PplWare Mobile

Flash… sem plugins!


Autor: Vítor M.


  1. Nuno José says:

    Tive a experimentar em linux e tá óptimo. Venham de lá mas é as aplicações webgl também

  2. Stênio says:

    Quando este projeto estiver liberado ao público, vai ser maravilhoso! Pelo menos para os desenvolvedores flash, vão ter mais plataformas para seus projetos!

  3. Joca says:

    Como ficou bastante obvio desde o inicio só a Apple é que ia perder na guerra contra o Flash.

    O codec que ela apoia e com o qual ela esperava ganhar € com a morte do flash vai morrer e afinal o flash não vai morrer com o h.264.

    O Steve Jobs conseguiu dar um HeadShot nele proprio! Muito bom mesmo 🙂

    • Nobre says:

      A Apple não prentende matar o flash, mas sim acabar com ele como web standart.
      Mas com esta tecnologia parece que o flash vai ter um grande impulso. Mesmo assim acho que o html5 vai ganhar esta guerra.

    • tide says:

      Esta noticia só prova que a Apple não só tem razão em ralação á atitude da Adobe, quando a chamou de preguiçosa porque após varios anos de solicitações não conseguiu resolver o problema, mas Stev Jobs tem razão principalmente quando aposta no HTML5. O codec h.264 como complemento do html5 é apenas um, outras soluções irão surgir e o potencial esta implementação será benéfica para todos.
      O Flash não tem porque acabar, mas tem muito que pedalar se não quiser ficar para traz nesta caminhada, a Adobe terá que consultar os engenheiros da Macromedia para perceber quais os objectivos do flash quando foi criado.

    • MC says:

      Bolas Joca, andas mesmo à nora..

  4. Tiago Dias says:

    Muito boas notícias!! 😛 E se tiver melhor performance..que venha rápido!

    Isto só vem demonstrar que se calhar o Steve Jobs até tem uma certa razão quando chama a Adobe de “preguiçosa”…

  5. Ricardo Schmidt says:

    Agora falta o editor livre para criar bons swfs. Ok, existem alternativas gnu, mas ainda estão engatinhando, ou estavam, quando as testei.Muito bom trabalho e post!

  6. DCA says:

    “Smokescreen” que através do HTML5+Javascript consegue correr conteúdo flash (flv) sem a necessidade de plugins!” – acrescente-se o SWF pois como sabemos o flv é usado, sem me querer enganar, exclusivamente em vídeo.

  7. Pedro Lopes says:

    Mais uma vez fica demonstrada a incompetência e falta de brio da Adobe, o problema não é o Flash nem a tecnologia, o problema são as peças que estão a frente do monitor dentro da Adobe.

    Cumps.

  8. patCRUZ says:

    Ontem no trabalho estivemos a fazer uns testes com o Smokescreen… Nem todos ocorreram com sucesso, mas foi “engraçado” ver aplicações que já haviam sido desenvolvidas em flash, a correr no iPhone de um dos nossos colegas… =)

    Será algo em que a Adobe já andará a trabalhar e uma funcionalidade presente nas suas suites quando o HTML5 estiver difundido.
    Acredito sinceramente na possibilidade de exportar o FLA+AS para HTML5 canvas, dada a derivação das linguagens (javascript e actionscript) do ECMAScript.

  9. Fontes says:

    Eu nao sei se isto nao funciona em todos os computadores, mas comigo ( com o Chrome no mac) nesta apresentaçao http://smokescreen.us/demos/intro.html alguns links nao me estao a funcionar

  10. bug says:

    Só quem nunca programou com flash é maluco o suficiente para dizer que está fora de moda ou vai desaparecer.
    Podiam criticar o actionscript 2, mas o actionscript 3 é mil vezes melhore que essa tag do html 5 chamada canvas.
    Developer que é developer, não gosta de ver o seu trabalho(código), escarrapachado no source do browser.
    Não venham com pros apple porque essa não pega, se vocês viram a entrevista mais recente do jobs, o flash pode voltar ao iphone e ao ipad, é uma questão de tempo, existem bugs na virtual machine do flash, mas nenhuma ferramenta é 100% perfeita.
    Eu quero ver o dia em que um pc não crasha.

  11. a Friend® says:

    Assim como nunca ninguém acusou o ActionScript3 de “incompetente” e problemático.

    O problema do Flash é ser renderizado por um plugin, o que o deixa automáticamente separado das restantes linguagens e nisso o HTML5 trás vantagens. Vantagens essas que saltam à vista agora neste artigo.

