Estados Unidos homenageiam Steve Jobs com uma moeda comemorativa de 1 dólar
Seguindo uma tradição que ganha forma desde 2018, a Casa da Moeda dos Estados Unidos anunciou que planeia lançar uma moeda comemorativa de um dólar com o cofundador da Apple, Steve Jobs, em 2026.
A semelhança do que fazemos, também, em Portugal, homenageando personalidades relevantes com moedas comemorativas, a Casa da Moeda dos Estados Unidos anunciou que planeia homenagear o cofundador da gigante de Cupertino, que tanto deu e tem dado, através do seu legado, à indústria tecnológica.
Desde 2018, e numa iniciativa para 15 anos, os Estados Unidos têm comemorado as inovações tecnológicas ao longo da história do país com moedas especiais de um dólar, representando todos os estados, cinco territórios e o Distrito de Columbia.
O leque de moedas do próximo ano inclui uma de Steve Jobs, que representará a Califórnia. Esta pode ser considerada uma escolha clara, tendo em conta a contribuição do empresário para as indústrias de computadores pessoais e eletrónica de consumo.
Steve Jobs representa Califórnia, berço da Apple
A moeda dedicada a Steve Jobs é uma das quatro planeadas para o próximo ano, comemorando inovações tecnológicas associadas a quatro estados, incluindo a Califórnia, terra natal do cofundador da Apple.
A participação da Califórnia no programa American Innovation $1 Coin mostra um jovem Jobs sentado de pernas cruzadas em frente a uma paisagem com colinas onduladas e carvalhos.
Uma inscrição ao redor do desenho inclui uma citação de Steve Jobs: "Make Something Wonderful" ("Faz algo maravilhoso").
Segundo a Casa da Moeda, o desenho faz referência ao compromisso do falecido cofundador da Apple em criar tecnologia que pareça tão orgânica quanto a natureza.
Entretanto, há outra moeda de um dólar relacionada a computadores planeada para o próximo ano: comemora o supercomputador Cray-1, em representação do Wisconsin.
Antes disso, moedas retrataram a lâmpada para Nova Jersey, o videojogo "Handball" de Ralph Baer para New Hampshire, o Telescópio Espacial Hubble para Maryland e os astronautas da NASA para o Texas.
Entradas subsequentes estão planeadas até 2032.
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dou 1 ano para começarem a ser vendidas a 10k
São 2.5 milhões de moedas e 250000 BNC (novas em carteira protectora). As 20000, de ouro, é que, devem valorizar 1000%, como tem acontecido, com as desta década. A do Hubble, e a do Columbia, em ouro, valorizaram 18700% e não mais desceram daí.
Isso está de acordo com a Lei das Moedas Coleccionáveis em Circulação.
Mas onde a coisa está a ficar engraçada, ou com pouca graça, dependendo da perspetiva, é de haver uma moeda comemorativa com a cara de Trump “representativa do 250.º aniversário dos Estados Unidos”. Isto apesar do código que rege as moedas comemorativas dizer que: “Nenhuma moeda emitida pode conter a imagem de um ex-presidente ou presidente atual vivo, ou de qualquer ex-presidente falecido durante o período de dois anos após a data da morte do mesmo”. A sua corte na casa Branca já disse que “Ele vai adorar”.
Sobre este capitalista: tudo
sobre o Dennis Ritchie: nada
Quem?
Se tivesses estudado saberias que é o autor da Macarena 🙂
O carlos ficou triste porque queria a moeda, mas com o boneco do android.
Estas grandes empresas gostam de nos tornar escravos com a obsolescência programada.
??? Está-se a falar de uma moeda colecionável, na categoria das personagens que mais contribuíram para o desenvolvimento tecnológico, em que cada estado propõe um dos seus naturais. No caso, a Califórnia propôs Steve Jobs, de lá.
Quanto à obsolescência programada, nem há muita razão de queixa quanto à Apple, quem quiser pode usar os seus produtos vários anos para além da idade em que deviam ser reformados. Não haver distinção entre o hardware novo e o que já tem vários anos e consequentes diferenças nas funcionalidades é que era estranho.
Pagas uma fortuna e desfaz-se tudo mas mãos passado pouco tempo
Dás-lhe com um martelo? Na Apple os produtos duram (menos o teclado “borboleta”, de 2015-2019, dos MacBook Pro que não saíram nada de jeito.)
Todas as marcas fazem o mesmo, vem tudo já martelado! fios a descarnar, manchas na tv, pecinhas a cair, etc.
Todas não. O da moeda deixou uma cultura de exigência – caro mas bom e duradouro, o que não o torna assim tão caro. E inventou o smartphone, não o Android, o anterior que o Android copiou.