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O grande mito dos carros elétricos caiu. Afinal as emissões zero não existem

198 Comentários

A promessa dos automóveis elétricos parece perfeita ao apontar para zero gramas de dióxido de carbono por quilómetro. Este valor tem servido de para incentivos fiscais e transições ecológicas, mas esconde uma lacuna. Uma investigação detalhada veio expor os limites reais deste cálculo. O resultado revela que afinal as emissões zero não existem.

carros elétricos emissões zero

O mito das emissões zero nos carros elétricos

Ao contrário do que a publicidade sugere, a pegada ecológica destes veículos não desaparece quando saem do concessionário.

As contas dos investigadores Universidade Técnica de Munique revelam que, em média, a frota elétrica reduz as emissões globais em cerca de 41% face aos equivalentes a combustão. Trata-se de uma diminuição substancial e positiva, mas que fica distante da neutralidade carbónica apregoada.

A falha das regras europeias e o impacto real

O problema central reside no método de homologação imposto pela União Europeia. Este foca a análise estritamente nas emissões no tubo de escape.

Como os motores a bateria não libertam gases durante a circulação, são classificados com emissões nulas. Esta abordagem ignora a extração intensiva de matérias-primas, a origem da eletricidade usada no carregamento e a energia necessária para os montar.

carros elétricos emissões zero

Os dados compilados sublinham disparidades consoante a cadeia de produção e a utilização. Existem casos onde a redução de carbono atinge 89%, enquanto outros modelos produzidos em matrizes energéticas poluentes chegam a poluir 21% mais.

A legislação comunitária trata ambos por igual, premiando veículos construídos sem critério ecológico, com especial destaque para importações que percorrem longas rotas.

Mudanças inevitáveis no horizonte comunitário

Os académicos alemães apontam esta metodologia como um erro estratégico na política climática, sugerindo que parâmetros industriais específicos sejam integrados nas avaliações. O recurso a aço de baixo carbono na estampagem dos chassis e a garantia de uma segunda vida para as baterias representam passos indispensáveis para distinguir modelos verdadeiramente amigos do ambiente.

Bruxelas parece já ter compreendido que o caminho exigirá cedências perante a complexidade industrial. O calendário começou a rever em baixa algumas metas mais agressivas, ajustando os cortes obrigatórios para níveis mais exequíveis. Esta redefinição abre caminho a uma fiscalização mais rigorosa e transparente, obrigando os construtores a responder pelas emissões integrais antes de colarem o rótulo ecológico.

Comentários

198
  1. JN
    jns

    novidades…

    1. RE
      Realista

      O estudo apenas quer alerta para o facto de a UE estar a medir o impacto ambiental pelas emissões dos veículos quando circulam e não pelas emissões dos veículos a serem produzidos…

      Basicamente quer que uma construtura que arranje métodos mais amigos do ambiente na fase da produção, possa continuar a produzir veículos a combustão se isso resultar numa redução de emissões.

      1. MA
        Max

        Não inventes.

        1. RE
          Realista

          Mas leste o paper?

          1. MA
            Max

            Li. Se só leste o título do post e o primeiro período do último parágrafo – e concluíste que a questão era entre carros a combustão e elétricos foste endrominado. O que os alemães pretendem é o que está no comentário do link, nada tem a ver com os construtores produzirem mais elétricos com aço e eletricidade “verde” para poder produzir mais carros com motor de combustão:
            https://pplware.sapo.pt/motores/o-grande-mito-dos-carros-eletricos-caiu-afinal-as-emissoes-zero-nao-existem/#comment-4048965

          2. RE
            Realista

            “This paper makes above all a two-part conceptual contribution.

            First, any law, regulation, or public policy that seeks to achieve the greatest possible reduction in the transport sector’s contribution to climate change should focus on defossilization rather than decarbonization — that is, the removal of fossil carbon
            from automotive emissions.

            Second, since greenhouse gas emissions occur across the entire life cycle of vehicles, comprehensive defossilization of the transport sector requires an LCA approach rather than an exclusive focus on use-phase emissions via tailpipe regulation. Regulation (EU) 2019/631 currently conflates defossilization and decarbonization, and it conflates tailpipe emissions with emissions over the
            life cycle of vehicles. This study develops the scientific basis underpinning these recommendations”

            (…)

            This is not a conclusion that any single drivetrain is the only lever that matters for defossilization; it is a conclusion that the standard should reward every lever that genuinely contributes — drivetrain included, but not alone.”

            Claramente esta conclusão da Universidade de Berlim está em linha de conta com os interesses da BMW/Mercedes que querem continuar a vender automóveis a gasolina depois de 2035 o que não deixa de ser curioso… lol

          3. RE
            Realista

            Querem que os fabricantes que usem aço verde e eletricidade verde que possam continuar a vender carros com motor de combustão porque passaria a contar a redução global das emissões e não a redução global de emissões dos veículos!

            Claramente não leste o white paper, pois está lá escrito no último paragrafo das conclusões, aliás eu citei o mesmo…

          4. MA
            Max

            Sim, sim, a BMW e a Mercedes estão fartos de insistir que os deixem usar aço verde e eletricidade verde, dando-lhes a contrapartida no aumento da produção de motores de combustão 😉
            Obviamente que se os alemães do estudo querem que a legislação da UE não se limite às emissões zero dos elétricos e que considere diferenças de CO2 fóssil usado no fabrico de diferentes elétricos, o fabrico verde ou não verde dos carros com motor de combustão vem à baila. Mas não é esse o foco, como expliquei aqui:
            https://pplware.sapo.pt/motores/o-grande-mito-dos-carros-eletricos-caiu-afinal-as-emissoes-zero-nao-existem/#comment-4049334

          5. RE
            Realista

            Se achas que a BMW e a Mercedes não teem feito campanha para continuar a produzir motores, o que dizes disto:

            BMW:

            “With its narrow definition of emissions, the current regulation disproportionately favours BEVs while penalising innova-
            tive alternatives such as plug-in hybrids (PHEVs), fuel-cell electric vehicles (FCEVs) and combustion-powered vehicles
            running on certified carbon-neutral fuels (CNFs). This distorts technology neutrality, restricts regulatory flexibility and
            could result in new dependencies. It also fails to take into account regional variability and total-impact climate goals.”

            Fonte: https://www.bmwgroup.com/content/dam/grpw/websites/bmwgroup_com/company/downloads/en/2025/Policy_Paper_BMW_Group_CO2_Reduction_in_the_EU_EN.pdf?

            MERCEDES:
            “Zipse said in an interview with Politico, published on Friday, that setting a fixed date for the transition risked ignoring emissions across the value chain, including battery production and fuel sourcing.”

