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Fiquem a saber o que poderá vir no novo Nexus

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Hélder Ferreira


  1. David Guerreiro says:

    “O Xiaomi Mi3 é o único até agora a incorporar o ultimo modelo deste SoC, o mesmo que parece que virá no Nexus 5.”

    Esta informação não está correcta. O Xiaomi Mi3 incorpora o Snapdragon 8974AB. Se o Nexus 5 incorporar o 8974A, não é a mesma coisa.

  2. Ora... says:

    Não será mais importante/util p.ex. um ecran melhor (Full-HD) do que os 64 bits? Deixem vir os aziados… já tenho aqui umas caixinhas de rennie para oferecer…

    • Nelson says:

      Para que é que queres um ecrã FHD em 5″?

      • Já o Nexus 4 tinha ecrã grande, 4.7″ e era HD Ready. Se aumentam o tamanho do ecrã têm de aumentar a resolução, se não os ícones, etc, ficam desproporcionais ao tamanho do ecrã.

        • Nelson says:

          Não é verdade, Hélder Ferreria, o Android é resolution independent.

          Além disso, se fizeres as contas, a diagonal do do HD são 1280 pixels, de um FHD são 2202.91.

          Um aumento de 72% na diagonal em pixels face a um aumento de 6,3% em termos de diagonal, em dimensões físicas do ecrã.

          Ou seja, mais um telemóvel pertencente ao desenecessário, xxhdpi. Já que a visão humana nem 300 dpi consegue ver pixels, mesmo quando colados á frente dos olhos!

          A resposta, é uma… MARKETING

          • Nelson says:

            PS: antes que venham dizer “blá blá blá, porque 300dpi são do iPhone”…

            O standard de 300dpi não veio com o iPhone, é o standard usado para fotografia digital.

            Por exemplo, quando um fotógrafo quer passar uma imagem para imprimir com 100cm de lado, mas não sabe que impressora vai usar, imprime a 300dpi para garantir que nunca terá menos qualidade que qualquer sistema de impressão utilizado.

          • MigM says:

            Os 300 dpi vêm da impressão gráfica (offset). Mas mesmo estes valores variam consoante a aplicação do resultado final, p.ex., um outdoor não é impresso a 300 dpi, e muito menos um jornal ou revista. Teres uma foto tirada a 300 dpi dá-te margem de manobra para poderes fazer ampliações.
            A resolução final escolhida está adequada à distância minima que devemos ver o trabalho, por isso os outdoors não são impressos a 300, e por isso quando vemos perto conseguimos ver os pontos de impressão.
            Esta coisa de resolução de imagem já existia antes da fotografia digital.

          • miguel says:

            porque não vez tudo a 30fps??
            chega perfeitamente o teu cérebro não necessita de mais para ver tudo bem.

            no entanto 60fps é o ideal para veres com fluidez

            aqui o mesmo se aplica é melhor, não fiques ruido de inveja.

            se é exagero ou não não sei, masa verdade é que tens ecras de resolução 4K para worckstations da apple e ai já não é exagero. pois é feito para a maçã e não só

          • Não é verdade.
            O olho humano não consegue ver mais do que 300 dpi’s, a partir daí são para análises mais profissionais como por exemplo recorrendo a máquinas fotográficas, visto que as objectivas conseguem captar mais pixeis e pontos luz que o olho humano.

            Apesar do Android não depender de resoluções, quanto maior for o ecrã e a resolução não for proporcional, tudo fica maior, podes confirmar isso nos equipamentos com ecrãs de 4″ e acima onde a resolução é para ecrãs mais pequenos.
            Obrigatoriamente, isto para manter a proporção, quando o ecrã aumenta, têm de aumentar a resolução. Nesta perspectiva, um ecrã de 5″ e superior têm de ter uma resolução de, pelo menos, Full HD.

            Experimenta reduzir a resolução do monitor do teu PC, quanto mais reduzes, maior fica o ambiente, mas quanto mais aumentas, mais pequeno fica.
            A maior parte, ou mesmo todos os ecrãs móveis, monitores ou TVs usam a proporção de 16:9.

