O OS X Mavericks chegou a meio do mês passado e até agora tem estado a mostrar-se como um sistema operativo estável e com melhorias significativas, não lhe sendo reconhecidos problemas.
A Western Digital tem no entanto um problema grave em mãos, relacionado com este SO e algum do software que criou para o OSX. Segundo um email que a empresa está a enviar para os seus clientes, a utilização do Maveriks e de algum do seu software pode levar a perda de dados nos discos externos que a ele se liguem.
O Raspberry Pi tem, desde que foi lançado, ocupado um espaço muito próprio e que estava livre. Este mini-pc consegue revelar-se uma máquina de grandes capacidades e preparada para funções que transcendem o seu tamanho.
A mais recente adição que a Raspberry fez ao software que disponibiliza para a sua plataforma foi o Java da Oracle, que pode ser já usado nestes dispositivos, por todos os que quiserem começar a programar nesta linguagem.
Escrevi no inicio deste mês, após o lançamento da nova versão do Android, o suposto aparecimento no video de apresentação um homem a segurar o presumível novo Nexus.
Depois deste aparecimento acidental ou não, tem-se intensificado o aparecimento de vários dados do novo topo e gama da gigante das pesquisas, por erro das várias entidades envolvidas ou não, já se sabe quase tudo sobre o novo equipamento da Google.
Quando comecei a mexer nas primeiras máquinas com Linux, um dos procedimentos que me fazia alguma confusão (e até medo) era a instalação de programas a partir do código fonte (source code). O código fonte das aplicações são normalmente distribuídos em ficheiros compactados .tar.gz ou .tar.bz2.
Com o aparecimento dos gestor de pacotes, tudo se tornou mais simples e hoje em dia instalar uma aplicação é no Linux é algo bastante simples (mesmo tendo esta dependências).
Para quem conhece o Ubuntu Software Center, hoje apresentamos uma alternativa: App Grid.
O mundo anda expectante face às revelações de Edward Snowden, os lideres das nações estão preocupados com a espionagem que está a ser levada a cabo pela NSA, agência de espionagem norte-americana e que é um colosso de aspiração de dados e que ainda não se conhece a verdadeira dimensão.
Na essência está o PRISM, um programa de vigilância de telecomunicações altamente secreto, que passou durante anos despercebido. Desde 2007 que o objectivo do programa é vigiar e monitorizar toda a actividade das telecomunicações, bem como avalia-las, de forma a recuperar informações armazenadas acerca de um determinado alvo e vigiar toda a comunicação em tempo real.
Este é um sistema de vigilância constante e em tempo real, vigia tudo aquilo que o utilizador faz nas telecomunicações como os seus telefonemas, actividade do Cartão de Crédito, mensagens nas redes sociais, sites na Internet que visitamos, email, SMS, Skype, fotografias, vídeos, IPs, transferências, notificações de login, e muitos outros dados.
Isso tudo é possível com a cooperação das empresas que fornecem esses serviços mas não só! Eles podem estar nos nossos computadores!