            Fonte: https://www.reuters.com/sustainability/climate-energy/mercedes-benz-ceo-current-eu-rules-have-not-spurred-intended-shift-away-2026-05-13

            O que eles querem nós sabemos, que é usarem a pressão política e tentarem continuar fabricar veículos poluentes…

            E tanto a BMW como a Mercedes tem intensificado o seu marketing politico:

            https://www.reuters.com/sustainability/climate-energy/bmw-ceo-calls-eus-2035-combustion-engine-ban-big-mistake-sees-strong-2025-sales-2025-09-05

            https://www.reuters.com/sustainability/climate-energy/mercedes-ceo-calls-reality-check-slamming-eu-combustion-engine-ban-2025-08-11

            https://www.reuters.com/business/autos-transportation/mercedes-ceo-says-details-eus-relaxed-ev-targets-could-negate-benefits-2026-01-29

            Aliás o marketing já começou a rolar e já tens termos como “tecnologicamente neutro” a começarem a surgir nas conversas com vista a travar o avanço da eletrificação…

          6. MA
            Max

            Digo que não percebeste nada, para evitar dizer que és burro.

          7. RE
            Realista

            A tua argumentação Ad Hominem só demonstra que já não tens mais nada a argumentar exceto ofender quem argumenta contra ti, e que és orgulhoso demais para aceitar uma eventualidade em que estas errado.

            A verdade quer queiras ou quer não queiras é que a visão da Universidade de Berlim – que depende fortemente da Industria automóvel alemã por formar profissionais para essa indústria – alinhou os seus interesses com as ideias da BMW e Mercedes, que querem continuar a produzir automóveis a combustão sendo que já tinham argumentado anteriormente que a UE deveria atender à redução da globalidade de emissões da industria e não apenas para as emissões provenientes dos tubos de escape.

            Se consegues tirar outras ilações do white paper ótimo – até porque fazem sentido outras alegações da UdB – agora não se pode é compactuar com uma industria que já mentiu e vai continuar a mentir para continuar a produzir motores a combustão.

    2. RE
      Realista

      *construtora

      1. ZM
        Zé Mario

        O aço verde é estupidamente mais caro que o aço normal, e o hidrogenio tbm. Ainda ficamos pior do que estamos

        ​Aço normal: Fabricado principalmente em altos-fornos a carvão (BF-BOF). Os preços de referência (como a bobina a quente / HRC) giram entre US$ 500 e US$ 750/t, custando menos em polos asiáticos e mais no mercado europeu e norte-americano.
        ​Aço verde: Produzido por redução direta com hidrogênio (DRI) ou em fornos elétricos a arco (EAF) abastecidos com eletricidade renovável e sucata. O prêmio verde varia de US$ 100 a US$ 250/t em contratos industriais (como o setor automotivo europeu)

      2. ZM
        Zé Mario

        Ou seja adicionas o valor do verde ao “normal”

      3. ZM
        Zé Mario

        O mesmo para o hidrogenio verde
        Hidrogénio normal (cinzento): Produzido por reformação a vapor do gás natural (SMR) sem captura de carbono. Em geografias com gás abundante (como os EUA e o Médio Oriente), custa entre 1,00 e 1,50/kg, subindo para cerca de 2,50 $/kg no mercado europeu devido aos custos energéticos mais elevados.
        Hidrogénio verde: Gerado por eletrólise da água a partir de fontes de energia renovável (eólica e solar). O custo de produção à saída da fábrica varia entre 4,00 e 7,00/kg dependendo da tarifa elétrica e do investimento em eletrolisadores (se comprimido, transportado e disponibilizado em postos de abastecimento, o valor final ascende facilmente a 12 a 18/kg).

    3. UT
      utherzzao3

      Mesmo! Já se sabe isto há mais de 10 anos!

      Só compra elétrico quem está de olhos tapadinhos.

      1. JL
        JL

        Estou a pensar vender o meu eléctrico, o que recomenda ?

        1. ZQ
          Zé da Quinta

          Transporte publico.

          1. MP
            Mauro P.

            É fácil falar. Eu por exemplo, aqui na merdaleja, não tenho.

          2. JL
            JL

            É o que usa ?

        2. ZM
          Zé Mario

          Sim porque podemos prescindir do petróleo a 100%.

          1. JL
            JL

            Mas eu não vivo na cidade.

  2. PA
    PagaImpostos

    Os 750.000 funcionários públicos (diretos) que temos por cá podem ficar descansados.
    Está inventada a fórmula para começar a taxar os VE.

    1. JL
      JL

      Não se esqueça que com essa formula também vão aumentar as taxas nos ICE.

      1. MÁ
        Mário

        Então afinal o isp é para financiar a educação e saúde?
        https ://cnnportugal.iol.pt/combustiveis/precos/portugal-nao-segue-espanha-na-reducao-dos-impostos-sobre-combustiveis-ministra-explica-porque/20260909/6aa14fb5d34ed0733ba84426?utm_source_platform=EB&utm_medium=social&utm_campaign=ed-cnnportugal&utm_source=Facebook&fbclid=IwdGRzaAUONA1jbGNrBQ4zwXBkb2YFZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMzUwNjg1NTMxNzI4AAEeyfSrZBdD9IllRAwCdt18cuGlKLu7sXzkkkgfcu5AqYCw-5owE9I-16ChC6c_aem_Yj5z-tkBuIVZ1znOmKefXA#Echobox=1788957073-1

        Na altura você disse que não. Em que ficamos ?

        1. JL
          JL

          Onde ela diz que sim ?

          E onde eu disse que não ?

          1. MÁ
            Mário

            Quantas vezes disse que não? Que os impostos dos combustiveis é que financiavam os subsidios aos carros elétricos, e n sei que mais.
            Onde é que ela diz que sim? Na noticia. Querem ser os meninos bonzinhos e depois queixam-se.

          2. JL
            JL

            Impostos sobre os combustíveis incluem IVA.

            Nenhum, porque não têm subsídio, isso tem o combustível atualmente.

            Mas afinal onde quer chegar ? A mais uma das suas complicadas definições de vida ?

    2. GO
      Gonçalo

      Engraçado que se isto for aplicado nos carros eletricos os a combustão vao mais que duplicar ahah porque se taxam a produção do carro e eletrecidade, deixea até começarem a taxar a extração refinaçãoe transporte do petroleo ahah vais ter que vender a casa ahahahah

      1. EU
        Eu

        Ahahah…que alegria.
        Já paraste de rir?
        O aumento do preço dos combustíveis atinge toda a gente oh neca. Ou achas que os alimentos e bens também não vão ficar mais caros?

        1. GO
          Gonçalo

          1º Ninguem está a afalar do reço dos combustiveis
          2º Claro mas quem tem a combustao tem de pagar a gota a peso de ouro e ainda é penalizado em tudo o resto, quem te eletrico só é penalizado no resto já não vai dar dinheiro a galp

        2. JL
          JL

          Portanto aumenta a dobrar para quem usa combustível.

          1. EU
            Eu

            Certo, logo motivo para te regozijares.
            Muito tristes as vossas vidas, lol.

          2. JL
            JL

            Sim, porque sou dos muitos que ajudam a que essa parte não seja tão grave.

          3. JL
            JL

            Sim, as vossas vidas são muito tristes, nem vão ao supermercado.

    3. MI
      Muito mais que isso.

      Embora o IUC seja um imposto de âmbito nacional, uma percentagem da receita arrecadada é transferida diretamente para o município onde o veículo está registado. Sendo este valor aplicado em melhorias locais, sugiro que contacte diretamente o seu município para solicitar esclarecimentos sobre a forma como estes recursos estão a ser investidos na sua localidade.

