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Governo vai lançar novo apoio para compra de elétricos

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. 1 palmo na testa says:

    Pq raio tenho de sustentar compra de eletricos dos outros?

    quem tem Di cheiro, siga, compre.

    querem adopção de carros eletricos, então pressionem a descida dos preços, reduzam ao maldito imposto na compra do carro.

    Ao nível tecnológico são escassas as opções dignas dê-se gastar fortunas,mas pronto ,cada um segue a sua cenoura se quer, e que sejam felizes.

    Mas não com imposto que pagoemessi do pêlo e que no dia a dia pouco ou nada vejo em retorno útil.

    • Ahahah says:

      Isso.
      Baixar impostos é que era serviço.
      Sobretudo, IRS.
      E no caso de compra de carros novos ainda pagamos imposto sobre imposto.
      Pouca vergonha.

      • Manuel da Rocha says:

        ERRADO!
        EV 100%, não paga ISV, nem IUC. Paga IVA e impostos de importação, por serem produzido fora da UE. Logo aí, os EV podiam ser 18000 euros, mais baratos… não são, porque são, demasiado, caros.

    • Max says:

      O imposto na compra do carro é o ISV. Os automóveis 100% elétricos estão isentos de ISV e de IUC.
      Isentar de impostos ou conceder subsídios tem o mesmo efeito para os restantes contribuintes que não beneficiam. Tanto sustentas os subsídios como as isenções de impostos. Por acaso tenho mais “azar” às isenções de IUC .

    • JL says:

      O mesmo que sustenta o combustível dos outros.

      • Max says:

        O mesmo que sustenta os impostos sobre os combustíveis sustenta os subsídios à compra de elétricos (quando há) e as isenções de impostos dos elétricos (sempre).

        • JL says:

          Mas por uma boa razão, já a situação dos a gasolina pagarem o custo acrescido do gasóleo para estes andarem com um combustível mais barato, não dá mesmo para entender.

          Isto é o mesmo que fazem as marcas de veículos a combustão, pagam à Tesla créditos de carbono para continuarem a poluir.

          • Max says:

            Isso, desconversa com os que têm carros a gasolna pagam um pouco mais de impostos sobre os combustíveis do que os que têm carros a gasóleo.
            Já os que têm carros elétricos é isenção no ISV. no IUCV e uma grande diferença nos impostos sobre a eletricidade em comparação com os impostos sobre os combustíveis.
            Quanto a impostos devias estar calado.

          • JL says:

            A isenção do isv tem a ver com zero emissões, nada de novo, também algo que os diesel pagavam e pagam menos.

            Não, não fico calado porque ambos usufruem.

    • Bruno says:

      Não te preocupes que quem compra um elétrico muito provavelmente já deitou mais dinheiro para o lixo em formato de impostos que o valor “oferecido” pelo estado. Que mentalidade pequena…

      • Max says:

        O valor “oferecido” pelo estado aos que compram elétricos é o valor “oferecido” ao estado por todos os contribuintes través dos impostos. No que toca a automóveis, os que têm elétricos pagam bastante menos.
        Por que é que os que não compram (principalmente porque não têm onde os carregar) têm que “oferecer” uma parte do valor dos seus impostos aos que compram?
        Que mentalidade interesseira …

      • Manuel da Rocha says:

        Os EV já poupam, no mínimo, 8000 euros, pode chegar a 120000 euros, no acto da compra, entre ISV e IUC (que estava, em vias, de acabar, a isenção, entretanto, não mais foi falado). Além disso, vão receber, mais 4000 euros. Se 8000 euros, não chegaram para 500%, do país, comprar EV, não serão os 4000 que mudam isso.

  2. Profeta says:

    Mais uma prioridade trocada.

  3. Olé says:

    E, espero, obrigar a que o carro abatido esteja em nome do proprietário à pelo menos 12 meses…
    Creio que no anterior programa de apoio não era obrigatório.
    De qualquer maneira vai ser um valor ridículo e esgotar em poucos dias.
    Se querem fazer de forma minimamente séria devia ser desconto direto, mesmo que menor, para particulares e durante toda a duração do programa.

    • Manuel da Rocha says:

      Nem neste. Pode comprar, um chasso, por 10 euros, pagar 50, a um reboque, para o levar, ao stand/sucateiro. 3940 euros, de desconto, imediato, nos 80000 euros, no carro eléctrico.

