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Apple contesta DMA e multa “sem precedentes” de 500 milhões de euros imposta na Europa

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Mudem para Linux says:

    Esta na hora de fazer a apple o que os europeus fizeram a tesla! 850milhoes de hahitantws ricos no planeta vao fazer lhes mossa! A apple ja ha 5 anos que anda a gozar não inova so aumenta precos basta ver as fraquissimas vendas do ipad m4. Aquele software limitado não serve para nada, um surface e muito melhor

    • Maurizio Vieira says:

      Não compre, simples.

    • Anung says:

      É isso é…..é mresmo isso.

      A tesla esteve muito tempo sem concorrência digna, a Apple teve sempre concorrência.

    • PTO says:

      O mercado funciona de forma simples: se o produto é fraco os clientes não compram.

      Não é preciso vir a UE armada em paizinho decidir o que os europeus querem ou não querem comprar.

      Se investissem mas é no desenvolvimento de uma indústria tecnológica europeia é que faziam bem. Mas não, preferem andar a mamar multas de quem investe em inovação e em produtos tecnológicos de topo. É por isso que a Europa está na cauda da tecnologia, IA e inovação. São uns velhos do Restelo.

  2. carlosf. says:

    Olha….que paguem e não bufem.

  3. says:

    Aqui há regras. Isto não é a trumpalândia. Infelizmente já temos visto a apple recorrer a táticas “manhosas” para que sejam os consumidores a “culpar” a EU pela falta de algumas funcionalidades nos apple. Mas são funcionalidades que não cumprem as regras, logo a culpa é única e exclusivamente da apple. Se não as querem seguir, a porta da rua é a serventia da casa e podem bem deixar de vender cá que não fazem falta nenhuma.
    “…impõe-nos condições comerciais que são confusas para os programadores e prejudiciais para os utilizadores”.
    Sim, claro. A apple tem sempre o consumidor como prioridade. Tal como na redução de performance nos equipamentos mais antigos também ser a bem do consumidor.

    • Eu says:

      Calma, Zé. Pensei que estavas a falar do gajo de Israel ou do da Rússia, tal é o nervosismo.
      Calma rapaz, alguém te obriga a comprar alguma coisa da Apple?
      Se nem tens nada da Apple, qual a comichão?? É que são as pessoas que não usam Apple que ficam assim, muito tensas, nervosas.

      • says:

        Estou tranquilissimo.
        Não obrigam, nem quero. Não por questões “ideológicas”, mas porque para mim não traz mais valia um telephone tão caro, nem gosto do ecosistema. Tenho opções mais interessantes para mim.
        Mas acho desonesto que empresas como apple usem a sua força e influência para lançar os clientes contra os reguladores e entidades oficiais, que é claramente o que a apple tem vindo a fazer com um constante fluxo de “anúncios” e “leaks” sobre funcionalidades desligadas nos iphones por causa da EU, serviços não disponíveis pela mesma razão… é preciso ler nas entrelinhas e é preciso também que a EU não vacile e tinha tolerância zero com empresas como esta (são várias). O playbook tem sido muito parecido em vários setores. A indústria automóvel nos últimos 2 anos tem vindo a agarrar-se ao mesmo evangelho para “justificar” aquilo que não tem justificação. As “novas” regras já têm vários anos e as grandes marcas europeias não se mexeram. Já estão a ser ultrapassadas por outras marcas que começaram a correr bem atrás. E agora para salvarem a pela estão todos na mesma lenga lenga que o mercado não está pronto, o cliente não quer… Mas a BYD e afins seguem a crescer.
        E esta heim?

        • PTO says:

          Quais são as funcionalidades desligadas por causa da UE? Vai lá pesquisar, vai, porque tu nem sabes quais são.

          O problema da UE é que não investiu em indústria de tecnologia e agora está tristemente ultrapassada. A europa é o Velho do Restelo do mundo desenvolvido, a quem ninguém dá grande importância pois nada tem para oferecer a não ser multas e regras absurdas para validar essas multas.

          E a continuar assim daqui a pouco nem Apple, nem Google, nem o caraças teremos na Europa, vamos recuar 25 anos ou mais nos serviços globais.

