A Apple lançou finalmente o tão aguardado iPhone 4.
Algumas funcionalidades novas foram introduzidas, outras foram melhoradas. Em comparação com os seus antecessores, estamos perante uma total renovação quer a nível estético, quer a nível de hardware, onde o alumínio e o vidro se unem para uma maior qualidade de construção, mantendo-se sempre fiel à imagem de marca da Apple nos seus produtos minimalistas.
A tecnologia que mais tem impulsionado o mercado, é a tecnologia multi-toque. São vários os fabricantes e vários os dispositivos que apostam e adoptaram esta forma de input para servir o utilizador.
Os dispositivos estão cada vez mais sofisticados e treinados ao toque, os ecrãs e outras áreas dos gadgets são usados com uma simplicidade e usabilidade, que era impensável há poucos anos atrás. Mas a tecnologia não é estática e os projectos para usar apenas os movimentos começam a dar passos mais certos para uma implementação global.
Um dos grandes problemas da tecnologia flash é a sua dependência de plugins. Esta ponte entre o programador e o utilizador é uma das grandes causas da sua fraca performance assim como é responsável por um dos maiores buracos que um sistema operativo pode enfrentar em termos de segurança. Problemas esses que são alheios quer ao utilizador, quer ao webdesigner, uma vez que os plugins flash são da inteira responsabilidade da Adobe e a sua performance e suporte pode variar (e muito) de sistema para sistema.
Existe uma grande expectativa na resposta do mercado ao novo produto da Apple, o iPad. Chegou-se a vaticinar um erro estratégico por parte da Apple, mas na verdade os resultados são totalmente contrários, as vendas do iPad são estrondosas.
Este sinal é positivo para o mercado em geral e mostra um indicador claro que há lugar para outros tablets com outros sistemas operativos tão ou mais operacionais que o iPad. Este tablet da LG é só por si um sinal positivo, tendo em conta a qualidade da usabilidade conseguida.
O mercado dos smartphones é complexo e a oferta extrapola em muito as necessidades dos utilizadores. São centenas de marcas, milhares de modelos de telefones e uma enormidade de tecnologias que eclodem a cada novo modelo lançado. Neste mercado não se sente a crise da mesma forma que noutros segmentos, vende-se de tudo mesmo os topos de gama. Há no entanto um nicho de mercado que se diferencia pela ambivalência da utilização. A razão é clara: os operadores de comunicaçoes móveis promovem pacotes de chamadas a preços interessantes mas fecham esse preço económico à sua rede, então para beneficiar teriamso de ter dois ou três telefones.
O mercado volta a responder, mais propriamente o mercado nacional, com uma tecnologia low-cost mas muito apreciada e procurada. Como tal, o PPLWARE apresenta-vos uma análise de um telemóvel, tipicamente português, que é bastante acessível. O Dual SIM ZTC B280i.