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Em Portugal, transformar veículos vai ficar mais simples

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Realista says:

    Finalmente podemos ter veículos antigos convertidos em elétricos, para utilização diária.

  2. mark says:

    e para quanto é que agora, vai subir o valor a colocar por baixo do banco??

  3. Manuel da Rocha says:

    Portanto, vai ser possível agarrar, numa Ford Transit de 1978, pagando 60000 euros, numa carrinha de 50000 litros, com motor eléctrico e meia tonelada, de baterias. Uma nova, anda pelos 170000 euros, a gasolina. Eléctrica nem por meio milhão.
    Tenho é dúvidas, sobre dar, o poder, aos centros de inspecção… vamos voltar a ter centros, que recebem 5000 euros e assinam, em como está, de acordo, com as normas.

  4. Corrigir says:

    Erro nesta frase:

    “Verificação que era feira pelo IMT passa para os centros de inspeção”

    Desnecessario agradecimento

  5. Colugo nurcesado says:

    Então, de acordo com o novo diploma ou o texto deste artigo, todos os centros de inspecção terão de passar a ter capacidade técnica e técnicos especializados para fazer todas essas novas verificações… quando, frequentemente, nem capacidade têm para fazer devidamente uma normal inspecção.

    E, também pelo artigo acima, não parece que modificações mais simples pretendidas pelos proprietários para melhorar o comportamento do seu veículo como rebaixá-lo 2 cm ou colocar uns espaçadores nas rodas ou novas barras de torção… entre outros pormenores, estejam incluídos neste diploma.

  6. Artilheiro says:

    Estamos mais perto dos EUA, onde vale tudo, menos arrancar olhos.

  7. Lumia says:

    Já que o IMT não tem mãos a medir, realmente mais vale o centros de inspeções também passarem a fazer esse trabalho, esperas de quase 1 ano para levar o carro adaptado ao IMT é demais…

  8. says:

    A medida parece-me boa. Transformar uma viatura numa “autocaravana” ou instalar uma rampa para cadeira de rodas chega a ser um pesadelo burocrático, sem nenhuma necessidade. Se temos técnicos credenciados nos centro de inspeção, faz todo o sentido. Aliás, isto já ocorre em algumas situações de simples verificação como é o caso das “adaptações” necessárias ao transporte coletivo de crianças em que a verificação é feita exclusivamente pelos centros de inspeção. São também coisas simples como a instalação de tacografo, a limitação da abertura de portas e vidros, colocação e validade do extintor, existência de coletes de “raquetes” (e de cabeça não me lembro de mais nada, mas é possível que haja).
    Na Alemanha, por exemplo, para transformar uma carrinha em autocaravana é só seguir uma guia (simples) de requisitos mínimos, fazer a obra que se quiser e ir a um centro de inspeções para verificar. E basicamente qualquer pessoa o pode fazer. A única coisa que tem mesmo de ser técnica e obriga a “projeto” (e percebe-se porquê) é a instalação de equipamentos a gás. Mas como não é obrigatório ter disso, arranjam-se outras soluções.
    Claro que da teoria à prática vai dar uma ganda volta…

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