    • Paulo says:

      12 meses?
      Pelo menos 2 anos.
      Mas o estado não deve de forma nenhuma favorecer uns em detrimento dos outros.

      Se a ideia é atacar uns e promover outros,
      Então nesse caso ataquem os Asiáticos, e protejam os Portugueses.
      Ataquem empresas estrangeiras, e protejam as nossas.
      Suportem os nossso necesitados,etc.

      Caso contrário, o subsidio deve estar para todos disponivel, quer se compre a gasolina,Gasóleo,Gas,solar,Ou Electrico.
      quer seja bicileta,trotinete,mota,ou carro.

      Não pode andar 80% do País a pagar os carros que 20% usa.
      Isto é corrupção e falta de respeito,falta de formação, só possivel em paises de 3º mundo!!

      • PTO says:

        O subsídio está disponível para todos os contribuintes, ninguém está excluído. E se isso só é possível em países do 3º mundo então a Suécia, Noruega, Dinamarca e muitos maís países europeus são todos países do 3ºmundo, pois lá é igual.

        Em tempos subsidiava-se os carros a diesel e os de gasolina não. Compete ao contribuinte escolher o que acha que lhe é mais conveniente, dentro das suas possibilidades.

  4. Pintor says:

    4k e entregar um veículo de combustão com mais de 10 anos, para um carro a rondar os 40k.Faz sentido

  5. Grunho says:

    Vèm aí as baterias de sódio e os eléctricos vão ficar mais baratos que os de combustão. Portanto o melhor é esperar.

  6. Tug@Pobre says:

    Não é muito logica esta medida, na minha opinião.
    Carros com 10 anos já todos tem o FAP, e por isso menos poluentes.
    Estas medidas deviam visar o incentivo aos veículos mais antigos e com maior incentivo
    Por Exemplo veículos com mais de 20 anos em nome do titular que os entrega com apoio de 50% de carro VE até 30K que já começam a aparecer muitos…
    isto sim seria uma medida que iria incentivar, agora assim parece-me mais uma medida para o teto, pois quem tem carros com 10 anos valem mais de 4K……

    • David Guerreiro says:

      Quem tem carros com mais de 20 anos, normalmente não tem como comprar um VE, nem até 30k.

      • Tug@Pobre says:

        30k PVP, como referi com desconto por ex. de 50% ficaria em 15k e ai sim já acredito que muitos teriam essas possibilidades.
        Alias nem precisaria de ir aos 50%, bastava que não cobrassem impostos nestes casos já era quase os 5o%…..

        • PTO says:

          Desconto de 50% pago pelo Estado? A sério? Em que realidade alternativa vives tu? 🙁

          Os EV’s não pagam ISV, apenas pagam o IVA e os custos de importação.

      • João says:

        Não é verdade.
        Tenho um Renault Laguna com 21 anos e que parece um sofá na estrada.
        Tenho possibilidade de comprar um carro eléctrico, mas para quê? A diferença de preço entre o apoio e o EV paga muito combustível e manutenções para a próxima década.

        • PTO says:

          Isso é uma grande realidade, sem dúvida. Se tens um carro que não te dá problemas, não consome muito e tem uma boa condução e conforto, não vejo nenhuma razão racional para gastares 25 ou 30k num carro novo, seja a combustão ou EV.

  7. JL says:

    Para aqueles que ainda se perguntam: de onde virá a energia para todos os eléctricos ?

    Simples, basta deixar de refinar e abastecer, e ainda sobra alguma:

    “Para encher o tanque de combustível de um carro com 1 litro de diesel ou gasolina (equivalente a aproximadamente 10 kWh ou 9 kWh, respectivamente), são necessários 3 ou 3,5 kWh adicionais de energia na rota do poço ao tanque. Essa energia fornecida inclui, entre outras coisas, gás, combustível e energia da rede necessária para o transporte marítimo e rodoviário, a operação de oleodutos, refinarias, postos de gasolina, etc.”

    https://energeiaplus.com/2025/03/31/wieviel-strom-brauchts-fuer-die-bereitstellung-von-benzin-und-diesel/

    • Mário says:

      E a energia dos seus painéis solares que nem são económicamente viáveis de reciclar só pela quantidade de químicos que usam? Prove la mostre lá? Mas o ti JL gosta de ir com o rebanho.
      E nem sei pq continuamos a ter gás natural em base de diagrama … São uns poluidores esses senhores da ren

      Citando:

      Processos de reciclagem e uso de químicos
      1. Reciclagem térmica

      Usa calor para queimar os plásticos e separar os materiais restantes.

