro, passwords.

    Concluindo a minha participação neste debate, o formato desktop irá declinar, mas não deverá desaparecer, em vez disso terá usos mais específicos. O que tenho a certeza que não vai desaparecer é o armazenamento offline, seja nos bons e velhos HDD’s, seja nos SSD’s ou outras tecnologias vindouras, pelo menos nos moldes em que a internet funciona hoje em dia, só alguém muito pouco prudente pode atribuir todos os seus dados exclusivamente a um servidor remoto, arriscando-se a perder o controlo sobre os mesmos, sem possuir qualquer cópia local.

    • JardadoDemonio says:

      Grande discurso…
      Concordo plenamente e acrescento mais…
      Lembram se da altura em que a Apple proclamava a 7 ventos que os seus PCs eram livres de vírus?
      Hoje em dia já não é bem assim não é verdade…
      Quero com isto dizer que se a Cloud se torna moda, vão passar a haver mais virus/malvares contra estas plataformas e vão acontecer brechas de segurança o que não acredito que haja hoje em dia.
      Dei o exemplo Apple, porque desde que o uso dos pcs deles começou a aumentar exponencialmente começaram a aparecer os virus….

    • Pedro H. says:

      Estou de acordo.
      Gostaria de acrescentar que a última fase de “ligar o ser humano” à rede, deixará de passar por dispositivos externos.

      Quero dizer que uma realidade possível, no futuro, poderá passar pela ficção implementada no Ghost in the Shell, em que a maior parte dos seres humanos optam por cérebros robóticos ( e não só ) para estarem ligados à rede. Actualmente já existem tetraplégicos e até mesmo pessoas cegas, que possuem componentes artificiais que lhes permitem comunicar e interagir com o mundo exterior, por isso digo que a realidade implícita no GITS, não é tão absurda quanto parece.
      Imaginem terem um browser de realidade virtual ( ver Tom Clancy’s Netforce ) acessível a todo o momento por nós.

  8. Miro says:

    A verdade é que de há algum tempo para cá tem-se notado uma evolução enorme neste tipo de soluções. Há realmente muitas delas que me parece que irão ser substituidas no futuro por aplicações na web. Já existem (por exemplo) várias ferramentas que permitem facturação online, ou outras operações menos usuais, além das tarefas ditas ‘normais’ e já mencionadas no artigo.
    O mercado de aplicações móveis está também em franca evolução, e parece ter futuro garantido. Quem não gostava de poder fazer todas as suas operações diárias num telemovel ou tablet, tal como num pc?
    Mas julgo que em áreas mais específicas (e que peçam um grande desempenho da maquina ou sejam viradas estritamente para 1 determinado propósito) estejam muito longe disso. Dou o exemplo de modelação 3d ou trabalhos em AutoCad, ou em software específico para operações menos usuais, mas não menos importantes.
    A gama dos e-pad transformer veio trazer 1 nova forma de olharmos para os tablets e dispositivos móveis, podendo (consoante a utilização) usar apenas como 1 tablet normal, ou fazer 1 uso mais assemelhado ao PC. No entanto, a capacidade de processamento destes dispositivos (para não falar do SO) ainda não permite efectuar determinadas operações.

  9. M.Manuelito says:

    Não me parece que no futuro passe tudo por serviços web. As questões de segurança dos serviços “cloud” penso que se vão colocar mais cedo do que pensamos.
    E quem terá os seus ficheiros mais importantes num local cuja segurança não controla? Eu não! Depois há a questão das empresas que exploram serviços “cloud” que podem mudar de mãos de um momento para outro o que pode levantar também algumas questões de segurança.
    Outras questão é a morte anunciada do pc desktop. A minha opinião é que ainda vão demorar alguns anos até os desktop´s deixarem de fazer parte da paisagem dos nossos espaços de trabalho. Há aplicações que necessitam de máquinas potentes e grandes ecrãs, como é o caso do CAD.
    Finalmente acho que a aquisição de portáteis com a comparticipação das empresas, sendo os mesmo utilizados pelos funcionários, tanto em trabalho como na sua atividade privada, vai ser uma moda que terá grandes progressos nos próximos anos. As vantagens são consideráveis de parte a parte.

