Apple anuncia evento especial para 4 de março em Nova Iorque
A Apple confirmou a realização de um evento especial para o próximo dia 4 de março, em Nova Iorque. A empresa está a classificar esta apresentação como uma “Apple Experience” e não como um evento tradicional, o que pode indicar um formato diferente do habitual.
O convite foi enviado à imprensa e surge numa altura em que existem vários produtos novos em preparação, incluindo computadores Mac, tablets iPad e até um novo modelo de iPhone.
O que poderá ser apresentado
Segundo as informações que circulam, a Apple terá uma lista considerável de equipamentos prontos a chegar ao mercado.
Entre os produtos apontados estão novos portáteis, tablets e um iPhone de gama mais acessível.
Os rumores indicam os seguintes lançamentos:
- MacBook de baixo custo com processador A18 Pro
- MacBook Air com chip M5
- MacBook Pro com chips M5 Pro e M5 Max
- Novos ecrãs para a linha Mac
- iPhone 17e
- iPad base com processador A18
- iPad Air com chip M4
Evento pode marcar nova fase de lançamentos
A Apple tem vindo a preparar vários produtos em simultâneo, pelo que este evento poderá servir como ponto de partida para uma nova vaga de lançamentos ao longo da primavera.
A designação “Apple Experience” também levanta a possibilidade de demonstrações mais práticas ou de um formato diferente do tradicional keynote.
Ainda não se sabe exatamente quais os equipamentos que serão anunciados, mas tudo indica que março será um mês movimentado para o ecossistema Apple.




















Já lançavam uma Apple TV nova.
podes crer! Uma apple tv com m5 e 2.5 G ethernet e que era! E com usb para ligar discos
o M5 é um exagero. Já ficava satisfeito com um A17 ou A18 para suporte HW decoding de Av1.
Exagero depende…para gaming do apple arcade faz sentido
Com um A18Pro ou A19Pro core todos os jogos do Apple arcade. Não acredito que a Apple Tv venha com um processador M. Nenhum dos leaks diz isso….mesmo sabendo que podem falhar não acredito nessa possibilidade.
Já se anda a falar disso há algum tempo, pode ser que tenhamos sorte
Sem dúvida, a última já saiu há uns anos
O guru Mark Gruman diz que o amarelo, verde e azul do logo do evento são as cores com que a Apple apostou no “MacBook de baixo custo”.
E o que é o “MacBook barato”? Um de 12″ ou 13″, para estudantes, para competir com o Chromebook. Até faz sentido. 13″ não é assim tão pequeno e há muitos que o preferem. Os MacBook Air aproximaram-se bastante dos Pro – por isso, o “barato” pode ter mercado. Os que apostam no “iPad com macOS” é que não estão a ver a coisa, são produtos distintos.
Então vamos ter um macbook com processador de iPhone e iPad com processador de macbook. Se Steve Jobs tivesse vivo realmente já teria despedido Tim Cook há muito tempo
Ui!!! Quer dizer, o CEO que mais fez crescer a Apple seria despedido? Nunca na vida. A Apple nunca faturou tanto e nunca foi tão grande como é atualmente com Tim Cook. 😀 Steve Jobs foi quem conduziu Cook ao lugar de CEO e sabia o quanto ele dava dinheiro a ganhar à empresa. Tens de lker um pouco sobre a história de Cook dentro da Apple 😉
É verdade que cook é um money man, toma boas decisões financeiras, por isso era o CFO do Jobs, mas também é verdade que tem desvirtuado a Apple de Steve Jobs.
Lógico que nunca seria despedido mas não seria permitido tomar certas decisões.
Vale a pena recordar que o modelo de negócio da Apple não muda desde que a Apple comprou a next e colocou o Steve ao leme, isso é o que lhe dá o sucesso.
Lembrando uma das quotes favoritas do Steve: “People who are really serious about software should make their own hardware”
Desvirtuado? Porquê?
resumido: https://medium.com/@blogdocesar/comparing-past-and-present-how-steve-jobs-apple-differs-from-today-s-f43c3df21ce5
Sim 🙂 concordo com algumas coisas, mas outras não vejo da mesma forma. Aliás, tenho uma opinião um pouco diferente. Até a posso partilhar contigo. Chamei-lhe “Steve Jobs e Tim Cook: duas estratégias, uma Apple transformada”
Steve Jobs: o estratega visionário e orientado ao produto
Steve Jobs foi, acima de tudo, um estratega de produto e de experiência. A sua visão assentava em três pilares: simplicidade, integração total e impacto cultural. Para Jobs, a tecnologia não era apenas funcional, era emocional e estética. O objetivo não era apenas vender computadores ou telemóveis, mas mudar a forma como as pessoas viviam com a tecnologia.
A sua estratégia baseava-se em decisões radicais e foco absoluto. Eliminava linhas de produtos, reduzia escolhas e concentrava recursos nos dispositivos que considerava verdadeiramente transformadores. Foi assim que nasceram produtos como o iMac, o iPod, o iPhone e o iPad.
Jobs tinha um estilo de liderança exigente e centralizado. Controlava desde o design industrial até ao tipo de letra usado nas interfaces. A Apple sob Jobs era uma empresa guiada por intuição, design e inovação disruptiva. O crescimento vinha de saltos tecnológicos, não de otimizações graduais. Outros tempos em que isso era possível.