            As resoluções não são determinadas pela diagonal, mas sim nos eixos de X e Y, que correspondem à altura e largura, como referi, a maior parte dos equipamentos usam ecrãs na proporção 16:9.

          • Bits says:

            Faz lembrar a história dos 64 bits, não é?

          • Nelson says:

            > porque não vez tudo a 30fps??
            chega perfeitamente o teu cérebro não necessita de mais para ver tudo bem.

            Porque o teu cérebro vê uma imagem contínua.

            Já a questão dos 300dpi tem a ver com a retina dos teus olhos, daí a designação comercial da apple.

            Notas melhor movimento nos 60fps, porque os teus olhos são capazes de ver 30fps, mas isso ou menos, conseguem notar a diferença, 60fps é só um número!

            Os 30fps vêm da rede eléctrica americana que opera a 60Hz, como a televisão americana é interlaçada altera entre linhas pares e ímpares, ficou aproximadamente 30fps.

            Na Europa, a rede eléctrica é de 50Hz, logo, aqui temos o PAL a 25fps.

            Por isso, os 60fps, vêm apenas do dobro dos 30fps da TV americana, é daí. Uma questão de comidade, não uma medição do corpo humano.

            Já o cinema, que não tem que nada que ver com a televisão e rede eléctrica, fizeram o teste de ligar uma luz e desligar a luz (passagem do fotograma), e chegaram á conclusão que não notamos a diferença a partir de 24 vezes por segundo.

            E a verdade é que para movimento real, não precisas de mais, se foste ver o Hobbit a 48fps, é bom por causa do 3D que não causa dores de cabeça, mas em termos de movimento, parece estranho, alta resolução de movimentos (mais fps) tem mais a ver com movimentos de objectos (circulos, caixas, etc…)

            > aqui o mesmo se aplica é melhor, não fiques ruido de inveja.

            Ó porque estou…

            > se é exagero ou não não sei, masa verdade é que tens ecras de resolução 4K para worckstations da apple e ai já não é exagero. pois é feito para a maçã e não só

            Mas são 4K espalhados por que tamanho?

            E não para workstations da apple, são para workstations…

            > Faz lembrar a história dos 64 bits, não é?

            O mundo real tem infinitos bits.

          • Sartre says:

            O mundo real tem infinitos bits como tem infinita resolução.

          • Nuno says:

            Marketing é o que a Apple faz e bastante bem… E essa história dos 300 ppp é mais uma prova disso pois quando a concorrência começou a “superar” os ditos retina, veio a história de não valer a pena nada superior aos 300 ppp devido à vista humana…
            http://www.pcmanias.com/retina-display-afinal-nao-e-o-limite-maximo-do-olho-humano/

          • Nelson says:

            > Os 300 dpi vêm da impressão gráfica (offset). Mas mesmo estes valores variam consoante a aplicação do resultado final, p.ex., um outdoor não é impresso a 300 dpi, e muito menos um jornal ou revista. Teres uma foto tirada a 300 dpi dá-te margem de manobra para poderes fazer ampliações.
            A resolução final escolhida está adequada à distância minima que devemos ver o trabalho, por isso os outdoors não são impressos a 300, e por isso quando vemos perto conseguimos ver os pontos de impressão.
            Esta coisa de resolução de imagem já existia antes da fotografia digital.

            Os outdoors não são impressos a 300dpi, óbivamente por uma questão monetária, e de equipamento, e porque ninguém conseguiria notar os detalhes.

            Mas eu não estou a falar de outdoors, estou a falar da melhor qualidade fotográfica disponível.

            É impossível var mais que ~300dpi.

            @Nuno, essa opinião é apenas de uma pessoa:

            1. The astronomer and science blogger Phil Plait notes, however, that, “if you have [better than 20/20] eyesight, then at one foot away the iPhone 4S’ pixels are resolved. The picture will look pixellated. If you have average eyesight [20/20 vision], the picture will look just fine….So in my opinion, what Jobs said was fine. Soneira, while technically correct, was being picky.”