          • says:

            Ainda na semana passada foi notícia no pplware:
            https://pplware.sapo.pt/apple/o-ios-26-chegara-a-europa-sem-algumas-novidades-e-a-culpa-e-da-dma/
            A questão aqui não é recuar ou deixar de recuar. É preciso haver regras. As big tech não podem fazer tudo o que querem e tem de haver regulação que proteja as pessoas, quer estas percebam ou não os perigos. As big tech ganham cada vez mais e não querem saber das pessoas para nada. Só querem saber dos equipamentos e serviços que vendem e dos dados que esmirfam (legal ou ilegalmente).
            Mas gora não podem haver regras nenhumas?

          • PTO says:

            MAs a culpa dessas funcionalidades não virem para a UE é de quem? Da própria UE.

            E proteger as pessoas de quê? Nada do que a UE fez até agora contra a Apple serviu para proteger as pessoas de um perigo (palavra tua) porque esse tal “perigo” pura e simplesmente não existe.

            As big tech não querem saber das pessoas em que sentido? São empresas que oferecem um produto e querem que as pessoas o comprem, tal e qual como qualquer outra empresa. Não são a Santa Casa da Misericórdia.

            Mas tu achas que alguém está preocupado com os dados? dados esses que já estão todos na posse dos governos e de entidades comerciais que utilizamos a rodo?

            Ganha juízo, tu paraste no tempo, há décadas que o mundo já não é como tu idealizas nem vai voltar a ser.

          • says:

            O mercado da EU tem regras. A apple pode escolher cumprir, tal como a google o fez em situações semelhantes. Se não cumpre, não se pode sentar à mesa.
            Quanto mais falas da apple mais me convenço que é a tua religião. E o problema das religiões é que muitas vezes toldam o descernimento.
            Eu sou da área das tech e tenho alguns conhecimentos de segurança e proteção de dados e sei bem do que falo quando refiro perigos. Mas uma coisa tens razão. Ninguém (ou a maioria diria eu) quer saber. É triste, mas não querem. Ainda assim, continuo do lado da EU neste caso.

          • PTO says:

            Continuas sem especificar que perigos são esses, de tal maneira graves que tem de ser a própria UE a tentar proteger-nos deles.

            E não, o meu discernimento não está toldado. Usei iPhone quando foi lançado até ao iPhone 4, depois usei Windows Phone durante 4 anos, passei para Android durante outros 4 anos e regressei ao iPhone em 2020. Além disso sou agnóstico, não tenho religião, nem a nível mistico, nem tecnológico.

            Não gosto é de burocratas a legislar sobre assuntos que desconhecem por completo, castrando a inovação e desenvolvimento tecnológico, apenas porque acham que os consumidores são todos uns tótós que não sabem escolher o que querem usar e como querem usar.

            É isso que a UE é, uma manada de burocratas sem qualquer visão de desnvolvimento e de inovação para o continente. Só sabem impor regras, passar multas e burocratizar ainda mais tudo em que tocam. Não admira que a Europa tenha cada vez menos importância no panorama mundial.

          • says:

            Estás preso a uma bíblia chamada IOS.
            Eu não gosto de nenhuma marca que me obrigue a andar atrás dela a rezar para ter os meus direitos. A apple (e muitas outras) já é mais que conhecida por tornar equipamentos antigos mais lentos, reduzir performance de baterias. Nos PCs usam técnicas como memórias soldadas, SSDs soldados e por aí fora. Tudo isto são técnicas para “desencorajar” a reparação e o upgrade. Não é só a apple e cada vez está pior.
            Acaba por ser um pouco transversal a todos os setores de atividade. Desde parafusos com “cabeça” diferente para que não seja fácil arranjar uma chave, carcaças termosoldadas, cola por todo o lado, software “fechado”… Tudo isto são técnicas que só servem para complicar a vida aos clientes e aos serviços técnicos de terceiros (e às vezes até aos serviços da marca, mas já nem vou por aí). Acho que ninguém pode fechar os olhos a estas práticas.
            O que na prática as grandes marcas estão a tentar fazer é transformar “produtos” físicos que os clientes compra em “subscrições”, que certamente serão o próximo passo de algumas indústrias e se calhar os clientes nem donos dos telefones serão. Já acontece isso com os jogos digitais, algumas marcas automóveis e muitos outros produtos. A bosch, por exemplo, tem uma máquina de lavar (ou mais, sei de um modelo) na qual o ciclo de pré lavagem só funciona se a máquina estiver ligada 24/7 à cloud da marca. As próprias consolas de jogos em muitos casos só dão para jogar com acesso à internet, mesmo com os jogos instalados e mesmo que sejam single player. O próprio windows tenta por todas as formas obrigar o utilizador a ter conta microsoft, sendo que muitas veces o windows já vem integrado com o PC e/ou o cliente paga pela licença. Não é um serviço mensal. Xiça, até aqui na empresa comprámos um carrinha citroen e há certas funções que só se consegue ver na cloud.
            Da parte que me toca, e apesar de nem sempre concordar com as coisas, acho que a EU tem tentado mitigar estes problemas. Não podemos deixar as marcas fazerem tudo o que querem e tem que haver limites. Limite a inovação? Talvez, mas que inovação estamos a limitar? É que se inovação é arranjar forma das marcas meterem mais dinheiro no bolso esmirfando os clientes, para mim não é inovação. É só extorsão. Inovação implica melhores serviços e melhor experiências aos clientes. E eu como cliente quero ter a prerrogativa de fazer upgrades, reparar o que for necessário e trocar peças. Um SSD decente para um qualquer PC é muito, mas muito mais barato que um SSD da apple. No site da apple aparece que um kit de atualização para 2TB num macbook pro custa 1.250,00 Euros. Sinceramente, cada um gasta o dinheiro como quer, mas é preciso ser muito burro. Porventura os mesmos burros que estão contra a EU. Ok, leva lá a bicicleta…

  4. Mário says:

    Eu fico admirado com o pessoal que fica contente quando é o governo a decidir tudo por eles, qualquer dia a UE vai permitir só 2 cortes de cabelo.

    Se eu crio uma empresa e só quero vender software meu não sei porque raio é que sou obrigado a vender software de outros, pois depois o cliente final é que decide se compra o meu software ou de outros, mas a UE gosta muito de mandar no dinheiro dos outros…
    A caça a multa para alimentar todos em Bruxelas tem que continuar, até a um dia!

    • Mr. Y says:

      Não tem nada a ver com vender o teu software mas ficares preso à plataforma da Apple e seres obrigado a pagar taxas de 27% em todas as vendas.
      Esta guerra com a Apple começou com o caso da Epic Games e o Fortnite.

      • PTO says:

        Ninguém fica preso a Apple mais do que fica preso à Google. Usa quem quer, quem não quer não usa. A Epic Games também cobra taxas aos programadores, o processo que a Epic criou era todo ele uma hipocrisia.

    • says:

      Neste caso a EU tem toda a razão e estou certo que se as pessoas se preocuparem em ver o que realmente está em causa também apoiariam. É um claro caso de abuso de posição dominante no mercado e existem regras sobre isso. Não podemos deixar a apple, a google, a microsoft, coca cola, pepsico, galp, edp e outras que tal ditar as regras do mercado. Já têm poder que chegue e ainda querem asfixiar o que resta de concorrência.
      Tem de existir concorrência real, o que em muitos casos não existe porque as empresas têm de tal forma força que conseguem asfixiar todo o mercado à volta e eliminar os competidores. E isso é muito mau para os consumidores, quer eles saibam o que está em causa ou não.

      • Mário says:

        Quando não existe concorrência concordo, mas neste caso o que não falta é marcas de smartphones para escolher, por isso não tem lógica dizer a iniciativa privada o que pode não não vender e obrigar a abrir o software a terceiros.

        • Joao Ptt says:

          Na prática em termos de domínio de mercado só existe o Android e o iOS. Não é lá grande concorrência!