      Resumindo: Quem cobra: A Autoridade Tributária e Aduaneira (Finanças) é quem liquida e cobra o IUC. Para onde vai o dinheiro: De acordo com a Lei das Finanças Locais, 70% da receita do IUC relativa a carros ligeiros de passageiros e motos reverte para o município de residência do proprietário. O restante vai para o Estado e para o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT).

      Melhores cumprimentos.

  3. JL
    JL

    Estranho, porque não incluem também na avaliação a produção de combustível ?

    1. CK
      cK

      E a produção das baterias?

      1. JL
        JL

        Essa está lá.

        1. IF
          Ifm

          Estranho, também não contam o tempo de vida útil de uma bateria, ou como são carros descartáveis…

          Em Portugal nunca vão ser… porque o tuga compra carro velho do resto da Europa, e o tem de manter…

          Mas vulgarmente pelo mundo fora o tempo de vida útil de um carro elétrico é significativamente mais baixo que um a combustão…

          Isso também não conta para as estatísticas de poluição…

          1. JL
            JL

            Falam lá na manutenção, e do modo como falam, os a combustão são muito mais descartáveis.

            Então se compra carro velho, melhor ainda para os ve.

            Não, não é, já superior aos a gasolina e ainda inferior aos diesel, com tendência a subir. Procure essa informação aqui no pplware.

            Claro que conta, dai terem feito a estatística apenas a 250 mil, talvez para beneficiar os a combustão.

          2. RE
            Realista

            Se a bateria durar mais de 1 segundo após a utilização já é infinitamente maior do que o tempo que os combustíveis duram depois de utilizados…

          3. GO
            Gonçalo

            Na europa a troca media de carro é 5 anos portanto fazer carros para durar ou não atualmente é irrelevante

          4. MÁ
            Mário

            Sim, sim, com a qualidade de construção de muitos eletricos, vão ser sem duvida mais descartáveis. A começar por aqueles plásticos do tesla e acabar no dacia spring… ui vão ser mais duráveis que os outros todos.

          5. JL
            JL

            É diferente da qualidade construção em que aspecto ?

            São diferentes dos plásticos do Dacia Sandero em que aspecto ?

    2. JC
      JCS

      Oh bot o teu tesla afinal polui mais que o meu peugeot. Agora e que nem pias!!

      1. JL
        JL

        Segundo o estudo, NÃO.

    3. PE
      pedro

      lobbies

    4. NV
      Nuno V

      Estranho, porque no estudo estão incluídas as emissões da produção do combustível!

      1. JL
        JL

        Estranho, porque não as encontrei, se quiser deixar o capitulo…

        1. NV
          Nuno V

          Capítulo 2, ponto 4 e 6.

          1. JL
            JL

            “2.4.6 End-of-Life Global Warming Potential”

            Tem a certeza que é este ?

          2. NV
            Nuno V

            Eu disse ponto 4 e 6, não ponto 4.6, ou seja:
            “2.4 Overview of Results”
            “2.6 Result Influencing Parameter Assumptions in Automotive LCA”

          3. JL
            JL

            Consegue mostrar o texto onde referem as emissões da produção ?

          4. NV
            Nuno V

            Não consigo perceber se estás a ser um troll ou se estás a falar a sério?

  4. GM
    GM

    Já foi inventada: https ://www.youtube.com/watch?v=m93kXKVQDXM

    1. JL
      JL

      Espero bem que isso venha para cá.

  5. YF
    Yuri Bezmenov – segunda fase

    Mais uma vez os negacionistas têm razão.

    A UE brinca e goza com o povo. Primeiro mentem para incentivar a compra daquilo que eles querem, depois auto desmentem-se para preparar o terreno para novos impostos.
    A vida da UE nos ultimos tempos resume-se a mentir , taxar, e inventar desculpas bonitas como justificação.

    1. JL
      JL

      Isto só vem provar que não têm razão nenhuma.

      Será que leu o texto e o estudo, ou veio só fazer negacionismo ?

      1. YF
        Yuri Bezmenov – segunda fase

        Os negacionistas diziam que os carros electrricos também poluiam (pelos vistos mais do que se pensava) e os crentistas diziam que eram emissões zero.

        1. JL
          JL

          Isso não é negação nenhuma, porque ninguém diz que não poluem.

          Mais do que se pensava ? Onde ?

        2. FS
          FS

          As marcas publicitam o “emissões zero” com base no calculo das emissões que considera apenas o que sai do escape, não os cientistas
          Os cientistas dizem é que, olhando ao ciclo de vida de cada uma das tecnologias, os EV são melhores

        3. NV
          Nuno V

          Mas que cientistas é que diziam que eram emissões zero? Consegues indicar o nome de um?

      2. MÁ
        Mário

        Mas eu fartei-me de dizer o que esse Sr. diz, mas você até me chamou a atenção a dizer..porque haveriam de fazer isso e n sei que mais.

        1. JL
          JL

          Disse o quê?

    2. DA
      Danny

      Toda a razão! O mesmo aconteceu com os híbridos. Era tudo bom, até encontrarem algum “problema”, para que no fim, consigam arranjar a desculpa para taxar ou aumentar impostos. Agora é a vez dos EV.

      1. JL
        JL

        O problema dos híbridos plugin já se sabia qual era, o mau uso por parte de alguns utilizadores.

        1. GM
          GM

          De alguns, ou mesmo de muitos.

          1. JL
            JL

            Não se sabe quantos são, não andam a contar.

    3. HU
      Hugo

      Nop, mais uma vez fica provado que os negacionistas são burros e descontextualizam estudos, conclusões etc para tentar provar falsas informações apenas por teses ou teorias desprovidas de qualquer argumento válido.

      1. YF
        Yuri Bezmenov – segunda fase

        Zero Emissions! Este logo de propaganda diz-te alguma coisa ou não chegas lá? Lol

        1. JL
          JL

          Mas esse está certo, está estampado num carro que é zero emissões. Afinal nem se deu ao trabalho de ler o artigo.

  6. MO
    Morty

    Mas havia duvidas? Claro que o elétrico e menos poluente. Agora “verde” não e de certeza e nunca vai ser, isso e só para os fanboys/climaximos.

    1. JL
      JL

      Curioso porque quem mais usa esse termo são aqueles que falam dos fanboys/climaximos.LOOL

    2. YF
      Yuri Bezmenov – segunda fase

      Só para os JL`s desta vida queres tu dizer.

      1. JL
        JL

        Então mostre lá eu a dizer isso ?

      2. MY
        Mr. Y

        Também há quem ache que o petróleo vem das árvores

      3. MO
        Morty

        Vai dar ao mesmo xD

  7. YA
    Yamahia

    “…Bruxelas parece já ter compreendido que o caminho exigirá cedências perante a complexidade industrial. …”
    Chiça demorou mas foi.

    1. JL
      JL

      Exato, parece que afinal vão ter de meter mais umas taxas a ambos.

    2. GO
      Gonçalo

      Tranquilo, desde que tambem contem com toda a complexidade industrial da extração do petroleo e não so do que sai do tubo de escape vamos embora

      1. ZM
        Zé Mario

        Então prescindimos de estradas asfaltadas, de óleos lubrificantes, de equipamentos de energias renováveis, e por aí adiante.