      Não usa muitos químicos, mas gera emissões que precisam ser controladas.

      2. Reciclagem mecânica

      Os painéis são triturados e os materiais são separados por densidade ou magnetismo.

      Quase sem uso de químicos, mas pode ser menos eficiente na recuperação de materiais valiosos.

      3. Reciclagem química (ou hidrometalúrgica)

      Utiliza ácidos e solventes (como ácido nítrico, ácido sulfúrico ou peróxidos) para dissolver e recuperar metais como prata, chumbo e cobre.

      É mais eficiente na recuperação de materiais valiosos, mas sim, envolve o uso de químicos potencialmente perigosos, exigindo tratamento adequado dos resíduos.

    • Mário says:

      E já agora cada kWh consumido em casa, provindo da rede pública, sofre desde a origem ate ao destino, uma perda entre 15 a 30% . Valores indicados pela erse.

      • JL says:

        Então porque eles dizem que as perdas estão entre os 4 e 12%

        https://www.e-redes.pt/sites/eredes/files/2024-12/Documento%20Justificativo%20dos%20Perfis%20de%20Perdas%202025.pdf

        Então mas a energia usada nos combustíveis não tem perdas ?

        • Max says:

          Sabe-se que a eficiência nergética das baterias anda a volta de 80% (uma perda e 20%) – relação entre a eletricidade fornecida por uma bateria e a eletricidade necessária para a a carregar.
          Se na rede se perde entre 4% e 14%, no total perde-se entre 24% e 345% da eletricidade.

          • JL says:

            Errado, a eficiência das baterias é superior a 95%, quando se fala em 80% é em todo o processo, já agora, as percentagens não se somam.

          • Max says:

            É, os carros elétricos andam todos com baterias novas 😉
            Aos 5 anos a eficiência energética anda pelos 70%-80% e ao fim de 10 pelos 50%-60%. Por isso, os 80% que disse é um valor médio razoável.
            E são as percentagens carga/descarga – ou seja, a eficiência energética da bateria é a proporção entre a eletricidade produzida pela bateria em relação à eletricidade consumida para a carregar.
            E sim, pode-se somar essa perda direta à perda da rede. É exatamente como se mede a eficiência energética do hidrogénio produzido por eletrólise: a proporção entre a eletricidade produzida pelo hidrogénio e a eletricidade consumida na sua produção, o que considera as ineficiências e outras perdas, designadamente no seutransporte.

          • JL says:

            As baterias sejam novas ou velhas a eficiência é sempre a mesma .

            Errado e mentira, você confunde eficiência com degradação ?

            Nunca vi tanto disparate junto, desde quando a bateria produz energia ?

            A eficiência é a diferença entre o entra e sai, e nada tem a ver com a degradação, porque se ela tiver uma degradação de 20%, essa energia não entrou nela, portanto não é considerado perda de eficiência.

          • Max says:

            Por uma vez tens razão, produz menos eletricidade porque carrega menos eletricidade, mantendo – aproximadamente – a mesma a eficiência.
            Quanto a produzir eletricidade em vez de armazenar eletricidade, vai chamar pai a outro porque consumir (carregar) e produzir (descarregar) são termos que todos entendem.

          • JL says:

            Eu não entendo, porque não se chama produzir.

    • Manuel da Rocha says:

      Atenção é ao outro pormenor: 60000 vezes, a distância Terra-Lua, em cabos, de média e baixa tensão, 900000 novas estações, de tensão e distribuição, para formatar a grelha energética, da Europa.
      Esses valores estão estudos: 198300000000000000 euros, no mínimo, como custo. Foi previsto gastar 460000 milhões, anualmente, pela Europa, desde 2021. Até Dezembro, de 2024, usaram 311000 milhões. É só fazer, as contas, para ver, o atraso, no plano, 2035.

    • PTO says:

      Certo, mas é preciso que a rede elétrica aguente com o crescente aumento de carregamentos, especialmente à noite. Será que ela está preparada para isso? E caso não esteja, qual é a facilidade e o custo com que se consegue fortalecer a mesma a nível nacional/global?

      • JL says:

        Supostamente até 2035 com o crescimento atual, as entidades dizem que sim, mas é preciso aumentar, tal como mostram alguns relatórios.