  10. Nuno says:

    O que me parece é que vamos deixar de “comprar” e passarmos a subscrever serviços: armazenamento, processamento memória, como acontece com a cloud já. Ao invés de termos um desktop ou mesmo montar um webserver, basta subscrever um dos serviços. Música, filmes, jogos: ao invés de comprar CDs ou faixas do iTunes, vamos pagar subscrições (como o Spotify, o Netflix, etc.)

    Chamem-lhe Web ou cloud, com a redução de custos e aumento da largura de banda estaremos sempre ligados. E acredito que não vai parar nos telemóveis. Já se começa a falar em wearable pc, sejam óculos, relógios, etc. Até a indústria automóvel já está a pensar em criar redes entre veículos…

  11. Pim Pam Pum says:

    Eu ainda gosto de não me ligar à net e de conseguir ler ou escrever um texto, abrir uma foto, ver um vídeo, fazer uma música, ou que for, apenas com o meu disco rígido e com o que lá tenho instalado. A ideia de ficar net-dependente para tudo e mais alguma coisa não me agrada. Por exemplo, gosto de pegar no meu netbook e de ir para qualquer lado sabendo que se não tiver acesso à rede, por qualquer motivo, vou conseguir trabalhar na mesma. Quanto às aplicações online que andam por aí, desde calendários a folhas de cálculo, comigo sempre funcionaram tão lentamente, que nunca tive paciência para elas. Creio até que esta febre recente pelas aplicações online não corresponde tanto a uma aspiração dos consumidores, mas mais a uma estratégia dos produtores de softwares para dificultarem a pirataria.

    • Nuno says:

      Pim Pam Pum,

      Levar o ‘NET’book […] sem ter acesso à net…

      Não deixa de ser irónico, primeiro porque estás a usar um pc cujo conceito está ligado à conectividade à net e segundo, há poucos anos terias de andar com uns 20Kgs se quizesses fazer o mesmo. O meu comentário é só pela curiosidade, não estou a discordar ou concordar contigo…

      • Pim Pam Pum says:

        Claro, eu entendo o que quiseste dizer, mas o meu Netbook não veio com nenhum sistema operativo online nem exige que eu me ligue à net. Por mim, os netbooks até podiam ter outro nome, porque dou muito mais valor à sua leveza e portabilidade. Por outro lado, todos os computadores hoje em dia são feitos para ligar à net, isso não é factor distintivo.

  12. Joel Paiva says:

    Passar o nosso “PC” para a net não será num futuro próximo. Alguem se lembra do famoso portátil da Google que em vez do SO tinha o acesso à net???

    A Cloud veio para ficar, mas não para substituir.
    É optimo podermos ter backups online, os nosso ficheiros à distância de um click, aonde quer que se esteja. etc etc.

    Ter um sistema operativo numa pen é bem mais fácil e mesmo assim quantos de nós o usamos diariamente?
    Este é um tema excelente, e será de facto o futuro, mas n
    ao para já!

    P.S. Parabens por mais um excelente post! É sempre bom por as pessoas a puxar pela cabeça e discutir ideias. Um abraço

    • Nuno says:

      Pois eu acho que daqui a algum tempo, talvez umas décadas, o armazenamento local (não lhe vou chamar disco rígido porque provavelmente já pertencerá a um museu) não será mais que a memória é para um pc atual, ou um para fazer de buffer. A Internet estará de tal maneira disseminada e o acesso será de tal forma ubíquo que nem vamos ver diferenças. Acredito que teremos necessidade de guardar ficheiros privados, mas nada como ter uma cloud(não gosto nada deste termo, não passa de uma marca, um conceito de marketing) onde todos os nossos dispositivos (portáteis, telemóveis, TVs, frigoríficos, automóveis,relógios, etc, etc.) podem aceder, sincronizar, etc, etc.