        Equipamentos médicos, os próprios carros elétricos, pneus.
        Lamento mas não podemos prescindir do petróleo

        1. JL
          JL

          Ele disse para prescindir onde ?

    3. MA
      Max

      O último parágrafo do post nada tem a ver com o que está acima – na verdade subverte completamente o que é dito nos parágrafos anteriores.
      O último parágrafo refere-se à redução das metas de emissão de gases de escape – e por isso foi aplaudido pelo @Yahmahia.
      O estudo dos alemães não propõe que sejam reduzidas as metas de emissão de CO2 nos gases de escape, antes pelo contrário – o que propõe é que nos incentivos ao fabrico de elétricos seja também incluído as diferenças no CO2 de origem fóssil no fabrico de cada carro e em todo o ciclo da sua vida, como seja, usar (ou não) aço verde, eletricidade verde no fabrico e reciclagem de baterias.

      1. JL
        JL

        O Max também não entendeu:

        “Os académicos alemães apontam esta metodologia como um erro estratégico na política climática, sugerindo que parâmetros industriais específicos sejam integrados nas avaliações. O recurso a aço de baixo carbono na estampagem dos chassis e a garantia de uma segunda vida para as baterias representam passos indispensáveis para distinguir modelos verdadeiramente amigos do ambiente.”

        1. MA
          Max

          Explica lá como é que o “recurso a aço de baixo carbono na estampagem dos chassis e a garantia de uma segunda vida para as baterias” os carros com motor de combustão dão “passos indispensáveis para distinguir modelos verdadeiramente amigos do ambiente”?
          Ou será: os elétricos em que – além de emissões zero de gases de escape – adicionalmente, “O recurso a aço de baixo carbono na estampagem dos chassis e a garantia de uma segunda vida para as baterias representam passos indispensáveis para distinguir modelos verdadeiramente amigos do ambiente”?
          O que preocupa os autores não são os incentivos aos carros com motor de combustão (que nunca seriam incentivos, mas reduções nas penalizações) – é que os elétricos de fabrico verde (e reciclagem) tenham mais incentivos que os de fabrico não verde (e sem reciclagem).
          Como a UE nos elétricos só considera os gases de escape – e são zero, independentemente do fabrico verde ou não verde, não há distinção.
          Mais do que isto só fazendo um desenho …

          1. JL
            JL

            Não complique o que é simples.

            Onde é que falam em eléctricos ?

            Se não preocupasse não estavam preocupados, porque isso faz com que tenham menos emissões e possam vendê-los com menos custos, qual é a parte que não entende ?

            Eles não vão ter mais incentivos que aqueles que já têm, isto é para reduzir os custos dos fabricantes em todos eles, senão não estavam a comparar todas as tecnologias.

            Então é ai que vem a distinção naqueles que não têm só gases no escape.

  8. AL
    Alex

    Qualquer pessoa com dois neurónios funcionais já tinha entendido a diferença entre as duas coisas. Os combustíveis fósseis emitem na sua extração e na sua utilização. Os elétricos apenas na extração. Quando dizemos que é neutro em carbono significa que o carro em si não emite. Ou vocês achavam que estes veículos vinham em cargueiros elétricos também? Já cansa esta retórica chata

    1. JL
      JL

      Não é a essa conclusão que chegam, tem de ler tudo.

      Sim, já cansa essa retórica chata.

  9. GO
    Gonçalo

    Isso parece me obvio mas então nos carros a combustao tambem teremos de contar com a extração do petroleo toda apoluição da plataformana sua extração, transporte do petroleo por navios, refinação do petrleo e transporte da gasolina/gasoleo para todas as bombas do país.
    Para além do facto de os carros eletricos ja serem melhores agora e terem uma margem do progressão enorme podenondo no futuro vir tudo de energia renovaveis enquanto o petrololeo a nao ser que alguem consiga extrair petroleo da agua do mar continuamos na mesma de há 100 ano atras

    1. BV
      B@rão Vermelho

      Também temos de incluir as emissões dos carros da EDP, EREDES, e restantes empresas na manutenção e reparação da rede elétrica, e no transporte de peças de substituição dos VE e por ai fora a lista é tão longa como a imaginação de cada um. 🙂 🙂

      A questão é, em condições normais o VE é muito mais amigo do ambiente.
      Ainda hoje de manhã estive em Lisboa em tratamentos e fiquei parado de mota atrás de um autocarro a combustão da Carris e é tão bom apanhar com o fumo do mesmo dentro do capacete, depois tive de ir à calçada do Combro e fiquei parado atras de um elétrico também da carris, que desilusão nada de fumos a entrar no capacete nem uma brisa de ar quente, meu rico autocarro da Carris. 🙂 🙂 🙂

      1. JL
        JL

        Se usar camisas claras, basta uma viagem para ver o que fica no colarinho delas.

        1. ZM
          Zé Mario

          E os bancos brancos dos elétricos chineses a ficarem todos tingidos? Nunca viu? Material bom…

          1. JL
            JL

            Tingidos de fuligem de diesel ?

  10. FI
    Filipe

    O povo depois de experimentar eléctrico já não quer voltar para o de combustão, as vendas é sempre a subir dos eléctricos claro que isto vai ter um impacto em todos os impostos que os governos deixam de receber por isso vão começar a inventar mil e uma coisa para taxar os eléctricos…

    1. JL
      JL

      Não será que antes vão taxar mil e uma coisas aqueles que querem, pelo menos, que diminuam de numero ?

    2. ZM
      Zé Mario

      Sim, e acha que a e redes é a santa casa da misericórdia para não trespassar os custos de modernização da rede elétrica para o consumidor? Ainda há quem acredite que não.
      Na minha zona, o PT é de apenas 200 kva e a potência contratada global de 900 kva.. basta haver mais algumas de casas a ter carro elétrico para começar a haver problemas .
      Segundo certas pessoas por aqui até dizem que os cabos nem precisam de ser mudados.
      https://ibb.co/HDHt4WBG

      1. JL
        JL

        O que tem os carros eléctricos a ver com isso ?

      2. JL
        JL

        Quer que vendemos os eléctricos e compramos diesel ? Assim talvez a procura aumente e os preços baixem !!!

  11. RE
    Realista

    Mas alguém troca de carro por questões ambientais?

    1. MA
      Max

      Não, mas, num elétrico toda a gente devia ter direito a saber qual é a sua “pegada de carbono” fóssil, como pretendem os alemães no estudo, como seja:
      – foi usado aço verde (aço produzido com baixíssimas emissões de CO2)?
      – foi usada eletricidade verde no fabrico?
      Até aposto que os elétricos feitos na China vinham todos com o certificado “Verdísimo – mais verde que isto não há)”

      1. JL
        JL

        E num a combustão não deviam ?

        1. MA
          Max

          Além da talega que levam os fabricantes de carros com motor a combustão (que os obriga a mudar para os elétricos) ainda queres que levem uma talega adicional por não usar aço verde e eletricidade verde?
          Aí é que matavam de vez a industria automóvel na Europa, porque na China os carros passavam todos a ser do mais verde que há (quem não acreditasse que fosse lá confirmar).