            2. Shortly after Soneira’s challenge, the Boys of Tech podcast published their own analysis[13] and concluded that Soneira’s claim was invalid and that Jobs’ claim was correct. This was primarily because Soneira misinterpreted the manner in which the acuity of the human eye can be tested.

            3. The retinal neuroscientist Bryan Jones offers a similar analysis of more detail and comes to a similar conclusion: “I’d find Apple’s claims stand up to what the human eye can perceive.”[14]

            Sendo que este último é o mais credível: http://prometheus.med.utah.edu/~bwjones/2010/06/apple-retina-display/

        • rui says:

          tenho o nexus 7 (2012) e o nexus 4 ambos têm a mesma resolução e o Android adapta o ecrã ao tamanho no nexus 4 não tenho as 7 colunas de ícones no tablet assim como os browsers fazem um zoom maior por defeito pelo tamanho do ecrã e não pela resolicao, assim como outras apps

        • Alice Martins says:

          O Android OS abstrai a resolução e densidade de pixels entre dispositivos.

          Ecrâs maiores à mesma resolução não mostram ícones maiores ou desproporcionais. Mostram mais conteúdo, isto é, mais espaço para ícones, listas com mais items, action bar com mais icones, etc.

          • Nelson says:

            Isso depende de como for programada a interface.

            Se for programada para phone, phablet, tablet, etc…

            Mostra mais conteúdo, senão, estica a interface desenhada para telemóvel.

      • iNelson says:

        E quem foi o primeiro aziado a queixar-se? Tinha de ser… o maior deles todos!

    • Sim, por enquanto o 64bits ainda não é uma necessidade. A partir de 2014 começarão a aparecer, como já estava previsto, mas os CPUs 32bits continuarão a existir enquanto o 64bits não se tornar standard em todos os sistemas.

      Até ao momento só o iOS, o Android e possivelmente o Ubuntu Touch, visto que tanto o Ubuntu como o Android partilham da mesma base do kernel, Linux.

      • miguel says:

        uma questão o cpu do iphone 5s é de 64 bits, ou só o ios7 é que já vem com suporte para 64bits?

      • Nelson says:

        Não é uma necessidade, mas os 64bits aceleram as aplicações que são uma necessidade:

        – mais de 4GB de memória endereçável face aos 32bit
        – criptografia (2x mais rápida)
        – reconhecimento de padrões (até 2x mais rápida)
        – virgula flutuante (mais precisão)
        – NUMA (mais espaço de memória virtual, especialmente para aquela mapeada em disco, o que dá jeito, para apps suspensas, por exemplo)
        – etc etc etc

        Mas acima de tudo, estes cores, são de uma arquitectura mais rápida e eficiente por ciclo de relógio (Mhz), e portanto, pela energia gasta, que os anteriores cores. 64bits é parte do bolo..

        • Id Est says:

          Na prática, para o utilizador, não serve para nada, não se aprecebe de melhoria nenhuma; usando as tuas palavras “é MARKETING!”

          • Nelson says:

            apercebe-se quando vires as aplicações de hoje mais rápidas, e quando inventarem aplicações que precisem da performance para serem utilizáveis em tempo real ou em tempo útil, por exemplo

          • Nelson says:

            tipo 8 core, não é? para marketing, porque depois asfixiam no acesso à memória e ao io… tipo o Wi-Fi que é preciso cifrar e decifrar a ligação (wep e wpa ), que o CPU 64bit faz isso em metade dos ciclos de relógio

        • Mas continua a não ser essencial. Para que serve a Virgula Flutuante? Serve essencialmente para o aumento do calculo cientifico, é bom para aplicações de renderização, é essencial? Por enquanto não há essa necessidade.
          Criptografia está vinculada à Virgula Flutuante, a criptografia é feita por cálculos científicos (formulas matemáticas), claro que quanto mais rápida for a Virgula Flutuante, mais rápido será os cálculos científicos (criptografia por exemplo).