    Embora o Flash possa comunicar com outras linguagens, eles são “renderizados” em separado, o que faz o Flash ser uma janela (plugin) dentro de outra janela (browser). Obviamente que nesse aspecto Jobs tinha razão. Porque isso só faz puxar pelas maquinas desnecessariamente.

    Outra nota, é que a tecnologia Flash para Touch Screens é um enorme buraco. O site em questão na página principal tem animações “Mouse Hover” e quem puder testar num Smartphone, como eu fiz, vai ver uma das maiores lacunas do Flash em termos Touch.

    Ele sim, terá lugar na WEB, mas terá obrigatoriamente que ser substituido em certos campos, como alguns tipos de menus, assim como os videos. Mas fico contente que ele ainda poderá ser aproveitado, sem plugins para outros campos como demonstra este projecto Open-Source. E outra coisa que fica comprovada é mesmo a incompetência da Adobe, em que um “simples” projecto solucionou um dos maiores problemas do Flash.

    • patCRUZ says:

      “Outra nota, é que a tecnologia Flash para Touch Screens é um enorme buraco. O site em questão na página principal tem animações “Mouse Hover” e quem puder testar num Smartphone, como eu fiz, vai ver uma das maiores lacunas do Flash em termos Touch.”

      Mais uma vez isso não é uma lacuna é uma feature. Ao programador basta pensar nas funcionalidades a que tem recurso e qual o fim da aplicação. Estou há cerca de ano e meio a desenvolver aplicações em flash para quadros interactivos e é uma realidade constante o tipo de interacção touch.

      • a Friend® says:

        Sim isso também é verdade. Mas continua-lhe a faltar muita coisa essencial prometida à muito pela Adobe.

        Funções multi-touch por exemplo… outra coisa importante é a interacção com o input touch e acelerometros. Sendo uma tecnologia dependende de plugins é de extrema dificuldade adaptarem isso.

        O HTML5, sendo este interpretado pelo browser, permitirá uma melhor interacção com o conteúdo, em especial Touch. Eu não sou anti-flash, eu adoro o flash (trabalho com ele à 7 anos) mas que me enerva é mesmo a Adobe, tanto nas ferramentas que produz para o Flash como na implementação de novas tecnologias e devida adaptação aos modelos actuais, que neste caso em concreto, touch-screens e smartphones, falha redondamente e são lentos como tudo.

        Quando se falou no Adobe Air, os meus olhos até brilharam! Ena… voi fazer coisas fantasticas com esta ferramenta. Depois quando comecei a testar aplicações feitas nele… enfim…nem sei o que posso dizer o que achei. Posso é apenas dar uma dica. Recuso-me a usar o aplicações Adobe AIR até mesmo no meu desktop… quando mais num netbook ou smartphone. Gosto de aplicações rápidas, fluidas, simples, leves e eficazes, coisa que a Adobe não sabe produzir, salvo certas excepções de luxo da sua Suite 😛

        • patCRUZ says:

          “Funções multi-touch por exemplo… outra coisa importante é a interacção com o input touch e acelerometros. Sendo uma tecnologia dependende de plugins é de extrema dificuldade adaptarem isso.”

          Sinceramente também gostava de ver a Adobe a resolver alguns problemas de performance entre outras coisas… Mas a verdade é que ate estou optimista com isto tudo porque será um “incentivo” para ela mexer o “rabinho”… no entanto acho que andam a pintar as coisas duma maneira, que no meu ponto de vista, é totalmente desfasada da realidade.

          Mas já desenvolveste alguma coisa no caso concreto?
          Eu tenho andado a brincar com o AIR para o Android. A versão beta que saiu há dias depois do Google I/O. O 10.1 ja tem acelerometro, acesso ao gps, multitouch, entre outras coisas.

          Já fiz dois mini jogos e sinceramente corre como se fosse no desktop.

          Era bom ver qualquer sobre isto no PPlware…

          • a Friend® says:

            Desenvolver à seria no AIR não, mas andei apenas a brincar e a estudar um pouco. E depois quando peguei em aplicações já “maduras”, como é o caso do twitter client “Twirl” fiquei decepcionado, experimentei outras aplicações e fiquei igualmente com a percepção que não é a tecnologia indicada para fazer apps. Pontos fracos: performance e até mesmo a renderização (textos, imagens, etc..) … falha muito em qualidade…

            Em tempos cheguei a fazer um post sobre as “previews” do 10.1, quando ainda tinha esperança na Adobe… mas até hoje estou à espera e nada…e honestamente não acredito que tenha as API’s certas para produzir aplicações nem para iPhone nem Android. Do que foi prometido e concretizado… está uma enorme distância infelizmente…