          1. JL
            JL

            Quem mudou para eléctricos ?

            Sim, então não deve ser igual para todos ?

            Então mas não é isso que estão aqui a defender ?

            Então mas a China não tem de cumprir as mesmas regras que os europeus ?

          2. MA
            Max

            Quem teve que mudar para os elétricos, por causa das multas da UE, foram os fabricantes de carros (fabricados na UE ou na China) com motores de combustão, matriculados na Europa.
            Ou pensavas que a redução da oferta de carros com motor de combustão e o aumento da oferta de elétricos – se devia apenas a um aumento da procura?

          3. JL
            JL

            Nenhum mudou para os carros eléctricos devido a isso, tanto que essas multas são bem mais novas que os carros eléctricos.

            Não existe nenhuma redução de oferta devido a isso, aliás, é dito vezes sem conta que os fabricantes estão a voltar atrás., que eu riu-me muito com isso.

            Aumento de oferta de eléctricos só se for dos chineses.

      2. RE
        Realista

        Depois do Dieselgate, esses construtores deveriam ser era banidos da europa…

        1. BV
          B@rão Vermelho

          Esta afirmação nem parece vinda de ti.
          Ao fim de quantos anos é que foi detectado o Dieselgate?
          Ainda agora estamos a “começar” com os VE, talvez daqui a uns tempos vamos descobrir que afinal não era assim um conto de fadas como o estão a vender agora, os VE continuam a ser produzidos por homens e os homens são gananciosos se poderem mentir / aldrabar, vão continuar a fazer, seja em VE seja em bicicletas ou patins, é a nossa natureza, ganancia, ainda vamos ouvir falar dos desastre ecológicos que a produção de baterias ou outro componente qualquer.
          A melhor forma de prever o futuro é olhar ao passado e o passado é o Dieselgate, o que te leva a pensar que de agora para a frente vamos fazer tudo by the book?

          Outro ponto é quando fecharem as construtoras automóveis Europeias achas que vai tudo continuar igual?

          Depois continuo a não perceber a vossa forma de pensar, afinal devemos todos trocar o carro a combustão e passar para VE mesmo que o carro a combustão seja novo e esteja pago ou case pago?

          1. RE
            Realista

            Foi descoberto em 2015.

            Em 2023 tiveste o primeiro condenado e em 2024 começou o julgamento do presidente da VW que ainda decorre. Em 2025 foram condenados 4 engenheiros da VW…

            As construtoras mentiram descaradamente e não foi só a VW.

            https ://www.publico.pt/2025/05/28/azul/noticia/relatorio-estima-dieselgate-provocou-124-mil-mortes-prematuras-ue-reino-unido-2134616

          2. BV
            B@rão Vermelho

            Mais uma vez, o que os levou a mentir?
            Lucro fácil, certo?
            Os construtores de VE também não procuram lucros?
            Logo é mais que espetável que também não estão a cumprir as regras todas, não acho que isso seja um ponto a favor de nenhum dos fanáticos de cada lado da barricada.
            Da forma como tu e o @JL falam, parece que os Tugas andam com carros velhos porque odeiam os VE.
            Sem falar que aparentemente ainda não compreenderam que os VE não server a todas as famílias por esta ou aquela razão, simples.

            Cada um compra o que pode e não o que quer, se assim não fosse só tínhamos carros novos nas nossas estradas.

          3. JL
            JL

            Que regras não estão a cumprir ?

          4. RE
            Realista

            Se mentem as chefias devem ser responsabilizadas civil e criminalmente. Aliás se assim não fosse só estarias a dar incentivos para que não se cumpra…

        2. BR
          Bruh

          Continuo a dizer, se procurarem bem, nos carros eléctricos da Volkswagen, hão-de lá encontrar um tubo de escape a libertar gases algures. Esses não me enganam mais.

          1. VM
    2. MÁ
      Mário

      Não. Mas vai perguntar aos de Bruxelas se não é essa a bandeira?
      Pelos comentários, comem do mesmo tacho

      1. JL
        JL

        A bandeira de Bruxelas é reduzida emissões, parece que afinal estão no caminho certo.

        1. ZM
          Zé Mario

          Acha que estamos bem não é? Então siga. A caminho de mais uma guerra, e não me parece que seja com elétricos que vamos lá.
          Então diz que é viável comprar hidrogênio verde para um produto é o mesmo em vez de custar 100, custa 200. Muito bem… Eu era mau aluno a matemática mas não tanto.
          Quando não houver para lhe pagar a reforma quero ver se apoiam o afundamento da UE… Sem industria sem nada.

          Enquanto não se pararem as guerras é mera hipocrisia como sempre.
          Será que a guerra também paga taxa de co2? Devem estar mega preocupados com isso.

          1. JL
            JL

            O problema é serem electricos e como não lhe convém inventa tudo e mais alguma coisa.

            Mais uma guerra devido ao petróleo ? É bastante comum.

            Ao que parece você era mau aluno a tudo.

            Ah os impostos do gasóleo e que vão pagar a minha reforma ? Não era mais facil dizer realmente o que incomoda ?

            Qual indústria ?

            As guerras são culpa dos VE ?

            Não era mais fácil dizer a verdade ?

  12. TT
    Tug@Tek

    Estudo incompleto!
    Faltou contemplarem a poluição que os VE vão gerar no abate….
    Portanto como está escrito noa artigo “…enquanto outros modelos produzidos em matrizes energéticas poluentes chegam a poluir 21% mais” que não me enganarei muito se incluir aqui os chineses, mais a poluição para reciclarem as baterias é fazer contas com diz o outro…

    1. JL
      JL

      Está lá.

    2. JL
      JL

      Escusa de estar a inventar, tem lá tudo menos a produção de petróleo.

      1. TT
        Tug@Tek

        Bem sei que este artigo hoje lhe causou uma asia escomunal
        Reli o artigo, e não encontrei referencia a poluição pós fim de vida dos VE, que eu referi no meu comentário. Pode por favor copiar um pequeno excerto onde esta referencia está ?

        1. JL
          JL

          Então errou, porque este artigo só vem confirmar aquilo que já se sabia, e reafirma.

          Se não encontrou, eu encontrei, aqui tem:

          “2.4.6 End-of-Life Global Warming Potential”

          “For ICE powertrains and HEVs, absolute results are fairly concentrated and comparable, falling between
          3.85 and 5.42 g CO2-eq/km (0.68 to 1.39 t CO2-eq), contributing to or decreasing total life cycle impact by
          approximately 2%, and varying from -5% to +8% compared with ICE-Gs. PHEVs show slightly higher
          absolute impact (average of 4.66 g CO2-eq/km), ranging from -16% to +17% compared with ICE-Gs, while
          contributing slightly less to total life cycle emissions.
          BEVs, by contrast, show a much wider range of both positive and negative impacts, from -8.33 to 5.77 g
          CO2-eq/km (-2 to 1.27 t CO2-eq). Contribution to total life cycle emissions is likewise more varied, ranging
          from a decrease of 18% to an increase of 7%. In comparison with ICE-Gs, the difference is stark: except
          for one value (-10%), the absolute average difference between BEV and ICE-G EoL impact is 53%. “

          1. TT
            Tug@Tek

            Eu referi-me ao que está escrito no artigo. Também poderei encontrar inúmeras referências que contradizem isso. Na web encontra-se o que se quer.
            Mas tirando esta questão, deixe-me que lhe diga que hoje subiu uns pontos na minha consideração.
            Como o @JL existem por aqui outros comentadores que defendem os VE acima de tudo e que hoje nem aparecem.
            O @JL deu o peito as baças a defende as suas convicções. Uma pessoa com convicções e que as defende tem para mim valor.
            Contudo nem sempre as nossas convicções estão corretas, como disse o João Pinto, “O meu coração só tem uma cor: azul e branco.”
            Eu defendo que deve existir lugar para todos os tipos de veículos, cada um tem prós e contras, compete a cada um escolher para si o que mais lhe convém, mediante o seu poder financeiro e necessidades.