          Mais 4GB de RAM? Sim é muito bom, mas por enquanto não precisas de tanto, até mesmo 3GB é muito, entre 1 e 2GB continuam a servir perfeitamente, dependendo da utilização do consumidor.
          O NUMA, quanto maior melhor, claro, mas também não é essencial, por enquanto.

          Isto faz-me lembrar quando apareceu o primeiro processador 64bits, numa altura que nem sequer se falava em PCs com mais de 1GB de RAM nem a maioria dos sistemas eram 64bits. Claro que se tornou standard passado uns anos.
          Aqui será o mesmo, alguém tinha de se chegar primeiro à frente e arriscar na apresentação de uma tecnologia mais avançada, no caso nos processadores para PCs foi a AMD, o aparecimento desta tecnologia forçou as outras fabricantes, principalmente a Intel, a terem que adaptar essa tecnologia para se manterem na corrida, no caso dos CPUs ARM, foi a Nvidia com o Nvidia Denver, mas foi a Apple que apresentou o primeiro equipamento com essa tecnologia.

          Uns começam outros melhoram, sempre foi assim em tudo, certamente as coisas não aparecem sozinhas, tem de ser alguém a apresentar, tem de haver sempre alguém que arrisque mais que os outros.

          • Nelson says:

            @Helder Ferreira, não é bem assim.

            Primeiro, o desempenho de virgula flutuante, não é directamente afecto, mas a precisão da virgula flutuante é, e isso pode ou não se verificar no desempenho.

            Para criptografia, não tem nada a ver com a questão anterior. Para cifrares um ficheiro ou um stream, tens de gerar uma chave (a partir da tua “password” com o mesmo tamanho (em bits) que a mensagem que queres cifrar, depois tens de fazer, bit a bit, uma operação de XOR (exclusive-or) entre a mensagem e a chave. Fazendo isto num CPU de 32bits, fazes a operação 4 bytes de cada vez, num de 64bits, fazes com o dobro da velocidade.

            Podes fazer o teste num CPU de desktop…

            De qualquer forma, mais vale ter agora as fundações prontas, para quando chegar a tecnologia, estar tudo pronto, que andar á última da hora a fazer updates ás aplicações e ao sistema, para ficar tudo em cima do joelho…

  3. Valente says:

    E o NEXUS 5 já aqui está em pormenor:

    pdadb.net/index.php?m=specs&id=5022&view=1&c=lg_d821_nexus_5_lte

  4. César says:

    Agora isto parece um blog de futebol. “Aziados?!” AZIADO estou eu crl, que o meu sporting foi bem roubado!

    Agora “aziados” em relação a telemóveis? Mas vocês são putos ou que? Parece que tem toda a gente 10 anos (e não duvido que a maior parte dos comentadores esteja na casa dos 10-16…)
    Essa agora, em vcez de apoiarem todas as marcas e a competição, fazem precisamente o contrásrio, sai pior para o consumidor, sim, NÓS, que gastamos javardices em telemóveis, sem qualquer necessidade, a não ser para mostrar o robô, a bandeira ou a maçã! E para esperar na paragem do autocarro! Ou para ver gajas no facebook! SUPÉRFULO!

    • D says:

      E aziar por futebol já é normal? Pode ser para ti que gostas de futebol, há quem não goste, há quem goste de outras coisas.

      Mas aziar por uma ou por outra é estupidez.

      • eprooo says:

        Não venhas por ai.. é que aziar por futebol (em relação ao teu clube) é uma coisa normal ou porque não jogaram nada, ou foram roubados, ou ate humilhado.. agora aziar por um telemovel? Tens muitas escolha, escolhes comforme as caracteristicas, é teu. Não vais andas a seguir só uma marca, marca não é um clube. IMO

  5. David Guerreiro says:

    De notar que o A7 da Apple já é tecnologia ARMv8.

  6. Filipe Fonseca says:

    Queria só rectificar que o Sony Xperia Z usa um Qualcomm MDM9215M / APQ8064, conhecido por Snapdragon S4 Pro. Tal como o do Nexus 4.

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