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Tags: PJ

PJ desmantela grupo suspeito de burlar seguradoras

A Polícia Judiciária, através da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve uma mulher, de 47 anos, por fortes indícios da prática de crimes de burla qualificada e falsificação de documentos.

A mulher fazia parte de um grupo que agora, com a sua detenção, ficou totalmente desmantelado.


PJ vai adquirir uma plataforma para combate à Deep Web

O mundo da tecnologia constituiu hoje enormes desafios na área da segurança. Os ataques são cada vez mais polifórmicos, altamente mutáveis e nesse sentido é importante desenvolver estratégias para que, pelo menos as forças policiais, se consigam manter um passo à frente dos piratas informáticos e do malware.

Alinhada com outros ordenamentos jurídicos a nível mundial, a PJ vai adquirir uma plataforma para avaliação de redes de fonte aberta, tal como a deep ou dark web (ou Internet pura).


Portugal: PJ desmantela rede que assaltava multibancos

Só este ano já foram destruídas, por explosão, 175 destas caixas e roubados cerca de dois milhões de euros. Segundo os dados, o número de ATMs roubados este ano é o terceiro mais alto de sempre, número igual ao total do ano de 2010, a seguir aos 218 assaltos em 2009 e aos 196 em 2011.

Hoje a Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional Contra-Terrorismo (UNCT), informou que desmantelou uma rede que se dedicava à prática de furtos a caixas multibanco através de explosão.


PJ detém quatro homens por burla informática e contrafação

A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), deteve quatro homens, com idades compreendidas entre os 22 e os 31 anos, suspeitos da prática dos crimes de burla informática, contrafação de título equiparado a moeda e acesso ilegítimo.


PJ: Jovem de 21 anos detido por burla informática

A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica – UNC3T, procedeu à detenção de um homem, de 21 anos de idade, que, de forma continuada, fazia uso de dados de cartões bancários de terceiros e procedia à aquisição de bens e serviços de modo fraudulento, praticando o crime de burla informática, contrafação de título equiparado a moeda e acesso ilegítimo.