Tim Cook: o estratega operacional e de ecossistema
Tim Cook entrou na Apple em 1998 como especialista em operações. Foi responsável por transformar a cadeia de produção e logística da empresa, reduzindo custos, prazos e inventários. A Apple deixou de ter armazéns cheios de produtos e passou a operar com uma eficiência quase cirúrgica.
Enquanto Jobs era o arquiteto do produto, Cook foi o engenheiro do sistema que permitiu escalar esses produtos para centenas de milhões de pessoas. Foi ele que construiu a base industrial que permitiu à Apple tornar-se a empresa mais valiosa do mundo.
Quando assumiu o cargo de CEO, em 2011, Cook manteve a filosofia de Jobs, mas mudou a estratégia de crescimento.
Lê este artigo: Tim Cook: Quem é o CEO da Apple que sucedeu a Steve Jobs?
Em vez de apostar apenas em revoluções tecnológicas, focou-se em três áreas:
– Expansão do ecossistema
– Serviços digitais
– Eficiência operacional global
O que Tim Cook trouxe do tempo com Steve Jobs
Cook absorveu três ideias fundamentais de Jobs:
– Foco no produto como centro da estratégia: Mesmo com o crescimento dos serviços, o iPhone continua a ser o eixo da Apple.
– Integração vertical: Hardware, software e serviços continuam sob controlo da empresa.
– Experiência do utilizador acima de tudo: A Apple mantém a obsessão com detalhe, simplicidade e consistência.
Mas Cook acrescentou algo que Jobs nunca priorizou: escala sustentável e previsibilidade financeira.
Como Cook modernizou e expandiu o legado de Jobs
Sob a liderança de Tim Cook, a Apple não apenas evoluiu os produtos de Jobs, como criou novas áreas de negócio.
Expansão de categorias
– Apple Watch, hoje líder global em wearables
– AirPods, que criaram um novo mercado de auriculares sem fios
– Chips Apple Silicon, como a série M, que mudaram o desempenho dos Mac
Crescimento dos serviços
Cook transformou a Apple numa empresa de subscrições:
– iCloud
– Apple Music
– Apple TV+
– Apple Arcade
– Apple Fitness+
Os serviços tornaram-se uma das maiores fontes de receita da empresa.
Escala global e estabilidade
Sob Cook:
– A Apple tornou-se a primeira empresa a atingir 1, 2 e 3 biliões de dólares em valor de mercado.
– A base de dispositivos ativos ultrapassou os dois mil milhões.
– A receita anual mais do que duplicou em relação à era Jobs.
A principal diferença estratégica
Steve Jobs pensava em revoluções tecnológicas que mudassem o mundo.
Tim Cook pensa em como escalar essas revoluções para centenas de milhões de utilizadores e transformá-las em negócios sustentáveis.
Jobs era o criador de categorias. Cook é o gestor de ecossistemas globais.
Então… quem fez mais pela Apple?
Jobs salvou a Apple e reinventou a tecnologia de consumo. Mas Cook transformou essa inovação numa máquina financeira e tecnológica à escala planetária.
Sem Jobs, a Apple provavelmente teria desaparecido. Sem Cook, a Apple dificilmente teria atingido o nível de dimensão, estabilidade e diversificação que tem hoje. E depois da morte de Jobs, tirando Cook, não havia no leque de “músicas da orquestra” quem tivesse esteleca de maestro. A Apple poderia ter caído para irrelevante.
Portanto, na minha opiniçao, Jobs criou a Apple moderna. Cook transformou-a numa superpotência tecnológica global.
concordo com a tua opinião, a minha divergência é apenas que acho que enquanto consumidor estava mais bem servido quando a apple era para um nicho, acho que os produtos tinham mais qualidade e a user experience e satisfação overall eram melhores..
em parte pode ser saudosismo mas sinto falta da disrupção que o steve trazia para o mercado, enquanto que na altura a apple ditava as tendências, agora é o proprio mercado que as dita, sendo tudo muito previsível e aborrecido
Era diferente. Havia menos escolha, menos quem fizesse inovação. Depois, havia menos dinheiro, havia mais proveito, hoje é tudo de consumir e deitar fora. Havia também menos tecnologia e a que havia era um salto incrível. Hoje já não achamos nada incrível. Há alguns anos, tínhamos dificuldades em fazer chamadas nos Nokia, por vezes não havia rede, mandar SMS era a loucura. Hoje, chega a comunicação via satélite… ninguém dá o valor.
E sim, hoje é tudo mais aborrecido, porque é tudo fácil, está tudo à mão.
O que vai ser lançado é o Ifold de 3600 dólares. Um telemóvel dobrável, com o chip para usar a Starlink.
Uma versão PRO de 9000 dólares, fornece contrato por 36 meses para o serviço, básico, Starlink, assim como serviços Apple.
A versão PRO irá ser disponibilizada, cá em Portugal, por 11700 euros. A Apple espera vender 65000 unidades, no primeiro dia, só em Portugal.
Seja o que for da Apple há que comprar.
Temos que demonstrar que a maçã é mais forte que o Trump .