            Mas olha se tiveres assim algo já produzido que mostre o lado bom (que concerteza deverá haver) seria um post bem interessante e concerteza o Vitor M iria aceitar publica-lo. 😉

            Flash Player 10.1 e Air 2.0 beta – Um Flash “Touch and Move”

          • patCRUZ says:

            De momento ainda é impossível distribuir Apps feitas em AIR no market do Android. Só após o lançamento da versão final. A disponibilizar alguma coisa teria que ser no formato “.apk” e a instalação feita manualmente.
            Tenho um jogo experimental do tipo “Whac-A-Mole”, mas com funcionalidades limitadas e vários testes isolados. Posso tentar escrever algo e mostrar alguns exemplos. Até seria bom algum feedback.

          • Vítor M. says:

            Ora isso é que é falar. Estou a gostar deste diálogo.

  12. Wishmaster says:

    Não é “desenvolvedor”. Isso será em Português do Brasil.

    Em Português de Portugal é “programador”, desenvolvedor não existe.

    • MacGyver's Friend says:

      Deixem lá o rapaz escrever como fala… Lá porque é Brasileiro não quer dizer que o tenham de corrigir cada vez que escreve alguma coisa. Para ele, não é programador, é desenvolvedor. Passa-se o mesmo com “usuário” e “utilizador”. Deixem lá o rapaz levar a biciclete. Se tivesse dito que “datagrama IP” era “data grama do IPhone”, aí podiam cascar no rapaz à vontade.

  13. scheldon says:

    Os fanboys podem chorar o quanto quiserem, mas é inegável que a Adobe sabe como se manter na liderança.

  14. Lagunna says:

    É curioso que, apesar de vivermos no século 21 e as pessoas serem em princípio muito liberais, ainda existem aqui estes diálogos interessantes mas pouco compreensivos de como se diz seja o que for em português do Brasil ou de Portugal. Já todos sabem que a língua é portuguesa e a fala é brasileira certo? Já todos sabem que no Brasil se usam palavras e expressões diversas do que se usa em portugal, sejam arcaísmos, estrangeiros ou outros, certo? Então e que tal começarem a tentar compreenderem-se mutuamente sem estarem constantemente a querer que se diga em português o que um brasileiro não diz no PT do Brasil e vice-versa?
    É um diálogo estranho este onde, em vez de se cultivar a diferença se pretende exigir a “normalidade”. O pplware já não é português desde que deu entrada na net. É cidadão do mundo. Deixem lá cada um dos maravilhosos povos que usam a língua lusa expressarem-se como entenderem e procurem compreender e aceitar. Não ao acordo ortográfico, não á normalidade! A língua é algo vivo e em constante mutação. Habituem-se e aprendam!

    Bem hajam!

    • Wishmaster says:

      Vá pedir a um inglês para dizer “gasoline” (inglês norte-americano) em vez de dizer “petrol” (ingês britânico), “yard” em vez de “garden”, “elevator” em vez de “lift”, “appartment” em vez de “flat”, ou “garbage” em vez de “rubbish” e vai ver o que ele lhe responde…

      Cumps!

      • Hugo says:

        Vá pedir a um Inglês ou Norte Americano para ser tolerante e compreensivo como o povo Português…resultado: não consegue, é por isso que somos Portugueses. Bem-vindos irmãos Brasileiros!

        Enorme abraço para todos!

        • Wishmaster says:

          É por sermos tão compreensivos que este país vai outra vez à bancarrota…

          E alguém referiu que os Portugueses abriram mundos ao mundo. Não digo que não, mas também é preciso ver o que se fez aos outros povos e, ainda hoje, embora de forma mais mitigada, se continua a fazer, ou seja, uma verdadeira exploração e espoliação de recursos, bem como boicote às economias e outras áreas, mormente as sociais…

          Somos civilizados e temos muita tecnologia e bem-estar? Sim, é verdade. Mas à custa do quê e de quem?
          Ah pois é…investiguem, pensem e depois concluam porque é que 1/4 do mundo vive regalado à custa dos outros 3/4…

          Não quero ser pessimista nem negativo, mas não me venham falar de progresso e desenvolvimento apenas, falem também das borradas que se andam a fazer.

          Quanto à língua, gosto de manter os nossos vocábulos e preservar a língua. Podem satirizar e dizer-me “então vais voltar a escrever farmácia com ph (pharmacia)” ao que eu responderei, porque não? Não andamos cada vez mais a ler e a escrever uma língua (inglês) que usa três letras (“the”) quando podia usar uma?

          Cumps!