      Armazenamento será sempre preciso, mas daqui a uns computadores como os conhecemos hoje, não serão nada mais do que os telégrafos são para nós agora. Imaginem se nós tivermos a possibilidade de ver computadores quânticos???? O conceito-base dos computadores atuais (electrões, zeros e uns, bits ,etc.) não serão mais que uma forma primitiva de computação da idade do bronze.
      Imaginem como uma pessoa que viveu em 1900 se iria sentir se visitasse 2012. Seria mais ou menos o que todos nós sentiríamos se víssemos como será o futuro da web, Internet, e o potencial primitivo das ferramentas web. Quem nos anos 90 já mexia em computadores, alguma vez tinha imaginado ter à frente estes esbeltos ecrãs finos LED nunca menos de 20″, quando na altura tínhamos autênticos blocos de betão de 15″ e sonhávamos com um ecrã CRT de 17″ ou se tivéssemos ganho o Totoloto, um de 19″ ou mesmo 20″? Claro que era impensável ver um vídeo online e uma música demorava uns 30 min. até ficar disponível para ouvir…

      • Pim Pam Pum says:

        Por exemplo, em 1968, muitas pessoas imaginavam que em 2001 o homem andaria pelo espaço em naves espaciais, com computadores dotados de inteligência artificial, capazes de comunicar com a Terra em tempo real, como se fosse a coisa mais natural do mundo. A prova? 2001 – Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick… loool 😉

        • Nuno says:

          E até era possível. A tecnologia já existe. Em vez de ter o HAL9000 terias o Siri ou o Google Now.

          A única e provável razão por não se ter concretizado é que a civilização esteve estes últimos 50 anos mais preocupada com os seus bolsos.

          Não sei se leste um artigo que falava como era possível atualmente construir a Starship Enterprise.

  13. Nelson Zed says:

    Vejo a cloud como uma ferramenta essencial nos dias que correm….na actual conjuntura económica por vezes questionamos a compra de outro computador porque o que temos está velho…..temos solução?? Sim usamos linux….o disco tem apenas 40gb…..ok….então tenho a cloud para me dar uma ajuda…..
    Hoje em dia já são vários os serviços que nos disponibilizam vários gb de armazenamento, por isso aproveitem…..

    Alguns dos meus colegas ficaram supreendidos com o facto de ter dado nova vida aos velhos pc’s e demonstrado que a cloud pode ser muito util……

    Um abraço
    Aquele que usou durante muitos anos windows e que quando descobriu linux viu a luz……..

  14. Daniel Alves says:

    Bem independentemente das opiniões que fui lendo enquanto percorria a página, de facto existe sempre aquele “medo” relacionado com a segurança e etc etc…

    Mas na minha opinião e pelo seguimento que as coisas levam esse será mesmo o futuro e eu aprovo…

    É muito mais cómodo e prático termos tudo na Cloud e puder aceder a partir de qualquer ponto. Para pessoas que têm um computador no emprego, outro em casa e ainda smartphones como é o meu caso, a Cloud é indispensável mesmo.

    No entanto eu não acho que os HDD se vão extinguir por completo. Simplesmente será ao contrario… Vamos ter SO estruturados para uso em Cloud mas também com opção de armazenamento…

    Como programador web junior que sou, espero realmente que o futuro seja este ahahah
    Senão vou ter que mudar de ramo :p

    Cumprimentos para toda a equipa magnifica do PPLWARE e para todos aqueles que não passam um dia sem vir cá espreitar as novidades. Tal como eu faço 😉

  15. Eu penso que o presente e o futuro se vai desenrrolar tanto no desktop, mobile e Web.
    Para que o mobile e a Web possam ser mais destacados será necessário por um lado o aperfeiçoamente das ligações á internet como a questão da qualidade/preço dos dispositivos móveis.
    Para além disso será necessária uma muito maior infra-estrutura a nivel de servidores web.

    Após tudo isso, penso que as gerações futuras terão uma maior cultura digital do que hoje.

    A questão da segurança também é fundamental para a confiança das pessoas nos serviços web e os CMS abertos contribuem fortemente para a insegurança dos mesmos.

    É preciso uma forte politica de privacidade e uma regulamentação precisa dos sistemas web.
    A legislação precisa de ser muito bem pensada e apertada.

    Penso que após tudo isso o mobile e web serão uma constante na vida da população mundial.

    Cumprimentos
    César Oliveira
    http://www.profissionalweb.net

  16. Vai aqui um debate interessante. 🙂

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.