          Se estivéssemos a falar de 10 sistemas operativos diferentes entre si que partilhavam partes mais ou menos de 10% do mercado cada um, aí já era outra conversa, a não ser que fosse a chamada falsa concorrência, em que parece existir muita escolha mas depois é tudo igual, à lá operadores móveis em Portugal até pelo menos antes da entrada da DIGI em Portugal.

          • PTO says:

            Então cria um e trabalha para o teu sistema ser melhor e mais apelativo que esses dois.

            Ou a tua opção é castrar as únicas duas empresas que criam esses sistemas e elas desistirem de inovar ou, pior, deixarem de disponibilizar essas inovações nos modelos vendidos na UE?

            Que é melhor, ter duas opções em pleno ou duas opções castradas por causa das regras absurdas da UE?

          • says:

            PTO:
            Mas será que se consegue criar uma alternativa? É que estas empresas, além de tudo o resto, literalmente controlam o mercado e muitas vezes restringem o acesso de certos players a certas aplicações ou funcionalidades, com contratos de exclusividade e acordos comerciais que limitam seriamente a concorrência.
            Temos de nos lembrar que estas empresas têm como objetivo o maior lucro possível, não têm como objetivo o melhor interesse dos consumidores. Sem as regras da EU estávamos certamente bem pior. Um mero exemplo:
            Serviços de streaming, ginásios, comida ou outros de assinatura regular. Nos USA e por falta de (melhor) regulamentação é por vezes impossível cancelar e serviços de assinatura. O processo de cancelamento é de tal forma complexo, complicado e moroso que há quem simplesmente se resigne a pagar por algo que já não quer.
            Aqui pelo nosso burgo, também graças à regulamentação em vigor, é normalmente bastante simples de cancelar.

          • Mr. Y says:

            @PTO
            Então o DMA é tão absurdo quanto o Open App Markets Act nos EUA.

          • PTO says:

            @ Mr. Y
            E eu disse que não era?

          • Mr. Y says:

            @PTO
            Da maneira que falas parece que só a UE é que procura regular e evitar práticas monopolistas. Nos EUA também fazem isso, talvez numa escala menor mas fazem.

          • PTO says:

            @Mr. Y
            Se o assunto deste artigo é sobre as regras e multas da UE é natural que eu fale especificamente da UE. Não vejo onde está o problema.

        • says:

          Mário, é como dizer que existe concorrência nas telecomunicações e nas gasolinas… Eu pouco vejo, confesso. Nas comunicações foi preciso entrar a digi para alguma coisa acontecer num mercado “acomodado” há anos. Até a própria anacom usou a expressão “acomodado”. Poderia ter usado outras, mas pronto. Quem souber “ler” percebe o que queriam dizer.
          Eu em parte concordo contigo, até porque a filtragem deveria ser feita pelo consumidor. Eu faço. Nunca gostei de certas práticas da apple nem da forma como “gerem” a informação e os sistemas, muito menos gosto do facto de eu não conseguir fazer nada com os equipamentos por serem totalmente “fechados”. Mas eu tenho algum conhecimento para isso, sou capaz de entender muita lenga lenga técnica e de segurança. Sou capaz de comprar as peças e montar um pc de raíz ou de desmanchar um tablet ou smartphone (dentro do possível que cada vez é mais difícil). A maior parte das pessoas não é, nem se preocupa com isso. Daí que a ideia de serem os próprios a “filtrar” é utópico. É infeliz ser assim, mas não deixa de ser a realidade. Não é uma crítica, mas acho que as entidades que regulam os mercados (com todos os seus defeitos também) devem ter alguma atenção a estas situações. Imagina, por exemplo, que compras um carro a gasóleo que tem um bocal de enchimento do depósito que só é compatível com as mangueiras da galp. Não me parece nada bem. Ainda pior seria se a galp fosse dona da marca de carros ou vice versa. Era exatamente a mesma situação que temos com as tech. Têm faca, queijo, pão, tábua e mesa na mão e em algumas situações fazem o que querem e lhes apetece, restringindo fortemente a concorrência.
          Outro exemplo (que já deveria ter sido atacado também) é as baterias não serem amovíveis nem passíveis de substituição. Tive um telemóvel em tempos idos que durou 2 ou 3 packs de baterias. Hoje em dia se a bateria morrer, vai-se tudo. Não a consegues tirar sequer. E se conseguires, em algumas marcas já estão bloqueadas ao serial #. Recentemente o meu aparador da barba morreu. Claramente foi a bateria, já vinha a “avisar”. Já que estava morto, decidi abrir a ver se era possível arranjar uma bateria. Para começar, era tudo termo-soldado, teoricamente impossível de abrir (mas eu sou paciente). Lá consegui abrir sem escavacar muito, retirei as placas e, qual não foi o meu espanto, a bateria era uma simples pilha AA recarregável soldada na placa com uns pinos. 7 ou 8 euros para uma pilha nova, um pouco de solda, bastante paciência para fechar tudo outra vez e acho que tenho aparador para mais uns bons anos. Há alguma necessidade de ser assim? Só é assim porque as marcas não têm os melhores interesses dos clientes. Querem vender mais e mais e não interessam os custos para o consumidor nem o desperdício de recursos e matérias primas. Na empresa tive telefones “fixos” sem fios que usavam 2 pilhas recarregáveis. Alguns telefones duraram 2 e 3 conjuntos de pilhas. Tinham um compartimento como um rádio a pilhas ou ou brinquedo.
          Resumindo, acho que a EU até deveria ir mais longe em alguns aspetos. As big tech andam a comer-nos e a comer o ambiente. Não vale tudo para terem mais lucro.