          • Solipsist says:

            Existem duas normas para a Língua Portuguesa: a norma Europeia, com a qual estamos familiarizados, e a norma Brasileira, que é aplicada no Brasil.

            A pequenez revelada por este tipo de batalha gramatical é algo de inerente à matriz cultural portuguesa. Apesar de os anglófonos possuírem diferentes versões da mesma língua, ainda estou para ver um Britânico a corrigir um Americano relativamente ao uso da sua norma linguística.

            Isso tem uma razão específica: todas as versões são mutuamente inteligíveis. Ou seja, os nacionalismos arcaicos ficam onde eles devem permanecer: no caixote do lixo.

    • Bruno Santos says:

      Parabéns pelo post. Concordo e assino em baixo. Sou brasileiro e moro em Portugal desde 2004. Sou de Minas, e como toodo bom mineiro, “come calado”. Ouço sempre as pessoas a criticarem as diferenças, portugal-brasil-angola-etc, e realmente é triste. Acho que já temos tantos problemas e coisas pra resolver no dia-a-dia que não faz sentido continuar com estas “exclusões e desigualdades”.

      Abraços a todos! Parabéns pplware.

    • s-k says:

      Eu também concordo e assino em baixo.
      Um pouco de cultura geral não faz mal a ninguém… 🙂

      http://www.tvcultura.com.br/laeca/
      http://ww1.rtp.pt/wportal/sites/tv/la_e_ca/

    • André Moreira says:

      @Lagunna.

      Apoio em 100% o que dissestes, sou brasileiro e compreendo as diferenças em nossos dialetos, prefiro tentar “educar” o meu cérebro e interpretar a diferença, do que tentar mudar a forma como o outro se expressa.

  15. Lagunna says:

    Obrigado!

    Eu sou português dos 5 costados mas, há muito que sou, acima de tudo, um cidadão do mundo e, não é desde que entrámos na UE não senhor. É desde que os meus “antepassados” olharam a imensidão do Atlântico e deram mundos ao mundo. Demos e recebemos claro está! Em cultura do mundo e da vida. Todas a ex colónias, há muito países soberanos de pleno direito fazem de nós portugueses um povo melhor. Se eu uso copy, backup, reset, e outras que tais sem pudor, usar expressões como liberado, desenvolvedor, é para mim um previlégio enquanto português que, alguém, do outro lado do mundo use a minha língua seja em que registo for. Mas pronto, é só uma e a minha modesta opinião!

    Bem hajam!

  16. BrunoG says:

    Não percebo absolutamente nada do assunto, mas isto significa conteúdo flash no iPhone OS sim ou não?

    • a Friend® says:

      A Internet caminha para o HTML5 que é o proximo passo do actual HTML. Um dos objectivos do HTML5 é interpretar diversas linguagens web sem a necessidade de plugins. O Flash nesse caminho poderia ficar extinto por estar dependende de plugins para funcionar, com este projecto em mãos, irá ser possivel correr Flash sem Plugins e por consequencia o iPhone irá ter “flash”, assim como outros produtos que o Flash não tenha o melhor suporte.

      Neste momento, o Flash detém o padrão de uma serie de coisas na web, como videos, animações, publicidade, jogos, etc… O HTML5 irá entregar esses padrões às linguagens certas, e as animações poderiam ser entregues ao CANVAS, que é mais ou menos um Flash sem plugins. Este projecto, poderá fazer com que o Flash não seja substituido pelo Canvas, ficando com esse padrão das animações por exemplo…ainda é tudo muito dificil de definir porque pouco ou nada de sabe quais os planos todos. Os certos é que o Flash não será mais usado nos videos como é actualmente, sendo substituido pelo H.264 e VP8, que permitirá aos Players (das plataformas móveis) lerem-nos directamente e com isso tirar partido de melhor desempenho e qualidade nos videos, sem sacrificar muito a bateria como o Flash (FLV) faz… 😉

  17. É pena este post estar cheio de mentiras que os leigos vão engolir. Tanto em relação à performance e segurança do sistema, mas especialmente em relação às razões que levaram a Apple não incluir Flash nos seus dispositivos. O Steve Jobs na verdade quiz fazer toda a gente acreditar que assim era, para encobrir o facto de estar a fazer competição ilegal, apenas para “sugar” assim mais pessoas para as suas próprias tecnologias.

    http://jessewarden.com/2010/04/steve-jobs-on-flash-correcting-the-lies.html

    http://www.timo-ernst.net/2010/05/flash-player-10-1-performance-explosion/

    http://www.timo-ernst.net/wp-content/uploads/2010/05/riabench_result.png

    http://www.timo-ernst.net/2010/05/flash-is-asopen-as-html/

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