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Como a Nissan está a dar uma “segunda vida” às baterias do icónico LEAF

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. guilherme says:

    Infelizmente este foi o modelo que mais afectou os seus donos, só cemitérios cheios destes carros porque as bateriam nao valiam nada e ao fim de meia de anos nem tanto começaram a dar barraca e uma nova custava mais do que o valor comercial do carro.

    Felizmente o mercado não é Leaf, mas que foi um rombo na ideia que os clientes tinham da qualidade da marca, ainda hoje a marca por esse erro.

  2. Gonçalo says:

    Onde é que eles as arranjam já estou a procura de uma ca para casa faz tempo para ligar aos paineis. Visto que as baterias domesticas ainda são caras

  3. Yamahia says:

    É bom q dêem pq para automóveis claramente eram um barrete

    • Vítor M. says:

      Na tua perceção, e muito distraído. De facto, e para quem está atento e percebe alguma coisa (e não anda por ouvir bater os socos), o LEAF foi muito importante na chamada transição do mercado automóvel.

      Mas temos de recuar a 2010, ano do seu lançamento. Este representou um dos momentos mais importantes da história recente da indústria automóvel e foi determinante para a democratização da mobilidade elétrica à escala global.

      Também é verdade que já existiam veículos elétricos antes dele, a maioria eram projetos experimentais, pequenos citadinos com fortes limitações ou adaptações de modelos com motor de combustão. Mas, a Nissan fez algo diferente, criou um elétrico de raiz, pensado desde o primeiro esboço para produção em massa e para utilização diária por famílias comuns.

      O grande mérito do LEAF foi precisamente esse, normalizar o conceito de carro elétrico.

      Não era um exercício tecnológico distante da realidade do consumidor, mas sim um automóvel compacto familiar, com cinco lugares, bagageira utilizável, conforto semelhante ao de qualquer hatchback tradicional e sem compromissos significativos na utilização quotidiana. Pela primeira vez, um utilizador podia considerar trocar o carro a gasolina ou diesel por um elétrico sem sentir que estava a fazer um sacrifício radical.

      Outro fator decisivo foi o posicionamento comercial. A Nissan assumiu um risco enorme ao investir numa produção industrial numa altura em que as baterias ainda tinham custos elevados, a infraestrutura pública de carregamento era praticamente inexistente e o mercado demonstrava grande desconfiança em relação à autonomia e à durabilidade destas novas tecnologias.

      Não digas disparates.

    • Realista says:

      O carro foi e a bateria ficou o que significa que a bateria teve uma duração de vida maior que a do carro…

    • JL says:

      Já nos a combustão o fim de vida é na sucata.

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