        Há um artigo por aqui sobre isso, na Pplware, algo já do ano passado, neste momento não estou a encontrar, qualquer coisa sobre de as redes aguentam..

  8. jorgeg says:

    Apoios e dinheiro para a prevencao de fogos florestais nem ver-lo.
    Dinheiro e apoios para as vitimas e da destruicao causadas pelos fogos florestais nem ver-lo.
    O que interessa sao ferias, tachos e enriquecer com os fogos florestais.

    • Vítor M. says:

      Há e aos milhões todos os anos. Basta ver o preço investido nos 2 Canadair. Antes houvesse tanto dinheiro assim investido na eletrificação.

      • Mário says:

        Comecem por viajar menos de avião. Já que o jetfuel tbm é subsidiado. Os fogos poluem mais que um diesel ou gasolina em 100 anos. Mas o que interessa é ficar bonito na fotografia. E isto num país em que as emissoes globais nem chegam a 1% do total. Vê se que a China não está interessada em reduzir emissões, e África? Porque não obrigam a ter veículos elétricos em África? Só hipocrisia. Tal como alguns dos fogos estarem a arder em zonas de prospecção de lítio.
        Quando tivermos o país todo esburacado, alguém vai ficar feliz.

        • Vítor M. says:

          Sim, tem tudo a ver os incêndios em Portugal, que são atos criminosos, com as viagens de avião. 😉

        • JL says:

          Se não obrigam cá, porque iriam obrigar a ter veículos eléctricos em África ?

          • Mário says:

            Quando regressares a Portugal avisa.
            Então porque é que inventaram uma taxa para o CO2? Apenas para tornar essas formas desvantajosas. Para mim isso é obrigar. Dizer ás empresas que não pagam impostos se comprarem elétricos em detrimento de combustível fossil não é obrigar… Pois não. Só para si sr JL.

          • JL says:

            Estou em Portugal neste momento, então qual eléctrico comprou? já que foi obrigado.

            É obrigar a quê ? a poluir menos ? isso não o obriga a comprar um eléctrico, ande de transportes públicos, já que o eléctrico para si não serve.

            Mas elas pagam impostos na mesma.

            Não, não é obrigar, é incentivar, essa é a diferença que cabeças duras não conseguem atingir.

          • gFan says:

            @JL incentivar não é limitar liberdades…. Quando crias um imposto (taxa para o CO2) sobre uma solução isso não é incentivar outra solução!

            Aumentar o preço da carne, não é incentivar vegetarianos!

            Isso é limitar liberdades!
            O povo não anda a comer gelados com a testa!

            Acorda Portugal!

          • JL says:

            Não, em lado nenhum incentivar é limitar liberdades, se o convidarem para lhe pagarem o jantar, isso é limitar liberdades ?

            Não, isso é incentivar cada vez menos o seu consumo, quando surgiu a taxa de carbono, ainda nem sequer haviam elétricos.

            Não, é tentar reduzir o consumo de carne.

            Não lhe limitaram liberdades nenhumas, pode continuar a usar

            Sim, parece que o povo além de teimoso anda a comer gelados com a tesla, acorda Portugal, estás demais adormecido e entregue aos lobbies.

        • JL says:

          Curioso, porque nenhuma das áreas ardidas coincide com as áreas de prospecção, mas pronto, sabemos que para os mais fracos que vêm um símbolo de fogo no centro do pais veem logo ali uma zona de prospecção.

          Então e antes de haver zonas de prospecção de lito, havia fogos porquê ? eram zonas de prospecção de petróleo ?

          • Mário says:

            Por isso é que os mapas mostram isso mesmo.. zonas de prospecção. Só você è que não vê. Ah já sei..como você não viu nem disse, é mentira. Tal como ali no grupo dos teslas…. Só você é que sabe, só você é que tem , só você é que vê.

          • JL says:

            Mostram onde ? Não me diga que Mangualde é zona de prospecção ? Posso citar mais algumas.

            O quê? É mais um infiltrado no grupos dos telas ? É mais um lobista ?

      • João says:

        Portugal aluga os Canadair.
        Esta semana uma reportagem no telejornal dizia exactamente isso – Portugal é um dos países da UE que não possui Canadair.

      • Yamahia says:

        Portugal ao nível de investimento nos Canadair é uma desgraça. Não tem, aluga umas migalhas e o q aluga não serve pq está avariado.
        A Grécia por exemplo tem mais de 10.
        Apenas para nós situarmos.

