Pplware celebra 21 anos com um marco simbólico: 100 mil artigos publicados
Ao longo de mais de duas décadas, o Pplware construiu um percurso sólido no panorama tecnológico em Portugal. Hoje, assinala dois momentos que se cruzam: 21 anos de existência e a publicação do artigo número 100 mil, um registo que traduz consistência, dedicação e uma ligação contínua à evolução digital.
Um percurso feito de inovação e proximidade
Desde a sua criação, o Pplware afirmou-se como um espaço de partilha de conhecimento, acompanhando de perto as transformações tecnológicas que moldam o quotidiano. Entre análises, tutoriais, notícias e opiniões, foram milhares de conteúdos que ajudaram leitores a compreender melhor ferramentas, tendências e mudanças no setor.
Este caminho não foi feito apenas de números. Foi construído com base numa relação de confiança com a comunidade, que ao longo dos anos encontrou no projeto uma referência credível e acessível.
100 mil artigos: mais do que um número
A marca dos 100 mil artigos representa muito mais do que volume editorial. É o reflexo de um trabalho contínuo, diário, onde cada publicação contribui para um ecossistema de informação útil e ativo. É também o espelho da capacidade de adaptação a um mundo tecnológico em constante mudança.
Num tempo em que a informação circula à velocidade dos dados, manter relevância durante 21 anos exige mais do que presença. Exige visão, rigor e uma equipa capaz de antecipar tendências sem perder o foco no essencial: informar com qualidade.
O Pplware continua a olhar para o futuro
Celebrar este duplo marco é também reconhecer que o percurso não termina aqui. A tecnologia continua a evoluir, e com ela surgem novos desafios e oportunidades. O Pplware mantém-se atento, preparado para continuar a acompanhar e interpretar o futuro digital, sempre com o compromisso que o trouxe até aqui.
21 anos depois, o projeto não é apenas um arquivo de conteúdos. É uma história viva, escrita todos os dias.























Parabens! Continuem com o ótimo trabalho!
Parabéns por nestes 21 anos me ajudarem a compreender o mundo digital. Que venham mais vinte anos.
conheci o pplware em 2021, antes, acompanhava o mundo tech em sites brasileiros. de 2021 até hoje o pplware e o sapo tek são as fontes de informação tech que mais consumo
Não sou pessoa que gosta de escrever / deixar comentários mas acho que desta vez vale a pena pelo marco alcançado.
Sou consumidor e seguidor do vosso trabalho faz muitos anos, e quero congratular o vosso trabalho excepcional ao longo de todo este tempo.
#RumoAos200k
Muitos parabéns e obrigado pelo excelente trabalho realizado até aqui.
Muitos parabéns e cumprimentos a todos os que têem levado a bom porto, tantos artigos relacionados com tecnologia e que nos levam a debater neste espaço, com mais ou menos afinco!!!!
Parabéns!
Parabéns pelos 21 Anos!
Não é fácil, mas continuem o bom trabalho e não se percam 🙂
Parabéns pelo óptimo trabalho!
Desde o início a “vaguear” por aqui de vez em quando. Parabéns!
Nossa Ki Lindo! 😀 Parabéns
Parabéns pela dedicação! Que marco histórico!
Parabéns a todos os que fazem o coração do PPLWARE bater diariamente ao longo desde 21 ano.
Forte abraço e a continuação dum futuro próspero.
Parabéns, grande projeto.
Parabéns…
Parece que foi ontem.