          • PTO says:

            As baterias não são passiveis de substituição? Essa é piada, não é?
            Ainda no ano passado substitui a bateria de um iPhone 11, de 2019.

            Se te informasses não dizias tanta asneira, de certeza.

          • says:

            Em alguns equipamentos apple (e não só) só consegues trocar uma bateria na loja oficial. O equipamento não funciona se não reconhecer o serial# da bateria.
            A mesma história com algumas impressoras e tinteiros não oficiais.
            E um iPhone de 2019 já não é propriamente novo. As coisas estão a ficar cada vez mais complicadas de mexer. De 2019 até hoje muita água passou debaixo das lojas da apple.

          • says:

            Esqueci-me:
            E sim, há equipamentos nos quais não podes substituir as baterias. Boa parte dos phone bluetooth, por exemplo… é que ainda poderás conseguir abrir. Já fechar e ficar tudo a funcionar é que não.

          • PTO says:

            Ou seja, afinal consigo trocar a bateria de um telemóvel, o que disseste de ser impossível é mentira. Era exatamente o que eu pensava.

            E sim, podes trocar a bateria de qualquer iphone lançado após 2019. A bateria, o ecrán, as colunas, o que quiseres. Informa-te melhor.

          • says:

            Podes, na apple e a preços absurdos, se eles deixarem. Se lhes apetecer descontinuar a bateria, ficas sem telefone ou sem o PC.
            Mas pronto, os patós continuam a pagar forte e feito para ir à missa. Continuem assim que a apple continua a ser Vossa amiga.

          • PTO says:

            Preços absurdos? Não acho. Uma bateria original por 80 euros já com mão de obra incluída e garantia de 6 meses.

            Descontinuar as baterias? Invariavelmente isso acaba por acontecer. Ninguém está à espera de arranjar baterias para telemóveis com 10 anos, até porque 99% das pessoas muda de telemóvel muito antes de metade desse prazo, pelo que não faz qualquer sentido as marcas terem baterias para modelos arcaicos.

            Mas poder trocar a bateria de um iPhone de 2019 é o que eu considero um prazo bem generoso de assistência disponível para um smartphone.

            Dito isto, as tuas duas últimas frases revelam finalmente ao que vens. Afinal és apenas mais um anti-Apple que quando acabam os argumentos passa à tentativa de ofensa.

            O teu verniz estalou depressa.

          • says:

            Olha, boa sorte… O dinheiro não é meu. Mas continuo a apoiar a EU neste caso.

      • PTO says:

        Asfixiar os competidores? Há dois SO’s de smartphones no mundo: Android e iOS, da Google e da Apple, respetivamente. Ambas com as mesmas taxas.