  9. PGomes says:

    Isto é apenas fprçar os pobres financiar os carros novos dos ricos.

  10. ArkhamCity says:

    E que tal ajudar as pessoas que ficaram sem casa por causa dos fogos?

    Comprar elétricos é derreter € dos contribuintes desnecessariamente e aumentará a probabilidade de haver mais incêndios na via pública, garagens, etc.

  11. Yamahia says:

    O título do artigo é a prova provada q os elektros não prestam.
    Se prestassem não precisavam de subsídios para serem vendidos.

    • Vítor M. says:

      A tua visão é muito pequenina. Em Portugal (e em muitos outros países da Europa), os carros a gasóleo/diesel chegaram a receber apoios indiretos e incentivos estatais, sobretudo entre as décadas de 1990 e 2010, por vários motivos:
      Fiscalidade mais baixa no gasóleo: o Estado cobrava menos imposto sobre o gasóleo do que sobre a gasolina, tornando os carros a diesel mais atrativos. Isto era pensado para beneficiar transportes pesados e profissionais, mas estendeu-se ao automóvel particular.
      Incentivos à compra: em alguns programas de incentivo à renovação da frota (como o abate de veículos antigos), não havia distinção entre carros a gasolina e a gasóleo, pelo que também se podiam comprar veículos diesel com esses apoios.
      Narrativa ambiental da época: durante muitos anos, os motores diesel foram promovidos como mais eficientes e com menos emissões de CO₂ do que os a gasolina, o que levou a políticas públicas que os favoreciam.

      Portanto… a falares, pelo menos, não digas asneiras.

      • Zé Fonseca A. says:

        1. Para ajudar a Europa a ser mais competitiva
        2. Isso era para incentivar a renovação de frota
        3. Mais eficientes sempre foram, menos poluentes nunca ouvi tal disparate

        • Vítor M. says:

          Não era disparate, e só mais recentemente, com a maior preocupação com as emissões de partículas e óxidos de azoto (NOx), os apoios mudaram de sentido. Hoje, já não há benefícios para os diesel e, em alguns casos (como restrições de circulação em cidades), há até penalizações. Por isso é que não devemos olhar para o presente como se não existisse passado. E temos de ter SEMPRE em consideração a evolução dos mercados até chegarmos ao que temos agora. O futuro é, sem sombra de dúvidas, dos elétricos.

          • JL says:

            Não esquecer que continuam com um combustível que é menos tributado em impostos e que tem um custo de produção maior.

          • Zé Fonseca A. says:

            Tirei carta de condução nos anos 90 e umas das perguntas de exame teórico era precisamente sobre quais os combustíveis mais poluentes e o gasóleo sempre foi o mais poluente, por isso não sei do que falas

          • Mário says:

            O que eu me ri…. Imagine carros de bombeiros elétricos nestes incêndios…. Não é viável. Não há futuro elétrico nesse aspeto. Mas continuam a insistir que sim. A Europa a ir contra o abismo e a indústria a fazer carros descartáveis. Só um cego diz que não há lobby nos elétrico.s
            Não é por nada que até o unimog de 1978 aqui dos bombeiros da terrinha saiu com água.

          • Vítor M. says:

            Quando não se percebe do assunto… ri-se para não parecer mal. Mas vamos a factos:

            O argumento de que veículos elétricos “não são viáveis” nos bombeiros não corresponde à realidade. Já existem camiões de bombeiros elétricos em operação em vários países europeus, incluindo Áustria, Alemanha e Noruega. Modelos como o Rosenbauer RT foram especificamente desenvolvidos para combate a incêndios, com baterias de alta capacidade e geradores auxiliares, garantindo autonomia mesmo em cenários extremos.

            A questão não é “se funciona”, mas sim como está a ser implementado. E funciona: estes veículos reduzem custos de operação, diminuem as emissões em ambiente urbano (onde os bombeiros atuam a maior parte do tempo) e permitem trabalhar dentro de edifícios ou túneis sem libertar gases tóxicos, algo impossível para motores a gasóleo.

            Quanto à ideia de “carros descartáveis”, trata-se de outro mito. As baterias modernas têm ciclos de vida superiores a 10 anos e podem ser reutilizadas em sistemas de armazenamento de energia. Além disso, a União Europeia já aprovou legislação para obrigar à reciclagem de mais de 90% dos materiais críticos usados nas baterias.