Vitor, deviam fazer um apanhado dos melhores artigos, seja por impacto seja por motivos historicos.
sugestão nº1: lançamento do iPhone
Dos melhores? Em 100 mil? Tens ideia da tarefa hercúlea que seria? Eu, uma rubrica muito pessoal, comecei há uns anos a fazer um apanhado do caminho, desde que me lembro do meu tempo dos Spectrum, do meu Commodore 64. De quando vi pela primeira vez um computador de cartões perfurados (numa empresa aqui no norte). De quando mexi pela primeira vez naquilo que poderia ser o início da Internet. De quando comecei a usar o teclado, ainda no tempo de uma disciplina no secundário que se chamava “Práticas Administrativas”, onde apendi a datilografar.
https://pplware.sapo.pt/tag/hoje-na-historia-dos-computadores/
Mais tarde, com a curiosidade de um adolescente, o acesso aos computadores foi simples, mágico, as disquetes de 8 polegadas, mais tarde a mais usuais, as de 5¼ (onde usei pela primeira vez um editor de texto estruturado, o WordStar e também o Lotus 123). Os DX a 25… e tanta tecnologia que me passou pelas mãos.
O Pplware é um compêndio, uma bíblia de atualização constante. Um GPS da tecnologia. Do tempo em que na minha rua apenas havia um telefone, num café, para onde se ligava em situações especiais. Mais tarde, tive um em casa, até aos dias de hoje, que telefonar já nem é assim tão relevante. Hoje temos uma Starlink (a primeira que Portugal recebeu), ali em stand by. Com o off-grid e tudo mais tecnológico, com agentes IA e dispositivos autónomos e inteligentes em casa.
Nessa rubrica que alimento e que me vou divertindo a relembrar, está muito do que hoje é o ouro da geração X…
Sim, a tal Geração X, aquela que é normalmente associada aos nascidos entre meados da década de 1960 e o início dos anos 1980 (na qual faço parte), ocupa um lugar singular na história recente.
Na verdade, tal como os demais, cresci num mundo analógico, onde o tempo era mais lento e os objetos tinham peso físico, e amadureci numa era digital marcada pela velocidade, pela desmaterialização e, mais recentemente, pela inteligência artificial.
A minha infância analógica: o mundo antes do digital
Para muitos desta geração, a infância foi vivida sem televisão a cores generalizada, sem controlo remoto. Eu tinha de me levantar para mudar de canal. Como referi em cima, não havia internet, nem telefone em casa, havia um no café da rua. E telemóvel… era ficção.
Os dias eram preenchidos com brincadeiras de rua, jogos físicos e interações diretas. Jogar à concha com caricas das garrafas (que recolhíamos do tal café da minha rua). Nichar o peão do amigo, o esconde, o mata, o pilha, o espeto.
A música era tangível, primeiro em vinil (poucos se lembram dos cartuchos, mas ainda vi e ouvi alguns), depois em cassetes (tenho uma coleção invejável), obrigando a um ritual de escuta que hoje parece quase cerimonial (quem não se lembra de estarmos ali à espera que o locotor da rádio se calasse… para clicar no Record?).
Havia espera, havia escassez, e isso moldava a forma como se valorizava cada experiência.
A chegada do digital: adaptação e descoberta
Foi já na juventude ou início da idade adulta que a Geração X assistiu ao nascimento dos computadores pessoais, não havia Windows, o Google ainda nem era um sonho. Mas viu-se a incrível chegada da internet.
Aprendemos na máquina de escrever, a dactilografar. Como referi. Mas os computadores ainda eram máquinas rudimentares, disquetes de arranque de 8 polegadas…. Apesar que, como também referi, ainda tive acesso a um computador de cartões perfurados.
Sim, ainda eram ligações lentas… mas tudo evoluiu rapidamente para um novo paradigma de comunicação e trabalho.
Esta geração não nasceu digital, mas aprendeu a sê-lo. E fê-lo com uma capacidade de adaptação que ainda hoje a distingue.
A música também atravessou uma transformação profunda. Do vinil passou-se ao CD, depois ao MP3 e, mais tarde, ao streaming. A posse deu lugar ao acesso. A mesma geração que gravava cassetes com cuidado passou a carregar milhares de músicas no bolso.
A maturidade digital: entre o físico e o virtual
Ao contrário das gerações seguintes, a Geração X mantém uma relação híbrida com a tecnologia. Compreende o valor do físico, mas domina o digital. Viveu a transição do trabalho presencial para o remoto, da carta para o email, da enciclopédia para o motor de busca.