          2. JL
            JL

            O artigo usa este estudo como fonte, aliás, o artigo é sobre o estudo, portanto fala sim.

            E se reparar, nos 2 últimos parágrafos é referido a parte da segunda vida da bateria.

            Eu defendo VE ? onde ?

            Eu digo o mesmo, cada um deve escolher o melhor de acordo com o seu estilo de vida.

  13. TI
    tiago

    cheira-me a desculpa para, a curto prazo, passar a haver IUC nos EVs, tendo em conta que este imposto é indexado aos niveis de poluição do veículo.
    Nada que não fosse esperado. Simplesmente até agora não havia forma de justificar um IUC com pressupostos de poluição, e agora parece já haver.
    Estou ainda para perceber como vai ser taxada a poluição em EVs que, em países como Noruega, Suécia e Portugal, onde a produção electrica via energias renováveis e portanto não poluentes ascende a 80% ou mais! E como vai ser calculada essa taxa de poluição dum EV quando este carrega sempre em casa e a casa tem micro-geração própria. Irá pagar o mesmo IUC que um proprietário que utiliza rede publica?

    1. JO
      José

      Não usa estradas como todos outros? Se usa desgasta e como tal deve pagar tal como os restantes. Andam uns a pagar a manutenção dos meios para outros usufruírem de graça! Tem piada?

      1. MY
        Mr. Y

        Toda a gente sabia que a isenção de IUC iria ser temporária, o ponto não é esse.
        A questão é saber como será feito o cálculo para um veículo feito na europa vs fora da europa, por exemplo. Ou se haverá outras taxas que penalizem a construção de veículos usando processos menos ecológicos (aqui teria de se aplicar a TODOS os veículos)

    2. JL
      JL

      E também desculpa para aumentarem o IUC nas outras tecnologias.

    3. MA
      Max

      É fazer como na Áustria – imposto de circulação de um BEV médio: cerca de 450 €/ano, com base na potência e no peso.
      Motivo: nos carros com motor de combustão parte do imposto sobre os combustíveis e do imposto de circulação é para a manutenção e conservação de estrada. Os elétricos não pagavam impostos para esse fim passam a pagar.

  14. TE
    Teo

    Óbviamente emissões zero não existem. Não existe atividade insdustrial sem emissões. No entanto, e embora desconhecendo o estudo, um VE será sempre menos poluente que um veículo a combustão, e não é necessário pensar muito.

    VE: Implica a extração e produção de matéria prima para o fabicro de máquinas e do próprio veículo, cadeia logística, utilização e abate final. A energia consumida é parcialmente de fontes renováveis, transportada por linhas elétricas que duram em médias 100 anos. O VE tem aqui 2 vantagens: é possível o incremento de produção de energia a partir de fontes renováveis, e o desenvolvimento de baterias menos poluentes.

    Veículos a combustão: Extração e produção de matéria prima para o fabrico de máquinas e do próprio veículo. Extração de petróleo é altamente poluente. A cadeia logística tem subjacente outra indústria altamente poluente: o fabrico e exploração de navios, que duram em média 20 anos. Segue-se a transformação de petróleo em combustíveis, outro processo poluente. Distribuição de combustível, a cereja no topo do bolo em que camiões-cisterna consumem eles próprios combustível para transportar combustível. Todo este processo está “esmifrado” ao limite da eficiência possível, não tendo muito por onde melhorar.

    Portanto, argumentos falaciosos com origem não isenta ou mero gosto pessoal, valem o que valem.

    1. A
      A

      Eficiência energética no consumo:

      VE: 90%
      Gasoliina: 25%
      Diesel: 35%

      Um veículo a gasolina/gasóleo desperdiça a maior parte da energia pelo calor.

    2. PN
      Pedro Neves

      Bravo! haja alguém que vê para além da tolice. Se bem quenpor vezes parece uma perda se tempo…

    3. MA
      Max

      Não percebeste. Os autores alemães não estão a discutir as emissões de CO2 dos elétricos face aos carros com motores de combustão. Discutem as diferenças de emissão de CO2 – fóssil dos diferentes elétricos. Fóssil porque o CO2 estava quieto antes de ser usado e passar para a atmosfera – como seja, na produção de eletricidade gerada por combustíveis fósseis, para o fabrico do aço ou a montagem do carro.
      O que querem é que os fabricantes de elétricos que usam aço verde e eletricidade verde sejam mais favorecidos do que os que não usam.

      1. JL
        JL

        E também querem que os fabricantes de combustão façam o mesmo.

        1. MA
          Max

          Obviamente, se querem o fabrico “verde” para os elétricos, não se podiam opor a que os fabricantes de combustão o façam. Mas o foco deles nãao é esse.

          1. JL
            JL

            Ah agora já querem.

            Só vai piorar para esses, já que têm mais emissões.

          2. ZM
            Zé Mario

            O aço verde e o hidrogénio verde até são mais baratos….
            É como as linhas de alta tensão. Aumenta o consumo e não pr

          3. ZM
            Zé Mario

            É como aquele que diz que face ao aumento de consumo não são precisas mais linhas elétricas. Ainda ele diz que percebe de eletricidade….looooool

          4. JL
            JL

            Onde disse que era baratos ?

            As linhas de alta tensão são baratas ? E se transportarem gasóleo ? Já são caras ?

            Mas vai haver aumento de consumo ? É que segundo alguns dados, acontece o contrário.

          5. MÁ
            Mário

            Logo vi que a REN anda a enganar o pessoal a dizer que o consumo tem aumentado em media 2-3% ao ano.

          6. JL
            JL

            Não é para isso que recebem a TAR ? ou é apenas para irem tomar cerveja ?

  15. IN
    Ino

    Olha…. descobriram agora a pólvora!!!!

    1. JO
      José

      Nem mais. Ficaram espantados por que explode junto a fontes de ignição.

  16. JO
    José

    Um automóvel deveria ser construido para durar uma vida inteira e não ter “ciclos” de vida curtos. Tudo hoje é feito para durar o mínimo, e curiosamente esse mínimo é entre os 5 e os 15 anos apenas! Andamos a sustentar industrias parasitárias, e depois, chamam-nos poluidores! Vivemos o maior logro da História, onde objectos que funcionam deixam de funcionar para se produzir mais e forçar a troca, por algo mais frágil e manos durável. .