            É fácil rir ou puxar pela nostalgia de um Unimog de 1978, mas isso não apaga o facto de que o mundo evoluiu. Há 40 anos também se dizia que os telemóveis eram “inúteis e sem futuro”. Hoje ninguém vive sem eles. O mesmo acontecerá com a mobilidade elétrica.

            A diferença é que, desta vez, não se trata apenas de conveniência, trata-se de reduzir emissões, salvar vidas em ambientes mais limpos e preparar o futuro da indústria.

            E havia tanto ainda para dizer… mas não ias perceber!

          • Yamahia says:

            “…Modelos como o Rosenbauer RT foram especificamente desenvolvidos para combate a incêndios, com baterias de alta capacidade e geradores auxiliares…”
            Lá está, esse carro é a combustão, facto convenientemente omitido nas palestras dos presidentes de câmara que querem parecer verdes, muito comum pelo Canadá e zona da Califórnia no ano passado. Entretanto baixaram a crista pq aquilo só deu bronca e custa mais meio milhão que um carro tradicional a diesel.
            E não, não é com isso que vão salvar o planeta
            Na verdade essa bateria não chega para 2 horas em operação e um carro de bombeiros tem que estar sempre disponível!

          • Vítor M. says:

            Errado. O Rosenbauer RT é um camião de bombeiros totalmente elétrico, aliás, é dito pelos especialistas que o seu desenvolvimento é um marco tecnológico no setor. Aliás, é muito superior ao modelo térmico. A sua arquitetura não apenas substitui o motor tradicional por um elétrico, ela foi repensada desde a base para melhorar ergonomia, conectividade, e resposta operacional.  

            É alimentado por um ou dois acumuladores de bateria, com capacidade total de até 132 kWh, permitindo uma autonomia de cerca de 100 km em modo totalmente elétrico. E carregado.  

            Possui dois motores elétricos distribuídos nos eixos dianteiro e traseiro, permitindo tração integral.

            Tem depois um range extender (motor a gasóleo ou biodiesel), que entra em ação quando necessário, garantindo várias horas extras de operação e autonomia prolongada.

            Este gerador não move diretamente o veículo, apenas fornece energia elétrica para recarregar as baterias ou alimentar os sistemas em tempo real.

            Portanto, o que tu dizes é, como sempre, um disparate.

          • Yamahia says:

            Se “…Tem depois um range extender (motor a gasóleo ou biodiesel), que entra em ação quando necessário…”, “… O Rosenbauer RT…” NÃO “…é um camião de bombeiros totalmente elétrico…”

          • Vítor M. says:

            É totalmente elétrico, ele para rodar não precisa do gerador. É o mesmo que meteres num Tesla um gerador a gasóleo na mala. Não deixa de ser um 100% elétrico… 😀 mais uma vez falhaste 😉

        • JL says:

          Mas a Europa está mais competitiva, nunca se ganhou tão bem como agora.

          • Zé Fonseca A. says:

            Ganha-se bem em qualquer lado, mas chegámos ao ponto que um salário de low 6 figures é algo banal e apenas classifica uma família de classe media.. ganhamos bem mas o custo de vida nunca esteve tão caro.. e grande parte advém das políticas green que nasceram na Europa e vão matar a Europa.. nessa altura vais viver para onde e carregar o teu EV onde?

          • JL says:

            Tão caro ou tão barato ? Vejo toda a gente com carros e casas, vão de férias sem ficar em casa, e está mau ?

            Nunca esteve tão caro ou nunca deu para comprar tanto como agora ?

      • Mário says:

        E são mais eficientes caro Vítor. Só quem tem uma visão tacanha pode dizer o contrário. Obviamente não tem uma eficiência como um elétrico, mas são de longe mais eficientes que os outros.
        Por algum motivo geradores de grande potencia são a gasóleo, camiões, etc.
        Agora os elétricos tbm tão a receber apoios e muito mais que os diesel receberam.
        O dono de uma transportadora que trabalhou para a Galp, referia que o camião para ser rentável tinha que andar durante 18h por dia…. A carregar baterias n sei.
        Continuo a dizer… Andam a promover elétricos e depois andam de avião…. Então porque não andam de avião elétrico?

        • Vítor M. says:

          Dizer que o gasóleo é “mais eficiente” é um mito: motores a combustão aproveitam só 30% da energia, enquanto os elétricos passam dos 85%.
          Os camiões elétricos já existem, carregam rápido e têm custos de operação muito mais baixos.
          Quanto à aviação, os elétricos já estão em testes para voos curtos e os combustíveis sustentáveis estão a crescer.
          Não é promoção, é evolução, tal como o gasóleo um dia substituiu a gasolina.

