PplWare Mobile

Baterias Made in China não explodem nem com um Tanque de Guerra por cima

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Vitor M says:

    Fazer testes a baterias vazias..
    De qualquer forma eu acho que estas baterias são as que a Russia desenvolveu para a China.
    Nickel-cobalto-manganes algo assim..

    Corrijam-me se estiver enganado.
    Eu acho que a Russia deu um tiro no pá ao faze-lo, mas a ver vamos..

    • RicM says:

      Não há baterias verdadeiramente vazias. Há apenas deslocamento dos eletrões de um polo para outro.

      • Vítor M. says:

        É uma verdade parcial 😉 Em muitas baterias (particularmente as recarregáveis, como as de iões de lítio), estas nunca ficam “vazias” no sentido absoluto. Mesmo quando se diz que uma bateria está “vazia” ou a 0%, ainda existe carga elétrica residual e os materiais eletroquímicos continuam presentes. O que ocorre é que a diferença de potencial (voltagem) entre os polos já não é suficiente para fornecer energia útil. E sim, falamos sempre em energia útil.

  2. Luisa12 says:

    Fico á espera de estudos feitos por entidades independentes da PCC..

    https://www.youtube.com/watch?v=Kw94t1oGHgM

  3. André R. says:

    É irónico, o diesel gasto para testar as baterias…
    Para além de que as 36T são distribuídas por ambas as lagartas e cada lagarta tem o peso bem distribuído, mas não deixa de ser admirável…

  4. Alex says:

    Mais gelados pra testar… LOL

  5. JL says:

    Claro que não, já todos sabíamos que baterias não explodem.

  6. JCS says:

    No link seguinte é mais visível o diferencial de diferentes tecnologias de baterias e em como a alteração na estrutura de uma bateria num acidente pode realmente explodir.

    https://www.youtube.com/shorts/FUTF9xNF7z8

  7. Rui says:

    Seria interessante saber o porque do o pplware não ter feito uma noticia sobre o carro que ardeu no outro dia em mafra no parque de estacionamento do convento com pessoas e carros ao lado, à espera já sei não era eletrico

    • Vítor M. says:

      Nem sei do que estás a falar. Mas tens ideia de quantos carros ardem nesta altura de calor? E não são só térmicos, mas elétricos também, como se viu ainda há dias. Se fosse para escrever sobre todos, era complicado, até porque alguns não temos conhecimento. Há tanta coisa!

      • carlitos says:

        Existem pessoas que vêem o presente olhando para o passado, outras olhando para o futuro. Estas últimas sabem que a necessidade aguça o engenho, em alguns. Para uns só existem problemas, para outros desafios, oportunidades e caminho.
        O progresso tecnológico e de conhecimento, atualmente é exponencial, algo novo na história deste mundo.

        • Vítor M. says:

          Desde há 20 anos, pelo menos aqui, online, que certos problemas, dúvidas são transformados em desafios, incentivo à propagação de boa informação tecnológica. E muitos que nos estão aqui a ler, quando tudo isto começou, eram crianças, outros estavam no ensino superior, outros no secundário, 😉 por isso é que olhando para os últimos 20 anos, não entendo a relutância das pessoas em relação aos elétricos. Custa-me entender, não vejo nem um motivo válido que sobreponha a evolução tecnológica!

      • RicM says:

        A culpa é da pplware que não anda a consultar todos os grupos de facebook da zona oeste.

    • JL says:

      Tem alguma notícia sobre isso ?

  8. JCS says:

    De salientar a evolução, e que se procure cada vez mais uma melhor autonomia, durabilidade e segurança.
    No link seguinte é mais visível a evolução o diferencial de diferentes tecnologias de baterias e em como a alteração na estrutura de uma bateria em algumas tecnologias num acidente pode realmente explodir.

    https://www.youtube.com/shorts/FUTF9xNF7z8

  9. B@rão Vermelho says:

    Desculpem a insistência, eu fui militar Regimento de Cavalaria nº 4 grupo de carros de combate, sempre que alguém se referia à um carro de combate como “tanque” lá vinha a praxe física, já se passou quase 40 anos ainda me lembro ” isto é um carro de combate, um tanque é onde se lava a roupa” 🙂 🙂

    • Vítor M. says:

      Eu percebo essa “queixa” dos que trazem o léxico militar. Mas, para todos os civis, um tanque de guerra é diferente de um tanque de lavar roupa, apesar que um tanque de lavar roupa é cada vez menos usado… e o de guerra, infelizmente, está de novo na ordem do dia. Um carro de combate pode ser um MBT – Main Battle Tank (daí a designação de tanque), pode ser um mais leve, tipo AMX-13, Scorpion, um Tank destroyer (novamente a alusão ao tanque), pode ser um anfíbio, como o PT-76, ou ainda um BMP-2, Bradley… todos são diferentes e no léxico civil, uns são mais “tanque” que outros, mas todos são carros de combate.

  10. Lumia says:

    Testes feitos sem estar em carga…, ainda há dias pegou fogo um no Norte do país, no estacionamento do Norte Shopping, estava em carga e…pegou fogo, só não se sabe a marca/modelo do mesmo, colocaram logo uma manta anti chama sobre o carro depois de extinto.

    • Vítor M. says:

      Sem estar em carga? Podem estar carregadas. Aliás, há testes de perfuração que mostram bem isso. Aliás, não faltam carros, sem estar em carga, que explodem.

    • JL says:

      Não estava em carga e nem sequer foi o carro que pegou fogo, é bem visível em alguns vídeos que aquilo que pegou fogo estava dentro da mala do carro.

      Sabe sim, é um Renault zoe.

      E não, não colocaram manta nenhuma, há videos onde se vê os bombeiros a apagar o fogo, que nem 10 minutos levou para ficar extinto.

      https ://tabonito.com/incendio-em-carro-eletrico-no-parque-do-norteshopping-leva-a-assistencia-de-3-pessoas/

  11. Carlos says:

    É o chamado teste Tiananmen?

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