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Como um motor de combustão a hidrogénio da Porsche produz o seu próprio combustível

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. MACnista says:

    Ui, Ui, Ui o que vocês foram arranjar… LOLOLOLOL

  2. Realista says:

    O sonho do condutor médio Português:

    – Se chove anda de graça nos 1000km que faz todos os dias para ir almoçar a casa.

  3. Factos says:

    O quão ridículo se tornam para tentar justificar o preço dos carros hahahaha

  4. Toni da Adega says:

    Como dizem por ai.
    Finalmente uma marca a pensar nas necessidades da Classe media

  5. Alentejano says:

    Admiro a vontade que você tem de se meter em temas quentes e complexos como este da combustão. A água, H2O, tem uma ligação muito forte entre o hidrogênio e o oxigénio e separá-los envolve uma quantidade de energia virtualmente igual à energia que eles libertam quando se ligam, que é muito grande. Por isso, muita gente olha apenas para esta última reacção , vendo isso o combustível do futuro. E seria, se obter hidrogénio fosse uma tarefa fácil e barata. Enquanto isso, vamos transformando electricidade em oxigénio e hidrogénio aos custos actuais. Os engenheiros conseguem fazer (quase) tudo, excepto milagres. Isso só a Nossa Senhora de Fátima……

    • JL says:

      Não, envolve uma quantidade de energia muito maior que aquela que ela liberta.

      O curioso é que aqui os engenheiros da Porsche esqueceram-se da lei da conservação de energia.

    • Grunho says:

      Se a Nossa Senhora de Fátima fizesse milagres com valor comercial os imperialistas já cá tinham vindo matar e saquear para a levar para os USA. Deve ser a salvação de Portugal.

  6. zzzz says:

    “Como um motor de combustão a hidrogénio da Porsche produz o seu próprio combustível” esse titulo dá a entender outra coisa não?! Aquilo que produz é insignificante, estar ou não estar é praticamente igual, pior é mais uma engenhoca que avaria e complica o sistema.

  7. Max says:

    A Porsch – não “patenteou um motor de combustão que (…) funciona (…) a gasolina, gasóleo ou hidrogénio”.
    Quando se fala de hidrogénio e motores, habitualmente trata-se de motores elétricos, sendo a eletricidade gerada pelo hidrogénio numa (pilha/célula de combustível). São os chamados carros elétricos FCC.
    Mas um motor de combustão, a gasolina ou a gasóleo, pode sofrer grandes adaptações para funcionar com hidrogénio como combustível, porque o hidrogénio se comporta de modo muito diferente da gasolina ou do gasóleo. Há motores bi-fuel a gasolina e hidrogénio, mas são muito raros, foram construídos para demonstração.
    Então a questão é – a patente da Porsche é de um motor bi-fuel a gasolina/gasóleo e hidrogénio e que, além disso gera hidrogénio?
    Bi-fuel, como gasolina-GPL, em que se alterna um combustível ou outro, para ser mais económico, ou poupar um dos combustíveis – não é. A patente diz que o hidrogénio é usado inicialmente para aquecer o motor e os injetores, ou seja, na fase de maior emissão de CO2, o que permitia reduzir as emissões e também, em certas condições injetar uma mistura de combustível e hidrogénio, reduzindo também as emissões.
    Pelo que diz o artigo da Carbuzz, a Porsch registou a patente mas não tem quaisquer planos para o desenvolvimento do motor.

  8. Max says:

    Acima: São os chamados carros elétricos FCEV (nos motores 100% elétricos há os BEV, a bateria, e os FCEV, a hidrogénio).

  9. Artilheiro says:

    Nem toda a gente utiliza água, no limpa-para-brisas.

  10. Santos Lemos says:

    Não me parece sinceramente grande ideia esta da Porsche. Nem sequer inteligente…mas com o dinheiro do governo alemão eles podem fazer as experiências mais ridículas e estúpidas que não há problema. Lol

    • Max says:

      Tem que se ler a notícia como – a Porsche, que procura a redução das emissões de CO2, não sabendo mais o que inventar, lembrou-se que, com uma pequena quantidade de hidrogénio gerado no próprio veículo, podia aquecer o motor e os injetores para o arranque do motor, que é a fase de maiores emissões de CO2. E que podia juntar parte do hidrogénio ao combustível, também para reduzir as emissões de CO2. E patenteou a ideia.
      Ridículo não é, se é fazível é outra coisa, mas a Porsch não se propôs desenvolver o motor, só patenteou a ideia. Quem sabe se a UE não se afasta, ainda mais, do objetivo das emissões zero e aceita motores de combustão de baixas emissões e a ideia passa a fazer sentido …

      • JL says:

        É bem mais simples e barato fazer como se faz nos paises frios, um aquecedor de bloco ligado à tomada.

        Loooool

        A Europa aceita motores de baixas emissões, o problema é mesmo esse, os fabricantes não os sabem fazer, e são incrivelmente simples de fazer, é só reduzir potências….

        • Max says:

          Para os automóveis ligeiros, a UE tinha como meta emissões zero – ou seja eletrificação total dos carros novos vendidos – em 2035. E aceitava um faz-de-conta, por pressão da Alemanha, que eram os motores de combustão a combustíveis sintéticos, que são financeiramente inviáveis.
          Recentemente passou a meta para um equivalente a 90% – e ainda vai ter que recuar mais.

          • JL says:

            Nunca houve essa meta de 0%.

            Errado, não precisa de electrificação total, tal como nunca houve essa meta.

            Financeiramente inviáveis são todos os combustíveis.

            Mas não recuou, a proposta anterior a esta já incluía combustíveis sintéticos, os 10% que agora dizem são esses convertidos, porque na verdade têm de ter compensação, se isto for aprovado.

            Mas não era disso que estava a falar, estou a falar da atualidade, essa é que conta, eu falei presente, naquilo que realmente está em vigor, e não futurismos.

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