        A posição dominante do mercado é a do Android e não a do iOS, basta ver a taxa de penetração dos telemóveis com Android e a dos iPhones na população geral.

        Viste a UE a processar a Google por abuso de posição dominante? Eu não.

        • says:

          Posição dominante não significa ter mais ou menos clientes.
          Se a google não foi processada, se calhar cumpriu com as regras, não?

          • PTO says:

            Sim, significa precisamente isso. O fator mais importante numa posição dominante de um mercado é a elevada quota de clientes que tem nesse mesmo mercado. Sem isso nenhuma empresa consegue chegar a uma posição dominante.

            E só para recordar, quem veio com a conversa de abuso de posição dominante foste tu, que acusaste a Apple de o fazer, o que não deixa de ser cómico, considerando que a quota de smartphones com Android no mercado mundial em 2024 era de 71% e que gerou 3 vezes mais tráfego de internet que o iOS da Apple.

          • PTO says:

            “quota de mercado” é precisamente o primeiro fator referido nesse link.

          • PTO says:

            Onde é que eu disse que a Google não teve de se adaptar?

            Estavamos a falar de um processo por abuso de posição dominante no mercado de smartphones e em relação a isso a Google não foi processada pela UE.

            Mais dúvidas?

          • Mr. Y says:

            Não dá para perceber o teu raciocínio.
            És contra a DMA ou não? Confirmas que a Google cumpriu e a Apple não. Como cumpriu não recebeu multas então a DMA teve o seu efeito.

          • PTO says:

            Não percebes o meu raciocínio porque não te deste ao trabalho de ler a thread toda, senão percebias. Mas isso é um problema teu, não meu.

            E não, eu não confirmei nada.

          • Mr. Y says:

            @PTO
            Está difícil…
            Se a Google tem posição dominante estamos todos de acordo. Se cumpre com o que é pedido pela DMA qual é a razão de ser multada pela sua posição dominante?
            Podes argumentar que as medidas poderiam ir mais longe mas isso são outros 500…

    • RogerioSP says:

      E tu achas mesmo que 90% da populacao sabe o que quer? Precisa de um pastor para seguir, porque achas que as religioes tem tantos crentes? As pessoas sozinhas nao sabem o que fazer, precisam que lhes digam…a minha mulher e a propria a admitir que sem homem a vida nao fazia sentido para ela

    • Mr. Y says:

      E só para não achares que a UE é a malvadona, nos EUA a Apple também está a ser acusada de práticas monopolistas.

      https://www.justice.gov/archives/opa/video/justice-department-sues-apple-monopolizing-smartphone-markets

    • Toni da Adega says:

      Errado, se crias uma empresa de Software as regras de venda são definidas pela a Apple. Eles é que que definem as regras e não esquecer que 30% da facturacão vai para a Apple.
      Mas como é uma corporação bilionária a definir as regras o pessoal gosta.

    • says:

      Entre o governo ou a apple/google decidir tudo por nós, qual será mais idóneo? hummm

      • PTO says:

        Só se for na tua vida, a Apple não decide nada por mim, os governos e a UE decidem.

        Se a Apple tomar uma decisão comercial ou tecnológica nos seus produtos que eu não aceite, eu posso pura e simplesmente deixar de os usar e não sou mais afetado. Já as decisões dos governos e da UE eu não posso fugir delas mesmo que me afetem negativamente.

        É essa a ENORME diferença… e que faz toda a diferença.

  5. Jorge says:

    A UE so aplica multas as empresas americanas, pois aos chinos não têm tomates, os chinos gozam com esses meninos mimados da UE, e eles todos caladinhos, temu goza shein idem e por aí fora, os pobres europeus são uns falhados que nem tecnologia conseguem ter, e depois inventam multas para favorecerem a spotifay e outras do gênero, as empresas americanas deveriam era bloquear tido por essa merda da UE as escuras.

    • says:

      A bytedance (tiktok) foi multada em 600 milhões, por exemplo. A Shine foi multada, a temu tem vários processos em trânsito… pertantus…

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