          Sim, havia tanto ainda para dizer, mas…. 😉

    • JL says:

      Por isso mesmo não têm subsídios, o que não presta são os combustíveis, daí terem subsídios.

      • Mário says:

        Os carros elétricos tbm. Os liberais è que gostam de lhe chamar incentivos.
        Daqui por uns anos temos um desastre ambiental por causa das baterias e quero ver você a falar.
        A elétricidade tbm é subsidiada e não é pouco. Com os Cfds das eólicas e afins… Já para não falar da taxa administrativa de CO2 na geração a gás natural fabricada de propósito para tornar o gás natural desvantajoso. Senão nem as eólicas eram vantajosas. Mas claro..
        Se fosse o JL a dizer era uma verdade universal..como não é.

        • JL says:

          Também não têm, nem sabem a diferença de subsídios de incentivos.

          Temos ? Então agora está armado em Maya ?

          Lá vem a velha peixeira que julga que sabe tudo, até parece que as baterias apareceram à 5 dias.

          Não era melhor se formar para poder reparar os eléctricos também? Assim não andava tão armado em criança a tentar desmotivar os outros a comprar aquilo que não sabe reparar na sua oficina.

          Se ela é subsidiada você também beneficia e os combustíveis mais ainda, afinal como já vimos os carros a combustão gastam mais electricidade que os carros eléctricos.

          Então que verdade universal é essa, você mais parece um padre.

          • Max says:

            Quando o Estado dá 4.000 euros para apoiar a compra de um BEV está a dar um subsídio, faz um desembolso não reembolsável. Essa diferença que inventas entre entre incentivo e subsídio é tolice.
            “Ah, mas é para incentivar a compra de um BEV!” Isso é apenas uma questão semântica, de palavras usadas na comunicação. Pode-se-lhe chamar um incentivo, mas continua a ser um subsídio à compra do carro, a juntar a outros incentivos, como as isenções fiscais em ISV e IUC e benefícios fiscais às empresas.
            Já vi que falas de “subsídio” ao gasóleo por o Estado cobrar menos impostos do que cobra na gasolina. Voltas a usar outra vez a semântica para melhorar o efeito comunicacional que pretendes – o que o Estado faz é aplicar taxas menores de imposto no gasóleo, não está a pagar um subsídio. Por que é que o estado fez essa diferença, teve varias razões, mas a diferença tende a reduzir-se. “Ah, mas assim, os com carro a gasolina subsidiam os a gasóleo!” Outra vez uma questão de semântica. É o mesmo que dizer que os que pagam ISV e IUC subsidiam os que compram automóveis elétricos.
            Agora, que os 4.000 euros que o Estado dá para a compra de um BEV é um subsídio, é. Podes-lhe chamar incentivo que não muda a substância.

          • JL says:

            Errado, não é subsídio, é incentivo.

            A idiotice é apenas sua, daqui a pouco até chama de iva de subsídio.

            Não é semântica, é a realidade, já que o objetivo é esse, incentivar, eles não estão a dar algo que você não escolheu.

            Errado, um subsídio é algo diferente.

            No caso dos combustíveis é mesmo subsídio, porque trata se de baixar os impostos para que a carga fiscal não seja tao grande como a UE quer que seja. Portanto subsídio.

            Não serve para incentivar as pessoas a comprarem, além de que é dado repetidamente para manter o custo baixo.

            Já agora, não sou eu invento nomes e significados como vocês, são as entendidas que lidam com eles, já se perguntaram que o mundo é como é, e não como.voces gostavam que fosse ?

          • Max says:

            Afinal o que chamas chamas subsídios aos combustíveis é por o estado não aumentar ainda mais os impostos sobre os combustíveis para que a “carga fiscal não seja tão grande como a UE quer que seja” … e por isso está a subsidiar os combustíveis. Cada vez mais parvo.

          • Mário says:

            Você é que é um rabugento sempre a pensar que sabe dos assuntos. Mas não sabe nada.
            Ah então os combustíveis por ter impostos mais baixos é subsídio. Os elétricos por não pagarem impostos de todo ( porque se pagassem eram bem mais caros) já é.incentivo. tá bem.
            Muito me conta. Afinal só me está a dar razão. Mas fique lá com a bicicleta.