Hoje, enfrenta uma nova transformação: a ascensão da inteligência artificial. Ferramentas que automatizam tarefas, produzem conteúdos e alteram profundamente a forma como se trabalha e cria. Mais uma vez, esta geração encontra-se numa posição única, não como nativa desta realidade, mas como observadora experiente e participante ativa.
Uma geração de transição com identidade própria
A Geração X não é apenas um intervalo entre duas eras. É a geração que fez a ponte. Que compreende o silêncio de um mundo sem notificações e o ruído constante da hiperconectividade. Que viveu a escassez e agora navega na abundância.
Num tempo em que tudo muda rapidamente, talvez seja esta experiência de transição que lhe dá uma vantagem rara: a capacidade de olhar para o futuro sem esquecer o valor do passado.
Este texto, que tenho alimentado, é uma base implícita do muito trabalho que desenvolvo. E que são base para os meus… que também já seguem este indomável mundo tecnológico… se bem que pelo caminho da pura engenharia do fazer, do “codar”, do gerir fluxos e atingir resultados noutras dimensões. Mas é a vida.
Portanto… o apanhado é todo um ritual de seguir o dia a dia, indo, muitas vezes, aquela primeira página, lá atrás em 2005… ou até mais, aquela de jornal em 1993 😉
Muito bonito Vitor. Mas o que disse não dá trabalho nenhum, basta criares um agente que faça crawl à DB e confronte com marcos históricos, o agente até pode ignorar artigos com pouca adesão com base no número de comentários ou até caracteres usados nos comentários.
É algo relativamente simples, 2h e tens isso tudo feito, incluindo o artigo.
Vejo que estás resistente com este shift, não tenho uma idade assim tão afastada da tua e maior parte do meu trabalho hoje em dia é com recurso a AI, até algo que já fazia muito pouco que era desenvolvimento dei por mim a fazer coisas sem nenhum esforço nem compromisso de tempo, a evolução dos modelos nos últimos 12 meses foi uma lufada para muitos como eu que se matavam a trabalhar, esta Páscoa pela primeira vez na vida tirei 2 semanas de férias, algo que só fazia no verão, fartei-me de viajar com os miúdos e com a esposa, com um agente para me ler os e-mails e apenas me passar os que precisava de responder e separar os que precisava de ler quando voltasse, das férias mais descansadas que já tive.
Hoje em dia tudo merece um agente, até os advogados na minha empresa já fazem agentes para resposta a processos judiciais.
Era uma boa ideia como próximo artigo 😉
🙂 acabei de te deixar um top fantástico. Viste?
Vi, mas não concordo que reflita a história do pplware, acho que o relacionamento devia ser no impacto que determinado post teve naquele preciso momento para a história e para a comunidade do pplware.
Nota, isto é apenas o meu pov, que não percebo nada de media
Tem lá um pouco de tudo. Da história, do que ainda hoje se procura, dos que tiveram muito impacto. Mas, fazer algo como referes, é impossível; conseguirmos ser seletivos ao ponto de sermos assertivos, pelo menos com a maioria. É sempre algo muito pessoal.
Acima de tudo, a nossa geração não entrava em stress por não ter o que fazer ou estar sozinho em casa. Com 2 canais de TV apenas, telefone fixo, a rua era onde interagíamos. A música estava sempre presente, tal como referiste, sabíamos ser pacientes, ou não houvesse jogos do Spectrum a demorar meia hora para carregar, cassetes VHS para rebobinar e outras coisas que fazem parte da nossa vida, ainda que muito distantes. Obrigado pela partilha e pelo excelente trabalho. Parabéns
Quando nasceram já eu via iptv pirata de borla hahahah 😉
Tenho de dar like neste comentário, não fosse o meu nome Byte Bandit!
Parabéns!
Muitos parabéns pelo vosso excelente trabalho que têm executado durante estes 21 anos muitas felicidades.
100k notícias, um feito enorme sem dúvida. E também a aturar os Fonsecas desta vida nos comentários. Paciência de Santo este pplware.
Parabéns pela persistência, pela diversidade e abrangência.
A todos os que fazem este site ou nele participam ao longo de 21 anos.