Extraterrestres não são “seres verdes”, são avançadas máquinas
A tecnologia que hoje vemos a ser desenvolvia poderá dar-nos pistas de como será constituído um extraterrestre. Se pensarmos no que temos vindo a fazer no campo da robótica e da inteligência artificial e se pensarmos nas limitações que os seres humanos apresentam para as longas viagens espaciais, então, sem dúvida que numa galáxia distante poderá existir uma civilização evoluída, máquinas que exploram já o universo.
Este é o entendimento que Seth Shostak, diretor do Instituto de Pesquisa por Inteligência Extraterrestre (SETI) na California, tem sobre o tema.
