    1. JL
      JL

      Portanto está mais que na hora de trocarem para elétrico, e acabam-se esses ciclos curtos de vida.

      1. ZM
        Zé Mario

        Os elétricos duram mais? Nunca vi um carro a combustão perder autonomia com o aumento da idade. O mesmo já não posso dizer dos elétricos.
        Está a querer dizer que por exemplo a minha Ups cá de casa que fazia 20 minutos quando a comprei e agora faz 5 é uma cabala? São mentirosos? É a bateria que tem um scheduler de tempo de vida? Sim é uma UPS com bateria de lítio.

        1. JL
          JL

          Sim, duram mais, isto segundo ADAC.

          Viu, todos perdem, é inevitável.

          Então que marca é a Ups ?

          Será que não lhe está a meter mais consumo ?

          O que tem uma ups a ver com um carro, não entendi ? É mais uma comparação infantil sua ?

          1. MÁ
            Mário

            Não usa baterias quer ver?

          2. JL
            JL

            Usa, mas não essas que diz.

  17. PN
    Pedro Neves

    Estas análises pseudo-cientificas, mesmo geradas dentro das academias, roçam a imbecilidade. Passo a explicar; os carros electricos têm custos ambientais associados ao seu fabrico, mas os outros também têm! qual o custo ambiental de tudo que um carro a combustivel em debaixo do capot? a poluição associada ao fabrico é resolvida, dentro de um espaço confinado que é a fábrica, em ambos os casos, com filtros, tratamento de resíduos e em geral boas práticas ambientais. Por outro lado, os carros a combustível onde passam deixam poluição, para nós os nossos filhos e em suma, para todos que não gostaríamos de ver com cancro, doenças respiratórias e tudo mais.

    1. VM

      Bom, isto de chamar “pseudociência” a uma análise sem identificar um erro nos dados ou no método não é refutá-la. É apenas insultá-la. 😉

      Sim, fabricar um carro a combustão também tem impactos ambientais. É precisamente por isso que existem análises de ciclo de vida: para contabilizar os impactos de ambos, desde a extração das matérias-primas até ao fim de vida, incluindo a produção de combustível e de eletricidade. Dizer «os outros também poluem» não responde à pergunta essencial: quanto polui cada um?

      Depois, a poluição não fica magicamente “resolvida” por acontecer numa fábrica. Filtros e tratamento de resíduos reduzem determinados impactos, não apagam a extração mineira, o consumo de energia ou as emissões de toda a cadeia de produção.

      Uma fábrica não é uma caixa estanque onde desaparecem as consequências ambientais.

      Os elétricos têm uma vantagem real ao não emitirem gases de escape nas ruas. E geralmente apresentam menores emissões de gases com efeito de estufa ao longo da vida, mesmo incluindo o fabrico da bateria. Mas essa vantagem é demonstrada fazendo as contas que estás a desqualificar, não fingindo que os impactos da produção deixaram de existir.

      Agora, defender os elétricos não exige negar os seus custos ambientais. Exige demonstrar que, no conjunto, a alternativa tem custos maiores. E isso é inegável.a.

  18. PA
    Pedro António

    A China está cheia de carros elétricos, tal como a Índia e os EUA, mas são todos, por correspondência, os maiores consumidores de eletricidade produzida em centrais a carvão!

    1. NV
      Nuno V

      É verdade que a China produz energia através de carvão, por exemplo, 9,5 vezes mais que os EUA. No entanto, se incluirmos todos os combustíveis fósseis, o número desce para 1,3 vezes mais. No entanto, temos que ter em conta a China tem uma população 4,1 vezes maior que os EUA. De notar também que a produção indústrial da China é ordens de magnitude maior que a dos EUA.

  19. HU
    Hugo

    Ui, o maníaco de serviço já está no ataque com o record de comentários no post (mas não é obcecado…diz ele obcessivamente LOOOL)

    1. JL
      JL

      Está a falar se si próprio ? Estanho.

      1. HU
        Hugo

        Será? Sendo que tens 10 ou 15 vezes mais comentários que eu não faz muito sentido. Vê lá se encontras alguém mais maníaco que tu e depois avisa 😀

        1. JL
          JL

          E depois ? está assim tão incomodado e com necessidade de atenção ?

          Por acaso não encontro muitos que saibam ler e interpretar.

          1. HU
            Hugo

            Inspiraaaaaaa……. Exxxxxxxxxxxxxxpiraaaaaaa!!!
            Repete comigo: Eu não tenho de responder a tudo.

            Repete….

            (vamos esperar que mais gente comente para não pareceres a mais maluca do rebanho… 😀

          2. JL
            JL

            Mas é isso que fez, outra vez a reclamar com os outros daquilo que faz ?

            Eu respondo quando eu bem entender e me apetecer, só faltava agora vir outro comunista.

            Para ser a mais maluca do rebanho tinha de fazer o que é ordenado fazer, esqueça, não sou desses.

          3. HU
            Hugo

            “não ter de responder a tudo” é DIFERENTE de “não poder responder a tudo”

            Podes não responder a isto…

          4. JL
            JL

            E pode é diferente de deve.

            Pode fazer o mesmo.

          5. HU
            Hugo

            Ninguém usou esse verbo. “Devias” não divagar.
            Eu só fiz um comentário.. nem foi uma pergunta nem dirigido a ninguém. Tu é que meteste a carapuça e estás a responder infinitamente provando exatamente o que eu disse no primeiro comentário LOL.

          6. JL
            JL

            Afinal faz o mesmo que aconselha os outros a não fazer.

            Ganhe juizo.

          7. HU
            Hugo

            Não o posso fazer só por ter dito o contrário? lol
            Ainda assim há um pormenor importante, que é o facto de eu o estar a fazer neste momento… no seguimento de um comentário meu… e tu o fazeres compulsivamente com toda a gente nestes artigos.
            Basta contares quantas dezenas de comentários e perguntas já fizeste aqui desde ontem só porque sim aka porque te sentes ofendidinho com literalmente qualquer pessoa que ponha em causa VE’s 😀

          8. JL
            JL

            Ah ok, então afinal é hipocrisia.

            Está com inveja de não conseguir fazer o que os outros fazem ? Não posso dar opinião ? portanto é mesmo falta de atenção.

            Quem se sentiu ofendido foi o Hugo, tanto que veio logo fazer um comentário invocando o meu nick.

            Pelo menos faço alguma coisa de útil, esclareço e apanho os lobbistas e mentirosos, desde 2007, já lá vão quase 20 anos. LOOOL

          9. SP
            Sem Paciencia

            Epá… Têm os 2 a pila grande e esqueçam lá isso. Não há paciência para o vosso ego.

          10. HU
            Hugo

            OH MALUCO. Ninguém invocou o teu nick. Vai fazer a sesta e tomar a medicação.

          11. JL
            JL

            Obviamente estava a falar de mim quando diz que tenho muitos posts.

          12. HU
            Hugo

            Talvez sim… talvez não. Ninguém quer saber.

          13. JL
            JL

            Quer, senão não o tinha dito.

          14. HU
            Hugo

            Ok, vamos esperar que alguém que não busque apenas atenção e validação constantemente pergunte. Aí terei todo o gosto em responder.

