Este sistema pode detetar defeitos nas baterias antes que falhem ou incendeiem
No sentido de baterias mais seguras, uma equipa criou um sistema de ultrassons não invasivo que deteta defeitos nas baterias dos carros elétricos antes que elas falhem ou incendeiem.
Investigadores da Universidade de Drexel desenvolveram um sistema para detetar falhas internas nas baterias dos carros elétricos antes que qualquer defeito ou imprevisto provoque um mau funcionamento ou um incêndio.
Uma vez que os testes ultrassónicos não destrutivos estão a ser cada vez mais utilizados na ciência das baterias, a equipa desenvolveu um sistema de ultrassom não invasivo que permite analisar o estado interno do componente, identificando possíveis defeitos que poderiam resultar em sobreaquecimento.
Apesar de as baterias de lítio serem seguras, pequenos defeitos de fabrico podem ter consequências graves.
Atualmente, os controlos de qualidade dependem de inspeções visuais, testes de desempenho e radiografias, métodos lentos e que aumentam o custo de produção.
Sistema de ultrassons pode revolucionar a segurança das baterias
O sistema proposto pela equipa de investigadores, um microscópio acústico de rastreamento, de baixo custo, modular e fácil de usar, utiliza ondas acústicas de baixa energia para analisar as células das baterias sem afetar o seu funcionamento.
Além de ser mais rápido e económico do que os métodos tradicionais, não alterar o desempenho da bateria e poder ser usado em investigação para testar novas composições químicas, o software da equipa foi desenhado em código aberto.
Desta forma, os investigadores facilitam a sua exploração pela indústria.
Tendo o aperfeiçoamento da tecnologia em mente, para obter imagens tridimensionais e analisar elétrodos com maior detalhe, a equipa procura que este sistema se torne um padrão no fabrico de componentes mais seguros.
Recorde:






















Como se impede um incêndio num carro a combustão?
Seja por embate, seja por sobreaquecimento das peças…. todas as semanas arde algum em algum lado de Portugal… Onde estão as notícias disso?
Isso não tem nada a ver com esta notícia.
Incêndios por causa de embate é uma causa ‘natural’. Infelizmente, hoje, aconteceu isso no acidente do Diogo Jota.
Também há incêndios em carros de combustão sem embates. E muitos. Por exemplo, com turbos a rebentar.
Turbos a rebentar? Deixem-se de invenções que eles de origem são raros os que rebentam!
Ninguém obriga ninguém a levar o carro ao ‘zé fumaças’.
E a lei até proíbe que essa componente seja alterada ou trocada por algo que não seja igual ao original (ou com as mesmas características).
O que a lei não proíbe é que o eixo do turbo se desgaste e que comece a deixar passar o óleo. Até ele cair em barda em cima dos colectores de escape.
Vou dar uma de JL…
Como sabe que arde algum todas as semanas? onde foi buscar esses dados?
Embate? qual a percentagem de veículos a combustão que sofreram um embate e pegaram fogo? e dos eléctricos?
Sobreaquecimento de peças? fora alguns modelos específicos que sofreram recall da marca, que mais casos há de modelos a combustão que arderam por sobreaquecimento de peças?
E onde estão as noticias dos eléctricos?
Caso não tenha reparado já há algum tempo que as noticias deixaram de mencionar qual o tipo de veiculo (eléctrico/combustão…) que sofreu acidentado e/ou está a arder…
Ah que bom ver que afinal me dão razão. Loool
E quem lhe deu razão?
onde leu que lhe deram razão?
A única parte semelhante é que foram feitas perguntas.
De resto.. é tudo diferente a começar pela coerência das mesmas.
No seu comentário, se adota a minha posições é porque concorda com elas.
Sim, costumo ser sempre coerente.
*’sofreu’ um acidente e/ou está a arder
95% dos carros são a combustão ou seja uma pequena parte tem problemas.
Os elétricos são apenas 5%. 25% ou mais têm problemas.
mas isso não vai afetar os caninos ? se todos os elétricos tiverem baterias zumbidoras os bixos vão dar em malucos
Mais uma pseudo invenção inútil.
Para algum dia ser útil as baterias teriam de se incendiar ou estragar.