          • JL says:

            Não, eu chamo subsidio porque é assim que os organismos lhe chamam:

            https://www.imf.org/en/Topics/climate-change/energy-subsidies

            Não estou aqui a inventar nomes como você.

            Sim, está cada vez mais parvas as vossas alucinações, não sei para quê, imagine que tem um filho que se chama Carlos, a partir de amanha eu começo a chamar-lhe João, só porque me apetece.

            É isso que você está a fazer.

          • Max says:

            FMI:
            “Os subsídios implícitos ocorrem quando o preço a retalho não inclui custos externos, [que] incluem contribuições para as mudanças climáticas por meio de emissões de gases de efeito estufa, danos à saúde local (principalmente mortes prematuras) através da emissão de poluentes locais prejudiciais, como partículas finas, e congestionamento de tráfego e externalidades de acidentes associadas ao uso de combustíveis rodoviários. Obter os preços certos da energia envolve refletir esses efeitos adversos na sociedade nos preços e aplicar impostos gerais sobre o consumo quando os combustíveis são consumidos pela família.”
            Enfim, o FMI chama a isto subsídios porque os preços dos combustíveis, se incluíssem essas externalidades, eram mais altos. O que se pode dizer é que na UE, o estado quando cobra impostos elevados sobre os combustíveis, incluindo a taxa de carbono, já tem isso em conta.
            O uso do termo subsídios já se usava em finanças públicas muitas décadas antes de o FMI e os ambientalistas virem com este argumento. O significado é o que referi acima. Vir com essa história do FMI para dizer que os 4.000€ para a compra de um elétrico é um incentivo e não um subsídio é uma grande treta. Mas o nome não interessa, o que interessa é que o Estado vai buscar 4.000€ do dinheiro dos impostos (um parte, dinheiro dos impostos sobre os combustíveis) para pagar ao beneficiário que compra um BEV.

          • Max says:

            Aliás, é o mesmo texto do FMI que no parágrafo anterior distingue subsídios explícitos de implícitos- e diz que que nos subsídios e explícitos o preço de compra passa a ser inferior ao preço de mercado. Ou seja, diz que quem recebe os 4.000€ vai pagar menos que o preço de mercado – o que é óbvio, menos para quem quer vir com distinções da treta entre subsídios e incentivos.

          • JL says:

            Por isso mesmo acho que não precisa de inventar sobre algo tão simples.

            A distinção é bem clara, mostre lá onde o fmi ou outro organismos chama isso de subsidio ? mas enfim, continua a não querer entender o que é e a inventar.

          • JL says:

            Exato, Mário, continue a insistir que um dia até vão trocar o nome disso. LOOOL

          • Max says:

            FMI:
            “Os subsídios são decompostos em subsídios explícitos e implícitos. Subsídios explícitos ocorrem quando o preço de venda dos combustíveis está abaixo do custo de produção”. Obviamente isto não acontece, o que acontece é o contrário – em cima do custo de produção o estado carrega valentemente com impostos, não subsidia.
            Portanto, quando, o FMI fala de subsídios aos combustíveis do que está a falar é dos subsídios implícitos, como referi acima.
            Mas, passando para os 4.000€ o conceito é o mesmo – é um subsídio explícito, através do qual quem compra vai ter um custo menor do que pagaria se não tivesse subsídio.
            Isto é tão óbvio que só um (e só um, não há mais) elektro.iluminado não vê.

          • JL says:

            O que o fmi diz é que os impostos que os combustíveis fósseis pagam não cobram os danos que provocam, além disso estão disponíveis a todos e para todos.

            Nos eléctricos não, são num número limitado e por concurso.

            Portanto não são um subsídio, são um incentivo que só chega a alguns.

          • Max says:

            Chega a alguns … mas custa a todos.

          • JL says:

            Custa a todos os poluidores, além disso reduzem a poluição, é para isso que se taxa o carbono.

  12. Mário says:

    Então, nós estarmos a pagar défice tarifário na energia é um subsídio ou incentivo? Na sua ótica é um incentivo porque é para alimentar o seu lobby. Se fosse para alimentar o lobby dos outros já era subsídio

    • JL says:

      Se não quer entender o que é e insiste em inventar, esteja à vontade, não arranja ninguém a confirmar que aquilo que quer o seja, e portanto vai continuar a embirrar com a sua ideia.

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