          15. JL
            JL

            Esperamos que não seja o mesmo de sempre.

        2. SP
          Sem Paciência

          Medicação não preciso. Tenho mais juízo que vocês os 2 juntos. Agora uma sesta… Infelizmente não posso.

          1. JL
            JL

            Como sabe, é psiquiatra?

          2. SP
            Sem Paciência

            Muitas vezes sou obrigado a fazer uma perninha também como psicólogo e psiquiatra, sim. Vivemos tempos estranhos.

          3. JL
            JL

            Concordo.

  20. UT
    utherzzao3

    20 years later…

    Nós, entusiastas de automóveis com motor a sério AKA combustão, avisamos que a narrativa dos elétricos era grande banha da cobra! Quem caiu agora vê o carro a perder 80% do valor e 50% de autonomia em 5 anitos.

    1. JL
      JL

      Então arranje lá alguns desvalorizados dessa maneira, a malta agradece.

      20 anos depois ainda vamos estar à espera.

    2. AA
      AA

      Pode fazer a gentileza de mostrar alguns exemplos? É que na escola primária ensinaram-me a justificar as respostas.

    3. PE
      PeterJust

      O “motor a sério” é tão ineficaz que só nos primeiros 50 metros leva logo 100 de avanço. Se tiver um carro com 5 anos a 80% do valor eu compro todos e ainda te dou 500 euros por cada um. Quanto à autonomia já temos carros com 500 mil km e muitos mais com a bateria acima de 70-80%. Só os primeiros tiveram baterias que degradaram para 50% e esses tem muitos milhares de km e mais de 15 anos, as baterias novas e os sistemas de gestão estão a anos luz dessas e a 1/4 do preço (como qualquer tecnologia) e ainda vão baixar muito mais. Por muita gente ser ignorante como é que a industria automóvel europeia está a ser completamente arrasada pela CHina e pela Tesla, não viram o óbvio e pensavam que o mercado estava garantido, quando acordaram já era tarde demais, porque os burros falam mas quando chega a hora de adquirir um carro, quem é inteligente vai comparar e um ICE neste momento é tecnologia completamente ultrapassada e sem grandes possibilidades de evoluir, enquanto que as baterias vão sofrer outra revolução que vai completamente arrasar os preços e será a machadada final, vais ter de pagar 10 ou 15€ por litro de petróleo se quiseres manter o teu fumarento

  21. RU
    Rui

    Com este artigo o JL já não vai dormir.

    1. JL
      JL

      Não entendo porquê, só confirma aquilo que já se sabia e afirmava.

  22. MI
    Muito mais que isso.

    Entrámos numa falácia monstruosa para financiar as autarquias. Muitos presidentes de câmara começam a ficar aflitos porque as antigas compensações da União Europeia eram superiores ao que se cobrava de IUC (Imposto Único de Circulação) e, neste momento, esses fundos comunitários estão a secar. Entretanto, alguns países já encontraram uma forma de contornar a legislação europeia. A estratégia mais simples para alimentar a “sofreguidão” fiscal destes decisores locais passa agora por taxar o peso dos veículos elétricos (VE). Resta ver até que ponto esta tendência vai chegar. Isto faz lembrar o que aconteceu com o IMI dos imóveis em cidades classificadas como Património Mundial: embora a UE preveja compensações para os municípios, o Estado português conseguiu, de alguma forma, reter essas verbas europeias e continuar a cobrar o imposto diretamente aos contribuintes. No fundo, assistimos a uma autêntica engenharia financeira para duplicar a receita à custa dos cidadãos.

  23. MP
    Maçã podre

    só vim ver o que os fundamentalustas típicos vieram dizer de novo… enfim… nem com letras grandes á frente percebem.

    1. JL
      JL

      Parece que não, a maioria deles parece que só leram o título. LOOOOL

      1. MY
        Mr. Y

        Os editores da Pplware são bons a fazer cliffhangers 🙂

        1. VM

          Não, isso, como sabes, é uma prática que se usa na ficção, e nós… bem, tu sabes, nós é mais cenas da realidade 🙂

          1. MY
            Mr. Y

            No mundo real há muita ignorância, por isso, dá para criar cliffhangers que apontam para uma área do conhecimento 😉

  24. HS
    Hugo Sousa

    Olha … mais arroz …

    Vamos entrar em mais manipulação…

    A indústria Europeia agradece (e paga) para isso… de uma lado … enwrgia verde obrigatório… do outro acabem com os eléctricos que não conseguimos produzir produtos competitivos…

    Olha … até parece que nem disse há anos … que a indústria Europeia estava de rastos … sem capacidade de resposta…. onde é que estão os engraçados que me vieram negar…???

    Mas estas e outeas plataformas são pagas para publicarem o que lhe dá jeito …

    Vamos ignorar que já existem há locais e mesmo países que tem mais de 98% energia renovável…

    Aliás tenho mais de 10 clientes … em turismo rural que carregam todos os dias através dos seus painéis apenas … olha … de onde vem o carbono nestes casos ??? Do que respiram … só pode …

  25. AL
    Alguém

    Há uma poesia comovente nisto: não tem escape, logo é um anjo descido do céu. Pena a física estragar a festa. Duas toneladas e tal de peso bruto e binário instantâneo transformam quatro pneus inocentes em queijo parmesão ralado na estrada. Quando chove, vai essa pasta química toda ribanceira abaixo para o lençol freático. Mas viva a transição energética! Pelo menos agora comemos polvo à lagareiro temperado com raspas de pilot sport ecológicas.

    O verdadeiro crime ambiental é empurrarem a malta a trocar de carro como quem troca de cuecas. O carro mais ecológico do mundo é, e sempre será, aquele que já foi fabricado. Deviam era dar benefícios fiscais a quem mantém carros antigos a circular e a quem fabrica peças para eles durarem décadas, em vez de baterem palmas à obsolescência programada. Criam-se montanhas de sucata de carros recentes, cada vez menos fiáveis, cheios de eletrónica descartável e impossíveis de reparar, só para alimentar a ganância dos construtores sob uma capa de virtude verde.

    1. JL
      JL

      Mas para ser fabricado tem emissões, é isso que é dito no estudo.

      E dão, pagam pouco IUC.

    2. JL
      JL

      Impossíveis de reparar ? não entendi essa, isso aplica-se aos antigos e não aos recentes.

  26. MA
    Miguel Abreu

    «Sustainability washing», probablemente el mayor problema del siglo.
    14.04.2024

    https ://21noticias.com/2024/04/10/el-articulo-sustainability-washing-probablemente-el-mayor-problema-del-siglo/

  27. PE
    PeterJust

    Basicamente fizeram um estudo para nos dizer que uma fábrica polui, foi dinheiro bem gasto pela industria petrolífera que já só se consegue aguentar a provocar guerras pelo mundo fora

  28. PG
    Paulo Gomes

    Uma coisa é certa, mais tarde ou mais cedo, as despesas que se tem num VE vão chegar ao nível de um veículo a combustão ( ISP, IUC, etc…) senão mesmo ultrapassar, o Estado nunca vai ficar sem receber os mesmos impostos que recebia no passado.

    1. JL
      JL

      Sim, vão ser mais altas só para lhe fazerem a vontade.

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