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Pentágono recua e volta à mesa de negociações com a Anthropic

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Max says:

    O que se sabe do uso do Claude no ataque ao Irão:
    “Os Estados Unidos usaram a ferramenta de inteligência artificial Claude na ofensiva militar contra o Irão no último sábado (28), revelou o jornal The Wall Street Journal. A informação foi confirmada pelo site Axios e pela agência de notícias Reuters.”
    Como funcionou na realidade? O Claude analisou a informação e selecionou os alvos e um oficial teve 5 segundos para carregar no botão.

    • Eu says:

      Uau, até pareces um verdadeiro marine.
      Estás de capacete e fardado a escrever isto? Também estás com o comando da PlayStation?
      Então estás mesmo preparado para a guerra.
      Só faltou dizeres que o circuito fica fechado, quando o oficial te envia o relatório da operação.
      Olha, o Max até sabia que foram 5 segundos.
      Pergunto-te Max, estavam 700 pessoas e repórteres na sala em que o oficial carregou no botão? Então como sabes? Ouviste dizer? Acharam que 5 era suficiente? Porque não 10?

      • Max says:

        Pesquisa que encontras, ó tu. Até os 5 segundos 😉

        • Eu says:

          Pesquisando também encontro que foi necessária uma super IA, daquela mesmo do outro mundo, para matar um homem de 86 anos, supostamente com um cancro terminal, super bem escondido na sua residência oficial, lol…
          Agora tira o capacete e pensa lá…será que vindo daquela religião, aquele homem preferia morrer da doença numa cama, ou quereria ser morto como foi e ficar eternamente lembrado como um mártir??
          Será que ele até abanou os braços para que a IA o detetasse? Lol, sois uns cómicos…

          • B@rão Vermelho says:

            @EU, “aquele homem preferia morrer da doença numa cama, ou quereria ser morto como foi e ficar eternamente lembrado como um mártir??”
            Concordo com a tua opinião, resta é saber como vai ser escrita a história, relembro que a história é escrita pelos vencedores, e acrescentando ainda que ninguém quer morrer ele até estava com os pés para a cova mas tenho a certeza que se pode-se viver mais um dia nem olhava para traz.

            Resta saber é o verdadeiro puder dele, aparentemente manda mais o concelho dos guardiões do que o “ai Tolas”, estilo PCP, há um “boneco” a dar a cara e os verdadeiros decisores passam pelos pingos da chuva.
            Aqui a dificuldade é derrotar uma ideologia, e não é acabar com uma pessoa que ideologia morre, os Iranianos na sua maioria querem a mudança resta saber é se vão conseguir derrotar e afastar os extremistas do Irão.

          • Eu says:

            A história? Essa tem sempre duas faces.
            Ou achas que a nossa história enquanto países colonizadores, é igual à história dos países colonizados? A história dos invadidos é igual à dos invasores? Nunca.
            Quanto ao PCP não sei, nem me interessa muito. No entanto, saber que o tal boneco que referes, recebe o mesmo que recebia enquanto trabalhava antes de ser secretário geral, parece-me bem. O homem ganha pouco mais que o salário mínimo. Mas não, não voto neles.
            Quanto á ideologia, concordo que é extrema, mas não será com esta guerra que os vão convencer a amar a bibiland.

    • Hugo Nabais says:

      5 segundos? Eu ouvi dizer que foram 2 segundos!

    • Max says:

      As decisões humanas em 5 segundos, que pouco mais é que carregar no botão depois de receber a indicação da IA, foi exatamente o que escreveu o WSJ, citando fontes do Pentágono.
      – A IA apresentava o alvo, a probabilidade de acertar e a estimativa dos danos colaterais, num interface simplificado
      – O operador humano tinha apenas alguns segundo para desviar de um alvo e validar o próximo.
      – Em momentos de pico a decisão de autorizar era tomada em menos de 5 segundos.
      O jornal destacou uma frase de um oficial de inteligência que resume o perigo dessa velocidade:
      “se você tem 5 segundos para dizer “não” a uma máquina que processou mil miçhões de variáveis que você não viu, você não está a tomar uma decisão, está apenas a testemunhar um algoritmo a trabalhar” (e a carregar no botão).
      Muita tinta ainda vai correr sobre os 5 segundos, incluindo no Congresso que quer discutir se ainda existe o “humano no controlo” ou se é apenas uma formalidade jurídica.

  2. Marcos says:

    Eu li o título assim:

    “Anthropic volta a conversar com o Pentágono para não ser banida e irá rever seus termos de contrato”

    Obviamente que isso iria acontecer. Alguém aqui dos comentários já havia falado sobre isso.

    • Max says:

      Sim é mais a Anthropic a recuar do que outra coisa.
      Mas falta avaliar o impacto dos 5 segundos que referi acima. Pelo que se sabe, causou arrepios na Anthropic.

  3. Artilheiro says:

    A meu ver, estamos a ir por caminhos bastante perigosos, o que pode levar ao descontrolo total.
    A mim, preocupa mais os otimistas, que os pessimistas.

  4. Carlos Bonaparte says:

    Há uns anos, a propósito da guerra no Iraque, eu lia noutras redes sociais (porque o Facebook nem existia), a seguinte frase:
    “não sei como vai ser a 3ª guerra mundial, mas a 4ª vai ser com pedras e paus”

    Será algo por aí. Nunca me esqueci dessa frase, e hoje faz mais sentido do que nunca.

  5. Técnico Meo says:

    Engraçado…encontrei neste vídeo uma historia ligeiramente diferente…que não favorece o senhor da Anthropic. O vídeo é dele mesmo a falar com um jornalista á poucas horas : https://x.com/ns123abc/status/2029786601987965175?s=20

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